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Friday, 15 February 2013

it's all dominated!

Ok, I admit I'm a simple begginer in all this 'cat thing'... That's not to say, though, I simply can't be surprised about the quantity of cat stuff we can find online. It's amazing!

Well, recently, I had a little sample of the wide/colossal love people have for felines watching You Must Love Cats on DVD. I was simply terrified about this fascination.

I needed to say that, then write about it. After all, it IS (really) something! Believe me. Pope resignation, Valentine's Day, Star Wars caracthers, and so on... From current events to very specific fetishs, all kind of stuff you can imagine, it DOES exist linked to cats!


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adorable homely world

As "people who lives in glass houses shouldn't throw stones", now, that I have my kitty and I cherish her as I thought I'd never be able to do... I got very excited with all this universe and get into the its spirit: Lis has now her own facebook profile, where she posts everything about her life, preferences etc. It's funny, at least. On the other hand, I frankly haven't wanted to bombard friends (or those who are not sooooo close) with photos and infos about my pussy! (oooops... our! mine and my husband's.)

I own I hate to see some parents (of babies or pets), nonsense, that start to publish only issues and pictures about their children or animals (or both!). They don't take "semancol", otherwise, they'll know that there is life beyond 'family'. I understand their great sentiments (because I have them too!), but moderation is commendable. Sometimes, it's ok, enjoyable, but always(!) - everyday, besides 'nothing else'... it's OVER! Please, recognize it. It sucks.

So, not to bother my audience, I decided to create a new account in order to put just these (cute for some, but hateful for others) content. Furthermore, of course who doesn't appreciate it (at all) wont be invited to became a friend. Thus, we can expose entirely our huge affection for Lis, without disturb anybody not (so) interessed.  
  

I strongly feel I did the right thing. 

Thursday, 26 August 2010

out


Concordo com o poeta Vinícius quanto ao que é fundamental, mas minha prioridade é outra! Imagine euzinha no meio de um monte de Barbie girls... Como eu me senti? Deslocada, obviamente. Não pela suprema estética que me falta, mas pela ausência de conteúdo e excesso de futilidade naquelas cabecinhas ocas e enfeitadas (uma coisa compensa a outra nesses casos).

Corações bons, talvez, mas desconfio de quem não sabe discutir o mínimo sobre assuntos atuais - sejam políticos, esportivos, de economia, literatura etc. A maioria dos homens não liga para essa limitação, mas eu detestaria ser igual, qualificada somente por minhas curvas, desejada principalmente para a cama, sendo companhia rasa, efêmera, de preferência calada. Não invejo os olhares masculinos, tampouco seu interesse pelo tipo. Tenho muito mais a acrescentar a esse mundo, argumentos a dar, bastante a ouvir e aprender, compartilhar. Ser modelo de beleza é bacana, mas prefiro servir de referência além físico.

Digo isso, mas nunca fui a baranga do prédio, embora o título da ‘Rainha da Escola’ tenha me faltado (ok, admito já ter sido Brotinho da praia em que veraneava, onde acontece um famoso concurso no Rio Grande do Sul - onde essas competições são comuns, dada a mistura étnica que deu certo por lá). Fico mais orgulhosa por ter me destacado durante anos como a mais inteligente da classe, a melhor jogadora de vôlei - popular de outro jeito, ao meu modo, cheia de boas notas e medalhas.

Sem comparações... Nada contra as beldades. Elas são interessantíssimas, tem público e o seu valor. Merecem ser contempladas, nasceram para isso. Beleza é uma possibilidade, abre portas (e as pernas). Conviveria fácil até, mas Casa Bonita, para mim, just for business, no backstage, botando ordem no galinheiro, coordenando as rolinhas. Infelizmente hoje, nesse meio, o título de jornalista vai na inércia da ocupação "modelo, manequim, apresentadora"... feio isso, pois desqualifica a classe acadêmica.

Tô fora! Meus padrões de perfeição rondam outras vizinhanças.

Wednesday, 17 June 2009

ser ou não ser - eis a questão


Está decidido: a partir de agora não é mais obrigatório o diploma de jornalista para o exercício da profissão. Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal decidiu que qualquer um pode exercer plenamente sua liberdade de expressão e de informação nos veículos de comunicação brasileiros. Qualquer um.

Há quarenta anos a exigência do diploma foi prevista pelo Decreto-Lei 972. Apesar das circunstâncias ditatoriais, é evidente que esse controle permitiu e garantiu a profissionalização e a maior qualificação da atividade jornalística no país. Até então eram seguidas exigências mínimas ‘padrão’ para definição da categoria. Agora, cada veículo poderá estabelecer os critérios de quem contrata.

Vencido, o ministro Marco Aurélio Mello defende que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional, que repercute na vida do cidadão em geral. E o relator da ação, Gilmar Mendes, comparou o ofício do jornalista ao de um chef de cozinha – ou seja ‘todos podem cozinhar, mas só alguns são especialistas de verdade’. Infeliz analogia.

Se um cozinheiro erra a mão num prato, por exemplo, o prejuízo é um. Agora, se um ‘comunicador’ (sendo ou não jornalista) informa errado, o problema é outro, podendo atingir uma esfera pública, política, educacional, histórica etc. Os danos à sociedade são mais complexos. Acho muito perigosa essa tal liberdade e responsabilidade concedida a 'qualquer um'.

Além dos veteranos de exercício, quem já (con)vive e sofre com o despreparo de alguns colegas hoje, terá que trabalhar com novatos sem conteúdo - sem as teorias, a ética, a filosofia e as semióticas antes ensinadas e debatidas na academia. Só a prática, sem o conhecimento, não forma nenhum profissional.

Cada vez mais o poder da informação e sua transmissão estão a Deus dará. Depois reclamam da qualidade do conteúdo da televisão, rádio, jornal, internet... Eis a questão!

PS - O que é o modo de falar desses ministros e de alguns líderes de entidades representativas? Vi alguns depoimentos na TV agora há pouco e fiquei CHOCADA com tamanha pompa no uso das palavras, num sotaque estranho de não-sei-qual-planeta! Alguém viu?

Wednesday, 8 April 2009

esta eterna falta do que falar


"O papel está hoje com uma abominável falta de imaginação. Continua apenas, olhando-me: vazio, mais quadrado do que nunca."Mário Quintana

Nesses versos o poeta foi excelente ao retratar a falta de conteúdo, fato que permeia e assombra quem escreve. Acertou e exprimiu de forma clara como nos sentimos quando não sabemos por onde começar, que caminho seguir.

Não, não estou sem saber sobre o que escrever. Tenho brainstormings diários de idéias para o blog (e para minha vida em si, para os programas que coordeno a produção e dirijo, para as assessorias que faço), mas às vezes só me pergunto como pôr em prática, ou simplesmente quando.

Existem temas que têm uma sazonalidade, precisam de uma oportunidade, ou fato recorrente para serem melhor 'linkados' com a atualidade, as tais efemérides... outros já são atemporais. Agora, é difícil começar a primeira linha, decidir o que vem primeiro, quais as prioridades, interesses. É importante ter calma ao organizar as idéias para então pautá-las, despejá-las no papel, dividi-las ao telefone, colocá-las na tela para o público.

Há, no entanto, uma falta do que falar que me irrita profundamente, e nada tem a ver com escrever/produzir/dirigir. Refiro-me àquelas pessoas que não sabem ficar quietas, que são inoportunas e falam qualquer coisa somente para agradar, na falta de algo melhor a dizer. Essas figuras não pensam antes de soltar qualquer abobrinha numa mesa de bar, reunião, num encontro de amigos, em meio a um papo-sério, ou interrompendo um silêncio calmo e confortante.

Tenho sorte. Posso dizer que não convivo com muita gente desse naipe, mas as que conheço já são suficientes. Fico me questionando se não há jornais, livros, revistas, programas interessantes em tv, sites que não possam enriquecer essas mentes vazias e recheá-las com informações bacanas. Quase sempre penso que um curso ou faculdade ajudariam. Para mim não é estanho ser uma cabeça pensante, um cérebro em pleno funcionamento, pronto para colaborar a meu favor, e dos outros, uma fonte de (boas) idéias. Será que sou só eu que penso nisso?

Não é raro eu mesmo fazer uma auto-reflexão a respeito. Reflito sobre os tantos momentos desperdiçados com outras coisas mais supérfluas, quando poderia estar absorvendo mais conhecimento. Há meses já sei o que quero fazer de projeto para meu mestrado, por exemplo, mas não o escrevo. É a falta de tempo, muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo aqui e agora que me atrapalham e me distraem desse meu objetivo.

São infinitas fontes de informação, muita coisa a ser dita, falada, escrita, organizada na cabeça, no mundo das idéias, no coração. É todo sentimento, expressão, razão, saber, não-saber, querer, gostar, tentar, provar, experimentar, ousar. E assim passam-se os dias, as noites... Mas não parecem suficientes. Como?

Pelo menos aqui vou deixando meus registros, numa avalanche de devaneios. Não sei se pela despretensão, mas esses eu consigo. Qual será o próximo? - sempre durmo com isso na cabeça.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!