Portuguese French Spain Italian Dutch Chinese Simplified Arabic Russian
Showing posts with label ideal. Show all posts
Showing posts with label ideal. Show all posts

Wednesday, 10 April 2013

one, two, three...

Two is company, three is a crowd! - In some cases, it is really excessive... cause there is always a gatecrasher to disturb, a nosy!

At the same time, having three children is not a problem. On the contrary, I believe that is the solution, the ideal: nobody it will be aside so.

We have good examples in our families. I hope that it will perpetuate. As for me... yes!

*Of course we are starting by one pregnancy - 
at the right moment, for sure. This is not to say that it will come just one! Who knows...?!

Tuesday, 2 April 2013

cartas na mesa


O mundo seria tao melhor se as pessoas jogassem limpo umas com as outras...
Críticas construtivas, e a verdade - sempre! Sem trapaças.

Saturday, 17 November 2012

Canadian

I really don't know if they realize that their country (where they were born, live, moved... whatever!) is fantastic! Without false modesty.

Of course it's not perfect (there are many problems, a lot of points to improve). Anyway, though, it's perfect in the imperfect way it is: too cold and so far, (or even 'that smooth!') - as almost all suppose.

For me, five stars: a d-r-e-a-m!

That's how I honestly see it: with much love. After all, I fell of it! I own... Here, I'm very warm in that I am in my lover arms.

I'm immensely glad for coming. I feel myself welcome here, "home".

___________________________________________________________  

Furthermore, their goal (at leat in Quebec) seems not be the same of their neighbors. Overall, hey don't partake of American Dream, not even their crazy fears (ironically presented by Michael Moore in this funny video of Bowling for Columbine). 

Saturday, 19 November 2011

there



Not alone: the best one in the world.

___________________________________________________________

Bed-in 

In Montreal.

As John Lennon and Yoko Ono, 42 years ago...

Just wanting love and peace.

The ideal.


Saturday, 27 November 2010

presente


É (o) agora. Right now...

Um piscar de olhos, aperto no peito, grito desesperado, tomada de fôlego, suspiro aliviado, lágrima que escorre. Um, dois... passou. Já foi. Saudade só vem depois.

Momento - a chance da decisão acertada, da atitude correta, da iniciativa tomada, ideal para reconhecer os erros, consertá-los, mudar o futuro, realizar os sonhos, fazer o que gosta, permitir-se, ser feliz.

Oportunidade - de avaliar, falar a verdade, fazer as pazes, dizer que ama, de dar aquele abraço apertado, iniciar ou concluir um projeto, recusar o que desagrada, começar uma dieta, a malhar; e recomeçar tudo o que (e se) for necessário.

Presente é dádiva, é para aproveitar. As chances são muitas. O ideal é fazer hoje o melhor amanhã - assim, a gente sempre ganha.

O que será que vem por aí? Qual seria perfeito para mim? - pra cima, com certeza.

Curiosa... detesto esperar!

Sunday, 21 November 2010

all we need is love


Não sou mais tão boba para crer em utopia. Sei que perfeição não existe - nem adianta insistir, tentar acreditar que é possível... O máximo que pode acontecer é a gente achar 'o melhor imperfeito do mundo' para nós - aquele que mais combina, e que, apesar de todas as diferenças existentes, mostra-se disposto a dividir, somar e multiplicar, além de também diminuir a solidão e a tristeza de não se ter um benzinho. Esse é o objetivo.

Amor é tudão. No entanto, não é sinônimo de felicidade, mas como diz Vinicius, “é impossível ser feliz sozinho“. Faz parte. Agora, para valer a pena estar junto, não basta "APENAS" gostar (tem que participar!). No frigir dos ovos, precisa estar (QUASE) tudo bem. As pessoas envolvidas DEVEM estar satisfeitas, alegres... realizadas - afinal: estão AMANDO! Relacionamento é para ser BOM, e para AMBAS as partes. Caso contrário, opa(!) - tem alguma coisa errada...

Mentira, desconfiança, intermináveis brigas, discussões gratuitas, implicância, desavenças contínuas, ciúme doentio, agressões verbais (e num extremo inaceitável: físicas - violência), DETONAM qualquer romance. NÃO pode! É feio, desgasta, afasta os amigos e a família, isola, deprime, envergonha. Tudo isso nos transforma em quem não somos; faz de amantes, monstros. 'O homem da nossa vida' NÃO nos xinga, nem humilha. 'O pai dos nossos filhos' JAMAIS levantaria a mão contra quem ama. O cara que está ao nosso lado tem que nos tratar com todo o zelo possível. Viva o homem-balão, aquele que nos coloca pra cima, levantando nossa moral! É o mínimo.

Estou abordando aqui um tipo de união cuja cola é um sentimento nobre, bonito, que quer o bem, que acolhe, faz sonhar, ter planos, dá tesão e tudo mais de poético possível! Percebe-se o brilho no olhar, o afeto contagiante, o carinho recíproco... Na boa, é para o casal viver em lua-de-mel durante os três primeiros anos, no mínimo(!); depois, vem a maturidade da relação - que resulta em uma segurança e tranquilidade próprias, que determinará seu futuro e vai perdurar para sempre - até no caso de uma separação depois, quem sabe.

Admiração é básico, desde o início. Intimidade e amizade só fortalecem. Mas ok, ninguém disse que casar é fácil, que vai ser tudo um eterno mar de rosas. Viver a dois é um exercício de convivência e tolerância. Quando há uma tentativa, ao menos, é a prova de que com determinação, paciência, cumplicidade, lealdade, respeito, honestidade e dedicação, pode-se ir longe - e em boa companhia! Assim, as crises normais passam rapidamente e tudo se acerta, melhora com o tempo. O limite é ainda rolar um sexo gostoso ao se fazer as pazes. Quando não acontece mais, aí sim, é melhor repensar a situação atual (insustentável).

Apesar de tudo, eu acredito no amor e quero me casar (novamente e) de verdade. E isso pode acontecer até em casas separadas - o que não o classifica como ‘aberto’, pois, sinceramente, não consigo me ver hoje (e nem a longo prazo, confesso) nessa situação. O ideal para ambos é um híbrido de desejos e vontade dos pombinhos. Cada um tem suas “regras“, seu próprio “andar da carruagem”, que só eles (se) entendem, em seu consentimento - felizes na eternidade de sua duração, que pode ser ‘pra sempre’ (por que não?). Nesse mundo de ‘meu Deus’ é claro que existe um certo alguém especial cujos contras são mais leves que os prós, perfeito com seus defeitos apaixonantes, que se encaixa no papel de príncipe-sapo do nosso conto de fadas da vida real - o pé torto pro nosso sapato velho.

Se não der certo, por mais difícil que seja desfazer o vínculo, 'valeu'... próxima estação! Nada de forçar a barra, de achar que a pessoa (errada) é a última bolacha do pacote, que o bagaço da laranja é o que (nos) resta. A fila anda, E PRA FRENTE, mesmo que demore um pouco. Vida que segue em busca de um grande e verdadeiro amor. Cenas dos próximos capítulos em breve.

Sunday, 14 November 2010

quanta diferança!


O que motiva os jovens hoje? Nos anos 60 era um sentimento de liberdade, de oposição à guerra, amor livre. Aqui no Brasil, um pouco diferente do que aconteceu nos Estados Unidos, foi a ditadura, pensamento e comportamento conservadores de nossa sociedade.

Muita coisa mudou, mas ainda atualmente o cabelo pode ser uma forma de manifestação. Não como antes, quando o simples fato de um homem deixá-lo crescer era considerado subversão... de afronta ao sistema, ao exército - que exigia dos jovens cabelos curtos. Agora seria muito mais agressivo uma menina raspar a cabeça, por exemplo, ou usá-lo de forma estranha, num colorido gritante.

De qualquer forma, um retorno a esse espírito hippie cultuado no passado é uma viagem interessante. Vale a pensa ver a mega produção "Hair", em cartaz no Oi Casa Grande, no Leblon - Rio de Janeiro. Músicas, figurino, cenografia, elenco... tudo de primeira! Como era de se esperar, gostei MUITO, mesmo tendo eles mudado um pouco o original. Muito mais que a questão da homossexualidade, compreensivelmente defendida pelos parceiros-diretores Charles Möeller & Claudio Botelho nessa versão brasileira, a na época mais abordada e igualmente criticada mistura de raças acabou ocultada de certo modo na minha opinião.

É, os tempos são outros, mas as bandeiras continuam levantadas - cada um defendendo a sua causa como pode. A proposta pode até ser a mesma, já os cabelos...

Thursday, 11 November 2010

the good son-in-law


Sim, ele seria um. Josh Charles é o tipo de genro com que toda a sogra sonha - tal qual Mateus Solano, numa versão brasileira.

Atores e seus personagens... Estou numa fase interessante, (ficcionalmente) bem inspirada - Gregory House, Nino Quincampoix, William "Billy" Gallagher, Justin Quayle... E, neste caso, Will Gardner. Aliás, sobrenome esse que lembra muito o objetivo de ter meu jardineiro fiel.

Advogado, dentro da lei, cara de bom moço (embora eu prefira com uma barbinha por fazer - claro!), nos padrões desejados - 16° solteiro mais cobiçado de Chicago. Um bom partido. ‘Pra casar‘... (!) Não entendo porque Alicia não larga logo o (Big cheater) marido dela e fica com o ele de uma vez. Como disse Kalinda: “Life is short”.

Sunday, 24 October 2010

e.


(na verdade, reticências...)

Seguir o coração - acho que isso é o mais importante. Bom quando a razão não vai contra. É o ideal. E, mesmo que, por vezes, haja esse confronto, é bom arriscar. Ser emotivo nas escolhas nos realiza mais, garanto.

Tenho um livro que levanta a seguinte questão: “O que é mais importante: ser feliz ou estar sempre certo?” Boa pergunta essa, ainda mais para uma capricorniana como eu, com lua em Libra, tentando ser justa em tudo o que faz.

Não sou caxias, apenas me importo se estou agindo em prol do bem... (o meu, do próximo, da humanidade) aquilo que é direito fazer. Mas, como saber o que é correto? Arriscaria eu dizer que é só seguir o coração... E eu estou nesse caminho [alívio].
_____________________________________________________________________

A fé é algo totalmente subliminar. Cada um acredita em alguma coisa (ou alguém) de um jeito, do seu jeito particular. Preces também vão pelo mesmo caminho... Cada um faz as suas como consegue, pode, quer, como se sente bem fazendo. Pode ser em silêncio, cantando, dançando, chamando a chuva... whatever!

Rezar pode até parecer chato, careta, antiquado, mas acredito que essa impressão surge somente quando isso se torna uma obrigação. Se voluntário, o hábito de evocar e agradecer a Deus ou aos santos, seja na Igreja (terreiro, sinagoga, mesquita etc.), em casa, antes de dormir, antes das refeições ou de algum evento importante, pedindo proteção e ajuda em alguns momentos de perigo, de tristeza, ou quando queremos simplesmente ter aquele momento sagrado, não deveria sair de moda nunca.

É bem verdade que existem algumas orações de, digamos assim, ‘senso comum’ como a “Ave Maria” e o “Pai Nosso”, mas outras quase infinitas acabamos por desconhecer. Achei graça quando o Jô, ao entrevistar a Lília Cabral numa dessas noites em seu programa, falou sobre São Genésio, o patrono dos artistas, comentando como outros, como Santo Antonio, por exemplo, devem estar MUITO ocupados com tantos pedidos por serem populares.

Talvez... Por estarmos afastados da rotina e dos assuntos ligados à religiosidade (em qualquer uma das crenças), acabamos por não saber o quão amplo é este universo, e não estarmos mais inteirados de todos os personagens, suas histórias, especialidades, caminhos. Infelizmente, pois é muito interessante suas trajetórias, "aptidões"... Fico fascinada quando descubro algo novo. Por fim, o mais fácil acaba sendo mais requisitado, de "domínio público".

Agora, não acredito que Deus, Jesus Cristo, Nossa Senhora nem Santo Antônio estejam, de fato, sobrecarregados (mesma coisa serviria para Oxalá, Iemanjá e Ogum, ou São Jorge...), em cada lugar as pessoas adoram e são devotas de diferentes santos, deuses...  mas quem, por aqui, optar ser atendido por outra santidade menos tarimbada, ok... que seja por preferência mesmo.

Saturday, 16 October 2010

saber de cor


Me senti uma mostra ao perceber que não tinha, ontem, justamente em seu dia, escrito sobre professores. Eles, que foram sempre muito importantes em minha vida - nos quais me inspirei, aqueles que admiro, que obviamente me ensinaram parte significativa da bagagem intelectual que carrego comigo e passo adiante. Opa!

Hoje, na verdade, SEMPRE tive esse ‘que’ em mim. Nunca trabalhei tal vocação, mas pode ser que tenha chegado a hora. É o que sinto, o que almejo. Gostaria tanto de compartilhar isso com eles... Eleara Manfredi e Marques Leonam, esses dois nomes mais fortes nessa história do saber, de ensinar e aprender,de mudar minha vida.

Transcendeu a sala de aula o papel de educador nesses casos. Virou modelo, transformou-se em amizade o relacionamento. Penso ser esse o ideal a nascer desse contato, desse elo em que a ponte é o conteúdo do saber. É o que fica, o que ninguém nunca poderá nos tirar, aquilo que nos faz melhor, que diferencia os homens.

O desafio é esse fazer o melhor, de forma humana. O que vale não é somente o que está no mundo das idéias e do que é utópico, racional apenas. Conhecimento é bem maior quando vem do coração.

Saturday, 25 September 2010

o momento é esse

Andei muito tempo afastada... de mim mesmo, meus projetos, minha casa, amigos, família, blog, minha vida, que segue, até então longe do teclado e tranquilidade para “domá-lo”.  Passado e futuro regem meu momento agora, misturam-se, ditam meu presente. 

Mas, que fique claro: por vezes intervalos assim são necessários, fundamentais até! Quando paramos os pensamentos vem.  Podemos, só então, pensar com clareza sobre o que andamos fazendo de bom em prol de nós mesmos, realizando sonhos, satisfeitos. Depois, ao retomar o ritmo, a proposta pode ser diferente (mas, será que continuaremos a dançar a mesma música? – fica a dúvida...).

Outro ponto que aprendi com isso tudo, com a maturidade (acho até que já versei sobre isso em outro post anterior) é a ter calma. Conduzir os dias sem a afobação, própria de antes, da juventude desenfreada, faminta e sedenta por novidades, é a prioridade. Acho que o que vier sem pressa, direitinho, será mais certo para mim.

Claro que anseio dias melhores, parcerias, e que acredito em ‘amor à primeira vista’, em paixões avassaladoras, mas penso que vale a pena esperar pelo ideal – se assim for para ser.  Tal paciência é uma virtude. Nada é de graça e a dificuldade é um atrativo, ainda mais para homens com instintos caçadores desde os tempos das cavernas; para mim, um desafio.

Já de volta, agora retomo as postagens diárias, correndo contra o relógio, para deixar tudo em dia. Em breve tudo estará no seu devido lugar. Sigo não mais em silêncio, mas aguardando o que vem pela frente. Coração bate forte, mas com os pés no chão.

Wednesday, 22 September 2010

no tempo certo


Não posso reclamar. Tudo o que eu peço vem... nem que seja nos 45min do segundo tempo, ou até na prorrogação. Mas tá valendo...

Desacreditada já, vi um sonho se realizar bem diante dos meus olhos. Mágico e calmo assim, como eu sempre quis. Impressionante.

Adoro!

Thursday, 9 September 2010

por aí


Esse é o lema, mas o contexto bem que poderia ser diferente: mais trabalho, menos lazer.

Até lá, seguirei pastando rumo ao ideal – seja nos pampas gaúchos ou nos campos holandeses (de onde vim, para onde vou). 

Boa viagem!

Wednesday, 4 August 2010

mafaldices


Nossos ideiais não caducam, amadurecem conosco - foi a primeira coisa que pensei ao ver essa versão velhinha da filha de Quino, encomendada pelo (literalmente:) Olha que Maneiro.

O tempo passa, envelhecemos, mas nunca deixaremos de ser quem somos. Apesar das nuances, a essência é sempre a mesma.

*Grazi, "roubei" o título de tuas postagens do Grazazá sobre a pequena notável. Não resisti ao vestido estilo chambre de vovozinha  politizada e assim o nomeei...

Saturday, 24 July 2010

my right own way


Demorei muito não sabendo o que queria... Hoje, já reconheço o que não é perfeito pra mim.

Baseada no que é bom, posso dizer que busco um ideal. E vai ser assim pra sempre daqui por diante.

Tenho certeza que estou no caminho certo. Daqui a pouco (me) acho!

Saturday, 19 June 2010

ilustre mau caminho


Considero-me uma herege por não ter lido ainda o Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Era para tê-lo feito em 2003, quando trabalhei com o tema em meu projeto de conclusão em fotografia, no final da faculdade. Felizmente, não estou tão à margem no que se refere ao maior autor de língua portuguesa até a atualidade, pois assisti (boqueaberta, e mais de uma vez) a adaptação teatral de O Evangelho Segundo Jesus Cristo.

Inúmeras polêmicas relacionadas a suas obras e seus comentários sempre me chamaram bastante a atenção e me fizeram admira-lo cada vez mais. Seu ponto de vista sobre assuntos relacionados à Igreja, sua versão sobre a Bíblia, Jesus e Maria Madalena, sua crítica a Israel e a Joseph Ratzinger (o atual Papa Bento XVI)... TUDO me soa como poesia aos ouvidos, uma vez que entendo e concordo com seus conceitos.

Engraçado perceber que, ainda hoje (e logo agora, em razão de sua morte), a primeira coisa que seus oponentes falam a seu respeito, numa tentativa de difamá-lo (ou, nesse caso, caluniá-lo – uma vez que a visão religiosa e política é outra), é que ele era comunista. Mesmo sendo conceituadíssimo por seu inquestionável talento literário, digno de um Prêmio Nobel, é esse título preconceituoso que importa para aqueles que não aceitam uma outra forma de ver os fatos.

A cara a tapa e o dedo na ferida me agradam. Tanto, que essa é uma homenagem póstuma ao português que enfrentou não só sua nação, mas o mundo em nome de seus ideais. Para ilustrá-lo, não poderia escolher outra imagem senão esta que remete à Madalena levando Jesus para o “mau” caminho, como assim o fez para o lusitano (bem como para esta mula que vos ruge sobre). E eu, reconheço que seguirei desvirtuada até que leia seus livros, enfim.

Wednesday, 9 June 2010

pouco é muito!


O princípio é básico: consciência. Mas, nesse caso, a máxima (em que acredito) de que 'os homens não são o que dizem, e sim o que fazem', vale MUITO. Então, não basta saber, tem que tomar uma atitude a respeito. É por em prática a teoria MESMO.

Da minha parte, foi desde sempre: não jogando nada no chão, não desperdiçando comida, tentando economizar água e energia etc.. A cada dia tento algo novo, para o bem. Por último (e, hoje, bem sucedida!), veio a completa separação do lixo para reciclagem. Fico feliz em poder participar disso e que em meu prédio a executem de maneira tão séria e respeitosa.

Por que demorei tanto para conseguir implementá-la, como sempre quis? Por resistência. Não dependia de mim enquanto não morava sozinha... E não falo de gente sem instrução, mas pessoas que simplesmente não queriam adquirir um novo gesto em suas vidas, em seu cotidiano: determinar o lixo certo para cada item. É necessária uma reeducação de postura diante à nova realidade mundial. E é inevitável, por mais que demore...

Quando eu era pequena, todos falavam em plantar árvores como o topo do que se podia fazer. Hoje, não consigo ver mais somente nessa boa ação a salvação do planeta –  que está cada vez mais quente, injusto, cruel. Pequenas atitudes isoladas, como mudanças de comportamento para o que é (dito tão careta, mas inegavelmente do bem) ‘politicamente correto’, tem mais impacto hoje quando se pensa globalmente.

Não tenho a menor pretensão de querer convencer grandes empresários a ganharem menos investindo mais no verde (cor tão em moda no presente). Seria pedir demais a mentes capitalistas tão gananciosas. Mas, na verdade, em âmbito bem geral, não consigo entender como criaturas que sabem que prejudicam o meio-ambiente e a população conseguem dormir à noite sem o menor peso na consciência, ou dor no coração – algo assim, bem dramático mesmo.

Agora, tratando do que é mais palpável: infelizes são aqueles cidadãos que não pensam no assunto, que seguem jogando suas bitucas de cigarro pela rua, que misturam vidros, plásticos e alumínio com restos de comida, entre tantos outros “pecados capitais” da atualidade. Lamentavelmente, não reconhecem a grande chance que tem de fazer algo próspero por si e pelos outros. Esses, sim, desapontam-me profundamente.

Podem me taxar de ‘ecochata’ e o caramba. Não me importo! Acho que devo isso a meus filhos, netos – e a todas crianças do mundo. É o mínimo que cabe a mim, tendo esse blog, poder fazer este alerta, deixar esse recado (além de seguir com meus princípios conquistados com muito orgulho). Não é a solução plena, mas já encaro como parte da missão cumprida.

Nesta semana em que se comemora (?) o Meio Ambiente, e quando numa simples conversação com colegas de aula, vejo que pouco ainda se faz pela Terra e humanidade, a mula ruge a respeito.  E finalizo com uma listinha modesta de pequenos grandes ideais:

- separar o lixo (nem que seja somente em dois: seco e “orgânico”/rejeito);
- não jogar lixo no chão (se não achar uma lixeira na rua, guarde seus resíduos consigo até chegar em casa ou no trabalho para então dispensá-lo);
- usar transportes coletivos, bicicletas ou andar mais a pé;
- imprimir somente o necessário e reaproveitar os dois lados de cada folha de papel;
- economizar água potável no banho, ao escovar os dentes etc.;
- substituir produtos descartáveis por retornáveis (ao invés de usar diversos copos e sacos plásticos todos os dias, e jogá-los fora depois, ter um copo de vidro no escritório e uma sacola de tecido para as compras);
- evitar o desperdício de qualquer energia;
- optar por produtos biodegradáveis, alimentos orgânicos etc.;
- investir em novas tecnologias mais benéficas, baratas e acessíveis;
- não ignorar o fato de que pouco é muito (se cada um fizer a sua parte, um bom montante se forma em prol do bem).

Thursday, 6 May 2010

nhac!


O tema é sério.

Monica Bellucci chocou o mundo com a cena forte, densa e agoniante sua sendo violentada num corredor de acesso ao metro de Paris no filme "Irreversível". Quem viu, sabe (principalmente as mulheres).

Isso foi na ficção, agora imaginem na vida real episódios como esses se repetindo indiscriminadamente... A sensação da impotência feminina diante à brutalidade que é o estupro, deixa-me raivosa, indignada e INCONSOLADA. Fico ‘P’ da vida MESMO!

Como podem os homens, já na segunda década dos anos dois mil, AINDA agirem como se estivessem no tempo das cavernas? É o instinto mais primitivo o uso da força para se obter algo – no caso, sexo.

Não aceito desculpas masculinas como a provocação no uso de roupas ousadas, flertes mal intencionados etc. por parte das mulheres. Quando um não quer, dois não DEVERIAM fazer!

Sexo é para ser bom... Para se viver com toda a intensidade possível esse momento prazeroso que é uma transa, TEM que ser consensual. Não poderia haver outro jeito de acontecer – principalmente contra a vontade de uma das partes envolvidas.

CASE

Agora vamos aos fatos: A África do Sul, país que ultimamente está tão em evidência por sediar o mais importante e grandioso campeonato futebolístico em nível mundial, tem os índices mais altos de estupro.

Vocês sabiam que a cada 26 segundos uma mulher é estuprada por lá? Ou seja, desde que começaram a ler este post, quatro mulheres foram obrigadas a fazer sexo de forma violenta naquele lugar. E até o final do que escrevo, quantas mais serão desrespeitadas?

Soube disso recentemente, num dos excelentes programas da GloboNews da série “Expedição África do Sul – o país da Copa”. Fiquei CHOCADA com o relato daquelas pobres mulheres que sobrevivem com os fantasmas desse trauma em suas vidas.

E o pior: mais de 60% dos casos desse crime na África foram praticados com vítimas que ainda não atingiram a idade adulta – ou seja, crianças e adolescentes. O caso mais horrível foi com uma menina de apenas UMA SEMANA de vida, em 2002.

* Nossa, poderia acabar o texto por aqui, porque nem precisaria dizer mais nada – o que está escrito já é suficiente para se ter noção da gravidade do assunto. Mas há muito mais sobre o que essa mula posa rugir...

Vejo neste evento de proporções gigantescas a oportunidade de tocar o dedo nessa ferida tão aberta em solo africano. E isso sem mencionar esses tristes números em outros locais, como aqui no Brasil, por exemplo.

Além do problema do estupro, tem ainda a questão da AIDS. A África do Sul é o lugar com mais soropositivos do planeta. E (pasmem) questões culturais, como prova de ideal de masculinidade, ou a crença que ter relações sexuais com virgens podem curar a doença, disseminam ainda mais esses males, ambos (porque nenhum estuprador usa camisinha, né?!).

A temática tocou-me profundamente, claro. Chorei emocionada vendo os programas e, a cada episódio de "Law & Order - Special Victms Unit", fico mais avessa a essa prática que deveria ser banida da humanidade.

Meninos também sofrem abusos sexuais, e onde quer que seja, inclusive, por parte de alguns membros da Igreja Católica! - tão pudica com temáticas ligadas à procriação (deve ser por isso essa predileção: porque meninos não engravidam! [Ok, foi péssimo o comentário, admito])

ALTERNATIVA

Paralelo a isso se pensa em algumas soluções. Uma delas me chamou MUITO a atenção. É uma camisinha anti-estupro chamada Rape-axe. Ela agarra no pênis do agressor quando penetra a vítima e assim o coito é interrompido. Essa arma feminina só pode ser retirada depois com o auxílio médico.

Interessante a proposta desse simples apetrecho que começou a ser vendido há cerca de três anos na África por acessíveis R$ 0,25 a unidade (1 ZAR/ Rand sul-africano). Fico pensando somente na reação do estuprador. Mesmo se a intenção não era, depois disso, ele vai matar a vítima assim que se recuperar da dor... (!)

Essa preocupação é um dos argumentos dos inúmeros grupos feministas africanos contra o uso do produto. Eles alegam lamentando ser um retrocesso as mulheres se verem obrigadas a usar isso para se adaptarem a toda essa violação. Eu temeria mais os tipos masoquistas gostarem do brinquedinho...

Na verdade, o IDEAL seria educar os meninos de maneira incisivamente para evitar a médio e longo prazo esses crimes. Tempos de desespero pedem medidas imediatistas, no entanto. E esse dispositivo, que deixa qualquer vagina ‘mordedora’, parece-me uma boa alternativa às mulheres aterrorizadas pelo medo. Eu usaria se fosse preciso, e você? (Aliás, por que não vende aqui?)

PUNIÇÃO

Muitos criminosos saem impunes de seus atos pois, infelizmente, por vergonha, medo e constrangimento muitas mulheres não dão queixa sobre esses abusos... quiça crianças! E, tratando de punição, sou a favor de penas mais severas para esses crimes.

De acordo com o Código Penal Brasileiro existem quatro formas de estupro: o "simples" (somos e isso fosse possível), o qualificado pela lesão corporal grave, o qualificado pela morte e o presumido.

Estupro simples, no art. 213 é "constranger mulher à conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça” com pena de reclusão de 6 a 10 anos. No art. 223 diz que "se da violência resulta lesão corporal de natureza grave” a pena de reclusão é de 8 a 12 anos, mas "se do fato resulta morte”, como acrescentam no mesmo parágrafo sobre os estupros qualificados, a pena de reclusão vai para 12 a 25 anos.

E, por fim, ainda existe o estupro presumido, previsto no art. 224 que é quando "presume-se a violência, se a vítima: a) não é maior de 14 anos; b) é alienada ou débil mental, e o agente conhecia esta circunstância; c) não pode, por qualquer outra causa, oferecer resistência.

Radicalista, sou a favor da castração – física E química. O método consiste em administrar medicamentos para diminuir o desejo sexual dos prisioneiros condenados por estupro. Acredito que, assim, eles não atacarão mais ninguém.

Países como a França, Suíça e Espanha, já adotam esse tipo de pena. E fiquei feliz em saber que este mês começará a ser adotada também na província de Mendoza, no oeste da Argentina. A medida, que foi tomada porque foi comprovado que mais de 70% dos condenados são reincidentes.

Eu aprovo e pergunto: por que a África do Sul e o Brasil não seguem este exemplo? Nhac!

Mais informações sobre a camisinha antiestupro no site da Rape-axe.

Saturday, 1 May 2010

mãos à obra


Sem trabalho não há dignidade.

Hoje, no dia em que São José do Ofício abençoa a todos que tem suas atividades laborais, não poderia deixar de rugir a respeito. É o mínimo que a civilidade exige: a possibilidade de exercer uma função junto à sociedade.

Ser útil e, assim, ganhar o pão de cada dia, com satisfação, é uma realidade que provavelmente só é valorizada de fato por quem está desocupado, sem emprego. Ironia... mas a correria do cotidiano, os estresses e descontentamentos  próprios da lida podem, por vezes, esconder a nobreza e vital importância da labuta.

Tão ruim se sentir à margem, com toda a garra, mas sem conseguir contribuir com sua força, conhecimento, dom e talento para um mundo melhor – nem que seja, no mínimo, em família, no sustento do lar. Sorte mesmo tem aqueles que conseguem se realizar e ter reconhecimento naquilo que fazem. E isso gera um esmero supremo, é o topo aonde se pode chegar.

Difícil saber qual o melhor caminho a seguir, pois nos acomodamos quando conseguimos certa estabilidade, mesmo quando não há prazer. Reprimimos ideias, esquecemos propósitos, omitimo-nos diante de um falso conforto capital. Ruim isso. Perfeição nunca vai existir, mas para aquilo em se passa boa parte do dia executando, melhor que seja algo bem próximo disso.

Chega uma hora que cansamos (não fisicamente, mas espiritualmente) de sermos simplesmente operários. Passamos a priorizar projetos pessoais, o que nos traz felicidade. Não é simples, fácil, mas acontece. Todos os dias penso no que desejo para mim daqui para frente: uma oportunidade.

Hoje, valorizo mais um subsídio que transforme – acho que a maturidade e a serenidade me mostraram o caminho, embora sempre soubesse e o tivesse, de certa forma, como ideal. Indo mais longe ainda, a utopia seria outro sistema... e aquele 'blá blá blá' socialista de ser. Infelizmente nem todos conseguem enxergar e buscar isso para suas vidas porque desconhecem ou ignoram seu potencial.

Bom, o que está palpável é dar minha quantia, não em dinheiro, mas em ação. E é para esse caminho que estou me preparando, seguindo rumo ao modelo que acredito neste um universo de desilusão, de contradições, de maldade e injustiça. Mesmo assim, estou afim e sou capaz! O que eu preciso é uma chance e, voilà!

Por muito tempo esteve apagada essa chama em mim. Adormeci, nada engajada, mas acordei (ainda bem!). Agora será diferente, o sonho é outro - que nem começou... Querer mudar já foi um excelente início. Como já dizia o libertário Roberto Freire: "Sem tesão não há solução". (In)formação é o canal. Vamos lá!

Saturday, 20 February 2010

espelho ressonante


Quem somos nós se não o reflexo de nossas experiências?

Deus criou o homem; os holandeses, Amsterdam. Na verdade, o que se diz não é sua capital, mas ‘Holanda’ - país que se ergueu em cima de um alagado de poucas terras, e abaixo do nível do mar.

Uma sagacidade enorme foi necessária para vencer os limites impostos pela natureza. Do que são capazes mente e força juntas? Movem moinhos, literalmente, canalizam, não choram sobre o leite derramado. Unem. Um sonho compartilhado vira realidade.

Eis que temos o mundo um tanto ideal onde:

- anda-se de bicicleta;
- a água que sai da torneira pode ser bebida;
- há mictórios na rua para homens (o que libera os toilettes para as moças);
- o sexo é livre;
- drogas são liberadas;
- violência é quase nula;
- tem-se educação (mas pouco afeto, calor humano, infelizmente);
- limites são bem definidos e respeitados;
- há gente de tudo o que é lugar, e convivem bem juntas e misturadas;
- o ritmo e mais lento – para-se para almoçar, o comércio fecha cedo, acorda-se mais tarde com o frio;
- e, principalmente: as pessoas (me) parecem ser felizes...
(sendo assim, nem preciso citar mais nada, suponho)

Percebe-se que o clima, a energia do lugar, tudo mais, contagia e é exteriorizada em forma de beleza. Subliminar a dedução, mas notável nos belos rostos, em sua arquitetura fantástica, na decoração aconchegante, em cada vitrina criativa, em todos pequenos detalhes que compõem o inteiro, a suficiência do que se vê, sente, é viva e vivida aqui. Impossível ignorar tamanha magnitude.

Seu segredo? Não é secreto, portanto. Racionalidade e civilidade - sucesso em qualquer sociedade.

Me vejo aqui.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!