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Monday, 22 July 2013

le mantra du égoïsme

On le connaît déjà par coeur...
Par contre, on le suit pas (de tout!).

Pauvres ceux qui ne reconnaissent pas 
les attributs des autres, aveugles par soi même.

Ils vont mourir tout seules, 
gonflés par son ego. 

Finalement: "et Moi-S! et Moi-S! et Moi-S!"

Sunday, 7 October 2012

sacrement!


1.1 km
880 pas
13 minutes 


sans regarder en arrière.

Loin, distant... 

... toute seule?

Des rêves échoués. 
___________________________________________________________

tight

Take my hand and I will follow you, wherever! Forever.

Sometimes, we just need this: being together. Closer.

Other, only a tender look can prove that by itself... Little acts of kindness. 


Everyone has his own way to demonstrate affection, which varies across different cultures. It's solely important that love doesn't ever be put aside, let behind. Never.

Tuesday, 19 July 2011

in tecnicolor


It’s terrible to say, but it’s true: Even some friends are more worried about where do you aim at, besides how far you are intending to go, than help you to arrive there, wherever it be…

Another verification: when it’s time to celebrate conquests, everybody wants to participate. However, when it‘s necessary co-operation to succeed, not always people who you expect will take part of it.

Thus, pratically alone, both tired and a little upset,  I admit
I care, while I'm trying not to express any sorrow. Later, of course I will overcome that!  - I hope that smiling, along with (a) good partner(s), supporting you by my side. 

Right now, I’m in a mutant phase, my “Tecnicolor” moment.  


Please don't you ever ask me things I wouldn't like to talk about
It's time to get in touch with things, we always used to dream about


I'll take a train in technicolor
Come along be nice to me my girl
Through the window, the nice thing on earth will pass by
Moving slowly
Though the wide screen I'm gonna see me kissing you babe
In tecnicolor
 

Oh ! What a nice film we would be, if only you could come with me
It's time to get in touch with things we only used to care about
 

I'll take a train in technicolor
Come along be nice to me my girl
Through the window, the nice thing on earth will pass by
Moving slowly
Though the wide screen I'm gonna see me kissing you babe
In tecnicolor

Thursday, 28 April 2011

anything can happen


I haven’t seen “Rio” yet. I know it has a Brazilian plot, about our  animals and stuffs. For sure I’m seeing as soon as possible. After all, I’m curious! Nevertheless, I reckon it is almost impossible touch me so deeply as Wall-Edid.

Although the huge differences between both robots - one former, more antique and square, diverging from the other that has a high-tech design, rounder and cleaner; in addition not only of their skills and power but their diverse directrixes too, their love overcame these little ‘details’. Furthermore, all trouble they passed to save the plant and come back Earth was not enough to separate them.  

I confess I cried seeing feelings blooming inside him and Eve, while they figured out their sensitivities, dancing together, joining their mechanic hands, touching each other with their robotic types of fingers. I’m a silly girl, I admit: I believe in love at the first sight, even firstly from just one of the parts. Sometimes is necessary some time to happen reciprocally.

However it may be, hope springs eternal (on the movie, the little plant is a live proof of it - a real reason to believe!). Further: lonely, the small automaton used to have a workaholic daily routine amassing and stacking lots of garbage (besides collect interesting items) until know her… It said that good things come to those who wait. I think they are quite right.

Anything is possible.


hegemoniac things must come to an end too

Even the biggest empires such as Greek, Roman, along with the Mongolia and also the native peoples of South America (Incas, Mayas and Aztecas) succumbed. Since then, it’s impressive that their languages have spoken only locally nowadays - in Greek in Greece, Italian in Italy, Mongolian in Mongolia and some are not spoken anymore due to the genocide of that ethnic groups. 

Alternatively, England colonization’s effects can be seen (as well as heard) recently in many countries around the world - US, Canada, Ireland, Scotland, Australia, New Zeeland, likewise some nations in Africa and in United Kingdom. In the same way, no one would dispute that Spain dominated culturally its colonies - giving rise to them speak Spanish until now. France (with Napoleon), Holland (with Vikings) and Portugal (with its navigations) have their “attached” over the continents.  

I’m pointing this politic reality at the same time I disagree with the misbehaviour adopted for these settlers. As far as I’m concerned it would be better if each place would have its own traditional idiom. On the other hand, though overcoming the local culture (in name of God and colonist kings too), some places keep their local dialects, even being background. India is a good example of that.

At these days, neither wars nor economic problems are delimitating factors for this kind of changes anymore. Once, I got to think that it will be possible the American English cross all borders due to the capitalism voracity, similarly to what happened earlier to Latin, which predominate as a scientific code throughout many centuries. Cycles... I really don’t know if, in the future, everybody will speak mandarin, for instance, but I don't doubt. As I finished the former text: everything is possible or ‘impossible is nothing’!

Friday, 7 January 2011

here I go again


Alone, in search of my happiness. With the past getting me enthusiastic, but worried about the future... This is my moment right now - of true, a challange (single and particular too).

It depends only on me, getting ahead in life. So, let's go! - no fear, alive and kicking, to achieve my goals. 

Branches or bridges… I break them both!

Wednesday, 20 October 2010

meu coração...


Abro ao estilo bem 'Carinhoso', resumindo a história, porém:

Mas mesmo assim foges de mim

Como pode um sentimento tão nobre, verdadeiro (e bem intencionado), corroer-me assim, de maneira tão cruel? Simples: por não ser correspondido. Mais: por não conseguir aceitar e duvidar das evidências, dos sinais apresentados, acreditando ser qualquer falsa pista de interesse prova de alguma coisa que se diferencie do ’não’ já dito, dado, explicado.

Sozinho é triste... A ausência tem sido minha pior companhia, há meses.

Friday, 8 October 2010

vai passar...


Para alguns, eu sumi; outros sabiam que eu estava apenas ‘fora’. O fato é que, depois de ter passo mais de um mês viajando a trabalho, enlouquecida, estressada, praticamente sem tempo para nada pessoal, com pouco acesso à TV, e internet vendo o extremamente necessário, ao voltar, agora, soube que aqueles mineradores chilenos AINDA estão presos, desde cinco de agosto, a 700 metros de profundidade. Socorro!

E eu que estava reclamando dos meus dias de cão há dois meses... Que na próxima terça-feira acabe o drama desses trabalhadores, castigados por este acidente que os manteve isolados (e no escuro) desde então. Que a tentativa de sua retirada dê certo, pondo um ponto final nesta triste história.

O curioso é a preparação para outra avalanche: da imprensa. Eles estão sendo instruídos, desde já, em como se comportar e lidar com o assédio dos meios de comunicações locais e internacionais após ganharem sua liberdade. Fora a indenização pedida por suas famílias, esses homens já receberam diversos presentes de diferentes pessoas - viagens, convites para assistirem a jogos de futebol etc., mas aposto que vão querer dar um tempo um do outro, querendo ficar um pouco sozinhos, vendo apenas o  horizonte...

Só quem passa MUITO tempo com pessoas que não escolheu para estarem ali, sabe da dificuldade de convivência quando longe de casa, sem o carinho dos amigos e dos familiares, para compensar a situação - sob pressão ainda, nossa...(!). Eles merecem um prêmio por sua tolerância, não terem se matado lá mesmo - uns aos outros e a si mesmos. Com certeza.

Que seus próximos dias sejam, literalmente, iluminados por São Pedro. Os meus também.

Tuesday, 14 September 2010

sola


A diferença da língua, a facilidade em desfocar, a barreira cultural evidenciada em cada gesto e pensamento... na frieza de ser, diferente do nosso calor humano. Isso, por si só, já explicaria a singularidade de meus dias, sola in Amsterdam. Não entendo (e até admiro, surpresa), como conseguem, ser assim, tão diretos, e, na independência de se “achar”, não se perder...

Um chute no estômago de quem vive de oba oba. Aqui, o buraco é mais embaixo...(!) do nível do mar.

No, I know that isn't easy, is difficult be here. But I like it, and I've been trying.

Saturday, 12 June 2010

pra ninguém


Como essa música de Alvin L na voz de Leo Jaime, meu Dia dos Namorados infelizmente foi assim:

Ninguém pra ligar e dizer onde estou
Ninguém pra ir comigo onde eu for
Por outro lado, ninguém pra baixar o volume
Ninguém pra reclamar dos pratos sujos
Ninguém pra eu fingir que eu não amo

Toda noite, no mesmo lugar
Eu abro os olhos e deixo o dia entrar
Pra ninguém

Ninguém pra dizer quando eu devo parar
Ninguém na casa pra poder acordar, do meu lado
Ninguém pra contar novidades
Ninguém pra fechar as cortinas
Ninguém pra brigar de vez em quando

Monday, 17 May 2010

gosto que me enrosco


Tudo bem que a vida de solteiro tem seus dias e noites de solidão – talvez quando o sol caia, sinta-se ainda mais esse vazio, mas o que vocês acham de simplesmente (se a)pegar (a) um travesseiro ‘para chamar de seu’, substituindo alguém real? Estranho, né?! Mas...

Esse é o novo ‘amor em 2D’, um fenômeno atual no comportamento urbano de diversos japoneses (sim, e de quem mais poderia ser, tratando-se de uma bizarrice como essa?!). Eles agarram “as curvas” de almofadas, cobertas por capas ilustradas com personagens de games e mangás, adotadas como cônjuges por carentes de plantão.

O sentimento cultivado por esses objetos é que impressiona mais(!). Tanto, que até o jornal The New York Times publicou, ano passado, uma matéria relatando a inusitada e estranha
história do apaixonado Nisan e sua afável e benévola Nemutan (Nemu – nome da heroína + o sufixo tan – que significa algo como 'querida').

Eles são namorados (SIM: parceiros, de programas e até na cama – o que pode vir a acontecer em muitos casos). O relacionamento entre os dois começou depois que ele terminou um namoro com uma mulher e optou, então, pela companhia do apetrecho, pelo qual nutre um apreço imenso.

Nisan a leva aonde quer que vá – restaurantes, karaokês e viagens, e tiram fotos juntos, para registrar os momentos, como um casal de verdade. Ele afirma saber, porém, que a menina, estampada nas sete fronhas que ele troca (para mantê-la sempre limpa), é uma ficção.

Questionado sobre se deseja casar com uma pessoa de carne e osso, ele diz que sim, mas entende a dificuldade de achar uma pretendente que aceite sua afeição. Essa maneira de agir, segundo estudiosos, é um reflexo da dificuldade que os adultos do Japão tem em se relacionar.

Mesmo que num behavioral freak show nipônico, pelo menos eles se utilizam de suas criações para benefício próprio. As limitações impostas a essa preferência só tem um lado, digamos assim, "compreensível" e "bom": tais fofuras não falam! (reclamam, criticam, ou enchem o saco... nem ciúmes demonstram ter!)

Brincadeiras à parte, podem ficar tranquilos, porque a moda, no Brasil, NÃO pega! Aqui, sexo com brinquedinhos, ok (tranquilo), mas SEM compromisso – só casualmente! *Pois é... sendo assim, lá em casa, por exemplo, só durmor com meu rolo "minhocão" de 1,40m, carinhosamente apelidado de 'Ricardão', em noites ermas e frias mesmo. Fora isso, ele está dispensado! [risos]

Tuesday, 16 February 2010

bloco do eu sozinho


Carnaval - colocar o bloco na rua é ótimo, ok, mas meu momento não é esse. Entre um (pouco) agito e outro, curto a maior parte da festa de uma maneira bem peculiar, própria, no conforto do lar.

Friday, 22 January 2010

hoje não


Recordei como foi ruim o tempo em que odiava os finais de semana. Como pode uma pessoa detestar esse período tão bom, de descanso e lazer? Pois é, só entende isso quem já sofreu de solidão.

Estar num lugar onde ainda não se tem amigos, e ver programas e compromissos coletivos como trabalho e estudos acabarem, não é fácil. Quando chegava sexta-feira era ótimo pela farrinha pós aula, mas depois, começava o martírio. ..

Esperar convites para pegar uma praia, sair à noite, tomar um café que seja! – é tudo o que MUITA gente precisa (mais que pudemos supor). Já passei por isso e hoje somente lembro, aliviada, por não me encontrar mais nessa triste situação.

O tempo é o senhor do destino e cura qualquer coisa. Tão bom poder olhar para trás e ter a certeza que as coisas melhoraram, que essa página cheia de lágrimas e vazio faz parte de um passado remoto que estranhei ao visitar. Hoje o jardim está florido, ainda bem.

É impossível ser feliz sozinho - fato. Que todos possam aproveitar esses dias especiais, e em boa cia sempre (por vezes de livros, filmes e boas músicas...). Viva a santa sexta-feira, e todo o final de semana! Que sejam de paz para todos. Amém.

Thursday, 9 July 2009

efeito maguary


Estranhamente há uma imensa ligação entre as mulheres (que nem nós mesmas entendemos). Um elo. É uma força que nos junta, mas que ela mesma, com maior intensidade, pode nos separar também. Mal sabemos como usar tal dom.

Isso fica visível quando, por convivência, passamos a menstruar na mesma época, por exemplo. Ou, quando passamos pelas mesmas dificuldades e choramos juntas, compartilhando nossas dores e angústias. Acontece, e mais comumente do que se pode imaginar.

A realidade feminina é comum às mais diferentes mulheres. Entendemos perfeitamente umas as outras, compreendemos nossos momentos difíceis, sabemos dos conflitos alheios. Já passamos por isso, sofrendo e superando as mesmas questões.

Já estivemos nesse papel anteriormente. Os dramas vividos pelas mocinhas não mudam a cada novela. Eles se repetem. São cíclicos, assim como nós, que nos reinventamos em choradeiras conjuntas. Conseguimos nos contradizer a cada lágrima por quem não nos quer.

Bom de ser mulher é poder ser mulherzinha de vez em quando. Não sempre. Detesto choramingos e demonstrações de fraqueza recorrentes. Esse estado não cabe a mim, não há espaço para retrocessos e arrependimentos na solidão dos dias.

Infelizmente a época fria é propícia e estamos sob o efeito maguary, mas vai passar... logo, logo.

Monday, 1 June 2009

à flor da pele


Aviões caem, enchentes devastam municípios, o dólar está em baixa, a gripe continua, o trânsito em São Paulo está parado, sinais remotos de desbloqueios comerciais são dados, relatórios seguem alertando sobre o aquecimento global... E eu aqui, tocada pelas questões do mundo, ardente pelo queimar de meu interior.

Se ‘qualquer beijo de novela me faz chorar...’, lavo roupa, rego as plantas, encho baldes. Ao que tudo indica, tenho a lua em câncer (e dizem que isso explicaria MUITA coisa sobre as lágrimas que não se agüentam em mim e tendem a cair). SEMPRE fui chorona.

O que me deixa assim, tão sensível, de fato, intriga-me. Seria a saudade de momentos que não vão se repetir, a possibilidade de poder dar um passo sem destino certo, o tumulto na mente que compensa o coração vazio, a certeza que sozinha não sou tão forte, o desconhecido futuro que nos aguarda? Gostaria de saber, mas nem sei... meus sentimentos estão à flor da pele, num doce fel.

Sunday, 17 May 2009

vertigem


Final de semana sem poder olhar para os lados direito. Dor. Raiva e tristeza se misturam numa visão imóvel do teto. Choro e sinto um peso enorme sobre minha cabeça. Será que é por isso que estou com o pescoço assim? É um torcicolo de quê?

Por que deixo algumas coisas para a última hora? Por que não consigo me antecipar sempre? Penso somente que às vezes perco muito com isso pois poderia aproveitar mais os momentos, vivê-los com mais calma, com mais apreço. Sinto a tensão pulsar em meus nervos. Um anseio toma conta.

Hoje, último dia, fui visitar a exposição dos grafiteiros OSGEMEOS no CCBB aqui no Rio. Infelizmente não consegui esperar para poder ver algumas instalações melhor, interagir. Tava cheio (várias pessoas são como eu). Não dava tempo. Cheguei correndo. Tive que trabalhar depois.

Nas gravuras, uma agonia calada nas expressões amarelas daqueles bonecos. Gosto disso. Enquanto apreciava os desenhos, só me vinha à cabeça que graffiti é arte SIM e que só lamento por quem não consegue ver a riqueza cultural que os sprays manifestam pelas ruas, muros, paredes.

Ignorância e solidão - duas coisas que me causam vertigem hoje só de pensar.

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passatempo

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  • se beber, não ligue!
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  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
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  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!