Now, I dare: if you help people many times, can you have what belongs to you just once? By the way, through this perspective, it's not stealing, it's rights.
Monday, 25 November 2013
in the same spirit
Now, I dare: if you help people many times, can you have what belongs to you just once? By the way, through this perspective, it's not stealing, it's rights.
Wednesday, 8 June 2011
red bull effect
It's natural - mainly when dealing with kids from ten to twelve years old. Clearly, they are growing up... maturing. In my opinion, it is a special moment to be lived with responsibility.
"You became responsible, forever, for what you have tamed" - this Saint-Exupéry’s speech illustrates quite fine how huge is this step for infants. That is to say children acquired their own rights conscious of all duty it means.
Puberty (in this case, more than Red Bull) gives them wings. I’m pretty sure that when it is conquered day by day, with advices of mothers or fathers (or both), probably their future will be easier, with no unlooked for situations nor very unwelcome surprises which can bring some trouble along.
As far as I’m concerned everybody should give them, as homeopathy, periodical doses of independence until they become teenagers. On the contrary, problems of bad administration with freedom can show up.
So, it is up to you leave them do some activities alone in order to practicing for the real life, as a test drive of that. So, this is the best opportunity to attempt before make things wrong indeed.
In other words, this period is a blooming of those roses. Too much energy is necessary to reach and get along with them.
Friday, 6 May 2011
finally
That means that precept which say that ‘nobody belongs to nobody’ - commonly used until now in homosexual sphere is somewhat currently old. However, once a formalized relationship, the duties as well the rights are more available than never!
Over again, the family conpect has changed around the world. Albeit in a delay of around an year compared with Argentina, our Latin American neighbor, for instance… (when Liniers drew this comic strip above) But, ok, it happens anyway!
Better late than never...(!) After all, many couples have been waiting for it for a long tim. Along with, many other will just coming out of the closet because now the law is on their side.
By the way, I hope not only that this fact encourage who is hiding himself behind any fear, but also that one day they can seat side by side and simply be free to demonstrate their affection with no discrimination.
I’m convinced that this is the worst limitation for them: can't show publicly their feelings. Believe... There still are a long distance to be run through until it be possible - simple like that.
Am I exaggerating? I don't think so. Lastly, when the boot is on the other foot, probably, you are going to agree with me, once, in general, give a mere kiss in who they love hasn’t been so easy facing so many desapproving eyes, laughs and/or unpleasing faces, in addition of having some fingers pointed at you. Wow!
So, courage! Place yourself. Chin up - tooth and nail, with might and main!
Proud and no prejudice. Come on!
Thursday, 16 December 2010
uni duni tê
Monday, 2 August 2010
(m)ismos
No ensejo, exponho que, apesar de me agradar o fenótipo, depois que soube pelo Fantástico das repetidas ocorrências de casos aqui no Brasil de pais libaneses que sequestram seus filhos, levando-os para o país de origem, longe das mães, passo a ver esses homens com outros olhos. Preocupante. A questão da diferença cultural, já conhecida por mim, agora me assusta mais do que nunca.
Lamento o oriente ser um local tão perigoso para as mulheres, uma vez que outros tantos fatores e valores oriundos de lá me fascinam. Jamais poderia, por exemplo, fazer um reality como o de viagens incomuns, citado acima (que adoro!), porque alguém do sexo feminino, mesmo uma profissional, não tem a mesma liberdade que um homem para transitar livremente nos destinos visitados pelo grupo de amigos.
Contraponho-me ao machismo e à submissão a que as cidadãs (será que posso chamá-las assim, considerando a situação em que vivem?) são submetidas em territórios islâmicos. Seria o profeta Maomé tão injusto, ferrenho e radical com elas? – afinal, relacionou-se e casou com várias (não se conhece o número exato; mais de dez com certeza!), teve filhas... presenciou então um universo feminino amplo, embora pouco tenha convivido com sua mãe, que faleceu quando ainda era criança.
Não questiono aqui nem a poligamia, que seria um problema, alvo de críticas por várias pessoas. Não vejo nisso uma desvalorização nossa, dada a realidade dessas esposas em tradições cujo melhor destino é este, quase sempre o único a ser traçado. Também não me oponho se pudéssemos, nós, ter vários maridos nessa "liberalidade" quanto aos votos matrimoniais para os padrões cristãos a que estamos acostumados. O que me chama a atenção é o posicionamento da mulher como ser humano – o que não acontece por lá na nossa visão ocidental.
Também já fomos tratadas com inferioridade aqui mesmo nos primórdios, na civilização greco-romana. Até pouco tempo, aliás, não votávamos, sofríamos violências e preconceito, mas esse comportamento mudou nas últimas décadas e, hoje, é inadmissível para nós algo como o uso da burca, por exemplo. Não poder falar, estudar, trabalhar... a falta dessa civilidade é recriminada por todo o resto do mundo não-muçulmano, assim como a mutilação dos órgãos genitais de meninas realizada por tribos da África – uma barbaridade! (outro motivo para a mula rugir... aguardem)
Ser mulher é um desafio que muitos homens jamais compreenderão. Atualmente, grande parte deles infelizmente ainda não nos vê como deveriam. A pretensão não é ser igual, pois jamais o seremos (porque somos biologicamente diferentes), mas termos liberdade (de escolha), condições e oportunidades, além de os mesmos direitos e deveres, cada um (com sua natureza) contribuindo do seu jeito para um mundo melhor. Básico, sem extravagâncias.
Saturday, 10 July 2010
o que não mata, engorda
Como tantos, antes, apadrinhados pela mídia, esse é a bola da vez. Não me agrada saber que poucos dramas similares (ou até piores – se é possível... e sempre é, infelizmente) ganham a visibilidade necessária para que sejam resolvidos rápido. Mas ok, por se tratar de uma pessoa pública, de envolver uma criança e dos supostos requintes de crueldade investigados nesse homicídio, compreensível a surpresa, comoção e indignação nacional.
Não justifica, CLARO(!), mas uma coisa é fato: Eliza Samudio deve ter azucrinado MUITO a cabeça do ex-goleiro do Flamengo (tinha que ser! - bem marginal) para ele dar esse fim a sua vida. Digo isso porque, se, pelo o que consta, o valentão sempre teve um perfil bad boy, característico de homens violentos, capazes de atos irracionais como o de que está sendo acusado, essa modelo (atriz e apresentadora), sabia desde o início em que buraco estava se metendo ao se relacionar com ele.
Sempre costumo dizer que ‘passarinho que come pedra sabe o cu que tem’, mas considerando o baixo potencial neurológico de espécimes do tipo ‘Maria Chuteira’, até compreendo que ela desconhecesse o real perigo e tenha preferido correr o risco de engravidar, mesmo sem a vontade do parceiro, e, depois, cobrar-lhe os direitos. Repito: direitos – estou aqui fazendo a pior das ‘advogadas do Diabo’, tocando o dedo na ferida MESMO.
Mas minha teoria vale para AMBOS – afinal, quem se envolve com prostitutas desse naipe, e não usa camisinha, merece sofrer as consequências de seus atos, pois as ignorou anteriormente, quando podia ter evitado qualquer problema posterior, laço ou fruto indesejado. Mick Jagger é que já estava velho (e rico) demais para se preocupar com alguns mil euros a menos todos os meses, pela vida inteira, ocasionados pela gravidez da "prima" intencional de Eliza, a, hoje, tão famosa Luciana Gimenez.
Pensei muito, recentemente, sobre como foi bom, há exatos quatro anos, ter me separado de um bruto, que bem poderia perder a cabeça e bater a minha contra a parede até a morte, como me ameaçou fazer algumas vezes em momentos de fúria. Distante do pesadelo que é estar envolvida com alguém assim, respiro aliviada agora. Por vezes, até esqueço que um dia o medo tomou conta de mim.
Na boa, esse filme deve se repetir mais do que a gente imagina. Justiça seja feita.
Friday, 26 February 2010
too much
Minha astróloga me disse para ficar longe de fumaça, mas como? Minhas melhores amigas fumam, vou a coffee shops e Amsterdam é uma cidade de fumantes – seja nas ruas ou em bares TODO mundo fuma o que for... A solução seria ficar sozinha, em casa? Nããããão!
Estou ciente dos malefícios da combinação de fumaça e lugares fechados. Tento evitar, claro, mas é impossível "simplesmente" dar um fim no problema. Vejo de pior forma o cigarro, porque nem onda dá, e esse sim faz mal à saúde, blábláblá (todos sabem, nem preciso dizer mais nada).
E antes era BEM pior... convenhamos. Quem nunca voltou pra casa de uma boate e sentiu no travesseiro, no dia seguinte, o cheiro de cinzeiro da balada? (nas roupas e cabelo também... nossa!) Agora está melhor a situação. Em quase todo o Brasil, é proibido fumar em ambientes sem circulação de ar, e as pessoas são obrigadas a sair para poder fumar etc.
Mas e aqui? Socorro!
*Engraçado que, nessa onda de exagero, são MUITOS os que ficam, aqui, parados, babando, depois de fumar mais do que deviam (ou pior: os amadores que tem teto preto e vomitam por abusar das permissões, de seus direitos). Até a última ponta...
Tuesday, 23 February 2010
pussyness

Por esse e outros tantos atraentes motivos, o mundialmente conhecido Red Light District, traz homens de diferentes lugares para gozar de tamanha liberdade e variedade. A oferta é vasta; a curiosidade, idem. Diversos casais e mulheres são vistos perambulando pelas ruelas estreitas, com olhos atentos em direção ao que está exposto.
Civilidade - uma vez que a prostituição é (tida como) a ‘mais antiga das profissões’, e sendo ela legalizada nos Países Baixos, não há o porquê de espanto, vergonha ou qualquer outra manifestação hipócrita que possa ser esboçada. Elas pagam impostos como qualquer cidadão e merecem o devido respeito. Por favor.
Este é um exemplo a ser seguido. Não adianta tentar tapar o sol com a peneira, pois a luz vermelha vai sempre brilhar, piscar, chamar a atenção de todos onde quer que seja. Admitamos. Peep shows, sexo explícito, stripteases, pole dance... há uma gama de outras atrações que podem, inclusive, apimentar a relação e/ou inspirar solteiras e casadas.
Aos mais críticos, uma boa notícia: a probabilidade de se ter uma infecção qualquer por consumir algo ruim é pouca. Lá, as meninas executam suas funções laborais em boas condições, pois tem acesso gratuito ao serviço médico e suas práticas são reguladas pelo governo. Informação não falta a quem frequenta as redondezas. O sexo se faz seguro então, só faltaria mesmo vir com bula (mas aí já é demais!).
A movimentação é grande, pois o local é legal - literalmente. Claro que como em qualquer outro lugar, não se deve marcar bobeira, ficar à toa, mas dá para conhecê-lo com tranquilidade. O único porém é não poder fazer registros em vídeo ou foto sem prévia autorização. Compreensível (se formos comparar, em algumas ruas de Copacabana funciona da mesma forma...).
É um BAITA negócio! Ninguém quer vacilar, perder clientes, dinheiro, tempo, o que for. O mercado é ágil, competitivo, e o trabalho, suado. Nada é de graça. Tudo ali é pago - vendido ou alugado, porque quem dá é instituição de caridade (e, sinceramente, não vi nenhuma por lá).
Tuesday, 16 June 2009
book-people

Fiquei boquiaberta ao assistir a esse clássico. Já havia lido alguma coisa interessante a respeito, tanto que resolvi comprar o DVD para ter em casa e poder ver com calma quando quisesse, mas REALMENTE não sabia o que me aguardava. E me arrependi de não tê-lo visto antes.
Lançado em 1966, foi a primeira e única produção em língua inglesa do conceituado diretor francês. Aclamado pela crítica como um dos roteiros mais inteligentes da história, Fahrenheit 451 é uma fábula extraordinária em que a própria raça humana se transforma no terror mais assustador à liberdade intelectual. Com uma estética ousada e linguagem seca, faz uma critica à sociedade.
Num futuro hipotético ler é proibido por um governo totalitário. Livros são então queimados sob o argumento de que tornam a humanidade infeliz e improdutiva. E, semelhante ao que acontece na vida real numa ditadura, pessoas denunciam e entregam quem descumpre a lei. Esses cidadãos são então caçados por bombeiros, que ateiam fogo, ao invés de apaga-lo.
O título do filme é inclusive uma referência à temperatura que os livros são queimados (convertido para Celsius, esta temperatura equivale a 233 graus). Montag é um desses profissionais que perseguem e punem leitores. Ele leva uma vida banal ao lado de sua esposa Linda, uma alienada dona de casa da época, até conhecer Clarisse, que mostra a ele uma outra realidade.
Essa jovem professora consegue faze-lo enxergar de uma nova forma o material que incendiava. Aos poucos, ele se encanta pelo novo universo literário e cultural a ele apresentado e começa a ler cada vez mais e a tentar salvar alguns exemplares para leitura. Dessa forma, fica dividido e passa a se questionar sobre sua conduta moral e sobre aquela condição em que vivia até então.
A parte mais interessante da narrativa, para mim, é a questão dos 'homens-livros' exposta por Clarisse. Fugitivos do sistema, pessoas incorporaram obras literárias inteiras para que suas histórias não se perdessem com tamanha ignorância e perseguição. Genial. Vida, cultura e sociedade num conceito inovador e surpreendente de conhecimento. Fiquei instigada a ler o livro agora. E vou.
Aliás, o que seria de sua vida se você não tivesse o direito de ler? Imagine.
Thursday, 30 April 2009
abaixo a censura

Enfim, a defasada e autoritária Lei de Imprensa foi revogada. Em fevereiro de 2008, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu suspender 22 artigos da lei, mas ela só teve seu fim por completo hoje. Foram 42 anos sob uma jurisdição intimidadora, criada no regime militar.
"Era o último entulho do autoritarismo ainda em vigor", já dizia desde 2007 o deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ), autor da ação. A lei abolida representava uma tormenta para os jornalistas e uma ferida para a liberdade de expressão do pensamento, fundamental à democracia. E isso acontecia ainda que os meios de comunicação brasileiros fossem exemplos de luta da liberdade de imprensa na América Latina.
Em nome da segurança nacional, a antiga lei censurava meios de comunicação, compositores, dramaturgos e escritores e permitia a apreensão de publicações. Agora os jornalistas e os meios de comunicação serão processados e julgados com base nos artigos da Constituição Federal e dos Códigos Civil e Penal. Se antigamente o problema eram os efeitos terríveis que ela ainda causava, especialmente entre os pequenos jornais e veículos de comunicação que eram massacrados por prefeitos, políticos e empresários, tendo que pagar indenizações que provocavam o fechamento desses veículos, agora a maior preocupação é a com o direito de resposta.
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) defendem novas normas que regulamentem penas e indenizações contra jornalistas e empresas de comunicação. Alega-se que com a simples extinção da lei, sem a fixação de novos parâmetros para a atividade jornalística, seja criado um perigoso vácuo na legislação. Já Teixeira não vê necessidade de outra lei, porque todas são restritivas, e nunca a favor do direito do povo à informação.
Esse impasse segue em discussão, assim como a questão da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista - que estava com análise de recurso prevista (mas isso é assunto para outra postagem... - Em breve, notícias a respeito aqui!). Apesar das incertezas, nós, jornalistas brasileiros, já temos um bom motivo para comemorar no dia 03/05, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. E que a gente siga comunicando de maneira consciente e justa.
passatempo
- abrace seus amigos
- acredite em si mesmo
- ande mais com os pés descalços
- antene-se
- aplique o que você prega
- assuma seus erros
- beba mais água
- beije na boca com vontade
- conheça novas culturas
- cuide-se com carinho
- dance sem vergonha
- diga mais 'sim' do que 'não'
- durma bem
- dê atenção às pessoas
- entregue-se ao que ama
- escreva cartas à mão
- estude outras línguas
- exerça a tolerância
- exercite-se
- fale e ouça mais 'obrigado'
- faça muito amor
- goze mais e melhor
- leia mais livros
- movimente-se
- não limite seus sonhos
- ouça musicas que te façam dançar
- ouse
- pense positivamente
- permita-se
- peça bis quando é bom
- pratique o bem
- prove diferentes sabores
- renove-se
- respeite a natureza e os mais velhos
- reveja velhos conceitos
- se beber, não ligue!
- seja fiel, sincero e verdadeiro
- siga a sua intuição
- sinta o novo
- sorria sempre que possível
- subverta vez que outra
- tenha calma
- tire alguém para dançar
- trabalhe com dedicação
- use camisinha
- vá mais ao cinema
- viaje sempre
- viva menos virtualmente






