Portuguese French Spain Italian Dutch Chinese Simplified Arabic Russian
Showing posts with label infância. Show all posts
Showing posts with label infância. Show all posts

Friday, 12 October 2012

children's day!

(today, in Brazil*. For me, as well, independently of the current commercial approach)

I take the opportunity to put in debate this vast matter: kids. Let's see...

To think list:

- if we are giving suitable attention to them;
- which education they are receiving?;
- are them reading enough?;
- which kind of model we are for them?;
- should we give them more gifts or affection?
- what kind of world they are inheriting;
- are them playing enough outside, socializing with other children?
- TV isn't babysitter: doesn't replace parents, besides not being a substitute of school. The content their receive from it may influence their lives;
- internet may be very dangerous, a no limit field,
if with no supervision;
- typing makes children write worse, in the same way chat acronyms and text message shorthands;

- which are their worries, goals, priorities, fears, values nowadays;
- definition of school and parents roles in their education;
- are we raising them for what, for which kind of future?
- if we are obligating them to mature earlier;
- freedom bring them maturity;
- sex issues must be discussed;
- violence beget disrespect/ gentleness generates gentleness;
- a natural childbirth is always better then a cesarean section procedure;
- breastfeed is the best nourishment a mother can give to her children until six months, minimum;
- have them not to be involved... it would be better have thought about that before!
- all they need is love (actually, everyone...) 

Many points! Not evident answers, though...

___________________________________________________________

priceless

While enumerating, I was wondering myself about be a mommy... Oh, God, it is a HUGE responsibility! 

What both difficult and complex it might be! Nevertheless, I'm pretty convinced that it is a challenge which worths!

It's an experience like no other.

___________________________________________________________

*In Canada, they celebrate on 20th November. Check other countries dates and costums out here.
 

Wednesday, 12 October 2011

recordar é viver

Dia das Crianças, e em prol da causa, eu escolho Emília para me representar! (coloquei esta imagem como minha foto de perfil do Facebook, inclusive).

Brasileiríssima, alegre, levada, mas inevitavelmente em retalhos - essa sou eu! (embora seja inevitável não lembrar de minha prima Gisela ao ver a carinha sapeca desta boneca...)

Monday, 8 August 2011

mermaid feelings

Like a child! Further: for the first time... I owned.

Having a bathtub at home is SO fun. I feel myself as a mermaid inside.

Vanity, peace and water and body contact - a perfect relaxing moment (alone...)!


*Maybe, later, in couple, it will be even better...

Saturday, 30 July 2011

camping at home


All children enjoy playing that. At these days, I have a little less patience, I admit… mainly when in fact it is happening in my real life. As in its 'adult's' beginning, I’m living right now an atypical situation which requires me unfastening.

Although I’m not completely satisfied, I know that it is just a mere period which will pass very fast. Then, I will be able to laugh a lot due to that (soon!), while seeing stars in another context, exactly when my ‘little girl’ dreams come true.

*All in all, being grown ups sucks... It's too much responsability, many changes and problems to face that sometimes I wish to live an eternal childhood! (safe at my place, of course)

Thursday, 3 February 2011

glide dream


It’s a silly situation, but I’ve always dreamed with the day I would ice skating outdoor. Though, it hasn’t been on a natural ring yet - on some frozen canal of Amsterdam (something I will someday!).

Since I was a child, I’ve enjoyed to practically fluctuate on ice, while my thoughts go so far, quicker than my legs… Terrific! I’m loving it. Thanks Rafa, for this special night moment. 

Another magic one…

Tuesday, 12 October 2010

dia das crianças


Um dia fui uma e, hoje, já penso nas minhas. Não para agora, pois tenho outras prioridades por hora... trabalho, estudos, busca por estabilidade, mudanças ainda a acontecer etc. E mais (e principalmente): primeiro, preciso achar uma pessoa que cuide de mim para, só então, arrumar alguém para eu cuidar. Elas precisam e merecem ter uma família - pai e mãe. Seja como for, uma boa base.

É um ciclo. Antes, confesso que nem gostava muito dos pequenos, porque os via como iguais. Depois, crescida, ao conviver diariamente com meu sobrinho, descobri-me uma apaixonada por este universo ingênuo, lúdico, mágico e verdadeiro. É o amor e a entrega mais forte e bonita que existe.

Troco fácil a companhia de um adulto pela de uma criança. Elas vem sempre pro bem, reenergizam-nos por inteiro com um só abraço ou nos animam com suas ‘pérolas‘ em relações racionais que fazem sem a censura que aos maduros já é inevitável.

Sofrem com esse mundo cruel que mantemos com nossas mentiras e interesses maléficos ao futuro, que a nós não pertence mais, e sim a elas. Injusto. Não as preparamos como deveríamos para enfrentar as dificuldades e protegerem-se dos que abusam e as maltratam. Espero eu, quando mãe e/ou profissional especializada, poder realmente ajudá-las a transformar este num lugar melhor, mais seguro para elas, pois é possível.

Minha mudança começa já!

A elas, dedico essa postagem e os próximos dias da minha vida.

Thursday, 27 May 2010

brincando por aí


Na corrida do dia-a-dia, no atropelo das ruas, não tem coisa melhor que se deparar com um simpático bonequinho que nos remete à terna infância. Tenho certeza que quem não puder estacionar o carro na calçada, ou até se alguém tropeçar nesses fradinhos Playmobil, verá sua fúria passar rapidinho! Dado o tom lúdico das obras, não tem como ser diferente...

Suspeito de quem seja, embora não tenha certeza. Independente, parabéns pelo bonito trabalho, por toda a sensibilidade de ver e fazer arte nos lugares menos prováveis. Cada vez mais apaixonada por intervenções artísticas urbanas, dedico esse post ao(s) criativo(s) autor(es) dessas criaturinhas que enchem de alegria quem anda por aí – aliás, aqui: em Botafogo, no Rio de Janeiro. 


Vida longa a quem sabe brincar!

Friday, 21 May 2010

barreira protetora


Quando eu era criança a gente podia brincar na rua, ir sozinho para o colégio – ou, no máximo, com os irmãos e/ou amigos. Tudo bem que era um tempo diferente, menos perigoso que hoje, mas até que ponto é puro exagero dos pais da atualidade (que eram os filhos de ontem), numa desacertada tentativa de superproteger os pequenos (de agora) da realidade em que eles próprios viveram antes, anos atrás?

A pergunta vai mais além, numa perspectiva de futuro mesmo. Não estariam os pais (mega) corujas deixando de criar as crianças para o mundo, permanecendo elas por mais tempo debaixo das asas de suas mães? Não sei se fui muito solta e independente no passado, mas estranho e critico tamanho amparo e inocência infantil num momento que era para ser mais sagaz; eles, mais safos.

Espero educar eu os meus, quando os tiver, de uma maneira que cresçam preparados para lidar com esse universo cruel que os espera pela frente, num futuro duvidoso. Penso muito a respeito, em como farei para dar vida a adultos espertos, estudiosos e batalhadores, e não a bobalhões preguiçosos que dependam de mim para sempre, vivendo às minhas custas! Por algum tempo, ok (e terei MUITO prazer em sustentá-los, provê-los - como qualquer mãe normal faz), mas depois, até por uma questão de sobrevivência, eles DEVEM andar com suas próprias pernas.

Acho horrível barbados que não sabem fritar um ovo, ou que roupa colorida junto à branca na máquina vai manchá-las. Não lavar as próprias cuecas, socorro! Mais: mimados que não sabem se virar sozinhos, que perdem seus pertences, e simplesmente não ligam, tampouco tentam recuperá-los, pois não ignoram o preço das coisas, quanto custam. Mas o pior são as mães que vão lá e repõe tudo sem dar bronca, que não os educam, só confortam.

Será essa carência, essa deficiência proveniente de certa culpa e compensação pelo o que passamos nós nos anos 80, quando as vacas eram mais magras e a economia nada colaborativa, tudo era mais sofrido de se conseguir? A mim, parece que damos o devido valor a tudo pela dificuldade dos tempos de criança, mas não estamos sabendo transmitir isso aos herdeiros em tempos de brinquedos fartos pagos a prestações.

Possibilidades à parte, o trabalho de formação é árduo. Peca-se pelo amor, pelo excesso e pela falta de noção e de bom senso. Para uma real evolução da espécie, educar da melhor forma é para fora, sem barreiras protetoras que atrapalhem a construção de um cidadão consciente – no caso, a barra da saia das mães.

Monday, 10 May 2010

cagada


Quando eu era criança, odiava quando, brincando no mar, pisava e ficava com o pé todo sujo de piche. Era horrível (um parto!) tirá-lo da pele. Viscoso, colava que nem chiclete! - muito pior... Mal sabia eu o que era, de verdade, e que estava ali, no litoral, oriundo de algum navio, ou vazamento como esse de agora.

Há 18 dias, dezenas de milhares de litros de petróleo jorram sem parar das profundezas do mar do Golfo do México, nos Estados Unidos, em direção à superfície. Um desastre ecológico lastimável, mas, principalmente, um alerta político ao presidente Barack Obama.

Dizem que o acidente na plataforma Deepwater Horizon, administrada pela companhia British Petroleum (BP), ocorreu devido a uma falha técnica associada a erro humano: a tripulação teria demorado a acionar os equipamentos de segurança. E ainda questionam as autoridades locais por não terem tomado as devidas providências com a urgência necessária.

A Louisiana sofreu enorme crise em 2005, quando foi atingida pelo furacão Katrina. Na época, o então presidente George W. Bush foi severamente criticado por seu descaso. Agora, Obama está na mira da opinião pública, que vai avaliar sua conduta diante deste novo incidente. Pressionado, fez uma visita oficial à região, que ainda se recupera dos danos do passado.

Alguns estados norte-americanos como Alabama, Flórida, Louisiana e Mississippi já decretaram estado de emergência. Os números oficiais apontam para o vazamento de cinco 5 mil barris diários, mas alguns especialistas acreditam que esse número possa chegar a 20 mil. Façam as contas: tendo cada barril 159 litros, isso equivale a mais de três milhões de litros todos os dias! MUITA coisa.

O petróleo, por sua densidade, flutua na água salgada, e, com base em imagens de satélite e índices de medição, especialistas do setor podem avaliar a extensão do problema. Infelizmente, não se mostram otimistas, pois a área já triplicou desde quando teve início esse escoamento. 16 milhões de litros de petróleo já estão boiando sob os mares estadounideneses.

O mau tempo atrapalha os trabalhos no local atingido. As marés estão empurrando as barreiras absorventes colocadas para conter o avanço da mancha para a costa. E, apesar dos 300 navios, 6,5 mil quilômetros de cordões de isolamento, e seis mil pessoas engajadas na tentativa de contenção da mancha negra, o sucesso não é total.

A empresa britânica reconhece que encontra dificuldades tecnológicas para conter o vazamento. Segundo ela, a válvula deveria ter se fechado automaticamente quando a plataforma explodiu, matando 11 funcionários e afundando em chamas. Mas isso não ocorreu. Segue a corrida contra o relógio para conter a força do ouro negro que está sendo desperdiçado, poluindo o meio-ambiente.

A última tentativa de solucionar o problema não deu certo. A gigantesca cúpula de aço foi retirada do solo marinho devido à descoberta de cristais de gelo em seu interior, formados devido às baixas temperaturas a mais de 1.500 metros de profundidade, o que obstruiu a abertura por onde seria extraído o óleo diretamente para um navio. Agora estão pensando em alternativas para reutilizar essa mesma estrutura, desentupindo com metanol esse canal.

Seus gastos em esforços para travar o derrame e em indenizações aos Estados da costa sul dos EUA já chegam a 350 milhões. E esse valor é inversamente proporcional ao de suas ações, que já desvalorizaram 17%. Foi decidido que a empresa proprietária da plataforma terá de arcar sozinha com os custos dos danos causados e pagar compensações pessoais, materiais e por perdas comerciais a todos os cidadãos da zona afetada pela maré negra.

Para tentar driblar suas responsabilidades, a BP ofereceu uma recompensa a quem se disponibilizasse a ajudar na limpeza: 1.500 dólares diários, em troca da renúncia dos pescadores a tomarem qualquer posição legal contra a empresa. Mas autoridades do Alabama denunciaram a proposta, e o texto do contrato foi alterado. Por não poderem iniciar a temporada da pesca apanha de camarão - que vai de Maio a Setembro, eles seriam os principais candidatos.

Com o desastre, importantes rotas de transporte marítimo, áreas pesqueiras, refúgios nacionais de fauna silvestre e praias populares estão no caminho da sopa de petróleo. Uma indústria pesqueira que movimentava 1,8 bilhão de dólares (e perde apenas para a do Alasca) está parada. As autoridades dos EUA suspenderam toda a pesca nas águas federais afetadas pela mancha.

A região litorânea do Golfo do México abriga centenas de espécies de fauna silvestre, incluindo peixes-bois, tartarugas marinhas, golfinhos, baleias, lontras, pelicanos e outras aves. Ali é também uma das áreas pesqueiras mais férteis do mundo, repleta de camarões, ostras, mexilhões, caranguejos e peixes.

O tamanho do estrago até agora: uma área quatro vezes maior que o tamanho da cidade do Rio de Janeiro, e danos ambientais incalculáveis às mais quatro mil espécies costeiras da região, que dependem do ecossistema do estuário e da foz do rio Mississipi.

NÃO QUER CALAR:

Algo eficaz precisa ser feito o quanto antes. Em pouco tempo, esse poderá ser considerado o MAIOR desastre ambiental dos Estados Unidos, ultrapassando o do petroleiro Exxon Valdez, no Alasca, há 20 anos. Foram despejados naquelas águas frias cerca de 40 milhões de litros de petróleo e até hoje ainda se sentem os prejuízos ao meio-ambiente.


Documentos iniciais indicam que a petrolífera britânica não tinha preparo suficiente para o caso de uma explosão do porte da que ocorreu. Mas ACONTECEU. E agora? Antes que dê mais merd*, o governo suspendeu a perfuração de novos poços na costa do país até que sejam concluídas investigações sobre o vazamento.

Não seriam justamente eles os responsáveis por isso, uma vez que concederam à BP a possibilidade de extração em seu solo, mesmo não tendo esta condições para tanto? O quanto se difere um erro desses, nessas proporções, a tantos outros cometidos por diferentes países, e foram tão condenados pelos EUA?

Pensemos e lembremos disso. Dessa vez, o buraco é mais em cima...

Tuesday, 20 April 2010

a losing game


Filha de pais separados. Ele, um viciado em jogo; ela, uma menina de uns quatro anos. Como não sabia o que fazer com aquela criatura superativa para entretê-la nos finais de semana que cabiam a ele tal convivência (e responsabilidade), ensinou-a a jogar cartas.

A pequena aprendeu a lidar com o baralho antes mesmo de conhecer as letras. Como qualquer criança, chamava os naipes pelo formato das figuras até saber seus nomes. No grito, decorou o valor dos números, e em pouco tempo, dominava as cartas com maestria.

Sabia embaralhá-las jogando-as pro alto, de uma mão pra outra, rapidamente. Fazia um leque perfeito, apesar dos dedos minúsculos que as apoiavam. Parecia gente grande segurando firme, já blefando com o olhar, e chata com a demora do jogo alheio.

Paciência, rouba-monte, pontinho, canastra... qualquer partida ela vencia! Passou seus conhecimentos à diante: ensinou sua mãe, irmã, amigos, colegas – muitos prenderam com ela. E esse acabou sendo seu passatempo predileto, seu programa juntos.

E assim, passaram-se anos, dias e noites a fio, pai e filha, em seu legado, até que um dia se interessou por outros jogos e quis brincar com valetes e coringas de verdade. Largou seu antigo parceiro em busca de outros.

Se é (de) sorte ou azar, ambos ainda pagam para ver. Apostas...

Monday, 5 April 2010

rata de praia


Se os pais são culpados por quem somos, tenho que AGRADECER minha mãezinha querida por ela ter me oportunizado uma coisa incrível, além de toda a liberdade e independência que sempre tive: o contato com a natureza. E no pacote coloco também a não-frescura.

Só para vocês entenderem um pouquinho o nível da coisa... a primeira vez que eu fui para a praia foi em 28 de janeiro – exatos doze dias depois que nasci naquele verão de 1982. E tem mais, ficamos acampados. O lugar? Bombinhas, litoral de Santa Catarina. Hippie demais, ok, mas era o que podiam (e o pai que tenho, provavelmente - conheço!).

Não julgo, nem a culpo - bem pelo contrário(!), a admiro, e MUITO. E agora entendo porque sou assim (assado), porque amo tanto litoral, camping, viagem, aventura, desafios... Encaro todas, sem tempo ruim. Não é para menos, afinal, tô nessa desde sempre, pequena, na mais longínqua infância.

Peguei gosto pela coisa. É a minha praia! Garota esperta... (28 anos de...)

Sunday, 28 February 2010

joker


Peter Pan, Coringa... quantas mais faces lúdicas uma pessoa pode ter?

Admiro quem veste o personagem, ou simplesmente assim é, a exemplo dos seres que um dia inspiraram tais figuras do imaginário infantil, da literatura, ficção, cultura popular – como for. E se isso for só fachada para disfarçar qualquer outro sentimento ou intenção? Como saber o que não é dito, o que fica confuso, perdido nas entrelinhas de discursos prolixos, ou em pequenos gestos de seus feitos?

Por vezes, o artista pode ser seu próprio titereiro, conduzindo a história, manipulando também as demais marionetes das fábulas da vida. Que rumo escolherá ao seu próprio destino? Optará pela sorte grande ou ficará com as certezas do caminho? Que granfinale estará preparando? Gostaria de aplaudir de pé não só o fim, mas daqui por diante poder vibrar com o desenrolar deste espetáculo que numa voraz efemeridade tanto me emocionou e evolveu em tão pouco tempo.

Sem dúvidas, esta canção é para você:

Standing on the waters casting your bread
While the eyes of the idol with the iron head are glowing.
Distant ships sailing into the mist,
You were born with a snake in both of your fists while a hurricane was blowing.
Freedom just around the corner for you
But with the truth so far off, what good will it do?

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

So swiftly the sun sets in the sky,
You rise up and say goodbye to no one.
Fools rush in where angels fear to tread,
Both of their futures, so full of dread, you don't show one.
Shedding off one more layer of skin,
Keeping one step ahead of the persecutor within.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

You're a man of the mountains, you can walk on the clouds,
Manipulator of crowds, you're a dream twister.
You're going to Sodom and Gomorrah
But what do you care?
Ain't nobody there would want to marry yoursister.
Friend to the martyr, a friend to the woman of shame,
You look into the fiery furnace, see the rich man without anyname.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

Well, the Book of Leviticus and Deuteronomy,
The law of the jungle and the sea are your only teachers.
In the smoke of the twilight on a milk-white steed,
Michelangelo indeed could've carved out your features.
Resting in the fields, far from the turbulent space,
Half asleep near the stars with a small dog licking your face.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh. oh. oh. Jokerman.

Well, the rifleman's stalking the sick and the lame,
Preacherman seeks the same, who'll get there first isuncertain.
Nightsticks and water cannons, tear gas, padlocks,
Molotov cocktails and rocks behind every curtain,
False-hearted judges dying in the webs that they spin,
Only a matter of time 'til night comes steppin' in.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

It's a shadowy world, skies are slippery gray,
A woman just gave birth to a prince today and dressed him inscarlet.
He'll put the priest in his pocket, put the blade to the heat,
Take the motherless children off the streetAnd place them at the feet of a harlot.
Oh, Jokerman, you know what he wants,
Oh, Jokerman, you don't show any response.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

Adoro sua magia. Como borboleta, a seguiria.

Monday, 15 February 2010

abre alas


Eu sou da lira, não posso negar.

Se tivesse filhos, levaria os pequenos para pular carnaval, sem dramas.

Utilizo-me, em momento tão apropriado, das populares palavras da maestrina Chiquinha Gonzaga, nessa que é a primeira marchinha registrada da história de nosso carnaval. O motivo é mostrar toda minha disposição para a participação infantil nos blocos de rua.

O primeiro verso da canção de 1899 sugere atenção. Hoje, os tempos são outros, mas a intenção creio ser a mesma: pedir passagem. E com criança tem que ser assim mesmo, com cautela, mas não é por isso que tem que se deixar de curtir, privar os baixinhos de sentirem a energia da folia.

Tiro meu chapéu para os tantos casais, pais e mães ‘avulsos’, que enfrentaram a maré fantasiada, bêbada e colocaram o bloco mirim na rua. Fantasias que pediam fotos, embalos que os faziam dançar ao ritmo contagiante da banda. Mesmo sem saber qualquer letra, o animar da música arrancava sorrisos bobos.

Bam-Bam, tubarão, amendoim... tinha cada uma! (de uma criatividade louvável) Dava vontade de apertar todos. Fico feliz pelos pais que sabem aproveitar junto a seus herdeiros esses bons momentos e não jogam a eles a responsabilidade da falta de paciência, saco e vontade de viver que passam a ter quando se tornam pais.

Junto a toda dádiva vem sua responsabilidade própria. Claro que ninguém vai se socar no meio do Bola Preta (com mais de um milhão de pessoas na volta, espalhadas pelas ruas do centro do Rio de Janeiro!) com um recém nascido, mas com um pouco de ânimo dá pra ir para cordões menores, como os de bairro, mais alternativos.

Algumas coisas são imprescindíveis para essa parceria dar certo: fantasia confortável e fresca, sling, água, protetor solar, um colo sobressalente e a escolha de um bloco sem tumulto – ou a melhor localização nele (na frente, em algum recuo da rua, numa varandinha vizinha). Bom senso é sempre o melhor parâmetro para qualquer limite.

São esses pequenos GRANDES detalhes que fazem toda a diferença, facilitando a vida de qualquer papai/mamãe. Assim, não tem perrengue que atrapalhe a festa, e é só alegrias! A lembrança de ‘outros’ carnavais me motiva, de minha infância querida, de mais inocência, confete e serpentina.

Ah, se todos fossem pilhados como minha mãe e eu... mais disciplina e espaço para os pimpolhos nas ruas teria, naturalmente - e o pedido seria só na brincadeira.

Thursday, 4 February 2010

a origem de tudo


Uma criança chega para mãe e pergunta como nascem os filhos.

Sexo, cegonha, sementinha... o que for! Naquele instante, cabe a ela a decisão de dizer a verdade, mentir, ou pior: omitir.

Assisti a uma reportagem no Fantástico deste domingo sobre educação sexual de crianças na escola. A grande questão era se essas instituições deveriam ensinar isso a partir dos sete anos, como fazem na Holanda.

De um lado, pessoas bem resolvidas, crentes que esse conhecimento ajuda a reduzir problemas como gravidez na adolescência e abuso sexual, por exemplo. De outro, gente horrorizada em fornecer aos pequenos informações básicas e naturais. Impressionante, a maldade está na cabeça dos adultos.

Na enquete realizada durante o ‘show da vida’ com o público em casa, a maioria dos brasileiros se mostrou a favor de transmitirmos desde a infância noções essenciais sobre sexo, saúde e prevenção. [Alívio] Sempre é melhor conduzir com sinceridade e de forma clara, correta, pro bem.

Lembrei agora (e mais uma vez) do filme A Culpa é do Fidel, em que Ana, diferente de suas amiguinhas, sabia sobre a origem dos bebês, a diferença e função dos órgãos reprodutores masculino e feminino etc. Quando se tem um casal, fica mais fácil. Os próprios irmãos se questionarão a respeito.

Hoje, fica a cargo dos pais esse esclarecimento que facilitará a vida dos futuros cidadãos desse mundo, preparando-os para uma realidade inevitável. Se eles não forem instruídos em casa ou no colégio, irão aprender na rua – não adianta! E aí, provavelmente, não participaremos desse que é ou será um momento maravilhoso na vida dos jovens.

Quando eu tiver os meus, será assim: “zizi” na “zezete” - na hora (e da forma) certa.

Sunday, 17 January 2010

de alma lavada


Água que não acaba mais... é hora de lavar a alma.

Muito ruim toda essa chuva. Tenho tentado ver com outros olhos tanta destruição, problemas gigantes, tamanha incerteza, injustiça e imperfeição.

Nessas horas seria melhor ser criança e enxergar tudo com a inocência infantil, sem medo do futuro. Lamentável, mas perdemos esse poder com o tempo.

Nada como um dia após o outro... e a possibilidade de um banho de mar para (re)energizar. Salve Oxum e Iemanjá!

Sunday, 10 January 2010

diz que disse


Esse bem que poderia ser o nome informal daquela brincadeira infantil em que um começa dizendo uma coisa e, ao final, o último sempre acaba relatando algo diferente do inicial. Parece engraçado, mas por vezes não é.

Isso se dá em função de mudarmos a versão das coisas ao passá-las adiante. Fazemos isso talvez sem querer até... porém, o peso de nossas palavras, a intenção e o modo com que as emitimos pode gerar lá na frente uma avalanche.

Lembrei agora do tal efeito borboleta e seria algo parecido. No meu mundo lúdico tais travessuras não aconteceriam, pois prefiro um jogo de verdade ou conseqüência. Seria mais justo, melhor, se todos fossem assim, mais corajosos... Não suporto hipocrisia.

Fofoca, o dito pelo não dito... Putz, desculpa, cansei de brincar. Estamos MUITO ‘velhos’ para isso já - e faz tempo. Maturidade faz bem nesses casos, afinal toda criança deve crescer (cedo ou tarde), de qualquer idade.

Friday, 25 December 2009

sonho de menina


Esse ano a boneca mais famosa do mundo completou 50 anos. Barbie tem uma história longa, que ainda vai perdurar por muito tempo, de sucesso, luxo, evolução e críticas. A mais famosa delas, com certeza, faz jus às suas medidas que não condizem com o corpo de uma mulher de verdade.

Mas sua trajetória também teve muitos acertos, como a propagação de diferentes profissões daquelas pequenas entre as meninas numa época em que as mulheres eram apenas donas de casa . A boneca, que já foi professora, cantora, astronauta, veterinária, comissária de bordo e modelo, já foi vendida em mais de 140 países em mais de um bilhão de unidades.

Ela mudou muito nessas cinco décadas. Deixou de ser exclusivamente loira e passou a ter uma identificação com os esteriótipos de cada lugar. Hoje existem bonecas negras, ruivas, morenas, japonesas, com tatuagem, brincos, cabelos curtos, mechas, sardas etc. E ela não vem sozinha: tem namorado, irmãs, amigas, tem casa, carro, bicicleta, piscina, computador...

Barbie sempre esteve super na moda e em dia com a tecnologia, e ditou o comportamento durante esse tempo. No início, era um meio de mostrar como uma moça deveria se comportar, mas depois aderiu à contracultura, abrindo um mundo de possibilidades àquelas novas pequenas mulheres. E isso fez com que se tornasse o sonho de todas as meninas.

Quem foi criança nos anos 80, quando ela chegou aqui no Brasil, desbancando sua antecessora, a mais ‘rechonchuda’ Susi, sabe do que eu estou falando. Quem não gostaria de ter tido uma Barbie? Num passado próximo elas não eram tão acessíveis quanto hoje em função de estarem associadas primeiramente à alta-costura (e também porque naquela época não existia cartão de crédito, né?! – vamos combinar!).

Eu não posso reclamar, embora tenha demorado para ganhar a minha primeira, tive outras MUITAS depois, e as guardo até hoje. Não consegui me desfazer devido ao valor sentimental agregado. Por muitos anos elas foram a minha vida, onde eu exteriorizava todos os meus sonhos, minhas expectativas de vida. Faziam-me companhia em tardes solitárias em casa.

Minha grande parceria de brincadeiras foi a Fernanda, minha vizinha de porta. Montávamos verdadeiros condomínios, porque assim como eu, ela tinha várias bonecas estilosas, e como éramos criativas, conseguíamos badalar mais que a galera do desenho ‘A Turma da Pesada’. É verdade que muitas vezes quando acabávamos de montar tudo já estava na hora de ir para casa... mas valia a pena!

Bom, escrevi sobre isso porque fui escolher anteontem o que dar para a Nina, filha de um casal amigo, e não resisti: comprei uma. A mais baratinha, e de cabelos Chanel, porque sei que ela é nova demais ainda para brincar de Barbie, e provavelmente vai destruir seu cabelo, perder suas roupas, antes mesmo de a valorizar, criar histórias com ela. Não importa, quis lhe introduzir esse universo de encanto.

Como trouxe de Porto Alegre as minhas Barbies pro Rio, agora já tenho o que fazer com elas, com quem brincar! Interessante isso, podem surgir roteiros maravilhosos daí! O primeiro passo foi dado. E, na dúvida do que fazer com elas enquanto a Nina não cresce um pouquinho mais, de onde e como guardá-las, vou criar para elas nesse ano, próximo a minha janela, uma floresta naturista.

Vou unir o útil ao agradável, afinal, já estava querendo ter plantas aqui em casa (a Grazi vai me ajudar!). A idéia da comunidade alternativa é ótima, pois as bonecas estão todas peladas! – as roupas ainda tenho que recuperar na garagem da minha mãe... e isso é uma missão pra 2010 também. De tudo, adorei mesmo foi a idéia de brincar com a Nina!

*Ah, minha crítica à Mattel: por que nunca tiveram Barbies maduras? Não seria seu cinquentenário o momento apropriado para criar uma, ou um casal? Seriam os pais da Barbie, que bem poderiam ter o nome de seus criadores, Elliot e sua esposa, Ruth. Seria mais uma evolução super a ver com nossa época, em que as pessoas vivem mais e a 'melhor idade' já não são os 20 e poucos, ou os quarenta...

Thursday, 24 December 2009

histórias de natal


“SE NA NOITE DE NATAL UM PRESENTE QUER GANHAR, PONHA A BUNDA NA JANELA, PAPAI NOEL VAI PASSAR!”

Diferente da ilustração ao lado, essa mensagem vinha originalmente acompanhada de um Papai Noel super bem dotado, mirando uma bunda na janela, contornada de adereços natalinos. Uma pena não ter guardado tão memorável cartão (com ele em mãos, provaria ao contar para meus netos sobre o feito de sua vovó ‘pornô’)!

Acredito que minha primeira grande história de natal foi em 1991, quando eu estava na quarta série. Desde cedo polemizando, gerei a maior dor de cabeça à minha mãe quando então pediram para a gente criar em grupo um Cartão de Natal, e eu acabei me espelhei num bem sacana que tinha lá em casa...

Essa referência era do tempo de minha avó ainda e circulava livremente por diversos natais, sem dramas e/ou moral, e por isso sempre agi com naturalidade ao seu conteúdo. Quando sugeri aos meus coleguinhas que o reproduzíssemos, JAMAIS pensei nas consequências que poderia ter, porque não via naquilo uma ofensa ou algo assim.

Eu tinha nove anos e a professora não falou comigo a respeito, simplesmente chamou minha mãe no colégio, mostrando o absurdo que eu tinha entregue a ela, e preocupada com o mau exemplo que eu estava dando aos outros. Imagino o que não deve ela ter pensado (mal) da mãe, que por sinal não me xingou, castigou, nem nada parecido.

Como uma mulher sempre bem-resolvida e pra ‘frentex’, ela apenas me contou o que tinha acontecido, explicando que certas pessoas não aceitam a sexualidade da mesma forma que nós. E que por isso (e somente POR ISSO) deveria ser mais cautelosa dali pra frente ao exteriorizar piadas com conteúdo sexual. Ela sabia que não tinha feito por mal.

Se há alguém que sempre me entendeu, foi minha mãe! Nada foi escondido ou omitido de mim nem na infância, nem na adolescência. Tenho certeza que essa sinceridade contribuiu para a cidadã que me tornei. A verdade, por pior que seja, é sempre a melhor opção. E essa noção é importantíssima na formação de qualquer criança. Deve ser a base de sua educação.

O que eu desejo a todo mundo? Que tenham boas histórias para poder contar para seus próximos, seja numa noite especial como a de hoje, em que nos reunimos para celebrar o amor - ou como, onde e com quem for. O que de melhor podemos ganhar e dar é carinho, pois gera felicidade. E isso só faz bem e dá o que falar.

Feliz Natal a todos! Esses são meus votos.

Tuesday, 22 December 2009

misto quente


Não imagino há quanto tempo não brincava de algo semelhante! Salada mista é um daqueles joguinhos (nem tão) infantis que as crianças usam para criar situações com os amiguinhos – no caso, para se aproximar e dar beijos em seus pretendentes.

“Pera, uva, maçã ou salada mista?” – era assim que se dava a cada participante a oportunidade de escolher seu ‘destino’. No nosso caso, foi algo mais direto. Era o que se esperava de adultos que decidiram jogar a sorte oferecendo mimos no estilo tutti-frutti.

Confesso na infância não ter sido a mais habitué nesse tipo de atividade, não nego, entretanto, minha participação em algumas, mas sem lembranças significativas a respeito. Com certeza, o feito de ontem vai ficar muito mais marcado na memória do que qualquer outro.

Inacreditavelmente, como um colega mesmo me disse, eu NÃO fiz tantas coisas como as pessoas imaginam! É a tal da expectativa em cima de um currículo de experiências ‘sexuais’ um tanto invejável a muita gente, mas que não se afasta tanto de um standart sem grilos e satisfatório para uma mulher contemporânea.

Por mais que eu seja descolada (e sou mesmo), admito ter 'zilhões' de coisas a realizar ainda - das mais simples, às cabeludas. Existem outras tantas que JAMAIS ousarei executar, não por moralismo, mas por pura falta de vontade ou curiosidade. Normal. Ninguém precisa fazer de tudo para ser um expert em determinada coisa.

Acho que acabei não precisando recorrer
muito a esse ‘escape’ lúdico para conseguir dar início a minhas descobertas, saciar minhas vontades com o sexo oposto. Mas não perdi a magia infantil com que se encara uma primeira vez. Hoje, anos mais tarde, os limites são mais tênues e as fantasias mais abrangentes.

Se eu, que sou um tanto ‘caxias’, nesse sentido, tivesse que escolher entre dar um beijo triplo, ou numa mulher, e responder a uma perguntas intimidadora, adivinhem pelo o que optaria? Pois é, mas acabei experimentando novas sensações além da verdade. E assim perdi mais uma 'virgindade' possível.

Não mexeu comigo, mas valeu a bagunça, a confraternização entre amigos, no mais estilo esperado para quem lida com o que de mais quente existe por aí. Pra mim, sobrou prendas e faltou pretendente. O meu, ao menos. Seria melhor iniciar alguma coisa com quem se gosta, ou melhor: com quem gosta da gente (de verdade).

Friday, 23 October 2009

voando alto


“Senhores passageiros, durante a decolagem, o encosto de suas poltronas deverá ser mantido na posição vertical, suas mesas fechadas e travadas. Observem os avisos luminosos de afivelar cintos. Em caso de despressurização, máscaras cairão automaticamente. Puxem uma delas, coloque-a sobre o nariz e a boca, ajustando o elástico em volta da cabeça. Depois auxilie os outros, caso necessário. Esta aeronave possui seis saídas de emergência: duas portas na parte dianteira, duas saídas sobre as asas e duas portas na parte traseira. Cartões com instruções detalhadas de segurança encontram-se na bolsa à sua frente. Lembramos que o assento de sua poltrona é flutuante. Tenham todos uma boa viagem.”

Ela descia linda pelas escadas, toda maquiada, cabelos presos em coque, de tailler azul marinho, boina, salto alto, meia-calça... chiquérrima. Carregava consigo uma mala de rodinhas – um luxo na época, exclusividade de comissários de empresas de aviação. No peito, as asas da empresa brilhavam num broche. Via nela uma mulher livre, viajada, bela, culta, bem sucedida. Dominar idiomas há 20 anos era privilégio de poucos. Enxerguei ali a possibilidade de um futuro ideal para mim.

Foi assim que quis ser aeromoça - primeira profissão que passou pela minha cabeça seguir. Eu tinha sete anos e ficava encantada, paralisada, quando minha vizinha do andar de cima chegava ou saía de viagem. Pedi para minha mãe me matricular numa escolinha de inglês e comecei a realizar esse sonho. Prática, não?! Sempre fui assim, decidida. Parando para pensar agora, até hoje sou movida visualmente muitas vezes...

Engraçado como certas pessoas nos marcam, influenciam nossas vidas, mas por vezes não sabem como foram importantes para nós. Ao reencontrar a minha ‘musa’ inspiradora no Orkut esses tempos, contei-lhe sobre como interfiriu em minha infância querida, fazendo-me tomar um rumo. Mas não tornei-me uma moça dos ares, e, hoje também não existe mais aquele glamour envolvido à profissão.

Com a democratização das viagens aéreas, perdeu-se o luxo nesse ramo - as refeições a bordo, a pontualidade britânica das decolagens e o bom inglês anteriormente exigido. Por outro lado, ganhou-se em facilidade para viajar, em preços mais acessíveis, em novas companhias e rumos. Foi-se o tempo em que voar era apenas um projeto de Alberto Santos Dumont.

Hoje, por sinal, faz 103 anos que o visionário cientista alçou vôo por cerca seis segundos, 60 metros, e a uma altura de três metros no Campo de Bagatelle, em Paris. Com seu 14 Bis Oiseau de Proie II (‘ave de rapina’ em francês), Santos Dumont foi o primeiro homem a voar de avião, sob os olhares atentos de testemunhas, um público admirado e entusismado. Quando vamos alto nos sonhos, eles acontecem.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!