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Tuesday, 9 April 2013

¡atención, mamás!

DO NOT leave your children without guide to Facebook, among all others social networks. 

Besides harassments and pedophilia, itself, there are unacceptable and offensive behaviors which must be avoid - from kids, I mean. Parents must be both watchful and attentive about what their descendants post.

Guns, drugs, violence, promiscuous language, lies... There are many bad influences (from anywhere!); unfortunately, some, they simply don't catch. After all, there are still innocents - even if measuring more than us! However, I strongly believe that if they want to use it, they must distinguish good from bad by themselves - at least, a little (try to... Be wise!).

Love, dialogue, explanations, books, reading, newspapers, (good) movies, less videogame and internet - that's what they need to understand in a better way this world and for a responsible usage of medias and technology. Further: this inducement provided by their progenitors, then, with school's orientation - mainly nowadays, with all this bullying stuff.

Friday, 21 December 2012

bemvindo

Arte de Crânio, SP
Bem, se o mundo não acabar hoje, conforme previsto pelo calendário maia (o qual respeito bastante), que a gente não esqueça e ignore todo o processo de destruição do planeta. Esse sim, parece não ter fim.

E não deixo de lado toda a parte (des)humana da coisa: pouco amor, mas muita falta de respeito, de cultura e educação. Tanta mentira... inversão de valores. Ganância total! Egoísmo, exploração. 


Genocidio de índios no Brasil... Onde vamos parar?

De qualquer maneira, é o cúmulo a que ponto já chegamos. Parece estar tudo errado mesmo... sem solução. O limite? Se não é agora, o alcançaremos logo. Não me surpreende o prognóstico.

Em breve termina tudo. Inclusive o ano, e a vergonha na cara, espero.

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cada um com seu cada qual

Para tudo que eu quero descer! Um bom exemplo para ilustrar bem o quanto a situação atual é crítica (sem exageros!):

Principal entidade pró-armas dos EUA, a NRA (National Rifle Association), acaba de afirmar que "A única forma de deter um cara mau com uma arma é um cara bom com uma arma". No discurso de seu vice-presidente, Wayne LaPierre, eles deixam claro sua posição a respeito da delicada questão de armas a fogo no país - principalmente agora, após o incidente em Newtown, Connecticut.

Neste
último massacre em solo yankee, ocorrido semana passada, 20 crianças e seis adultos foram mortos. Em resposta, o presidente Barack Obama havia prometido uma revisão na atual legislação que permite a posse de armas. Os lobistas, então, apelam agora dizendo que a lei deve ser mantida porque "é o único modo de defesa", e apoiam ainda que todas as escolas do país sejam vigiadas por policiais armados.

E eu pergunto: se o prop
ósito é justamente a paz, para que mais munição? 

É o fim (da picada)... de fato!

Leia mais.

  

Monday, 5 November 2012

V pour Vendetta

L'occasion est parfaite: le 5 novembre.

Pour ceux qui n'ont pas regardé le film, voici une brève explication:

V, le protagoniste (à propos: mon héros préféré!), mène une vendetta personnelle contre le gouvernement fasciste au pouvoir à Londres. La date pour qu'elle ait lieu n'été pas choisi au hasard: est inspirée par «la nuit de Guy Fawkes», également nommée «la nuit des feux de joie», célébrant la Conspiration des poudres du 5 novembre 1605. 

Dans les deux moments, ils visaient d'exploser le Parlement de Westminster comme une façon d'opposition au système - avant, le religieux; après, le politique - le but du vengeur masqué de la bande dessinée de Marvel.

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graffiti peint au 22 octobre à l'école
dans la vraie vie...

À cause de menaces de fusillade évoquées sur les réseaux sociaux, une école secondaire à Saint-Jean-sur-Richelieu a été fermée ce matin.

Sur des murs de la Polyvalente Marcel Landry, des graffitis peints évoquent la date d'aujourd'hui. Possiblement, en lien avec le film «V pour Vendetta».

Heureusement, rien n'est arrivé. Demain, l'
institution rouvrira ses portes normalement.

Plus d'information:


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attaque de la testostérone

Je ne savais pas, mais en regardant le film Polytechnique j'ai connu la triste histoire de la tuerie de l'École Polytechnique de Montréal.

Pendant l'hiver de 89 (le 6 décembre, plus précisément), beaucoup avant des célèbres cas étasuniens de Kip Kinkel et de Columbine (eternisé au cinéma par plusieurs films, à exemple de Bowling for Columbine, de Michael Moore), l'
étudient Marc Lépine (alias Gamil Gharbi) a ouvert le feu contre 28 personnes dans cet etablissement d'enseignement. Il a tué quatorze (toutes des femmes) et a blessé quatorze autres (4 hommes et 10 femmes) avant de se suicider.

Le motif? L'antiféminisme. Il a laissé cette lettre.

Ce massacre s'est passé en moins de vingt minutes à l'aide d'un fusil semi-automatique obtenu légalement (l'oiseau ne tombe jamais loin du nid - à l exemple de les politiques d'armes de feu de leur voisins).

Comme ceci, plusieurs d'autres incidentes ont eu lieu en milieu scolaire, même au Canada - avant et après.

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souviens-toi du 5 novembre 

À n'en pas douter: un jour inoubliable!

Au bout du compte (mais non moins important), ce soir le mairie de Montréal, Gérald Tremblay, démissionne. Finalement. 

La nouvelle ne me surprendre pas, ensuite son repos (forcé. De même, M. Gilles Vaillancourt, de Laval). Il a pris quelques jours pour réfléchir. Était-il nécessaire? Bon, au moins, c'est fait.

C'est finie son administration douteuse et peu fiable. Éclaboussé par de multiples allégations visant sa connaissance par rapport aux actes «irréguliers» pendant il était en poste, il quitte la vie publique. 

Fera la commission Charbonneau renoncer M. Vaillancourt aussi? On présume.

Line Beauchamp durant le printemps dernier, Jean Charest juste après l'élection (à lequelle il a échoué), maintenant M. Tremblay... Qui sera le prochain personnage directement impliqué dans la crise étudiante à  tomber?

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D'autre part, Gabriel Nadeau-Dubois reçoit beaucoup d'appui pour ramasser la somme de 74 000 $ dont il a besoin pour qu'il puisse défendre sa cause devant les tribunaux. En environ 48 heures, plus de 1700 donateurs l'ont aidé, parmi eux la Confédération des syndicats nationaux (CSN).

L'ancien co-porte-parole de la CLASSE a été reconnu coupable d'outrage par le juge Denis Jacques, de la Cour supérieure du Québec. Son jugement est en appel.

Remarquable: charisme a un valeur inestimable. Principalement en politique.

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naturellement

Vendetta par cause et conséquence.

Peut-être, dès maintenant, une révolution silencieuse, sans violence, au Québec. Chimérique, démocratique. Pour quoi pas?!

Ou, plutôt un petit retour aux idéaux d'une Révolution tranquille...
 
De fois, le justicier anarchiste agit seulement par des idées. Les nôtres.

(«et les idées sont à l'épreuve des balles, monsieur Creedy»).

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Les bandes annonces des films:

V pour Vendetta
Polytechnique
Bowling for Columbine
 
*Puis j'attends anxieusement la venue de quelques-uns sur le Printemps Érable!

Wednesday, 15 February 2012

dutch machine

Despite of a school bus, in Holland is like that: kids pedal to go study!

Yes, a (different kind of) bicycle is their transport. What a good idea!

I love that... Everything related to their means of transportation.

(It's a good thing that in Montreal the spirit is the same! I'm really glad to be here - witing for summer, to finally ride a bike...)

Thursday, 4 February 2010

a origem de tudo


Uma criança chega para mãe e pergunta como nascem os filhos.

Sexo, cegonha, sementinha... o que for! Naquele instante, cabe a ela a decisão de dizer a verdade, mentir, ou pior: omitir.

Assisti a uma reportagem no Fantástico deste domingo sobre educação sexual de crianças na escola. A grande questão era se essas instituições deveriam ensinar isso a partir dos sete anos, como fazem na Holanda.

De um lado, pessoas bem resolvidas, crentes que esse conhecimento ajuda a reduzir problemas como gravidez na adolescência e abuso sexual, por exemplo. De outro, gente horrorizada em fornecer aos pequenos informações básicas e naturais. Impressionante, a maldade está na cabeça dos adultos.

Na enquete realizada durante o ‘show da vida’ com o público em casa, a maioria dos brasileiros se mostrou a favor de transmitirmos desde a infância noções essenciais sobre sexo, saúde e prevenção. [Alívio] Sempre é melhor conduzir com sinceridade e de forma clara, correta, pro bem.

Lembrei agora (e mais uma vez) do filme A Culpa é do Fidel, em que Ana, diferente de suas amiguinhas, sabia sobre a origem dos bebês, a diferença e função dos órgãos reprodutores masculino e feminino etc. Quando se tem um casal, fica mais fácil. Os próprios irmãos se questionarão a respeito.

Hoje, fica a cargo dos pais esse esclarecimento que facilitará a vida dos futuros cidadãos desse mundo, preparando-os para uma realidade inevitável. Se eles não forem instruídos em casa ou no colégio, irão aprender na rua – não adianta! E aí, provavelmente, não participaremos desse que é ou será um momento maravilhoso na vida dos jovens.

Quando eu tiver os meus, será assim: “zizi” na “zezete” - na hora (e da forma) certa.

Thursday, 24 December 2009

histórias de natal


“SE NA NOITE DE NATAL UM PRESENTE QUER GANHAR, PONHA A BUNDA NA JANELA, PAPAI NOEL VAI PASSAR!”

Diferente da ilustração ao lado, essa mensagem vinha originalmente acompanhada de um Papai Noel super bem dotado, mirando uma bunda na janela, contornada de adereços natalinos. Uma pena não ter guardado tão memorável cartão (com ele em mãos, provaria ao contar para meus netos sobre o feito de sua vovó ‘pornô’)!

Acredito que minha primeira grande história de natal foi em 1991, quando eu estava na quarta série. Desde cedo polemizando, gerei a maior dor de cabeça à minha mãe quando então pediram para a gente criar em grupo um Cartão de Natal, e eu acabei me espelhei num bem sacana que tinha lá em casa...

Essa referência era do tempo de minha avó ainda e circulava livremente por diversos natais, sem dramas e/ou moral, e por isso sempre agi com naturalidade ao seu conteúdo. Quando sugeri aos meus coleguinhas que o reproduzíssemos, JAMAIS pensei nas consequências que poderia ter, porque não via naquilo uma ofensa ou algo assim.

Eu tinha nove anos e a professora não falou comigo a respeito, simplesmente chamou minha mãe no colégio, mostrando o absurdo que eu tinha entregue a ela, e preocupada com o mau exemplo que eu estava dando aos outros. Imagino o que não deve ela ter pensado (mal) da mãe, que por sinal não me xingou, castigou, nem nada parecido.

Como uma mulher sempre bem-resolvida e pra ‘frentex’, ela apenas me contou o que tinha acontecido, explicando que certas pessoas não aceitam a sexualidade da mesma forma que nós. E que por isso (e somente POR ISSO) deveria ser mais cautelosa dali pra frente ao exteriorizar piadas com conteúdo sexual. Ela sabia que não tinha feito por mal.

Se há alguém que sempre me entendeu, foi minha mãe! Nada foi escondido ou omitido de mim nem na infância, nem na adolescência. Tenho certeza que essa sinceridade contribuiu para a cidadã que me tornei. A verdade, por pior que seja, é sempre a melhor opção. E essa noção é importantíssima na formação de qualquer criança. Deve ser a base de sua educação.

O que eu desejo a todo mundo? Que tenham boas histórias para poder contar para seus próximos, seja numa noite especial como a de hoje, em que nos reunimos para celebrar o amor - ou como, onde e com quem for. O que de melhor podemos ganhar e dar é carinho, pois gera felicidade. E isso só faz bem e dá o que falar.

Feliz Natal a todos! Esses são meus votos.

Monday, 16 November 2009

a descoberta


A adolescência é uma fase maravilhosa, repleta de sentimentos, dúvidas, vontades, anseios, questionamentos, curiosidade. É quando passamos a descobrir, pouco a pouco, e conscientemente, as delícias desse mundo – o sexo, o prazer. E o melhor: QUEREMOS descobrir.

Na verdade, DEVERIA ser tratado com naturalidade tal desfrute. O ideal seria se tudo fosse esclarecido para que os jovens soubessem o que estão fazendo, o que está acontecendo – porque sim, VAI acontecer. Inevitavelmente. O corpo pede. Não adianta proibir, mentir, negar. É até pior.

Sobre isso que é ‘O Despertar da Primavera’, aclamado como o mais ousado espetáculo da Broadway. O musical, aqui no Brasil com direção autoral de Charles Möeller e Claudio Botelho, aborda o florescer juvenil para essas questões tão vitais.

Educação e orientação sexual, suicídio, estupro, incesto, masturbação, gravidez e aborto são alguns dos temas tratados. Fiquei surpresa com a sutileza na abordagem que não enfraqueceu a riqueza de detalhes de uma realidade tão dura e cruel vivida por esses personagens no final do século XIX.

A época era de religião castradora, ensino rígido, desinformação, moralismo, hipocrisia e sofrimento. A rebeldia e o romantismo andavam de mãos dadas. Claro que os jovens sonhavam, mas a eles faltava saber – por isso eram heróis, porque desconheciam a felicidade. Era um tempo em que se morria por amores platônicos, desamores...

Sou suspeita para opinar a respeito, porque não sou fã de musicais. Acho que no bom da história eles ridicularizam os temas ao passo (e ritmo) que o elenco conduz a história cantando. Assuntos sérios com gazelas saltitantes no palco não me agrada. Mas isso sou EU. Tem gente que adora. Eu mesma já me vi empolgada, mas só com as cabeleiras de Hair e Hairspray.

Achei boa a proposta para os adolescentes, como ‘Confissões de Adolescentes’ foi para mim nos anos 90. Vi aquilo e me espelhei naquelas meninas, quis saber mais, vi que eu era normal etc. Superválido. Gostei da montagem, no final das contas. Vamos fazer matéria a respeito, porque pais e filhos assistem ao programa.

Tuesday, 27 October 2009

ao mestre com carinho


Ouvir que você foi a melhor aluna de um professor é um elogio que devemos levar conosco pelo resto da vida. Ganha-se o dia. Sinto-me uma vencedora com tamanha honra. E a única coisa que tenho a dizer é ‘obrigada’. Aprendi MUITO, principalmente a questionar – e acho que só por isso já vale, sendo que tem mais...

Fico orgulhosa, mas sei que poderia ter sido melhor sempre, e não como acabou sendo na minha pós, por exemplo, quando o trabalho interferiu de maneira tórrida e não me permitiu doar-me por inteiro como antes. Na faculdade, antes mesmo, já foi assim – tanto pelos estágios, quanto pela imaturidade da pouca idade.

Se voltasse atrás, óbvio que me dedicaria mais. Estudaria mais. Nunca fui muito de estudar, porque gosto de prestar a atenção e acabo captando a mensagem durante as aulas e não acredito que uma prova seja a melhor forma de avaliação. Estuda-se um dia antes, fica-se com tudo fresquinho, acerta-se as questões embora não se tenha aprendido de fato.

As melhores lições são as da vida, do contato, do exemplo. Tornei-me jornalista por causa da Eleara Manfredi, minha profe(ssora) querida. Além de lecionar, de ter me dado aulas de História (e Geografia em algum ano) da 5ª à 8ª séries, ela era formada em comunicação e isso me inspirou em muito. Pensava que com o poder da palavra poderia mudar o mundo. E posso, dentro das possibilidades.

Hoje, já vou além e vejo o quanto um palco, um quadro, podem também transformar localmente, intensamente. E esse poder ninguém tira dos heróis responsáveis pela educação. Espelharia-me ainda mais nessa guerreira se pudesse transmitir todo meu conhecimento a algumas pessoas em sala de aula, e ficaria radiante se isso contribuísse para suas vidas, como aconteceu comigo.

O bom é transcender isso e tê-la como amiga. Questiono-me por vezes se ela se orgulha de mim, pois sempre penso que poderia fazer mais e mais, que meu alcance é limitado e minha realidade em função das necessidades cotidianas está viciada, ofuscada, mas não meu caráter, minha formação, meus ideais. E gostaria que soubessem disso.
Esse post é ao meu mestre, com carinho (que é ela, na verdade).
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c'est fini!