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Saturday, 10 January 2015

sad things about Christmas time

There is something that always bothered me : Christmas trees. Yes... it is very sad their (short) story.

I've seen many on the garbage lately... It is not sustainable have one in this way!

Is it too difficult cultivate it in a pot?! Or on the garden... outdoor, free, harmonious with nature. Please, tell me.   


Monday, 13 August 2012

turning things around


Don't freak out!

Keep calm and play the right game:

If you can't beat it, join it. 

Always including... being wise.

Tuesday, 31 July 2012

many women, few orgasms

Studies show that 70% of women has never reached orgasms with their partners. Ok, masturbating they come, but ... it would be better doing it together, wouldn't?!

I think so, besides hope for that. That's not to say, though, through penetration... It'll be easier for them with a long arousal period and foreplay games.

It seems that men are not efforting enough, once their partners fake orgasms. Really: women OFTEN do that, mainly in order not to disapoint them.

In this way, ladies help to build both lazy and impatient men, who will not be worried with women's pleasure. After all, they don't have to do their best in bed... by our own fault!

Well, today, in Orgasm Day, my campaign is to help boys to satisfy girls, before they leave them (joking...). In this article, some basic and simple efforts which men can do to change this unhappy situation. 

Good luck and practice!

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paradise

In the opposite direction of this occidental reality, in Mangaia, an island in the South Pacific, women live well (VERY well, indeed). There, while they learn to come, ALL men learn how to perform cunnilingus and bring their partners to orgasm (perhaps several times) before they have their own. 

Isn't wonderful?! Here, skilled gentlemen as those we hardly meet... Unfortunatelly.

Looking for a picture to illustrate this part of post, I found this kind of Aurora Borealis photo of there, its sky... a heaven for me.


Oh, my ("consumption") dreams... (!)

Tuesday, 24 July 2012

someone's green

Surreal! It seems we still are children or teens... but, come on: we matured! (besides things have changed too)

At the same time, I'm "a little" proud that our relation is able to make others eat their heart out! (even if we DO NOT want it, or DID NOT instigate it!)

However, the limit is when jealousy becomes disrespect. Low blow... unacceptable at this point, in this way, between us. 

I swear I never thought I'd be in this embarassing situation... How deal with people who have bad intentions while we wish just love and peace? 

We really don't want any tiff. For the good of everybody, we'll work out a solution as adults we are. We think it will be enough...

Oh, I hope with all my heart the problem is ONLY this, not anything else!

Friday, 3 June 2011

the most precious point of view


Something I’ve learned since I’m a producer:

When it is an important issue to be discussed, or a problem to be solved, it’s better to talk to who really matters! Thus, on the whole, prefer God’s support than the angels ones.

In conclusion: without a doubt, he will attend you more effectively. Rarely could one of them help you as the 'boss' will. So, use them, but for a adventitious causes.

Tuesday, 26 April 2011

encrusted


Even 25 years later the Chernobyl Disaster, ten of thousands of Ukrainians, Belarusians and Russians are still living contaminated in their countries (ex Sovietics). Millions of people at those days were affected physically and mentally by the accident.

An explosion at the Nuclear Power Plant in 1986 spread a radioactive cloud over large parts of the Soviet Union. Nearly 8.4 million people were exposed to the radiation and until now new cases of cancer and other diseases are reported all the time. According to the state's statistics, 75 percent of school children have chronic diseases.

On this 25th anniversary, there aren’t many reasons to celebrate, just remember as many as half-a-million heroes who have been involved in the clean-up or repairs of the site since the incident occurred, trying to recover damages. Tens of thousands have died or become sick since then.

This occasion makes me think about the current Japan's situation and all consequences it will suffer over the short (or long) run...


Not compared, but some health ills are transmitted genetically through generations. Allergy, pollution, sun in excess, stress, depression… are other agents that can cause skin problems, in my particular case. However, is the person’s predisposition that results in this (or any) kind of evil.

In other words, my family passed me the genes which permit these reactions on my body. On the whole, there is some cure for each one of them. Albeit they must be know to medicine them rightly. Sometimes, unfortunately, they don't and it is spent much time until discover its causes. 

The sands are running out… So, I hope all these kind of health matters can be solved as soon as possible on top of that its solutions can reach all population. So to speak, nobody deserves these kinds (or any one) of long-lasting cruel punishment.  

Friday, 8 April 2011

simple enough secret


As a woman, sometimes all necessary (or the best) is cut the hair, have the nails done and being shaved. Alongside, for sure a pretty make up and nice clothes (bought as a bargain in some sale) helps.

To improve any both feminine mood and self-esteem, these cunnings are essential. Likewise, it's a forward kind solution against our PMT (Premenstrual Tension) symptoms. After all, no one of us will be quite ok without feel ourselves at least a little beautiful.

Vanity... It’s natural (besides an effective expensive resorts).

Thursday, 25 November 2010

amor e ódio


A realidade do que está acontecendo aqui, agora, não chega BEM a ser uma relação de amor e ódio, total radical como a campanha “Brasil: Ame-o ou deixe-o”, veiculada nacionalmente no início dos anos 70, durante a ditadura militar. Por mim, tratando-se do Rio de Janeiro, e sendo como é hoje, estaria mais para um clássico “Amor e Morte” de Júlio Reny. Socialmente, serve de alerta geral (à la Gal), tipo:

“Atenção, tudo é perigoso, tudo é divino maravilhoso”

Rio - Cidade maravilhosa, cartão postal do país, a capital internacional do Brasil (sim, porque praticamente ninguém lá fora conhece Brasília), destino turístico de milhares de pessoas todos os anos, que vai sediar jogos da Copa em 2014 e as Olimpíadas em 2016 está numa guerra civil! Politicamente, foi abandonada há tempos e controlada pelo tráfico. Carnaval MESMO, festa só para gringo ver. Mas, há quatro anos, começou um trabalho mais sério e intensivo para retomada do poder pelo Estado.

As Unidades de Polícia Pacificadora, conhecidas como UPPs, tem funcionado e levado paz a diferentes comunidades. Estão dando saída aos becos. A iniciativa e a execução pelo Secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, e pelo Governador reeleito, Sérgio Cabral, é só elogios. Traficantes foram presos, mortos e os que conseguiram escapar estão sem ter para onde ir. Resultado: encurralados, esses bandidos estão, agora, agindo. Ataques tem sido feitos em diferentes bairros como um aviso, uma forma de assustar a população e desencorajar o governo a continuar sua ação.

O grande desafio é o Complexo do Alemão, localizado na Zona Norte da cidade, para onde fugiram centenas deles, em fila (numa imagem incrível feita pelo helicóptero da Globo). Momento sublime, perfeito para uma ação comandada pelo Capitão Nascimento, quando poderiam ter jogado uma bomba e ter acabado com o problema de uma vez só - déjà-vu do que aconteceu em Bangu I anos atrás, em 2002. Será que teremos essa chance de novo? Muita sorte... Na verdade, azar - porque se não fosse o Globocop estar ao vivo, provavelmente a missão dada teria sido cumprida.

Com certeza os malas dos Direitos Humanos, que só servem para reconhecer e batalhar benefícios para marginais, ignorando o mal que eles fazem a sociedade, iriam chiar, mas aí já seria tarde. Os cidadãos estariam satisfeitos, os bons policiais aliviados, e os maus (junto aos políticos corruptos) preocupados, procurando outras fontes de lucro que não as milícias, o aliciamento com tráfico. Quero saber o que esse pessoal dos DH fazem para ajudar as pessoas das favelas, obrigadas a conviver com o medo, a violência, sem oportunidade de uma vida mais digna. Tem muita gente de bem lá, oprimidas pelo sistema. O que eles fazem quanto a isso? Lutam antes contra quem protegem depois?

Alerta! A reação do povo foi se recolher, voltar mais cedo pra casa, evitar sair. Muitos se mostraram, solidários com a situação e a ofensiva da polícia, favoráveis à cidade. Frases “Eu amo o Rio” circulam na internet, no peito dos cariocas em camisetas com corações vermelhos. Brega, mas bonito isso. O meu afeto pelo Rio é explícito, está aqui, agora, enquanto a mula ruge. É perceptível na minha escolha de para cá vir morar, e aqui permanecer durante tanto tempo. Reconheço os defeitos do lugar onde moro, mas acredito num futuro melhor. Estou bem otimista, embora lamente o incidente televisivo que evitou um BOM massacre - sim, isso existe.

Um próximo passo, quem sabe, seria a legalização das drogas, numa tentativa de ajustar esse problema social que envolve sociedade, política, polícia, bandidagem e arrecadação de impostos - para saúde e educação. Abaixo dinheiro de suborno. Sim ao que importa. Com gentileza, por favor! Atitudes extremas só no limite.  

Wednesday, 30 June 2010

em tratamento


Dizem que só um novo amor pode curar a dor de um sentimento antigo... Não custa tentar. MESMO!

O problema é só conseguir ver nos outros, e procurar neles, as características da pessoa que era para ter ficado no passado (e não mais tê-la na cabeça, como objetivo – seja como for). Como pode alguém nos marcar assim, mesmo sem querer?

Isso tem solução? Aliás, preciso mesmo de um bom "trato".

Wednesday, 9 June 2010

pouco é muito!


O princípio é básico: consciência. Mas, nesse caso, a máxima (em que acredito) de que 'os homens não são o que dizem, e sim o que fazem', vale MUITO. Então, não basta saber, tem que tomar uma atitude a respeito. É por em prática a teoria MESMO.

Da minha parte, foi desde sempre: não jogando nada no chão, não desperdiçando comida, tentando economizar água e energia etc.. A cada dia tento algo novo, para o bem. Por último (e, hoje, bem sucedida!), veio a completa separação do lixo para reciclagem. Fico feliz em poder participar disso e que em meu prédio a executem de maneira tão séria e respeitosa.

Por que demorei tanto para conseguir implementá-la, como sempre quis? Por resistência. Não dependia de mim enquanto não morava sozinha... E não falo de gente sem instrução, mas pessoas que simplesmente não queriam adquirir um novo gesto em suas vidas, em seu cotidiano: determinar o lixo certo para cada item. É necessária uma reeducação de postura diante à nova realidade mundial. E é inevitável, por mais que demore...

Quando eu era pequena, todos falavam em plantar árvores como o topo do que se podia fazer. Hoje, não consigo ver mais somente nessa boa ação a salvação do planeta –  que está cada vez mais quente, injusto, cruel. Pequenas atitudes isoladas, como mudanças de comportamento para o que é (dito tão careta, mas inegavelmente do bem) ‘politicamente correto’, tem mais impacto hoje quando se pensa globalmente.

Não tenho a menor pretensão de querer convencer grandes empresários a ganharem menos investindo mais no verde (cor tão em moda no presente). Seria pedir demais a mentes capitalistas tão gananciosas. Mas, na verdade, em âmbito bem geral, não consigo entender como criaturas que sabem que prejudicam o meio-ambiente e a população conseguem dormir à noite sem o menor peso na consciência, ou dor no coração – algo assim, bem dramático mesmo.

Agora, tratando do que é mais palpável: infelizes são aqueles cidadãos que não pensam no assunto, que seguem jogando suas bitucas de cigarro pela rua, que misturam vidros, plásticos e alumínio com restos de comida, entre tantos outros “pecados capitais” da atualidade. Lamentavelmente, não reconhecem a grande chance que tem de fazer algo próspero por si e pelos outros. Esses, sim, desapontam-me profundamente.

Podem me taxar de ‘ecochata’ e o caramba. Não me importo! Acho que devo isso a meus filhos, netos – e a todas crianças do mundo. É o mínimo que cabe a mim, tendo esse blog, poder fazer este alerta, deixar esse recado (além de seguir com meus princípios conquistados com muito orgulho). Não é a solução plena, mas já encaro como parte da missão cumprida.

Nesta semana em que se comemora (?) o Meio Ambiente, e quando numa simples conversação com colegas de aula, vejo que pouco ainda se faz pela Terra e humanidade, a mula ruge a respeito.  E finalizo com uma listinha modesta de pequenos grandes ideais:

- separar o lixo (nem que seja somente em dois: seco e “orgânico”/rejeito);
- não jogar lixo no chão (se não achar uma lixeira na rua, guarde seus resíduos consigo até chegar em casa ou no trabalho para então dispensá-lo);
- usar transportes coletivos, bicicletas ou andar mais a pé;
- imprimir somente o necessário e reaproveitar os dois lados de cada folha de papel;
- economizar água potável no banho, ao escovar os dentes etc.;
- substituir produtos descartáveis por retornáveis (ao invés de usar diversos copos e sacos plásticos todos os dias, e jogá-los fora depois, ter um copo de vidro no escritório e uma sacola de tecido para as compras);
- evitar o desperdício de qualquer energia;
- optar por produtos biodegradáveis, alimentos orgânicos etc.;
- investir em novas tecnologias mais benéficas, baratas e acessíveis;
- não ignorar o fato de que pouco é muito (se cada um fizer a sua parte, um bom montante se forma em prol do bem).

Thursday, 13 May 2010

ninho de cobras


O ser humano é um bicho muito estranho mesmo. Quando em grupo, sem poder evitar, e involuntariamente, começam as intrigas. E, ao invés de tentar um acordo, de buscar uma solução contundente, perdemos a cabeça, e aí vem a exclusão e a guerra (desleal, por vezes).

Que tipo de animais somos nós, então? - Cobras, arriscaria a dizer. Ou burros, pelas oportunidades perdidas por pura irracionalidade. A primeira opção, no entanto, explica não somente o desdém, mas as intenções agregadas – e nem sempre do bem.

Por que não tentar melhorar, conversando, ao invés de apunhalar o(s) outro(s) pelas costas? Ruim isso. Meu consolo é poder dizer (orgulhosa) que não sou do tipo peçonhenta. Não MESMO. Fico aliviada.

Ainda assim, sofro - infelizmente. Não estou vacinada, embora já tenha provado de nosso próprio veneno. Talvez para não ser mais atingida por essas picuinhas todas precisasse já ter tomado uma dose maior de soro anti-ofídico... ter pecado mais.


Socorro, olha onde fui me meter!

Thursday, 6 May 2010

nhac!


O tema é sério.

Monica Bellucci chocou o mundo com a cena forte, densa e agoniante sua sendo violentada num corredor de acesso ao metro de Paris no filme "Irreversível". Quem viu, sabe (principalmente as mulheres).

Isso foi na ficção, agora imaginem na vida real episódios como esses se repetindo indiscriminadamente... A sensação da impotência feminina diante à brutalidade que é o estupro, deixa-me raivosa, indignada e INCONSOLADA. Fico ‘P’ da vida MESMO!

Como podem os homens, já na segunda década dos anos dois mil, AINDA agirem como se estivessem no tempo das cavernas? É o instinto mais primitivo o uso da força para se obter algo – no caso, sexo.

Não aceito desculpas masculinas como a provocação no uso de roupas ousadas, flertes mal intencionados etc. por parte das mulheres. Quando um não quer, dois não DEVERIAM fazer!

Sexo é para ser bom... Para se viver com toda a intensidade possível esse momento prazeroso que é uma transa, TEM que ser consensual. Não poderia haver outro jeito de acontecer – principalmente contra a vontade de uma das partes envolvidas.

CASE

Agora vamos aos fatos: A África do Sul, país que ultimamente está tão em evidência por sediar o mais importante e grandioso campeonato futebolístico em nível mundial, tem os índices mais altos de estupro.

Vocês sabiam que a cada 26 segundos uma mulher é estuprada por lá? Ou seja, desde que começaram a ler este post, quatro mulheres foram obrigadas a fazer sexo de forma violenta naquele lugar. E até o final do que escrevo, quantas mais serão desrespeitadas?

Soube disso recentemente, num dos excelentes programas da GloboNews da série “Expedição África do Sul – o país da Copa”. Fiquei CHOCADA com o relato daquelas pobres mulheres que sobrevivem com os fantasmas desse trauma em suas vidas.

E o pior: mais de 60% dos casos desse crime na África foram praticados com vítimas que ainda não atingiram a idade adulta – ou seja, crianças e adolescentes. O caso mais horrível foi com uma menina de apenas UMA SEMANA de vida, em 2002.

* Nossa, poderia acabar o texto por aqui, porque nem precisaria dizer mais nada – o que está escrito já é suficiente para se ter noção da gravidade do assunto. Mas há muito mais sobre o que essa mula posa rugir...

Vejo neste evento de proporções gigantescas a oportunidade de tocar o dedo nessa ferida tão aberta em solo africano. E isso sem mencionar esses tristes números em outros locais, como aqui no Brasil, por exemplo.

Além do problema do estupro, tem ainda a questão da AIDS. A África do Sul é o lugar com mais soropositivos do planeta. E (pasmem) questões culturais, como prova de ideal de masculinidade, ou a crença que ter relações sexuais com virgens podem curar a doença, disseminam ainda mais esses males, ambos (porque nenhum estuprador usa camisinha, né?!).

A temática tocou-me profundamente, claro. Chorei emocionada vendo os programas e, a cada episódio de "Law & Order - Special Victms Unit", fico mais avessa a essa prática que deveria ser banida da humanidade.

Meninos também sofrem abusos sexuais, e onde quer que seja, inclusive, por parte de alguns membros da Igreja Católica! - tão pudica com temáticas ligadas à procriação (deve ser por isso essa predileção: porque meninos não engravidam! [Ok, foi péssimo o comentário, admito])

ALTERNATIVA

Paralelo a isso se pensa em algumas soluções. Uma delas me chamou MUITO a atenção. É uma camisinha anti-estupro chamada Rape-axe. Ela agarra no pênis do agressor quando penetra a vítima e assim o coito é interrompido. Essa arma feminina só pode ser retirada depois com o auxílio médico.

Interessante a proposta desse simples apetrecho que começou a ser vendido há cerca de três anos na África por acessíveis R$ 0,25 a unidade (1 ZAR/ Rand sul-africano). Fico pensando somente na reação do estuprador. Mesmo se a intenção não era, depois disso, ele vai matar a vítima assim que se recuperar da dor... (!)

Essa preocupação é um dos argumentos dos inúmeros grupos feministas africanos contra o uso do produto. Eles alegam lamentando ser um retrocesso as mulheres se verem obrigadas a usar isso para se adaptarem a toda essa violação. Eu temeria mais os tipos masoquistas gostarem do brinquedinho...

Na verdade, o IDEAL seria educar os meninos de maneira incisivamente para evitar a médio e longo prazo esses crimes. Tempos de desespero pedem medidas imediatistas, no entanto. E esse dispositivo, que deixa qualquer vagina ‘mordedora’, parece-me uma boa alternativa às mulheres aterrorizadas pelo medo. Eu usaria se fosse preciso, e você? (Aliás, por que não vende aqui?)

PUNIÇÃO

Muitos criminosos saem impunes de seus atos pois, infelizmente, por vergonha, medo e constrangimento muitas mulheres não dão queixa sobre esses abusos... quiça crianças! E, tratando de punição, sou a favor de penas mais severas para esses crimes.

De acordo com o Código Penal Brasileiro existem quatro formas de estupro: o "simples" (somos e isso fosse possível), o qualificado pela lesão corporal grave, o qualificado pela morte e o presumido.

Estupro simples, no art. 213 é "constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça” com pena de reclusão de 6 a 10 anos. No art. 223 diz que "se da violência resulta lesão corporal de natureza grave” a pena de reclusão é de 8 a 12 anos, mas "se do fato resulta morte”, como acrescentam no mesmo parágrafo sobre os estupros qualificados, a pena de reclusão vai para 12 a 25 anos.

E, por fim, ainda existe o estupro presumido, previsto no art. 224 que é quando "presume-se a violência, se a vítima: a) não é maior de 14 anos; b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância; c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.

Radicalista, sou a favor da castração – física E química. O método consiste em administrar medicamentos para diminuir o desejo sexual dos prisioneiros condenados por estupro. Acredito que, assim, eles não atacarão mais ninguém.

Países como a França, Suíça e Espanha, já adotam esse tipo de pena. E fiquei feliz em saber que este mês começará a ser adotada também na província de Mendoza, no oeste da Argentina. A medida, que foi tomada porque foi comprovado que mais de 70% dos condenados são reincidentes.

Eu aprovo e pergunto: por que a África do Sul e o Brasil não seguem este exemplo? Nhac!

Mais informações sobre a camisinha antiestupro no site da Rape-axe.

Sunday, 2 May 2010

a cor do pecado


Dando início aos trabalhos...

Já estou há bastante tempo querendo tocar num assunto um tanto delicado aqui no blog – as tais 'pulseirinhas do sexo'. Jovens, pais, escolas, mídia... esse é um tema que envolve TODA a sociedade.

Esta semana falamos sobre cores na “terapia” do inglês e me lembrei que estava para escrever sobre esse fenômeno entre adolescentes que anda tirando o sono de muita gente. Não cheguei a falar a respeito, mas certa vez fizemos uma matéria para o Zona Quente sobre qual seria a ‘cor do sexo’, e vermelho foi o que a maioria respondeu.

Diferente do que essa “brincadeira” sugere (vou me corrigir: acho que ‘comportamento’ seria a melhor palavra para definir o uso desses apetrechos de conotação sexual pelos adolescentes), é o preto que significa sexo. Na verdade, cada cor está relacionada a um ato:

Amarelo - abraço
Roxo - beijo de língua
Vermelho - lap dance
Branco - a menina escolhe o que vai fazer
Laranja - mordida no pescoço (chupão)
Rosa - mostrar o peito
Azul - sexo oral praticado pela menina
Verde - sexo oral praticado pelo rapaz
Dourado – 69
Preto - sexo

Como funciona e surgiu essa “mania”? O código é usar pulseirinhas coloridas que, ao serem arrancadas, em detrimento de sua coloração, dizem a tarefa que deve ser cumprida. O modismo começou na Inglaterra, com o Snap Game, em que as shag bands ('pulseiras do sexo', em tradução livre) determinam o que os personagens vão fazer.

Na puberdade é quando começa, de fato, o interesse pelo assunto. Todos tem curiosidade e, de alguma forma, o sexo vai fazer parte de suas vidas a partir de então. Eles passam a se descobrir e se iniciar sexualmente. E esse jogo veio para provar como existe e sofremos, consequentemente, com a falta diálogo e (in)formação sobre o assunto – em casa e na escola.

Como não estão preparados para lidar com a complexidade e seriedade do tema, os jovens abusam e acabam ocorrendo casos como o estupro de uma menina em Londrina, no Paraná, que foi violentada por quatro rapazes e função do uso das pulseiras. Os excessos juvenis aliados à falta de noção (non sense - ou por que não dizer ‘alienação’) dos pais agravam a situação.

O melhor a se fazer num momento como esse é conversar, explicar o que está acontecendo e aconselhar que, por questões de segurança, não sejam usados os adereços – pelo menos por hora. Tem que mostrar que é melhor ser excluído de grupinhos escolares, se for o caso, do que correr o risco de um trauma como esses.

E mais: esclarecer que a descoberta sexual, e/ou sua prática, não devem acontecer com jogos como esses, mas com o consentimento das partes envolvidas, em momentos desejados, propícios. Deveria reinar o bom-senso, uma instrução básica... onde falhamos? Fico me questionando que valores essas criaturinhas tem para permitir que sua sexualidade seja exercida dessa forma.

Se ainda não podem responder por si, por não estarem preparados, a culpa é de quem (não) os educa - essa é a (infeliz) realidade. O problema esta aí... porque acabamos por concluir que os adultos não estão com o controle da situação em suas mãos (pelo menos no que diz respeito à educação sexual daqueles por quem são responsáveis).

A melhor solução é a prevenção e a verdade - sempre! Fica o alerta.

* Foi-se o tempo da inocente 'salada mista'... (saudades da infância querida)

Saturday, 1 May 2010

mãos à obra


Sem trabalho não há dignidade.

Hoje, no dia em que São José do Ofício abençoa a todos que tem suas atividades laborais, não poderia deixar de rugir a respeito. É o mínimo que a civilidade exige: a possibilidade de exercer uma função junto à sociedade.

Ser útil e, assim, ganhar o pão de cada dia, com satisfação, é uma realidade que provavelmente só é valorizada de fato por quem está desocupado, sem emprego. Ironia... mas a correria do cotidiano, os estresses e descontentamentos  próprios da lida podem, por vezes, esconder a nobreza e vital importância da labuta.

Tão ruim se sentir à margem, com toda a garra, mas sem conseguir contribuir com sua força, conhecimento, dom e talento para um mundo melhor – nem que seja, no mínimo, em família, no sustento do lar. Sorte mesmo tem aqueles que conseguem se realizar e ter reconhecimento naquilo que fazem. E isso gera um esmero supremo, é o topo aonde se pode chegar.

Difícil saber qual o melhor caminho a seguir, pois nos acomodamos quando conseguimos certa estabilidade, mesmo quando não há prazer. Reprimimos ideias, esquecemos propósitos, omitimo-nos diante de um falso conforto capital. Ruim isso. Perfeição nunca vai existir, mas para aquilo em se passa boa parte do dia executando, melhor que seja algo bem próximo disso.

Chega uma hora que cansamos (não fisicamente, mas espiritualmente) de sermos simplesmente operários. Passamos a priorizar projetos pessoais, o que nos traz felicidade. Não é simples, fácil, mas acontece. Todos os dias penso no que desejo para mim daqui para frente: uma oportunidade.

Hoje, valorizo mais um subsídio que transforme – acho que a maturidade e a serenidade me mostraram o caminho, embora sempre soubesse e o tivesse, de certa forma, como ideal. Indo mais longe ainda, a utopia seria outro sistema... e aquele 'blá blá blá' socialista de ser. Infelizmente nem todos conseguem enxergar e buscar isso para suas vidas porque desconhecem ou ignoram seu potencial.

Bom, o que está palpável é dar minha quantia, não em dinheiro, mas em ação. E é para esse caminho que estou me preparando, seguindo rumo ao modelo que acredito neste um universo de desilusão, de contradições, de maldade e injustiça. Mesmo assim, estou afim e sou capaz! O que eu preciso é uma chance e, voilà!

Por muito tempo esteve apagada essa chama em mim. Adormeci, nada engajada, mas acordei (ainda bem!). Agora será diferente, o sonho é outro - que nem começou... Querer mudar já foi um excelente início. Como já dizia o libertário Roberto Freire: "Sem tesão não há solução". (In)formação é o canal. Vamos lá!

Thursday, 29 April 2010

a raiz do problema

Não adianta!

Por que homens carecas insistem em ter cabelo? – na verdade, os poucos que restam. Ai, HORRÌVEL: careca cabeludo, gente(!), com aqueles fios mais compridos tentando cobrir as falhas, e, por fim, num gran (péssimo) finale, o rabo de cavalo. O ‘ó’, vergonha alheia até... Não acredito como alguém possa se deixar chegar a esse cúmulo do ridículo. Qual o problema em assumir esse ‘estado’ que já deixou de ser (isso se chegou realmente um dia a ser, né?!) um problema.

Por que não raspam inteiramente a cabeça, ficando mais sexy, mais másculos até? - eles já são, normalmente, cheios de pelos mesmo! Confesso que já cheguei a imaginar, olhando alguns bobões desses por aí, como ficariam mais bonitos e atraentes se passassem a máquina no coco. Mal eles sabem que seus traços de macho se sobressairiam e a falta de cabelo nem seria notada – aliás, seria uma ALIADA. Sugeri tal solução a vários conhecidos, baseada em relatos de diversas amigas, papos de mulher, e até matérias em revistas a respeito - masculinas e femininas. Espero tê-los ajudado.

Não entendo, sinceramente, como isso possa mexer ou até mesmo abalar a autoestima deles, sua masculinidade. Por vaidade? Fala sério! Por me atrair, pra mim, não tem coisa mais covarde que tentar fugir do inevitável, recorrendo a um implante, por exemplo. O cara prefere (e vai) deixar de ser careca para ter seu couro cabeludo repleto de pentelhos! (repito: p-e-n-t-e-l-h-o-s - do que o ser humano é capaz!) Olha a ironia... e, ainda, passível de ser notado tal recurso, pois, mesmo que tentem, muitas vezes eles não conseguem reflorestar por completo e exatamente como eram antes as serras peladas e os desmatamentos.

Conheci recentemente em São Paulo um grupo de homens engajado com a causa, o Clube dos Carecas. Foi divertido ouvir os relatos daqueles sujeitos que encaravam com muito bom humor a situação, os fatos. Com eles, fizemos uma matéria sobre a predileção de algumas mulheres por esse nicho, e num tom mais erótico, se lá nos “países baixos” elas preferem assim também. Mais informações sobre a turma e os quês de ser assim no site do Clube dos Carecas.

Primeiro, escrevi sobre o Bruce Willis esta semana (ai, ai...), um dos melhores exemplos de um espécime careca LINDO, que agrada a maioria das fêmeas – é praticamente uma unanimidade; depois, cabelos brancos... quando citei que acho péssimo quando homem velho pinta os cabelos, evitando os fios prata, ou pior: careca, que usa peruca! (acreditem, tem vários assim na rua! Normalmente, uns tiozinhos já). Agora, a mula rugiu inteiramente sobre eles, que, por sinal, lhe agradam MUITO.

Encorajo-os e os estimulo, afirmando que mulheres GOSTAM de homens carecas. Eu, pelo menos, NUNCA ouvi de uma mulher que não gostasse, mas sei que muitas não devem se sentir atraídas por eles. Normal, isso acontece com qualquer característica, inclusive – gordo, magro, alto, baixo, com bigode, barba, pelo no peito, cabelo comprido, depilado ou não... Cada um tem seu gosto, mas o que é inquestionável é a quantidade enorme de pretendentes interessadas em cabeças lisas existente. Não ignorem isso.

Se é dos carecas que elas gostam MAIS, eu não sei, mas encerro expondo que o x da questão (dessa, e de outras TANTAS...) é sempre tentar tapar o sol com a peneira.

Tuesday, 15 September 2009

pelos caminhos da metrópole


Ontem o metrô de São Paulo completou 35 anos de serviços à cidade e de benefícios à sociedade, dando mais conforto aos cidadãos, e à natureza, uma vez que reduz o número de veículos em circulação num trânsito já caótico, lento e problemático, emissor de não sei quantos gases à atmosfera.

Usar o metro deixou de ser uma alterativa e passou a ser a solução. É a melhor forma de chegar a qualquer destino, de maneira mais rápida e econômica. Mesmo que para isso seja preciso utlizar mais um meio de transporte, ainda assim, tá valendo - no relógio, no bolso e na saúde. Investir no transporte público hoje é primordial para a vida nas grandes cidades.

Segundo dados da própria empresa, são cerca de 3,3 milhões de passageiros todos os dias que entram ao menos uma vez em algum dos vagões das quatro linhas hoje em funcionamento, que atingem 61,3 km de extensão. Outros 20 km estão em expansão na quinta linha que no final deste ano começa a atender a população, melhorando ainda mais o tráfego pela maior cidade da América Latina.

Sem saber, usufrui desse meio de transporte em dia tão importante. Percorri alguns bons quilômetros embaixo da terra e pela superfície, perambulando da zona oeste a zona norte, e depois zona leste. O bilhete único facilitou minha vida, assim como o acesso aos deficientes visuais ajuda para que todo mundo usufrua do que a cidade tem de melhor.

Fico impressionada e satisfeita em ver os caminhos emborrachados na Paulista, em algumas esquinas e dentro das estações de metrô sinalizando aos cegos onde parar, para onde ir etc. Um luxo! É por essas e outras que mi piace andar em São Paulo, essa cidade tão próspera e cosmopolita, moderna, rica, fascinante.

A exemplo disso, bem que o Rio de Janeiro poderia se espelhar pelos caminhos da metrópole, e construir de fato o metrô até a Barra, ao menos. O Rio seria melhor, e os cariocas mais felizes, já que detestam sinais fechados. Embora a vista aqui seja mais bonita para quem fica 'preso no trânsito', ninguém merece

Metrô é a solução!

Wednesday, 15 July 2009

a turma do funil


Fiz algumas encomendas para uma amiga que foi para a Europa. Pouca coisa, mas itens importantíssimos para qualquer mulher, e curiosos - que despertam nas pessoas as mais diferentes reações. Segue abaixo um pequeno briefing de minhas solicitações para entenderem melhor o que estou dizendo:

- condutor urinário

É uma espécie de funil de plástico que, quando encaixado na vulva, conduz a urina para a privada/vaso sanitário. Assim, as mulheres podem fazer xixi de pé, de frente, igualzinho aos homens.

Existem vários modelos, de diferentes materiais, cores e preços. Pedi um de silicone, lavável (sim, é REUTILIZÁVEL, porque sou uma pessoa nada fresca, e estou envolvida e preocupada com as questões ambientais do nosso planeta), e que pode vir com um case para guarda-lo na bolsa. A engenhoca custa menos de R$ 15 – justos, considerando-se sua utilidade.

Na minha opinião, é a segunda revolução feminina. Não precisar se agachar, fugindo daquelas posições desconfortáveis de cócoras, ou inclinada, que nos deixam frágeis e à mercê, ou mesmo evitar os respingos provenientes de se errar o alvo (quem nunca ficou bêbada e se mijou toda, ou um tantinho ao menos, que me critique!) é o paraíso para qualquer mulher. Já não sentávamos mais no assento do vaso, agora nem mais precisaremos aproximar a bunda deles... É a glória!

Fico me perguntando como eu vivia sem um desses antes. É a solução para dias de carnaval, acampamentos, banheiros públicos nojentos etc. Algumas marcas vendem kits com vários apetrechos que podem acompanhar o tal funil e facilitar ainda mais as nossas vidas de diferentes formas e em diversas situações.

- coletor menstrual

É uma espécie de funil plástico (é de silicone, na verdade) que armazena o sangue da menstruação nele, dentro da gente, até a hora da ‘troca’ que, dependendo do fluxo, pode ser em até 12h. É uma alternativa aos absorventes internos.

Existem vários modelos, de diferentes marcas, cores e preços. São laváveis e REUTILIZÁVEIS (e este é o grande motivo por eu ter me interessado em usa-los, afinal sou esclarecida e consciente). Esse copinho não é tão barato, custa em torno de R$ 60, mas se paga rapidamente, considerando-se os tantos absorventes que vamos deixar de comprar utilizando esse pequeno objeto introduzido em nosso canal vaginal.

Esse sim é um retrocesso do bem. Junto aos antigos paninhos laváveis (que também voltaram com tudo nos países de primeiro mundo), os copos menstruais marcam um retorno ao passado, quando não se usavam tantas coisas descartáveis. Não sei se usaria os paninhos, porque não me agrada muito a idéia de ter que lavá-los sempre e também porque sempre preferi usar OB/Tampax a Modess. Mas confesso que não li ainda muito a respeito, de repente eles são mais práticos do que imagino, além de serem ecologicamente corretos, e seriam também uma ótima opção para aqueles dias...

Esses são os dois funis que quero para mim, que quero introduzir não só em mim (literalmente), mas em minha vida como um todo, em meu cotidiano de mulher contemporânea, atual, pra frente. Pena não existiram ainda aqui no Brasil. Fui obrigada então a importá-los. Tenho certeza que vão facilitar em muito meu dia-a-dia. Acho que toda mulher deveria se permitir e ter um. Vale a pena testar pelo menos. Fica aí a dica!

Mais infos sobre os itens podem ser obtidas nos sites de cada marca e em outros tantos sites que publicaram algo a respeito, sempre positivamente. Nojinho é só para gente sem noção! Aqui ao lado no blog, em ‘consumo’, tem links de diversos fabricantes de ambos os produtos. Ainda não os usei, mas já recomendo a idéia e “agaranthio” resultados convenientes para quem quiser ter mais liberdade e conforto.

Sunday, 21 June 2009

subversão é a solução


Essa semana, fiquei bastante contente com algumas notícias que li, vi, ouvi sobre o boicote de indústrias e redes varejistas a frigoríficos ilícitos, apontados pelo Ministério Público Federal como (co)responsáveis pelo desmatamento da Amazônia. Iniciativas como esta, que foi aderida inclusive pelo gigante Pão de Açúcar, maior grupo brasileiro do ramo, fazem a diferença.

O governo apoiou, e o comércio abraçou a causa. Foi então posta em xeque a origem de produtos e subprodutos de fazendas que criam gado em áreas suspeitas de terem tido a mata derrubada para o plantio de capim. O objetivo com essa ação é que fornecedores que cometem crimes ambientais, exploram trabalho escravo, invadem reservas indígenas e fazem grilagem de terras sejam banidos do mercado.

Eleita por ambientalistas como a atual inimiga número um da Amazônia, a pecuária naquela região está sob vistas grossas do Ministério da Agricultura, que discute o assunto com o setor produtivo há vários meses. Um monitoramento via satélite vai mapear as fazendas que criam gado de forma ilegal no Pará. E que se estenda depois a outros estados. Há muito ainda o que ser feito para desenfrear esses crimes ecológicos.

O principal fomentador da atividade pecuarista sempre foi o investimento de bancos públicos, mas o quadro está mudando. Como resposta a essa medida de ‘caça às bruxas’, o contrato de financiamento do frigorífico Bertin, o maior exportador de carne do Brasil e segunda maior empresa do setor no mundo, foi cancelado pelo Banco Mundial, o IFC (sigla em inglês para International Finance Corporation).

A solicitação por parte das empresas compradoras da entrega ao MPF de um plano de auditoria socioambiental que comprove a origem do gado a ser comercializado, juntamente ao Sistema de Licenciamento Ambiental de Propriedades Rurais (SLAPR), apresentam-se atualmente como as principais saídas para conter a devastação verde produzida pela pecuária.

O SLAPR é fundamentalmente um Código Florestal que pode servir para qualquer atividade, inclusive a soja. O sistema começou no Mato Grosso e depois avançou para o Pará, Rondônia e Tocantins, mas devido à sua efetividade, existe uma resistência enorme para sua total implementação. Ele funciona da seguinte forma: primeiro o OEMA - Órgão Estadual de Meio Ambiente, mapeia o estado inteiro e monta uma base de georreferência da área. Um projeto técnico de recuperação da área a ser desmatada é apresentado e, uma vez aceito e assinado pelas partes, vai pro Ministério Público que o monitora.

É necessário pressão para que sejam freados esses crimes ambientais. Sou super a favor de boicotes, quando esses são por causas dignas, de interesse público comum. Somando forças, conseguiremos alcançar nossos objetivos, mesmo que em parte. Mexer com o lado econômico da questão em si é sempre a melhor opção, pois traz efeitos rápidos e, nesse caso, positivos. Temos que nos unir mais em ações como essas - governo, iniciativa privada e o povo.

Subversão é a solução!

Tuesday, 12 May 2009

a solução


Incrível como a invenção de Irandir da Rocha deu certo: João-Buracão é a sensação do momento no país. O boneco, criado para denunciar uma cratera em frente ao trabalho do borracheiro, já é responsável pelo fechamento de mais de dois mil buracos só no Rio de Janeiro.

A prefeitura, que atende ao chamado de João e vai fechar um buraco, já fecha tudo o que tem em volta para ele não aparecer mais. Foi uma alternativa bem-sucedida de chamar a atenção das autoridades para um problema ('digamos') simples.

Seria de fato a criatividade a solução do Brasil? Não duvido. Com um pouco de ousadia o artista (pois quem criou esse personagem não pode ser chamado de outra coisa) conseguiu chamar a atenção dos veículos de comunicação e ganhou espaço invejável na mídia. Depois do Extra, simplesmente foi apadrinhado pelo Fantástico! – “só isso”.

Com a fama vieram as responsabilidades. Agora, a missão do boneco se estendeu ao país inteiro e João pegou a estrada para alardear sobre os problemas nas estradas e rodovias de todo o país. Justo. Até concurso para acharem o maior buraco do país estão fazendo... Assim, João chega ao topo de celebridade do mês.

Mas nem tudo são flores... João já foi agredido, sofreu sequestro-relâmpago e foi até vítima de censura em alguns meios de comunicação. Mas a idéia pegou e, depois dele, muitos outros bonecos foram criados com o intuito de denunciar alguma coisa, ou simplesmente para fazer companhia ao “solitário” João. Só falta convidarem o emergente para sair na próxima edição da Caras tapando os buracos na bunda de alguma dessas gostosonas efêmeras. Boa.

Nas próximas eleições, votaria em João-Buracão – “gente” que faz. Esse, pelo menos, ajuda realmente o país a sair do buraco.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!