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Tuesday, 25 September 2012

organic!

Space is required to let libraries breathe.

Like accordions, they enlarge and compress whenever necessary... Much more movement than I could imagine! (for a quiet tranquil place!)

Tellingly, books demand brawn (not just brain!). Good agility, touch and equilibrium also help to handle them.

Enough effort! Surprisingly good. Alive...

Sunday, 29 January 2012

so far

If there is NO space between us, how can I stand be as distant?

My body asks for you! (its basic necessity now...)

Saudade.

Wednesday, 6 July 2011

in the endgame


At tension days, US are not permitting themselves the luxury of keeping at full pelt, a sort of technosphere which they have been maintaining since the beginning of the Space Age in the 60’s.

Actually, I believe it is more a matter of ‘at any price’ than anything else. Once they are passing through a troubled economic period, they are not able anymore to continue the old dream of total domination.

Being abroad, fluctuating through the vacuum (with high tech stuff, of course) means being powerful - politically, socially, economically… no matter where. However, nowadays, it is not the North-American reality indeed.

Lately, they have had in much more to invest here, in Earth. It's another moment! So, extraterrestrial beings from Mars or any other planets must wait - maybe for a agreement between US and Russia, or even China. Why not? While out of Cold War, everything is possible...

Ok, by the last 40 years, who could believe that one day it would be possible… Well, the old vain and puffed up lion became a little kit which walks by smaller steps… not as the leaps from the past. After all, the patterns and needs of mankind have changed a lot. Or rather, their priorities!


More info? Read the article The end of the Space Age” published by The Economist.

Tuesday, 6 July 2010

do sinal pro real


Ces’t la vie! Um dia estamos de mãos vazias, passando sufoco, praticamente"esmolando"; no outro, fazemos malabarismo para conseguir segurar o que aparece, tudo o que temos. Cruel isso, mas é uma realidade que nos desperta uma sagacidade monstra. Deixa a gente tipo polvo.

Fatos – interesses, fatos – interesses, fatos – interesses, fatos – interesses – grana, fatos – interesses – grana, fatos – interesses – grana, fatos – interesses – grana – realização, fatos – interesses – grana – realização...

É assim que jornalistas como eu, profissionais liberais em geral, autônomos, levam a vida: cada dia conquistando inserir mais um item naquilo com que se pode jogar. Do inevitável para o que é passível de escolha, do que se é obrigado para o que se gosta de fazer – e assim vai...

Mais do que isso até, a grande questão, muitas vezes, é a oportunidade mesmo.
Quando as dificuldades são superadas, é natural que as sementes antes plantadas pipoquem e , diante disso, agreguemos tanto, a ponto de nos sobrecarregarmos na ansiedade de não querer perde-las.

Mas, por vezes, é melhor abdicarmos de algumas coisas, e priorizarmos o que é realmente importante e válido, para que não nos ocupemos com futilidades improdutivas que só fazem volume e nos atrapalham a vida. Essas escolhas ocasionam ciclos necessários de renovação e desapego que devemos exercitar mais.


Deve haver qualidade naquilo que se faz também. Para tanto, precisamos saber o que queremos, e nos empenharmos, focando certeiramente. É preciso espaço, tempo, e disponibilidade para que venha o novo. Dizem que 'quem tudo quer, nada tem', e faz sentido isso, pois, ao tentarmos abraçar o mundo, acabamos por deixar muitas coisas no ar,  soltas, inacabadas.

A culpa é da energia e vontade entubadas, elas que nos permitem tais abusos, tamanha gana e coragem. Mas é compreensível, pois é bom quando nos sentimos úteis, girando a manivela da vida, fazendo as coisas acontecerem, a carroça e a fila andar– melhor ainda se valorizados (e isso tanto no trabalho como no amor). Faz parte do meu show...

Saturday, 20 March 2010

durante


Agora é assim: tudo pode ser classificado como ‘antes e depois’.

Estar dividida entre dois lugares, dois momentos, é a realidade. O pensamento me aproxima de meus sonhos e me leva ao longe em poucos segundos, mas me mantém lá por muito tempo. Sem corpo e alma juntos, não estou sozinha... Contagia.

Quero voltar ao ‘durante’.

Tuesday, 21 July 2009

questão de espaço


Quarta-feira, 20 de julho de 1969, no horário de Brasília: 23h56min20seg. Ontem fez 40 anos que supostamente o primeiro homem pisou na Lua. A pegada mais importante da História foi do pé esquerdo da bota azul tamanho 41 de Neil Armstrong, astronauta norte-americano hoje considerado herói (aliás, há quatro décadas já). Sua frase ficou marcada para sempre na vida de centenas de milhões de telespectadores que o acompanhavam naquele momento único pela tela de seus aparelhos televisivos: "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".

Não participo de qualquer teoria conspiratória anti-americana sobre a chegada do homem lá, mas sempre fico atenta a interesses e manipulação dos fatos quando se tem muito poder envolvido, dinheiro e soberania num mundo até então dividido em dois. O que mais me convence sobre a real presença do homem na Lua naquela ocasião foi a aceitação russa a respeito. A Guerra Fria seguia sob o comando de duas mega potências que disputavam até as últimas instâncias a Corrida Espacial que marcava esse período político mundial. O silêncio da principal rival dos Estados Unidos me conforta. Houve até certa censura por lá no que se refere ao sucesso americano na missão lunar.

O motivo? Recalque, provavelmente. Durante certo período, a então União Soviética esteve em vantagem. Em 1957, enviou ao espaço o Sputnik (‘Companheirinho’ em russo) e depois, no mesmo ano, foi a vez da cadelinha Laika. O feito espacial mais importante até então tinha sido deles: a primeira viagem de um ser humano fora da órbita terrestre, em 12 de abril de 1961. A bordo da Vostok I, o cosmonauta Yuri Gagarin ao avistar a superfície de nosso planeta deixou sua impressão para a posteridade: “A Terra é azul". No auge de seus 27 anos, o russo completa seus dizeres com um “Mas não há Deus” – a conclusão óbvia não poderia ser diferente vinda um jovem comunista. Perfeito.

Depois de superados essas três vezes pela URSS na exploração do Espaço, os Estados Unidos finalmente deram início a um dos sonhos mais antigos do homem no dia 16 de julho de 1969, quando foi lançada do Cabo Canaveral a Apollo 11, nave espacial que conduziu três tripulantes à missão que transformou em realidade a chegada do homem à Lua. Neil Armstrong e Michael Collins, hoje com 78 anos, e Edward “Buzz” Aldrin, 79, aterrissam em nosso satélite, mas só Armstrong e Aldrin deixam o módulo de comando e caminharam sob o solo lunar.

Num gesto tipicamente imperialista, uma bandeira dos EUA foi fixada na lua junto a uma placa, assinada pelos três astronautas e pelo então presidente norte-americano, Richard Nixon, com os dizeres: "Aqui homens do planeta Terra colocaram pela primeira vez o pé na Lua. Julho de 1969. Nós viemos em paz, em nome da humanidade". Foi um feito simbólico que serviu para estimular o orgulho patriótico ianque, mostrando ao mundo o respaldo deles, e entusiasmar a população mundial sob o slogan da superação de limites.

Muitos dos avanços tecnológicos que desfrutamos hoje foram criados naquela época, devido a pesquisas de aprimoramento das missões espaciais. Pode-se afirmar que o maior legado deixado à humanidade pela chegada do homem à Lua foi a globalização da informação. Essa conquista dos norte-americanos resultou mais em frentes como meteorologia, eletrônicos, plásticos, materiais sintéticos, telecomunicações - na comunicação mundial instantânea via satélite e no uso de computadores pessoais, e, claro, na astronomia também - em estudos sobre a composição geoquímica do Sistema Solar, por exemplo.

A promessa do ex presidente John Kennedy havia sido cumprida. Mais de um bilhão de pessoas puderam assistir ao vivo aquelas imagens, ainda em preto e branco, que sempre serão lembradas. Foi a primeira exibição televisiva em nível mundial, ao vivo para todo o planeta, diretamente do espaço. Um marco jornalístico, uma evolução em termos de transmissão e abrangência dos meios de comunicação. Hoje os veículos se reinventaram e novas mídias surgiram na inércia de toda essa movimentação e mobilização espacial. A internet nasceu em meio à Guerra Fria, inclusive, com o nome de ArphaNet.

O ideal hoje é usar e abusar deste recurso para não ficar alienado e alheio ao que está acontecendo por aí, compreender as entrelinhas de atos e medidas tomados na sua Família, Escola, Bairro, Cidade, Estado, País, Continente... no mundo inteiro! - e até fora dele. A internet é um canal mais livre para o conhecimento, mais democrático, mas a televisão segue com sua supremacia na influência das massas, com sua formalidade ao informar. É o veículo dominante ainda, mas até quando? Com essa convergência das mídias, não se sabe.

Estar no mundo da lua, talvez nem seja mais tão ‘fora da casa’ assim com essas coligações todas, essa interatividade e globalização. Tem que se ligar!
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A propósito:

A voz que anunciou a chegada do homem à Lua calou-se no 40º aniversário do feito histórico. A morte do jornalista e entusiasta do programa espacial dos EUA, Walter Cronkite, coincidiu com as comemorações de quatro décadas da missão. “Oh boy!” exclamou ele quando a Apolo 11 aterrissou. Aquelas imagens memoráveis, acompanhadas pela narração entusiástica de Cronkite, tem sido repetidas inúmeras vezes nos últimos dias. “Neil Armstrong, americano de 38 anos, está na superfície da Lua”, anunciava ele diante à imagem do astronauta dando seus passos para a eternidade. “Wow!”.

Sua cobertura do acontecimento entrou para a história da televisão e deu à CBS vitória significativa de audiência. Isso consolidou ainda mais o prestígio e a influência do âncora junto aos americanos do norte e fez dele o homem em que eles mais confiavam. Por cerca de 30 anos, mais precisamente entre 1962 e 1981 – período de soberania mundial ianque, ele entrou todos os dias na casa dos cidadãos norte-americanos dando as notícias do horário nobre. Ele era porta-voz da certeza dos EUA em comandar o planeta (e o espaço, a Lua, agora Marte... o universo inteiro). “And that’s the way it is”, como dizia ao final de cada jornal.
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passatempo

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  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
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  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!