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Friday, 23 November 2012

en français, S.V.P.

How to avoid boring mobile phone companies calls, being in Montreal?

- Pourriez-vous parler en français, svp?

- Sorry, M'am, but I can't... However, I will ask someone else able to call you later, ok?!

Nevermore disturbed.

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By law, services must be offered primordially in French in Quebec, using English as an alternative. After all, their official language should be respected.

This is not the case, though, in real, pratical daily life here. Unfortunately. 


Sunday, 25 September 2011

everything comes to him who waits


How ineffable (and wonderful) is feel the mix of nervousness and anxiety with excitement while waiting for a call - a special one, of course. This happens due to the butterflies in the stomach, those which make you feel as a 'silly romantic girl' sometimes.

I confess I would like to experiment that sensation more often. Actually, not ‘only’ this, but pass through ALL process related to be involved with someone else who turns you on, and vice versa. By the way, reciprocity is essential to go ahead.

It just works when really ‘plim’! That means, first of all, it's necessary a minimum of chemical attraction, and this phenomenon is totally involuntary. So, thousands of people can call you without (at least) make your heart beat stronger… In other words: we cannot command our own feelings; the fervour of our heart does not depend on our decision.

Thus, I hope he makes by himself the right choice not to waste my precious time, energy and vocabulary with who doesn’t worth!


On the other hand, in a place where you don't have many friends, you await for simple and kind invitations in order to have some company to do something; anything... indeed! You are more opened than usually, leaving some considerable discretions aside.

In this case, it's important take care and avoid any lack or needfulness. After all, in most part of these movements, hurry and quality standards are inversely proportional. So, it's 'dangerous' while being as vulnerable as alone!

Then, all this mess in my stomach starts to arches (and also worry me) a lot...

Sunday, 17 July 2011

amateur


First of all, I hate when is used SMS while it’s possible date people.  Unfortunately, some guys prefer to communicate aloof, sending you some text in stead of call and invite you to take some drinks, talk… whatever! (everything which is possible to be done between two people)

Some cell company's here, in Brazil, support in their advertisings my concept. Inclusively, they present many advantages to have credit on your mobile just to be able to call anyone. So, follow it: be a caller, not a amateur! - please. (By the way... never call collect!)

Stupid, men sometimes miss good opportunities of pleasing… being closer, for a song. Calling permits to have a instantaneous answer, besides feel the intentions of the other who speaks while hearing his voice... For instance, it’s not essential put a ‘kiss’ in every end of the message. However, it’s cute. Furthermore (and mainly:) women both observe and care about that! - this is a case when cheap becomes expensive. SMS could be not profitable!

All in all, without any kiss, I’m going my way, following my intuition and choosing what is worth (or not) for me… what has satisfy me at the moment. Certainly, it’s not being unimpressed, apart, that will me turn me on, overwhelm me, make me crush on him.

Nice verses in lyrics and no one to impress me… Stuff it! 


I hope not to be one when trusting in people.  I sincerely believe that it is essential for a better world since every one does his bit, keep his promises.

My dying word: hope.

Wednesday, 18 August 2010

ducha (ou seria 'bucha'?)


Da série 'Ninguém Mecere', parte 3:

O telefone toca no fim do dia. Você está mega enrolada, alguém atende pra você e diz o nome dele. Opa, é aquele cara LINDO que você não acredita que está, enfim, ligando!

Na hora, uma tremenda injeção de ânimo, mas quando a esmola é demais, o santo desconfia... Depois de um papo incrível e gentil, ele larga a bomba: pede o telefone daquela mina bem MAIS OU MENOS que você conhece.

Um banho do água fria! Situação dispensável, frustrante. Na boa, preferia que não me ligasse - MESMO.

Sunday, 1 August 2010

grude só!


Conhecer o novo universo de alguém, apresentar-lhe o seu, pensar nessa pessoa o dia inteiro, soltar aquele sorriso bobo ao lembrar como é bom estar com ela, inseri-la no seu mundo, sentir o coração bater mais forte ao ouvir o telefone tocar e saber que é ela te ligando só para dizer ‘oi’ ou para combinarem de se ver, ter uma agenda cheia de programinhas a dois preenchendo dias e noites – banho, almoço, cinema, jantinha, dvd, conchinha, não fazer nada juntos, passar um final se semana inteiro enfurnados em casa só trepando...

Começo de namoro é MUITO bom! Eu quero.

Wednesday, 1 July 2009

se beber, não ligue!


Oh, dúvida cruel essa de ligar ou não ligar, de mostrar-se afim ou segurar a ansiedade e esperar pela iniciativa do outro em procurar, em se ter um bis. Quem nunca passou por isso?

Essa fase é muito boa, mas massacra os corações mais afoitos. Podemos errar ligando e insistindo, ou podemos deixar passar a vez e perder o time da outra pessoa que aguarda um contato nosso. Nem todo mundo é bom nos joguinhos de sedução, infelizmente.

Mulheres sempre esperam um ‘alô’ no dia seguinte, que pode também ser via e-mail, mensagem de texto (menos intenso, mas que cumpre com o papel de transmitir que foi bom). Não posso responder pelos homens o que acham a respeito. Gostaria de saber, inclusive, para poder proceder sempre da melhor forma e acertar em minhas conquistas.

Meu 'Minsitério Sentimental' adverte: se beber, não ligue! Acho graça nisso, mas é real. Se tomar uns drinks e não se controlar é melhor que não tenha o telefone do pretendente, peguete, ex, etc. no celular. A gente acaba ligando e nem sempre isso é bom. O álcool entra e a verdade sai. Junto com a ressaca pode vir um arrependimento de ter sido invasivo e inconveniente, ou sincero demais.

Talvez seja melhor esperar... ou não.

Wednesday, 1 April 2009

ela é carioca


Se eu já sou uma carioca? Quase isso. Ouvi esses dias que Ruy Castro escreveu em Carnaval no Fogo que somos todos cariocas, só que alguns nasceram longe de casa. E é por aí mesmo! Impossível não se apaixonar e adotar esta cidade maravilhosa, que te recebe tão bem, como lar. Mas trata-se de uma transição lenta, considerando que trouxe comigo uma bagagem de mais de duas décadas de uma cultura muito forte (tchê!), e da qual me orgulho.

Hoje, já são cinco anos e alguns meses de praia. Passou rápido. Uma das primeiras coisas que eu reparei ao me mudar para cá, é uma besteira, mas me marcou muito e me fez analisar todo um jeito de ser 'carioca': aqui as pessoas dizem que vão ligar e não ligam. Foi a primeira impressão que ficou. Hoje eu já absorvi esse comportamento e nem percebo mais quando isso acontece, e pode até ser que eu dê o 'perdido' vez que outra em alguém também, sem querer.

Mas o fato é que no começo me incomodava e eu não entendia o porquê dessa dificuldade em dizer a verdade, um não, ou somente não dizer nada numa despedida, por exemplo - apenas 'tchau'. Aos poucos aprendi que o "eu te ligo" daqui é como um "até". E para um típico carioca, dizer isso não significa em absoluto uma obrigação (ou vontade) de entrar em contato com o outro depois. No mínimo interessante, né?!

O que já entendo hoje é que o carioca é extremamente cordial e uso justamente esse adjetivo não por acaso, mas referindo-me ao texto de Sérgio Buarque de Hollanda, que versa sobre essa característica do povo brasileiro. O Rio foi a capital do Brasil até 20 de abril de 1960. Foram muitos anos como a cidade mais importante do país, cenário de acontecimentos históricos. Trata-se de tempos marcantes, que influenciaram inclusive o comportamento daqueles que aqui viviam e criaram o conhecido 'jeitinho' para driblar problemas, dificuldades, e manter a política da boa vizinhança para não se dar mal. E foi aí que acho que essa mania louca de informalidade, de "deixar no vácuo", nasceu.

Os gaúchos são os mais europeus dos brasileiros e, por isso, mais radicais, mais secos. Dizemos (e ouvimos) mais 'não'. De onde eu vim, se alguém diz que vai fazer alguma coisa é porque vai e quer fazê-lo (por mais que demore), se não, não diria nada. Por isso não consigo entender como alguém diz que vai ligar e simplesmente não liga. Não estou aqui entrando no mérito de julgar o que é certo e errado, quem é melhor, ou mesmo apontar defeitos. O objetivo é discursar sobre diferenças e qualidades que se destacam, que me atentam.

Um fator determinante para mim nessa nova vida é o calor. Aqui as pessoas se encontram na rua, na praia, não precisam marcar de se ver porque se encontram 'por aí'. Com o frio a tendência é de se entocar. Ninguém fica perambulando a quatro graus sem saber se vai ou não encontrar os amigos, por isso combinam, marcam de se ver e assim as pessoas acabam indo mais uma na casa das outras.

Outra curiosidade ligada a fatos históricos descritos por Gilberto Freyre em Casa-Grande & Senzala é que no sul (como todos aqui chamam qualquer lugar de São Paulo para baixo) não se tem a cultura de algumas profissões que vemos com frequência no cotidiano carioca - babás, motoristas, porteiros, personal dogs, etc. Pode ser que a segmentação da 'porta de serviço' venha da grotesca diferença social existente, resquício do Império (mais ainda... de um período colonial desleal e desumano).

No Rio, é comum esse costume de se ter empregados, de querer se manter aparências e, portanto, se casar, além de se evitar dizer não para que portas não se fechem. Deixo claro que 'manter aparências' nada tem a ver com uma mania provinciana porto-alegrense típica de se julgar as pessoas pelo o que vestem, ou algo do gênero. Aqui no Rio se vai de calça jeans em casamento e se anda de ônibus em trajes de banho. As pessoas não se arrumam muito para nada simplesmente porque suam, porque uma torção de pé em pedrinhas portuguesas num salto altíssimo significa fratura exposta, porque aqui é tão cosmopolita, são tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, que o glamour acaba ganhando outro charme - o da naturalidade, sem deslumbres.

Quantas celebridades podem comparecer a uma festa, ser vistas no shopping, estar na praia, de noite no baixo, ser seu vizinho, amigo, colega de trabalho, amante, afim? Quando me mudei pude ver, sentir e viver na vida pessoal e, profissionalmente, como a terra de política, esporte, teatro, estúdios de rádio, cinema e televisão, valoriza as pessoas.


É um rio de possibilidades, não me canso de dizer orgulhosa. Sempre quando fico triste, com saudades, lembro logo que aqui as coisas acontecem facilmente, que a natureza está à nossa volta e o passado nas ruas de um 'Rio Antigo'. Sou muito sortuda mesmo, afinal "da janela vê-se o Corcovado, o Redentor, que lindo!". Eu? Quero a vida sempre assim.
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passatempo

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  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
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  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
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  • exerça a tolerância
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  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
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  • siga a sua intuição
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  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
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  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!