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Friday, 9 January 2015

an uncut diamond

I'm am one! Just waiting for an opportunity to shine, and make others shine - my speciality! 

Unfortunately people have sub-estimated me... Although sometimes it is hard to remember who I am, I've tried not to believe in what others say, or better: use their words to became even stronger, improve my skills and go for it.

I'm just saving my talents. Lucky will be the one who put his eggs on my basket!


Monday, 15 April 2013

C.V.

Writing a summary of my experiences... 

What a mess: many things to list!

Good ones, indeed (so much the better!).


Despite the restart, I'm pro.

Saturday, 21 May 2011

naked truth


Which is the relationship between erotic and children’s TV shows?

Me! - from the porno to the infantile world, I’m sure I can exert mastery in any function.

I'm Jack of all trades, master of anyone. That means I'm versatile... all-round.

More than simply 'sink or swim' I've been floating over there. In this case, the reality is that, professionally, I'm not radical indeed.

As a matter of fact, it's not necessary any extreme preference... After all, the only mockery I believe I'm not able to work is politics.

Sunday, 29 August 2010

pro


Quero só trabalhar com gente PRO - PROfissional, PRÓ-ativa daqui por diante. Sou PROdutora, oras... A última coisa que eu preciso é de gente PROblema, imPRÓpria na equipe!

No final, tudo dá certo, mas o PROcesso é conturbado... Impossível se PROgramar, PROgredir sem seguir PROtocolo algum!

Infelizmente, nada PRÓspero quanto eu imaginava... (!) mas vamos PROsseguir, há muito pela frente ainda. Eu sou PRO, não vou deixar a peteca cair - jamais.

PRÓximo PRO job, por favor!

Monday, 8 March 2010

às mulheres


Minha homenagem, e a do ‘cara lá de cima’, a todas nós que vivemos duramente os dias de hoje por bancarmos nossa liberdade, por pura opção de ser gente. Antigamente não éramos assim consideradas, pasmem. Fomos somente ganhar reconhecimento depois... e um dia para chamar de nosso no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, quando foi decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher".

Mas foi somente em 1975, através de um decreto, que a data foi oficializada pela ONU. A escolha foi excelente, em homenagem às operárias de uma fábrica de tecidos da cidade de Nova Iorque que fizeram uma grande greve, reivindicando melhores condições de trabalho e equiparação de salários com os homens (que chegavam a receber até três vezes mais para executar a mesma função). Essas guerreiras foram reprimidas e morreram carbonizadas, trancadas dentro da fábrica que fora incendiada, num ato totalmente desumano.

Ser mulher é tudo junto - mãe, esposa, profissional, dona de casa, amiga, amante, e ainda ser especial, frágil, bonita, inteligente, interessante e tudo mais! Tem homem, inclusive que é mais fêmea que a gente, que nasceu do sexo feminino. Esses merecem nosso respeito porque OPTARAM por ser como nós, mesmo sabendo de todos os problemas que permeiam nosso ser, e toda a sor física e social da mudança. Nunca seremos totalmente iguais aos homens considerando-se hormônios, força, racionalidade... (ainda bem!) mas que haja justiça e coerência na vida, nas escolhas.

Parabéns a todas essas mulheres diferentes.

Tuesday, 23 February 2010

pussyness


Produto? Não, trata-se de trabalhadoras o que se vê através das vitrinas do (para os locais) Rossebuurt de Amsterdam. A capital holandesa, turística por seus canais, tornou-se famosa também pela exposição de mulheres nas ramen. Essas, são abertas como janelas nas ruas, mostrando o que ali é oferecido - sem pudor.

Por esse e outros tantos atraentes motivos, o mundialmente conhecido Red Light District, traz homens de diferentes lugares para gozar de tamanha liberdade e variedade. A oferta é vasta; a curiosidade, idem. Diversos casais e mulheres são vistos perambulando pelas ruelas estreitas, com olhos atentos em direção ao que está exposto.

Civilidade - uma vez que a prostituição é (tida como) a ‘mais antiga das profissões’, e sendo ela legalizada nos Países Baixos, não há o porquê de espanto, vergonha ou qualquer outra manifestação hipócrita que possa ser esboçada. Elas pagam impostos como qualquer cidadão e merecem o devido respeito. Por favor.

Este é um exemplo a ser seguido. Não adianta tentar tapar o sol com a peneira, pois a luz vermelha vai sempre brilhar, piscar, chamar a atenção de todos onde quer que seja. Admitamos. Peep shows, sexo explícito, stripteases, pole dance... há uma gama de outras atrações que podem, inclusive, apimentar a relação e/ou inspirar solteiras e casadas.

Aos mais críticos, uma boa notícia: a probabilidade de se ter uma infecção qualquer por consumir algo ruim é pouca. Lá, as meninas executam suas funções laborais em boas condições, pois tem acesso gratuito ao serviço médico e suas práticas são reguladas pelo governo. Informação não falta a quem frequenta as redondezas. O sexo se faz seguro então, só faltaria mesmo vir com bula (mas aí já é demais!).

A movimentação é grande, pois o local é legal - literalmente. Claro que como em qualquer outro lugar, não se deve marcar bobeira, ficar à toa, mas dá para conhecê-lo com tranquilidade. O único porém é não poder fazer registros em vídeo ou foto sem prévia autorização. Compreensível (se formos comparar, em algumas ruas de Copacabana funciona da mesma forma...).

É um BAITA negócio! Ninguém quer vacilar, perder clientes, dinheiro, tempo, o que for. O mercado é ágil, competitivo, e o trabalho, suado. Nada é de graça. Tudo ali é pago - vendido ou alugado, porque quem dá é instituição de caridade (e, sinceramente, não vi nenhuma por lá).

Saturday, 19 December 2009

um grito


Na boa, se alguém que se diz jornalista, mas não sabe o que foi a Escola de Frankfurt, nunca leu um texto sobre Comunicação de Massa e desconhece quem foram personalidades como Claudio Abramo, Roquete Pinto e Assis Chateaubriand, EU é que não sou mais! Abdico desse meu título conquistado à base de uma universidade (se é que se sabe o que isso significa) – seja na graduação, extensão e pós graduação.

Embasados naquela aprovação absurda do TSF de que não precisa mais de diploma para exercer a profissão, muitos “colegas” sem formação, mas que estão na mídia sem nem saber fazendo o quê, além da determinação de serem famosos não interessa como, enchem o peito para se afirmarem profissionais da comunicação. Literalmente é o fim de carreira, da minha, nesse ‘jornalismo’ atual de (des)“iguais”.

É o assassinato do saber. Já havia comentado isso anteriormente, desde que saiu essa lei questionável e reprovada pela maioria dos racionais que consideram o fundamento do conhecimento e todo o seu poder em quem exerce a palavra. Mas agora, sofrendo na pele comparações de equivalência e então uma desqualificação de meu currículo, dou um grito – de independência, alerta, socorro, indignação e raiva.

Eu sou radical. Para mim, mesmo anteriormente, quem não tivesse estudado não poderia nem estar nos veículos por menores que fossem, assinando textinhos em blogs (que seja), falando em rádio ou estampando seus rostinhos como apresentadores de qualquer coisa. Esses sujeitos estão ali transmitindo o que não foi por eles elaborado, apurado, escrito – sobre assuntos que MUITAS VEZES ele não sabe nem do que se trata!

Cruel. Para que isso? Só porque ele tem um rostinho bonito? (e às vezes nem é) Ou uma voz aveludada? Não precisa, né?! Garanto que no mercado, saindo frescos da academia, ou já macacos velhos, formados e com anos de redação ou estúdio, diversos profissionais possuem os requisitos necessários e podem ocupar esses lugares. E com uma vantagem: com consciência, razão e conhecimento - isso, ninguem nos tira.

Ok, mas vão me argumentar falando da EXPERIÊNCIA desses aspirantes nonsense. Algumas estão no ar há tempos, inegável. Reitero minha posição a respeito ao passo que comprovadamente essas criaturas não sabem nem o que é um lead. Bom, isso é básico e se nem isso eles sabem, como trabalhar qualquer pauta, editoria ou fait divers que seja? Pois é, tem gente que mesmo com anos de TV AINDA não sabe o essencial.

Digo isso por vivência. Se alguém que trabalha o equivalente (e até mais) a uma faculdade e não aproveitou essa bagagem para saber o que fazer como JORNALISTA, não sei sinceramente o que está fazendo ali. Não dá para a coisa, enfim, é o que concluo. Só com aulas, disposição e orientação mudaria. Estudando. Mas quem nasceu pra tico-tico nunca chega a sabiá. E quanto a isso, não adianta nem gritar, no caso.

Quem aprovou tal determinação esse ano certamente não tinha noção das conseqüências desse ato, ou sim - e FODA-SE. Afinal, para que pessoas inteligente falando ao povo? Quanto mais nulidades transmitindo o óbvio ou o nada, melhor. É o que eles querem. É inegável. Protesto feito, sigo descontente, com um diploma e mais de oito anos entre livros e polígrafos, seminários e monografias, estúdios e redações, jogados no lixo em função dessa realidade injusta, insensata.
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Para ilustrar esse post utilizei-me de uma paródia (se é que isso é possível com obras de arte... Desculpem-me, posso estar cometendo aqui uma aliteração braba, mas essa foi a melhor definição que encontrei agora para descrever essa ilustração) do quadro de Edward Munch, O Grito.

Uni o útil ao agradável, pois já queria escrever desde o dia 17 agora sobre Os Simpsons, esses simpáticos e avessos personagens (norte)americanos. Eles conquistaram o mundo com seu anti-heroísmo e sarcasmo sobre essa sociedade capitalista. E isso já explica tudo.

Essa semana eles completaram 20 anos. E seguem dando o que falar, com frescor. Parabéns ao seu criador, o desenhista Matt Groening, por esta idéia maravilhosa (e controversa) de dar vida a essa família que reflete os efeitos dessa realidade ensandecida que vivemos por tabela.

Sucesso - eles estão por toda a parte, são e fazem arte! São perfeitos na sua imparidade. Adoro. A
mo a Lisa (e a chupeta da Maggie).

Monday, 17 August 2009

por trás de uma tradição


Gueixas são experts na arte da sedução. Elas se arrumam, maquiam-se, dançam, cantam, servem e adulam seus clientes. São caros e disputadíssimos seus serviços. Mas não se iludam, elas não são prostitutas, embora esse limite seja bastante tênue e de difícil compreensão na nossa cultura ocidental.

Uma coisa é fato: elas não trabalham diretamente com sexo. O governo do Japão lhes deu somente permissão para trabalharem como artistas. E como o proibido é muito mais atraente, é justamente isso que atrai diversos homens nessa milenar tradição japonesa. Existe toda uma preparação para uma mulher se tornar uma gueixa, e por isso essa condição é cercada de tanto status.

Lindas, anônimas e enigmáticas, são donas de um estilo de vida que inspirou livros e filmes, pois vivem num universo reservado, muito fechado. São um dos símbolos mais marcantes de seu país e já estiveram inclusive em melhor posição do que mulheres comuns, mas tiveram problemas na sociedade japonesa – isso antes do século 19. Não raro, meninas eram vendidas às casas de chá (hanamachi), para se tornarem maikos (aprendizes de gueixas).

Num mundo de romance, luxo e exclusividade, não muito diferente do que acontece aqui, ainda hoje, com as nossas profissionais do sexo, alguns homens ricos, chamados danna (patronos) pagavam muito dinheiro para ter a atenção pessoal de uma gueixa. Assim, elas não podiam se casar e dependiam financeiramente de seu danna para pagar suas despesas. E em alguns casos, outros homens pagavam muito dinheiro para tirar a virgindade das novas meninas (mizuaje).

A reputação dessas mulheres-artistas se elevou após a Segunda Guerra Mundial, quando leis importantes foram criadas, protegendo meninas de serem vendidas às casas de chá, ou terem suas virgindades leiloadas. Hoje, mulheres só se tornam gueixas por sua própria vontade. E essa realidade segue inacessível para a maioria dos mortais. É privilégio de poucos empresários ricos, políticos poderosos, renomados artistas e ou temidos yakuzas.

E levanto a mesma questão que fica no ar no filme de Spielberg (Memórias de uma Gueixa): pode uma gueixa amar? E as prostitutas? – com elas, é diferente? Seriam essas profissões um tanto ‘perpétuas’, que aprisionam as mulheres e as deixam fadadas ao mesmo destino? Ficam aí minhas dúvidas quanto a essas profissionais da sedução, que nunca podem discordar dos homens, falar de assuntos que os perturbem e vivem para agrada-los, e não a si mesmas.

Wednesday, 17 June 2009

ser ou não ser - eis a questão


Está decidido: a partir de agora não é mais obrigatório o diploma de jornalista para o exercício da profissão. Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal decidiu que qualquer um pode exercer plenamente sua liberdade de expressão e de informação nos veículos de comunicação brasileiros. Qualquer um.

Há quarenta anos a exigência do diploma foi prevista pelo Decreto-Lei 972. Apesar das circunstâncias ditatoriais, é evidente que esse controle permitiu e garantiu a profissionalização e a maior qualificação da atividade jornalística no país. Até então eram seguidas exigências mínimas ‘padrão’ para definição da categoria. Agora, cada veículo poderá estabelecer os critérios de quem contrata.

Vencido, o ministro Marco Aurélio Mello defende que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional, que repercute na vida do cidadão em geral. E o relator da ação, Gilmar Mendes, comparou o ofício do jornalista ao de um chef de cozinha – ou seja ‘todos podem cozinhar, mas só alguns são especialistas de verdade’. Infeliz analogia.

Se um cozinheiro erra a mão num prato, por exemplo, o prejuízo é um. Agora, se um ‘comunicador’ (sendo ou não jornalista) informa errado, o problema é outro, podendo atingir uma esfera pública, política, educacional, histórica etc. Os danos à sociedade são mais complexos. Acho muito perigosa essa tal liberdade e responsabilidade concedida a 'qualquer um'.

Além dos veteranos de exercício, quem já (con)vive e sofre com o despreparo de alguns colegas hoje, terá que trabalhar com novatos sem conteúdo - sem as teorias, a ética, a filosofia e as semióticas antes ensinadas e debatidas na academia. Só a prática, sem o conhecimento, não forma nenhum profissional.

Cada vez mais o poder da informação e sua transmissão estão a Deus dará. Depois reclamam da qualidade do conteúdo da televisão, rádio, jornal, internet... Eis a questão!

PS - O que é o modo de falar desses ministros e de alguns líderes de entidades representativas? Vi alguns depoimentos na TV agora há pouco e fiquei CHOCADA com tamanha pompa no uso das palavras, num sotaque estranho de não-sei-qual-planeta! Alguém viu?

Friday, 24 April 2009

o terror das namoradas


Quinta-feira, 23 de abril de 2009, 14h.

Era para eu receber algumas mulheres e matar sua curiosidade acerca do universo masculino. Onde? Num dos maiores clubes de strip do país. Desde que fiz o convite a dezenas de homens para eles comparecerem no Carmen's, elas se mostraram interessadas em acompanhá-los. Foi então que agitei um esquema para que elas pudessem ir, mas num evento exclusivo só para elas e para casais. Perdi essa jogada por WO.

Pela ausência total das moças, dei-me por vencida e passei a acreditar mais no que uma amiga falou, que elas só disseram que queriam ir para alfinetar os homens. Mostraram-se afim de acompanhá-los para controlá-los, e não porque gostariam de fato conhecer o lugar, participar. Na real, não queriam que ELES fossem, ou que estivessem lá sozinhos. Fato. Infelizmente juntos não iria rolar a pauta que me trouxe ao sul.

Mais de 30 homens compareceram e participaram do evento que produzi. Gravamos algumas matérias para o Zona Quente das 12h às 20h. Agradeço imensamente pela colaboração de todos. Foi cansativo, mas muito bom. Tenho certeza que o resultado será satisfatório, para todos. Como mulher, não sei se fico feliz por ter tido um coro excelente, mesmo sabendo que muitos deles tiveram que omitir de suas parceiras que foram. Como produtora, tanto faz.

Gostaria que fosse diferente, que os olhares de reprovação fossem menos ácidos. Não faço mal a ninguém. Por trabalhar com um assunto interessante e diferente incomodo. Já me acostumei com essa reação negativa, embora seja injusta e eu não provoque. No fundo quem sai perdendo são ELAS, pois atiçam a mentira e omissão daqueles com quem convivem, amam, querem bem, mas sem liberdade. Fraqueza.

Tenho uma visão diferente provinda de quase quatro anos trabalhando num meio em que o ciúme e a insegurança são vencidos todos os dias, a cada set, festa, cena. Sou privilegiada? Não sei. Entendo bem os homens e tento levar esse conhecimento para o meu íntimo. Muitas vezes não sou feliz. Só sei que vejo relação 'sexo X amor' de outra forma, de uma forma mais real, natural.

O que elas temem? Independente de todas as respostas possíveis, queria MESMO que não fosse eu, que essas namoradas/mulheres e afins não enxergassem em mim uma concorrente, inimiga, vilã. Sou apenas profissional.

*As matérias vão ao ar no Sexy Hot a partir de junho, ainda sem data prevista.
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passatempo

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  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
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  • dê atenção às pessoas
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  • respeite a natureza e os mais velhos
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  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!