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Monday, 3 December 2012

lusarab

It's impressive how similar we, Brazilian people, descendants of Portugueses, are in relation to Arabs. Namely concerning gastronomy.

Some ties I've noticed:

- Cabagge;
- Condensed milk;
- Esfihas;
- Kibes;
- Lentils;
- Olive oil (in Portuguese: azeite, from the Arabic az-zayt)
;
- Oranges (in Portuguese: laranjas, from the Arabic naranj);
- Rosemary (in Portuguese: alecrim, from the Arabic al-iklil);
- Sirup (in Portuguese: xarope, from the Arabic xarab);
- Sugar (in Portuguese: açúcar, from the Arabic as-sukar)

More:

- Blue (in Portuguese: azul, from the Arabic al-lzaward);
- Cotton (in Portuguese: algodão, from the Arabic al-kutun);
- Custom (in Portuguese: alfândega, from the Arabic al-funduq);
- Market/warehouse (in Portuguese: armazém, from the Arabic al-Makhzan);
- Migraine  in Portuguese: enxaqueca, from the Arabic xaqiqa)
- Tile (in Portuguese: azulejo, from the Arabic al-zuleij)


Among lots of other examples...

Well, it's natural. Moors invaded Portugal from 8th century... Something always remains, in different branchs.

Actually, even in both languages we detect a huge association. Probably, the fact of living abrod has enabled me to distinguish and recognize such parity more easily.

Friday, 12 November 2010

solitude


Ser uma mulher de prestígio tem um preço a se pagar. Estar à frente de seu tempo, ser livre, ousada... Tudo isso fascina e afasta os homens. Inspira e causa inveja nas outras mulheres. Assusta e modifica a sociedade.

Personalidade, comportamento, talento... Vontade, coragem e bravura, determinação, teimosia - misture tudo isso e teremos alguns ícones femininos como Coco Chanel e Edith Piaf.

Coco e Piaf - apelidos artísticos para damas de nomes supostamente "nobres": Gabrielle Chanel e Edith Gassion. Nada mal! Interessante isso. Francesas, contemporâneas, suas histórias se parecem. As duas nasceram num dia 19 e morreram num dia 10. Vi quase em sequência ambos os filmes que contam suas vidas e fiquei surpresa ao constatar muitas semelhanças em suas trajetórias.

Infância pobre, ausência das mães, descaso dos pais, vida artística, música, aposta de estranhos, talento, trabalho, reconhecimento, fama, riqueza, amor e perda, morte e tristeza. Parece que a solidão insiste em visitar aquelas que tem força para suportar a dor de algumas feridas. Agora, se elas cicatrizam, já não sei... A sensibilidade nem sempre é aparente.

Infelicidade. Pode até ser azar, mas me parece castigo. Uma pena.

Tuesday, 9 November 2010

caio


Mulheres de Caio - Também sou uma, definitivamente. Já o conhecia, origens em comum, popularidade entre os meus, entre as mulheres... Ontem, hoje e sempre. É como escrevi num email: "Caio Fernando Abreu não sai de moda”.

Ele bem poderia ser o compositor daquelas músicas que ‘cabem como uma luva‘, descrevendo nossa vida, relacionamentos. De forma intensa e informal, coloca os pontos nos ‘i’s. Simples, direto.

Sou fã. Não teria como ser diferente, tendo ele esses pensamentos, deixado seu vasto legado, suas verdades que me vestem, sendo ele assim... tão meu (e dos outros - muitos amantes...).

Ele fala por mim:

"Faz um bom tempo que a vontade de escrever e de poetizar se resume a você."

“É preciso que você venha nesse exato momento. Abandone os antes.
Chame do que quiser. Mas venha.
Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates...
Apague minhas interrogações. Por que estamos tão perto e tão longe?
Quero acabar com as leis da física, dois corpos ocuparem o mesmo lugar!
Não nego. Tenho um grande medo de ser sozinha.
Não sou pedaço. Mas não me basto.”

“Ele me desperta sentimentos i-na-cre-di-ta-vel-men-te ternos.”

“Não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha à mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...”

“Desculpa, digo, mas se eu não tocar você agora vou perder toda a naturalidade,
não conseguirei dizer mais nada,
não tenho culpa,
estou apenas me sentindo sem controle,
não me entenda mal,
não me entenda bem,
é só esta vontade quase simples
de estender o braço para tocar você...”

"E vamos levando. Se ficar heavy metal demais, dou o fora."

“Daí penso coisas bobas quando, sentado na janela do ônibus, depois de trabalhar o dia inteiro, encosto a cabeça na vidraça, deixo a paisagem correr, e penso demais em você.”

“Uma alegria que era o avesso daquela que tinham me treinado para sentir."

“Porque quando fecho os olhos, é você quem eu vejo; aos lados, em cima, embaixo, por fora e por dentro de mim. Dilacerando felicidades de mentira, desconstruindo tudo o que planejei, abrindo todas as janelas para um mundo deserto. É você quem sorri, morde o lábio, fala grosso, conta histórias,me tira do sério, faz ares de palhaço, pinta segredos, ilumina o corredor por onde passo todos os dias.”

"Finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio."

"Ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor. Eu gosto de gostos, eu gosto de pele, de cheiro, de amor verdadeiro."

"Vamos fazer assim: você não existe que eu não te desejo."

"(...) depois partiu sozinho. Não fizeram planos.
Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada."

“Ela gostava de estar com ele, ele gostava de estar com ela. Isso era tudo.”

" - Você sabe que de alguma maneira a coisa esteve ali, bem próxima. Que você podia tê-la tocado. Você podia tê-la apanhado. No ar, que nem uma fruta. Aí volta o soco. E sem entender, você então pára e pergunta alguma coisa assim: mas de quem foi o erro?"

E por fim (embora as possibilidades não se esgotem aqui...):

“Você é de Virgem, não? é o signo regido por Mercúrio, o planeta da inteligência, as pessoas de Virgem sempre conseguem o que querem embora no começo pareça tudo muito difícil...”

Caio, mas me levanto. Sigo, não desisto, embora desiluda... Há algo maior em mim - que me empurra, que quer me fazer feliz.
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Às avessas

Acredito no Príncipe Sapo, tal qual a Teresa, do conto homônimo de Caio Fernando Abreu. O feio e/ou estranho por vezes me parece atraente. Não só porque me resta. Controvérsia... Há quem me entenda. O fácil não me agrada, uma vez que é gratuito. Prefiro aquilo que, na sua excentricidade, me é próprio, exclusivo, particular.

Entendo que os Contos de Fadas possam não acontecer pela expectativa boba daqueles que sonham. Quando se vive, eles vem às avessas. Aceito. Abaixo os playboys e almofadinhas! Viva os sapos revolucionários que não se vem na obrigação de serem príncipes. Chico era assim... (mas também não precisava ser incapaz!)

Fico um pouco mais aliviada sabendo que perfeição não existe, e que busco a melhor imperfeição para mim, que isso me realizaria, assim será. Tudo bem: mas quero sexo! - que fique claro.

Meu momento é esse.

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Mulheres de Caio - a peça

Elas, oito atrizes, estão em cartaz no Teatro do Ibam, no Humaitá, aqui no Rio de Janeiro. Em cerca de 70 minutos abordam assuntos femininos trabalhados em quatro contos dele - o mesmo Caio que nos inspira: Fernando Abreu.

“O Príncipe Sapo“, “Creme de Alface“, “Os Sobreviventes” e “Dama da Noite” - trechos desses textos compõe a peça, conduzem o público a uma cumplicidade com as personagens. Seu tom confessional intima... intimida talvez; aproxima, aliás.

Quem nunca se viu numa daquelas situações? Amargurada, sozinha, enlouquecida, traída, bêbada, feliz... o que seja! Elas caem, mas se levantam. Mulheres à beira de um ataque de nervos... Opa, mas isso já é Almodóvar. Caio é mais nosso, tão bom quanto, talvez melhor até...

Para quem gosta do autor gaúcho (a maioria, que eu saiba), ou não o conhece ainda, fica a dica, num lead (serviço) básico:

O que: Mulheres de Caio
Quem: com

Bruna Spínola (Afinal, o que querem as mulheres? De Luis Fernando Carvalho)
Carol Fazu (Peça Zapeando)

Joana Gervais (Peça C.L.A.M.)
Linn Jardim (Tititi)
Patrícia Elizardo (SOS Emergência)
Paula Guimarães (Viver a Vida)
Rhavine Chrispim (As Pegadoras)

Larissa Sarmento (curta Mas na Verdade Uma História Só, de Francisco Crasmeyer e pelo qual ganhou o Prêmio de Melhor Atriz Mostra Digital, no Festival de Cinema de Brasília de 2009)

Quando: quintas, sextas e sábados de novembro, às 21h
Onde: Teatro do Ibam - Largo do Ibam, no Humaitá
Como: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada (estacionamento gratuito)
Por quê:

Texto de Caio Fernando Abreu

Adaptação e Direção de Delson Antunes
Direção de Movimento de Ana Bevilaqua.
Cenário de Teka Fichinski

Figurino de Ianara Elisa
Direção Musical de Gustavo MM & Lincoln
Iluminação de Luiz Paulo Neném

Produção de Chico Paschoal - Black Ninja
Assessoria minha
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Caio na Rampa - a festa

Uma boa desculpa para de divertir, e por uma boa causa... cair na gandaia! (além de ajudar a produção do espetáculo inspirado em Caio, claro - justo ele, que também gostava de um agito...). Gente bonita, lugar inspirador, som bom, cerveja barata - ingredientes para uma noite ‘daquelas‘! - agradável, quiçá inesquecível.

Depois de duas edições badaladíssimas, o evento volta para comemorar o sucesso do primeiro mês de temporada das meninas, com casa cheia. Venha cair na festa você também! - sábado, 13 de novembro, a partir das 23h, no Bar da Rampa (dentro do Clube Guanabara), em Botafogo.

Thursday, 1 July 2010

tá na cara


Calma! Uma coisa é UMA coisa, outra coisa é OUTRA coisa. Detesto que se confundam comigo, que se deixem levar pelo que PODE parecer (por evidências soltas, ou pré-julgamentos, conceitos) – efeito Denorex.

Trabalhar com o tema sexo, ter cabeça e maturidade para falar a respeito, e com prioridade, ser uma pessoa bacana, liberta... isso tudo faz, por vezes, que as pessoas achem que é tudo oba oba.

NÃO é! Sou romântica, sensível, fiel, quero namorar, casar, ter filhos... acredito no amor! – essas coisas todas de mulherzinha. Sou uma. Posso ter toda sexperience necessária e desejada em uma moça, mas isso não me tira o direito, a possibilidade e a realidade em, ainda assim, ser uma dama.

Na sociedade ou na cama (não interessa onde!) quero respeito e compreensão. Normal. Não é porque lido bem com a maior parte das sacanagens dessa vida, que encaro sempre de maneira sadia sua prática, que as executo em meu cotidiano, ou estou disposta a... etc.

Mente ociosa é oficina do diabo. Recomendaria, então, que se ocupassem com mais informação e naturalidade para tratar os assuntos ligados à sexualidade, para que alhos e bugalhos não se misturem com perversão.

O que EU quero não é difícil de perceber. Simples: um benzinho como eu – livre. E no mais (e aí SIM), barba, cabelo e bigode!

Sunday, 16 May 2010

cara de um, interesse no outro


Vou exemplificar minha teoria utilizando-me de um caso de conhecimento geral – para não dizer ‘global’ (referindo-me ao fato de ter sido veiculado recentemente pela maior emissora do Brasil): a troca de Miguel por Jorge, feita por Luciana na novela "Viver a Vida", não aconteceu exclusivamente porque o gêmeo médico era mais bonzinho que o arquiteto, mas porque eles eram iguais fisicamente.

Poderia acontecer também, claro, caso não fossem idênticos, mas somente parecidos. Por mais diferentes que sejam seus temperamentos, personalidades e/ou caracteres, sendo irmãos, apresenta-se o fato de terem comportamentos ou feições que se assemelham. E isso os aproxima, igualando-os em mentes cheias de afeição.
É bem provável que atraiamos pessoas que se interessem por alguém(s) como a gente – seja no visual, ou no jeito de ser, do que por estranhos quaisquer.  Com essas referências, há associações que despertam segundas intenções com mais facilidade. Afirmo, por experiência própria, o quanto é possível (e plausível) que isso venha um dia a acontecer de forma natural... involuntariamente. 

 O que quero dizer (com esse nariz de cera todo) é que, na vida real, buscamos um padrão, mesmo sem querer. Embora nem saibamos ou admitemos, existe um tal modelo ideal. Certamente, o novo pode ser bastante instigante também, passível de agradar o próximo, mas quem nunca conseguiu traçar um paralelo entre muitos de seus (ex) amores e (futuros) pretendentes que jogue a primeira pedra!

Não tem outra explicação, senão científica: é somente a química se esquivando diante à biologia na escolha dos pares em relacionamentos amorosos. Isso me tranquiliza quando percebo equivalências em tão extremos e avessos “plims” por aí – o que não aconteceu quando fiquei encantada por Jeffrey Dean Morgan em “P.S. I Love You”, e ao perguntar o nome do ator, meu amigo respondeu: "Javier Bardem". (ok, total desculpável... é de se confundir mesmo! Com esses dois, qualquer um fica transtornado – eu, COMPLETAMENTE, inclusive!)
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Sem meras coincidências:

Pele morena, cabelos compridos encaracolados, olhos castanhos, óculos de grau, estatura mediana, jeito de menina, idéias de mulher...

Lili era constantemente confundida com Bruna no curso que freqüentavam. Um dia, tomando um suco na lanchonete, alguém comentou sobre suas semelhanças. Foi então que Bruna confessou que aquilo acontecia com bastante frequência. Lili, surpresa, relatou alguns episódios ocorridos com ela, quando a chamaram pelo nome da outra, ou fizeram elogios que sabia não serem a ela direcionados.

Na ocasião, ambas acharam graça dessa confusão toda, mas tamanha coincidência, pouco tempo depois, não seria motivo de tantos risos, mas de algumas lágrimas. Logo após se mudar para São Paulo, Bruna descobriu que o garoto por quem se interessava no clube começou a namorar Lili. Chorou impiedosamente, e só cessou quando percebeu ser lógica a preferência do rapaz por sua amiga.

Uma vez que não morava mais na cidade, Bruna se deu por satisfeita com o ocorrido. Ficou feliz pela escolha feita por Lúcio, que não se distanciou tanto da possibilidade de achá-la bonita e de um provável interesse por ela. Pensou consigo que, quem sabe numa outra oportunidade, quando próximos novamente, sua história com ele poderia, enfim, ter um final feliz.

Totalmente compreensível e tolerável. Fica pra próxima...

Wednesday, 24 March 2010

bar doce lar


Confesso que detestava até parar e, de fato, assistir. House foi "A" descoberta! Talvez tenha gostado por um motivo especial, pela proximidade com a realidade, por matar minhas saudades da loucura e paranóia alheia, das associações rápidas e certeiras, daquele olhar fulminante tentando dessecar a alma.

Os mais experientes sempre dizem que quando alguém implica conosco é porque gosta da gente (senão ignoraria, ou se afastaria – e não o contrário: ficar alfinetando, provocando, chamando a atenção, mostrando-se presente...). É então que entendo o Dr. Gregory e toda sua contradição.

Envolve por sua excentricidade. Manipula o que pode, quer SEMPRE estar no comando. É intenso e verdadeiro. E, quando uma brecha de sentimento é aberta, o coração transparece. Impressionantes as semelhanças. Parece que conheci personificada a inspiração de David Shore para o protagonista da aclamada série de TV norte-americana que dirige.

*Em tempo: será que tem Universal em dutch?

Friday, 21 August 2009

como nossos pais


Esses tempos conheci a herdeira de um império conceitual do rock brasileiro: Vivi Seixas, a filha do Raul.

Estar na sua presença, colocou-me a pensar sobre quem era aquela figura querida, com quem de cara me dei bem. Fazermos um trabalho conjunto me oportunizou maior contato, papo mais profundo e o questionamento sobre o que de nossos pais carregamos em nós.

Fiquei a mira-la e procurar o ‘maluco beleza’ naquela menina-mulher forte e amável. Irreverência e talento a moça tem de sobra, é inegável. Mas, além disso, o que ela ainda traz nela do famoso Raulzito? Nessa busca não estaria eu sendo injusta com ela, esperando demais em transferir a ela uma responsabilidade que de repente não lhe cabe?

Foi mais forte do que eu. Não fiz por mal, juro. Ela nem sonha com isso, embora não seja segredo (mas jamais perguntaria também... prefiro ficar pensando a respeito, descobrindo a resposta aos poucos). Nem é sangria desatada tal curiosidade. Foi somente um pensamento tolo, mas intenso, que me assombrou em tempos tão propícios.

Hoje faz 20 anos da morte de Raul Seixas e, em meio a uma programação rica em sua homenagem, encontro-me num momento saudosista do nosso rei do rock. Hoje volto a refletir sobre suas músicas, comportamento, estilo de vida, filosofia, obra.

Raul deixou um legado. Seus fãs são xiitas e um tanto chatos por isso até (vão de jovens idealistas a velhos carrancudos). Vivi foi transgressora em optar pela música eletrônica como ferramenta de trabalho – ela é DJ. Se seguisse pelo rock, não haveria subversão.

Ta aí! Escrevendo esse textinho, organizando os pensamentos, já consegui ver nela algumas coisas de seu pai. E eu? O que eu tenho em mim do meu, fora a fisionomia? E de minha mãe? Essa eu já sei a resposta: a garra.

E viva as novas gerações e tudo aquilo que trazem de novo! É a evolução das espécies. Não estamos fazendo nada mais do que vivendo - como nossos pais (porque afinal “tudo acaba onde começou...”).

Para relembrá-lo em grande estilo, um pedido: Vivi, toca Raul! (no seu estilo, claro). Um novo clássico!
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!