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Sunday, 16 December 2012

the magic of December

I miss that!

While living in a northern place, landscape must be completely white in the end of the year! Thick ground full of snow... to play and have fun! 

Like a child.

I just wait for this moment as soon as summer end!


Tuesday, 13 November 2012

feLIZ

Comme peut être simple (et, en même temps, majestueux) le combustible du bonheur, de la joie:

Des câlins avec les pattes, des frôlements sinueux, le miaulement
naïf en demandant pour jouer, des regardes qui finissent pour un doux clin d'œil, le ronronner qui n'arrête pas, l'envie de faire dodo ensemble, collée, un 'me suit partout'... 

Tout ça veut dire 'Je t'aime' en "miaowais".

Saturday, 20 October 2012

good sportsmanship

For who learned how to play cards before writing, amuse myself by games it's not a novelty.

Nevertheless, it's ALWAYS a good experience! - between friends, couples, in family, with own children, or other kids.

I like competition, use track logically,
improve performances, share knowledge, help people in order to enjoy the moment together.

The die is cast... Good luck!

Wednesday, 19 September 2012

unFARTunatelly

Guys fart... fact! Inevitably. 

Since they were kids. Sometimes, between friends (as a competition, a men joke); others, as a "tradition" (or skill), passed down from father to son. Anyway, they have fun doing that!

Loud and clear. Further: WITHOUT shame!

Even while trying to be gentle, in couple, during 'romantic' moments as making love, for example, they simply CAN NOT hold in. It's stronger than them.

Regardless, there are different types of farts for each time... 

(*well, once we can't avoid it, let's laugh at least!)

If you can't beat them, join them... (!)

___________________________________________________________

Men: can't live with them, can't live without them.

Saturday, 30 July 2011

camping at home


All children enjoy playing that. At these days, I have a little less patience, I admit… mainly when in fact it is happening in my real life. As in its 'adult's' beginning, I’m living right now an atypical situation which requires me unfastening.

Although I’m not completely satisfied, I know that it is just a mere period which will pass very fast. Then, I will be able to laugh a lot due to that (soon!), while seeing stars in another context, exactly when my ‘little girl’ dreams come true.

*All in all, being grown ups sucks... It's too much responsability, many changes and problems to face that sometimes I wish to live an eternal childhood! (safe at my place, of course)

Sunday, 19 June 2011

a fancy funny enterprising


I’m honestly as impressed as satisfied with my new capacity to play as a child. Wearing costumes, or playing some ludic roles haven’t been my main well-known skills until now.

As a Capricorn girl, I've maintained myself refrained once I'm shy. However, after this night, no one will doubt that I’m a creative person.

I've just started a new period in my life - in which I can be who I really want at the moment. Equally, I intend to leave free my children to embody their own carachters, besides support them to fantasize.

Special moments allow us to do what has been unthought... All in all, I'm the Queen of Hearts (today).

Sunday, 5 June 2011

truth or dare


After someone asked if she has played as a child, I realized that every adult should play to turn their lives not only softer but also easier. Actually, I’m trying to convince some friends for a special monthly meet in order to have fun.

I’m sure that it has been lacking a lot in our rotines. After all, it’s everything we need to became happier as we used to be during our childhood.

A holiday to celebrate - the best idea I've had recently.

Friday, 17 September 2010

lúdico


Cenário cinematográfico, excelente companhia, boas intenções... Seria esse o encontro perfeito se não fossem os “poréns” que, digamos assim, “impedem” a concretização de qualquer coisa num sentido mais íntimo.

Não há obstáculo quando é para valer, porém, quando há dúvida, não tem porque seguir em frente. E é isso que detém, afasta e faz com que tudo continue como tem que ser – racional, querido, verdadeiro, para sempre.

Escolhas... A vida é para quem sabe curti-la da melhor forma, sem machucar ninguém gratuitamente, por impulsos até inocentes, mas não infantis. Brincadeira é bom, mas tem hora.

Thursday, 29 July 2010

assim eu me apaixono...


Sempre digo isso quando uma criança me beija. É uma maneira de quebrar o gelo, de incentivá-la ao carinho. Minha marca, digamos assim – porque engraçado é que elas repetem depois ao beijar outro alguém: “Tia Vavá se apaixona” (so cute!).

Mas, em outro contexto, e quando se recebe um beijo de uma pessoa especial? E quando não é brincadeira infantil e não se sabe como agir diante de tal mimo, mesmo tendo vontade de retribuir? Como saber se é só educação ou gentileza, sem segundas intenções? E se o ‘feitiço virar contra o feiticeiro’ e, eu, de fato, apaixonar?

Que se repitam mais e mais gestos afetuosos, que haja intimidade, pois (admito que) gostei. Quero saber, viver, dar... um beijo de verdade, e não na bochecha – vários até! (como digo ao meu sobrinho: "coisa de adulto"!).

Sunday, 20 June 2010

não cai balão


O fato é: pessoas insistem em soltar balões e o resultado desta “brincadeira” são incêndios criminosos. De maio a agosto, bem em tempos de festas juninas, o problema se agrava ainda mais. O último incidente foi nas proximidades da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.

Os ventos fortes na noite de ontem fizeram o fogo se alastrar rapidamente na área de proteção ambiental no morro próximo a Rua Sacopã e ao Parque da Catacumba. As chamas devastaram a região e chegaram bem perto das residências. Os moradores ficaram em pânico.

Não por ser uma zona abastada... Minha reação crítica seria a mesma se tivesse ocorrido em qualquer outro local verde próximo a moradias mais humildes! A consciência é maior que questões financeiras na defesa de interesses de uma classe alta.

Esperamos que as criaturas responsáveis tenham, daqui pra frente, outra atividade lúdica menos perigosa à população e prejudicial ao meio-ambiente. Soltar pipa (sem cerol) é uma boa opção, por exemplo. Embeleza o céu, traz uma sensação de liberdade... Que reconheçam o erro cometido e parem com isso.

Denuncie essa prática pelo Disque-balão: 21 2253-1177. Ser X-9 nesses casos é salvar vidas e a natureza.

Thursday, 17 June 2010

manual do cara incrível


(Claro que o "MEU"!)

Pode até parecer que tenho a pretensão de criar, com isso, um superman, ou algo assim, mas não. Minha condução está mais para um anti-herói, com certeza - ADOOOOOOORO!

A pedidos, segue uma relação (incompleta e sem ordem de importância) de alguns itens para quem quiser ser um:


Aparência

- ter mais de 30 anos (de preferência, estar na faixa dos 40);

- ser magrinho e não muito alto;
- usar barba, ou estar sempre com ela por fazer;
- ter cabelo bagunçado legal, ou raspar a cabeça;
- ter pelo no peito;
- vestir-se bem, com estilo;
- ser charmoso, interessante e um pouco estranho;
- jamais usar tênis esportivo em qualquer evento social, chinelos estilo Ryder mesmo no verão, e mocassins;
- usar óculos de grau (nem que seja informalmente - no computador, para ler ou ir ao cinema);

Personalidade e afins

- ser solteiro, separado ou viúvo;
- pode ter filhos (desde que sejam queridos);
- ser experiente, maduro;
- não ter doenças venéreas;
- trabalhar (nem que seja à noite, e pode até por vezes ser como músico ou deejay);
- morar sozinho;
- ter uma família bacana, e uma mãe amável (ou morta);
- ser bem sucedido no que faz (e isso não significa de forma alguma ser rico, mas que seja um bom profissional, valorizado, com garra e futuro promissor);
- ter o coração grande, ser do bem;
- saber e gostar de dançar;
- ter bom gosto musical;
- ser carinhoso, um pouco tímido, sensível e romântico;
- não ser preconceituoso e aceitar o trabalho, posição social e liberdade femininas;
- gostar dos meus amigos, e/ou ser amigo deles;
- ser gentil e sagaz (ter iniciativa e tomar a frente das coisas);
- ter a auto-estima de um "Shrek";
- telefonar no outro dia e retornar as ligações;
- andar do lado da rua na calçada como forma de proteção;
- ter mãos firmes (e unhas bonitas, um tanto grandes até);
- combinar, ser semelhante e singular ao mesmo tempo;
- oferecer-se para carregar algo pesado que esteja em mãos femininas, e o casaco, caso esteja frio;
- ter pegada na cama (no mínimo 15cm e um bom diâmetro);
- ser inteligente e educado;
- gostar de conversar, ler, escrever, ver filmes, jornais e documentários;
- ir a exposições de arte e fotografia, teatro, shows e tantos outros eventos culturais;
- não ser mega religioso, mas ter fé;
- gostar de andar de mão, de dar beijo na boca, abraço e de sexo (inclusive e principalmente de fazer oral);
- olhar nos olhos enquanto fala;
- ter uma voz bonita, cheiro envolvente e pele sedosa;
- ser sincero, leal e fiel;
- dar valor às pequenas coisas, singelos gestos;
- preocupar-se com o bem-estar e a segurança da mulher;
- não ser gremista, rubro-negro ou torcer pelos meninos da Vila;
- pode até ser canhoto, desde que tenha habilidades com a mão direita também;
- saber cozinhar, ou preparar um belo café da manhã ao menos;
- beber no mínimo cerveja e vinho, além de coca-cola normal;
- preferir se encontrar pessoalmente a falar no telefone, ou se comunicar via internet ou mensagem de texto;
- gostar de (ou ter) cachorro - GRANDE, porque cão pequeno com homem não sei não... [risos];
- pode até ser vegetariano (desde que vá a churrascos e fique na salada de maionese, cebola e pimentão no papel alumínio, e que coma vez que outra frango, peixe, frutos do mar e até croquete de carne "por engano");
- pode até não saber andar de bicicleta (desde que goste e esteja disposto a caminhar por aí e/ou troque os segredos do guidão pelos da direção);
- gostar de dormir, tomar banho, passear e viajar juntos;
- convidar para tomar um café, mesmo não gostando de café;
- marcar programas a dois no domingo;
- fazer-se inesquecível e incomparável;
- ser imprevisível à medida que surpreende de maneira positiva;
- ter o final de seus relacionamentos do passado bem resolvido;
- estar livre e querer viver uma linda história de amor;
- ser tarado e gostar de mim, por completo.

*Por favor, não me vejam como uma radical louca que não aceita e aprende com o novo, o diferente e o improvável. Esta é somente uma brincadeira com meu gosto pessoal e as possibilidades, até porque perfeição não existe (aliás, uma correção: existe SIM! - e, para mim, corresponde a 80 por cento desta exigente lista).

Thursday, 27 May 2010

brincando por aí


Na corrida do dia-a-dia, no atropelo das ruas, não tem coisa melhor que se deparar com um simpático bonequinho que nos remete à terna infância. Tenho certeza que quem não puder estacionar o carro na calçada, ou até se alguém tropeçar nesses fradinhos Playmobil, verá sua fúria passar rapidinho! Dado o tom lúdico das obras, não tem como ser diferente...

Suspeito de quem seja, embora não tenha certeza. Independente, parabéns pelo bonito trabalho, por toda a sensibilidade de ver e fazer arte nos lugares menos prováveis. Cada vez mais apaixonada por intervenções artísticas urbanas, dedico esse post ao(s) criativo(s) autor(es) dessas criaturinhas que enchem de alegria quem anda por aí – aliás, aqui: em Botafogo, no Rio de Janeiro. 


Vida longa a quem sabe brincar!

Sunday, 2 May 2010

a cor do pecado


Dando início aos trabalhos...

Já estou há bastante tempo querendo tocar num assunto um tanto delicado aqui no blog – as tais 'pulseirinhas do sexo'. Jovens, pais, escolas, mídia... esse é um tema que envolve TODA a sociedade.

Esta semana falamos sobre cores na “terapia” do inglês e me lembrei que estava para escrever sobre esse fenômeno entre adolescentes que anda tirando o sono de muita gente. Não cheguei a falar a respeito, mas certa vez fizemos uma matéria para o Zona Quente sobre qual seria a ‘cor do sexo’, e vermelho foi o que a maioria respondeu.

Diferente do que essa “brincadeira” sugere (vou me corrigir: acho que ‘comportamento’ seria a melhor palavra para definir o uso desses apetrechos de conotação sexual pelos adolescentes), é o preto que significa sexo. Na verdade, cada cor está relacionada a um ato:

Amarelo - abraço
Roxo - beijo de língua
Vermelho - lap dance
Branco - a menina escolhe o que vai fazer
Laranja - mordida no pescoço (chupão)
Rosa - mostrar o peito
Azul - sexo oral praticado pela menina
Verde - sexo oral praticado pelo rapaz
Dourado – 69
Preto - sexo

Como funciona e surgiu essa “mania”? O código é usar pulseirinhas coloridas que, ao serem arrancadas, em detrimento de sua coloração, dizem a tarefa que deve ser cumprida. O modismo começou na Inglaterra, com o Snap Game, em que as shag bands ('pulseiras do sexo', em tradução livre) determinam o que os personagens vão fazer.

Na puberdade é quando começa, de fato, o interesse pelo assunto. Todos tem curiosidade e, de alguma forma, o sexo vai fazer parte de suas vidas a partir de então. Eles passam a se descobrir e se iniciar sexualmente. E esse jogo veio para provar como existe e sofremos, consequentemente, com a falta diálogo e (in)formação sobre o assunto – em casa e na escola.

Como não estão preparados para lidar com a complexidade e seriedade do tema, os jovens abusam e acabam ocorrendo casos como o estupro de uma menina em Londrina, no Paraná, que foi violentada por quatro rapazes e função do uso das pulseiras. Os excessos juvenis aliados à falta de noção (non sense - ou por que não dizer ‘alienação’) dos pais agravam a situação.

O melhor a se fazer num momento como esse é conversar, explicar o que está acontecendo e aconselhar que, por questões de segurança, não sejam usados os adereços – pelo menos por hora. Tem que mostrar que é melhor ser excluído de grupinhos escolares, se for o caso, do que correr o risco de um trauma como esses.

E mais: esclarecer que a descoberta sexual, e/ou sua prática, não devem acontecer com jogos como esses, mas com o consentimento das partes envolvidas, em momentos desejados, propícios. Deveria reinar o bom-senso, uma instrução básica... onde falhamos? Fico me questionando que valores essas criaturinhas tem para permitir que sua sexualidade seja exercida dessa forma.

Se ainda não podem responder por si, por não estarem preparados, a culpa é de quem (não) os educa - essa é a (infeliz) realidade. O problema esta aí... porque acabamos por concluir que os adultos não estão com o controle da situação em suas mãos (pelo menos no que diz respeito à educação sexual daqueles por quem são responsáveis).

A melhor solução é a prevenção e a verdade - sempre! Fica o alerta.

* Foi-se o tempo da inocente 'salada mista'... (saudades da infância querida)

Tuesday, 20 April 2010

a losing game


Filha de pais separados. Ele, um viciado em jogo; ela, uma menina de uns quatro anos. Como não sabia o que fazer com aquela criatura superativa para entretê-la nos finais de semana que cabiam a ele tal convivência (e responsabilidade), ensinou-a a jogar cartas.

A pequena aprendeu a lidar com o baralho antes mesmo de conhecer as letras. Como qualquer criança, chamava os naipes pelo formato das figuras até saber seus nomes. No grito, decorou o valor dos números, e em pouco tempo, dominava as cartas com maestria.

Sabia embaralhá-las jogando-as pro alto, de uma mão pra outra, rapidamente. Fazia um leque perfeito, apesar dos dedos minúsculos que as apoiavam. Parecia gente grande segurando firme, já blefando com o olhar, e chata com a demora do jogo alheio.

Paciência, rouba-monte, pontinho, canastra... qualquer partida ela vencia! Passou seus conhecimentos à diante: ensinou sua mãe, irmã, amigos, colegas – muitos prenderam com ela. E esse acabou sendo seu passatempo predileto, seu programa juntos.

E assim, passaram-se anos, dias e noites a fio, pai e filha, em seu legado, até que um dia se interessou por outros jogos e quis brincar com valetes e coringas de verdade. Largou seu antigo parceiro em busca de outros.

Se é (de) sorte ou azar, ambos ainda pagam para ver. Apostas...

Sunday, 28 February 2010

joker


Peter Pan, Coringa... quantas mais faces lúdicas uma pessoa pode ter?

Admiro quem veste o personagem, ou simplesmente assim é, a exemplo dos seres que um dia inspiraram tais figuras do imaginário infantil, da literatura, ficção, cultura popular – como for. E se isso for só fachada para disfarçar qualquer outro sentimento ou intenção? Como saber o que não é dito, o que fica confuso, perdido nas entrelinhas de discursos prolixos, ou em pequenos gestos de seus feitos?

Por vezes, o artista pode ser seu próprio titereiro, conduzindo a história, manipulando também as demais marionetes das fábulas da vida. Que rumo escolherá ao seu próprio destino? Optará pela sorte grande ou ficará com as certezas do caminho? Que granfinale estará preparando? Gostaria de aplaudir de pé não só o fim, mas daqui por diante poder vibrar com o desenrolar deste espetáculo que numa voraz efemeridade tanto me emocionou e evolveu em tão pouco tempo.

Sem dúvidas, esta canção é para você:

Standing on the waters casting your bread
While the eyes of the idol with the iron head are glowing.
Distant ships sailing into the mist,
You were born with a snake in both of your fists while a hurricane was blowing.
Freedom just around the corner for you
But with the truth so far off, what good will it do?

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

So swiftly the sun sets in the sky,
You rise up and say goodbye to no one.
Fools rush in where angels fear to tread,
Both of their futures, so full of dread, you don't show one.
Shedding off one more layer of skin,
Keeping one step ahead of the persecutor within.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

You're a man of the mountains, you can walk on the clouds,
Manipulator of crowds, you're a dream twister.
You're going to Sodom and Gomorrah
But what do you care?
Ain't nobody there would want to marry yoursister.
Friend to the martyr, a friend to the woman of shame,
You look into the fiery furnace, see the rich man without anyname.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

Well, the Book of Leviticus and Deuteronomy,
The law of the jungle and the sea are your only teachers.
In the smoke of the twilight on a milk-white steed,
Michelangelo indeed could've carved out your features.
Resting in the fields, far from the turbulent space,
Half asleep near the stars with a small dog licking your face.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh. oh. oh. Jokerman.

Well, the rifleman's stalking the sick and the lame,
Preacherman seeks the same, who'll get there first isuncertain.
Nightsticks and water cannons, tear gas, padlocks,
Molotov cocktails and rocks behind every curtain,
False-hearted judges dying in the webs that they spin,
Only a matter of time 'til night comes steppin' in.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

It's a shadowy world, skies are slippery gray,
A woman just gave birth to a prince today and dressed him inscarlet.
He'll put the priest in his pocket, put the blade to the heat,
Take the motherless children off the streetAnd place them at the feet of a harlot.
Oh, Jokerman, you know what he wants,
Oh, Jokerman, you don't show any response.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

Adoro sua magia. Como borboleta, a seguiria.

Monday, 15 February 2010

abre alas


Eu sou da lira, não posso negar.

Se tivesse filhos, levaria os pequenos para pular carnaval, sem dramas.

Utilizo-me, em momento tão apropriado, das populares palavras da maestrina Chiquinha Gonzaga, nessa que é a primeira marchinha registrada da história de nosso carnaval. O motivo é mostrar toda minha disposição para a participação infantil nos blocos de rua.

O primeiro verso da canção de 1899 sugere atenção. Hoje, os tempos são outros, mas a intenção creio ser a mesma: pedir passagem. E com criança tem que ser assim mesmo, com cautela, mas não é por isso que tem que se deixar de curtir, privar os baixinhos de sentirem a energia da folia.

Tiro meu chapéu para os tantos casais, pais e mães ‘avulsos’, que enfrentaram a maré fantasiada, bêbada e colocaram o bloco mirim na rua. Fantasias que pediam fotos, embalos que os faziam dançar ao ritmo contagiante da banda. Mesmo sem saber qualquer letra, o animar da música arrancava sorrisos bobos.

Bam-Bam, tubarão, amendoim... tinha cada uma! (de uma criatividade louvável) Dava vontade de apertar todos. Fico feliz pelos pais que sabem aproveitar junto a seus herdeiros esses bons momentos e não jogam a eles a responsabilidade da falta de paciência, saco e vontade de viver que passam a ter quando se tornam pais.

Junto a toda dádiva vem sua responsabilidade própria. Claro que ninguém vai se socar no meio do Bola Preta (com mais de um milhão de pessoas na volta, espalhadas pelas ruas do centro do Rio de Janeiro!) com um recém nascido, mas com um pouco de ânimo dá pra ir para cordões menores, como os de bairro, mais alternativos.

Algumas coisas são imprescindíveis para essa parceria dar certo: fantasia confortável e fresca, sling, água, protetor solar, um colo sobressalente e a escolha de um bloco sem tumulto – ou a melhor localização nele (na frente, em algum recuo da rua, numa varandinha vizinha). Bom senso é sempre o melhor parâmetro para qualquer limite.

São esses pequenos GRANDES detalhes que fazem toda a diferença, facilitando a vida de qualquer papai/mamãe. Assim, não tem perrengue que atrapalhe a festa, e é só alegrias! A lembrança de ‘outros’ carnavais me motiva, de minha infância querida, de mais inocência, confete e serpentina.

Ah, se todos fossem pilhados como minha mãe e eu... mais disciplina e espaço para os pimpolhos nas ruas teria, naturalmente - e o pedido seria só na brincadeira.

Friday, 12 February 2010

princesa


Pode ser super-heroína, Penélope Charmosa, Amy Winehouse, baiana, melindrosa, prostituta e até princesa da Disney! (e com preferência pela Branca de Neve, embora encrenque com a origem e toda a ideologia por trás disso, do Sr Walt e sua história) A verdade é que ADORO um homem fantasiado de mulher.

Barba por fazer, peito falso aparecendo, pelo saindo pra fora da roupa – no vestido ou meia-calça, o 'sem jeito' ao andar de salto alto, a peruca mal colocada, maquiagem over... Quanto mais tosco for o folião, melhor. Tem que ser bem masculino para encarar uma personagem tão diferente de sua essência sem crise.

É carnaval, momento em que essa farra é permitida, e eu faço a festa. Fico só de "bituca" nas peças soltas por aí, pelos blocos e avenidas. Mas confesso que acho bonito (e esse até é o GRANDE lance) quando estão acompanhadas de suas respectivas companheiras – estejam elas no clima, crossdressed (vestidas de homem), ou não.

Será que encontro minha princesa perdida por aí? Quem sabe pode rolar um bom final feliz... Agrada-me a brincadeira.

Sunday, 10 January 2010

diz que disse


Esse bem que poderia ser o nome informal daquela brincadeira infantil em que um começa dizendo uma coisa e, ao final, o último sempre acaba relatando algo diferente do inicial. Parece engraçado, mas por vezes não é.

Isso se dá em função de mudarmos a versão das coisas ao passá-las adiante. Fazemos isso talvez sem querer até... porém, o peso de nossas palavras, a intenção e o modo com que as emitimos pode gerar lá na frente uma avalanche.

Lembrei agora do tal efeito borboleta e seria algo parecido. No meu mundo lúdico tais travessuras não aconteceriam, pois prefiro um jogo de verdade ou conseqüência. Seria mais justo, melhor, se todos fossem assim, mais corajosos... Não suporto hipocrisia.

Fofoca, o dito pelo não dito... Putz, desculpa, cansei de brincar. Estamos MUITO ‘velhos’ para isso já - e faz tempo. Maturidade faz bem nesses casos, afinal toda criança deve crescer (cedo ou tarde), de qualquer idade.

Tuesday, 22 December 2009

misto quente


Não imagino há quanto tempo não brincava de algo semelhante! Salada mista é um daqueles joguinhos (nem tão) infantis que as crianças usam para criar situações com os amiguinhos – no caso, para se aproximar e dar beijos em seus pretendentes.

“Pera, uva, maçã ou salada mista?” – era assim que se dava a cada participante a oportunidade de escolher seu ‘destino’. No nosso caso, foi algo mais direto. Era o que se esperava de adultos que decidiram jogar a sorte oferecendo mimos no estilo tutti-frutti.

Confesso na infância não ter sido a mais habitué nesse tipo de atividade, não nego, entretanto, minha participação em algumas, mas sem lembranças significativas a respeito. Com certeza, o feito de ontem vai ficar muito mais marcado na memória do que qualquer outro.

Inacreditavelmente, como um colega mesmo me disse, eu NÃO fiz tantas coisas como as pessoas imaginam! É a tal da expectativa em cima de um currículo de experiências ‘sexuais’ um tanto invejável a muita gente, mas que não se afasta tanto de um standart sem grilos e satisfatório para uma mulher contemporânea.

Por mais que eu seja descolada (e sou mesmo), admito ter 'zilhões' de coisas a realizar ainda - das mais simples, às cabeludas. Existem outras tantas que JAMAIS ousarei executar, não por moralismo, mas por pura falta de vontade ou curiosidade. Normal. Ninguém precisa fazer de tudo para ser um expert em determinada coisa.

Acho que acabei não precisando recorrer
muito a esse ‘escape’ lúdico para conseguir dar início a minhas descobertas, saciar minhas vontades com o sexo oposto. Mas não perdi a magia infantil com que se encara uma primeira vez. Hoje, anos mais tarde, os limites são mais tênues e as fantasias mais abrangentes.

Se eu, que sou um tanto ‘caxias’, nesse sentido, tivesse que escolher entre dar um beijo triplo, ou numa mulher, e responder a uma perguntas intimidadora, adivinhem pelo o que optaria? Pois é, mas acabei experimentando novas sensações além da verdade. E assim perdi mais uma 'virgindade' possível.

Não mexeu comigo, mas valeu a bagunça, a confraternização entre amigos, no mais estilo esperado para quem lida com o que de mais quente existe por aí. Pra mim, sobrou prendas e faltou pretendente. O meu, ao menos. Seria melhor iniciar alguma coisa com quem se gosta, ou melhor: com quem gosta da gente (de verdade).

Wednesday, 9 September 2009

baunilha


Na medida em que surgem idéias para posts, e imagino em como tornar esses assuntos interessantes, pensando na maneira de abordá-los aqui no mula afim de fazer a leitura valer até a última linha de cada texto, vem também à minha cabeça assuntos para as enquetes. Já fui elogiada quanto às temáticas postas na roda, à iniciativa de questionar os leitores sobre sexo e relacionamentos. Então, não custa nada (e passa a ser meu dever - pois somos responsáveis pelo que cativamos...) dar a devida atenção ao topo da coluna esquerda de meu blog.

Focada nisso, comecei a organizar em arquivos as propostas pensadas. E as alternativas não são apenas suposições, mas me coloco a pesquisar cuidadosamente esses itens para dar a quem participa tópicos abrangentes de uma realidade diversa, aberta mas contraditória - isso porque se mostra moralista e ainda recatada perante alguns conceitos. A posição social, por exemplo, dita até os dias atuais a maneira como alguns indivíduos devem proceder diante algumas situações.

Esse nariz de cera todo é para dizer que hoje, ao pensar na próxima enquete (que será mais picante que a atual - vou tentar revesar entre light e hard, diferenciando então mensalmente sexo de relacionamentoa/amor - mais ou menos por aí...), vi que mudei bastante de uns tempos pra cá. Trabalhar com sexo me abriu os olhos para várias tendências, o leque para a diversidade de possibilidadesas e as portas para o prazer.

Querendo ou não, fazendo ou só querendo, fazendo sem querer... não importa: não sou mais baunilha. Para os "desantenados", o termo faz referência a pessoas mais caretas, que praticam um sexo tido como 'normal'. O gosto pela coisa, devido ao conhecimento adquirido, é outro agora, vai além do senso comum, da simplicidade do que normalmente se pratica por aí. Será fácil me entender melhor (e comprovar o que digo), conferindo toda minha interação com esse universo de muito prazer e fantasias mês que vem, com a enquete especial que vou fazer.

No mês das crianças, vou abordar diferentes brincadeiras que os 'grandinhos' podem (e devem) fazer quando o objetivo é o prazer. Fui listando e me empolguei. A relação de respostas ficou grande e então me dei por conta de tudo o que já vi, conheço, gosto... enfim. Posso só garantir por hora que a próxima enquete será diferenciada, bem ampla e interessante - aos mais curiosos e até para quem está precisando de idéias para sair da rotina sexual. Espero poder instigar muita gente a se divertir de uma forma nunca pensada antes. Aguardem.

Pensando bem... que baunilha que nada! Por hora, como toda criança: muito chocolate - mas com pimenta.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!