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Wednesday, 31 October 2012

boo!

Fantômes, vampires, sorcières, loups-garous, zoombies et toutes les genres de monstres typiques d'Halloween... Je jamais ne pensais d'être si impliqué dans cette culture!

C'est beau... les enfants (et même les adultes!) se déguisent, puis les gamins cherchent des bonbons, plusieurs histoires d'horreur sont racontés, les maisons et les rues sont fortement décorées pour cette occasion. De plus, c'est le meilleur party de l'année! Le plus trippant!

En étant à l'Amérique du Nord, c'est impossible ne pas s'engager! C'est comme aller au Brésil et ne pas y célébrer le carnaval! En outre, pour eux, c'est vraiment comme ça: leur carnaval!


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xô!

Par contre, je comprends les gens là-bas qui s'opposent à ces festivités qui ne nous appartiennent pas. Je suis d'accord: sauf les écoles d'anglais ou de la culture anglaise, je ne crois pas qu'on doive les fêter avidement alors que certaines traditions brésiliennes, plus significatives à nous, sont mises de côté pour commémorer la réjouissance des autres.

Dans ce contexte, au pays du soccer:

Salut au Saci Pererê et à Mula Sem Cabeça! Vive le folklore nationale!

Saturday, 7 January 2012

cool

Music, dancing, beer/wine, among other things - besides of love, of course.

Sincerely, we don't need anything else... neither no one.

It's great that we can party in couple at home! (just the two of us )




Friday, 29 April 2011

'becoming a princess' school


People tend not to regard (or pretend they don't know) that there is a informal and not disclosed princesses' industry - evidenced recently as a consequence of the wedding of the year: the Prince William's. Similarly to the misses one, which transforms simple girls in sculptural ladies ready to win any beauty contest.

This is not to say that to became a real princess it is essentially necessary being physically perfect. At the same time that million of little girls dream to marry handsome men, other just want to have a comfort life beside a rich husband. Rather better, if he could be special, as a prince for example.

In contrast to this fact, another kind of women have studied on the top of working to succeed in their lives independently of who they are going to live with. Actually, every one knows what is the best to get a lucky strike. Or rather: what is ‘to score a hit’ in order to guarantee a good future… becoming a professional, getting married, or have children (not to say ‘heirs’…).

Then, it is not a mystery that there are lots of cunning climber lasses, crazy and excited to reach their (clever) goal. Frequenting strategic places, meeting certain type of people, being in contact with who can offer good possibilities, they are focussed in their objectives, taking all necessary measures.

Only in my friendships group I know at least two cases. Some of the knower Brazilian examples are Xuxa, Luciana Gimenez, Adriana Galisteu… or who forgot how they became famous? Lately, the Kate Middleton’s path is up. Even with all moral doubts about her, she runs the current show - by hook or by crook. 

It is impressing that usually those behaviour and way are not only supported but also taught by parents, relatives and friends of these gals. Moreover, sensationalistic media upholds it intensively since it sales very well celebrities news. Once it is approved, they have learned since they were children how to act, which are the necessaries to become a princess, a famous' wife, or a son’s well-known-name mother.

Romantic and chimerical men should be heedful about that, to avoid it. After all, it's easy to make mistakes... Beauty is not in the face; beauty is a light in the heart (honest, while difficult to discern). In fact, after done, it’s no use crying over spilt milk.


side b bride  

Manners, traditions, disposition to go into a “fairy tale” life (or, for me a 'freak show' reality - considering paparazzi, invasion of privacy, hypocrisy etc.), those are some of the essential elements to became part of royalty.

I really don’t know if I would be happy without my freedom, with which I can say or do what I want (or which is necessary to be said/done by me). I’m against fake smiles, well-behaved wake of the hand, among other things, for instance.

I prefer somewhat as Kate Moss’ more informal (and junkie) behaviour. By the way, she is also getting married this year. I admit I prefer going to her wedding celebration than to the Catherine’s (new Kate's name from now) - that occurred today morning. I'm sure about that, as far as I’m concerned I'm a underground person.

Tuesday, 9 November 2010

caio


Mulheres de Caio - Também sou uma, definitivamente. Já o conhecia, origens em comum, popularidade entre os meus, entre as mulheres... Ontem, hoje e sempre. É como escrevi num email: "Caio Fernando Abreu não sai de moda”.

Ele bem poderia ser o compositor daquelas músicas que ‘cabem como uma luva‘, descrevendo nossa vida, relacionamentos. De forma intensa e informal, coloca os pontos nos ‘i’s. Simples, direto.

Sou fã. Não teria como ser diferente, tendo ele esses pensamentos, deixado seu vasto legado, suas verdades que me vestem, sendo ele assim... tão meu (e dos outros - muitos amantes...).

Ele fala por mim:

"Faz um bom tempo que a vontade de escrever e de poetizar se resume a você."

“É preciso que você venha nesse exato momento. Abandone os antes.
Chame do que quiser. Mas venha.
Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates...
Apague minhas interrogações. Por que estamos tão perto e tão longe?
Quero acabar com as leis da física, dois corpos ocuparem o mesmo lugar!
Não nego. Tenho um grande medo de ser sozinha.
Não sou pedaço. Mas não me basto.”

“Ele me desperta sentimentos i-na-cre-di-ta-vel-men-te ternos.”

“Não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha à mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...”

“Desculpa, digo, mas se eu não tocar você agora vou perder toda a naturalidade,
não conseguirei dizer mais nada,
não tenho culpa,
estou apenas me sentindo sem controle,
não me entenda mal,
não me entenda bem,
é só esta vontade quase simples
de estender o braço para tocar você...”

"E vamos levando. Se ficar heavy metal demais, dou o fora."

“Daí penso coisas bobas quando, sentado na janela do ônibus, depois de trabalhar o dia inteiro, encosto a cabeça na vidraça, deixo a paisagem correr, e penso demais em você.”

“Uma alegria que era o avesso daquela que tinham me treinado para sentir."

“Porque quando fecho os olhos, é você quem eu vejo; aos lados, em cima, embaixo, por fora e por dentro de mim. Dilacerando felicidades de mentira, desconstruindo tudo o que planejei, abrindo todas as janelas para um mundo deserto. É você quem sorri, morde o lábio, fala grosso, conta histórias,me tira do sério, faz ares de palhaço, pinta segredos, ilumina o corredor por onde passo todos os dias.”

"Finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio."

"Ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor. Eu gosto de gostos, eu gosto de pele, de cheiro, de amor verdadeiro."

"Vamos fazer assim: você não existe que eu não te desejo."

"(...) depois partiu sozinho. Não fizeram planos.
Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada."

“Ela gostava de estar com ele, ele gostava de estar com ela. Isso era tudo.”

" - Você sabe que de alguma maneira a coisa esteve ali, bem próxima. Que você podia tê-la tocado. Você podia tê-la apanhado. No ar, que nem uma fruta. Aí volta o soco. E sem entender, você então pára e pergunta alguma coisa assim: mas de quem foi o erro?"

E por fim (embora as possibilidades não se esgotem aqui...):

“Você é de Virgem, não? é o signo regido por Mercúrio, o planeta da inteligência, as pessoas de Virgem sempre conseguem o que querem embora no começo pareça tudo muito difícil...”

Caio, mas me levanto. Sigo, não desisto, embora desiluda... Há algo maior em mim - que me empurra, que quer me fazer feliz.
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Às avessas

Acredito no Príncipe Sapo, tal qual a Teresa, do conto homônimo de Caio Fernando Abreu. O feio e/ou estranho por vezes me parece atraente. Não só porque me resta. Controvérsia... Há quem me entenda. O fácil não me agrada, uma vez que é gratuito. Prefiro aquilo que, na sua excentricidade, me é próprio, exclusivo, particular.

Entendo que os Contos de Fadas possam não acontecer pela expectativa boba daqueles que sonham. Quando se vive, eles vem às avessas. Aceito. Abaixo os playboys e almofadinhas! Viva os sapos revolucionários que não se vem na obrigação de serem príncipes. Chico era assim... (mas também não precisava ser incapaz!)

Fico um pouco mais aliviada sabendo que perfeição não existe, e que busco a melhor imperfeição para mim, que isso me realizaria, assim será. Tudo bem: mas quero sexo! - que fique claro.

Meu momento é esse.

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Mulheres de Caio - a peça

Elas, oito atrizes, estão em cartaz no Teatro do Ibam, no Humaitá, aqui no Rio de Janeiro. Em cerca de 70 minutos abordam assuntos femininos trabalhados em quatro contos dele - o mesmo Caio que nos inspira: Fernando Abreu.

“O Príncipe Sapo“, “Creme de Alface“, “Os Sobreviventes” e “Dama da Noite” - trechos desses textos compõe a peça, conduzem o público a uma cumplicidade com as personagens. Seu tom confessional intima... intimida talvez; aproxima, aliás.

Quem nunca se viu numa daquelas situações? Amargurada, sozinha, enlouquecida, traída, bêbada, feliz... o que seja! Elas caem, mas se levantam. Mulheres à beira de um ataque de nervos... Opa, mas isso já é Almodóvar. Caio é mais nosso, tão bom quanto, talvez melhor até...

Para quem gosta do autor gaúcho (a maioria, que eu saiba), ou não o conhece ainda, fica a dica, num lead (serviço) básico:

O que: Mulheres de Caio
Quem: com

Bruna Spínola (Afinal, o que querem as mulheres? De Luis Fernando Carvalho)
Carol Fazu (Peça Zapeando)

Joana Gervais (Peça C.L.A.M.)
Linn Jardim (Tititi)
Patrícia Elizardo (SOS Emergência)
Paula Guimarães (Viver a Vida)
Rhavine Chrispim (As Pegadoras)

Larissa Sarmento (curta Mas na Verdade Uma História Só, de Francisco Crasmeyer e pelo qual ganhou o Prêmio de Melhor Atriz Mostra Digital, no Festival de Cinema de Brasília de 2009)

Quando: quintas, sextas e sábados de novembro, às 21h
Onde: Teatro do Ibam - Largo do Ibam, no Humaitá
Como: R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada (estacionamento gratuito)
Por quê:

Texto de Caio Fernando Abreu

Adaptação e Direção de Delson Antunes
Direção de Movimento de Ana Bevilaqua.
Cenário de Teka Fichinski

Figurino de Ianara Elisa
Direção Musical de Gustavo MM & Lincoln
Iluminação de Luiz Paulo Neném

Produção de Chico Paschoal - Black Ninja
Assessoria minha
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Caio na Rampa - a festa

Uma boa desculpa para de divertir, e por uma boa causa... cair na gandaia! (além de ajudar a produção do espetáculo inspirado em Caio, claro - justo ele, que também gostava de um agito...). Gente bonita, lugar inspirador, som bom, cerveja barata - ingredientes para uma noite ‘daquelas‘! - agradável, quiçá inesquecível.

Depois de duas edições badaladíssimas, o evento volta para comemorar o sucesso do primeiro mês de temporada das meninas, com casa cheia. Venha cair na festa você também! - sábado, 13 de novembro, a partir das 23h, no Bar da Rampa (dentro do Clube Guanabara), em Botafogo.

Friday, 29 October 2010

com a bruxa solta

 
Eu não duvido que elas existam. E sei que, em princípio, historicamente, qualquer mulher pode ser uma…

Na numerologia, dizem que a soma dos dias quando dá 11 é sinal de que algumas coisas podem não sair como o planejado… ou algo assim. Ou seja, nesse final de outubro, deveria ser hoje o Dia das Bruxas e não 31, quando se comemora (mas pergunto: quem e onde?).

Opa, essa questão de festejar essa data é bem controvérsa, sendo esta uma cultura e tradição dos Estados Unidos que está sendo encorporada, assim como outras tantas. Dói meu coração ver dezenas de crianças fantasiadas, pedindo doces, mais do que eu vi no Dia de São Cosme e Damião, por exemplo.

Pior é que o incentivo vem das escolas e das próprias famílias (tudo bem se forem as de inglês, ou as americanas - aí é compreensível). Se o problema é ser o dia dos santos das crianças um festejo religioso, indago sobre a origem do tal Halloween. Alguém sabe? Ou apenas incluiram a comemoração no calendário sem ao menos se questionarem por quê.

Num país tão tolerante como o Brasil nessa questão de adaptação ao diferente, não vejo problema a aceitação do novo, mas sim a maior valorização do que é externo, deixando de lado, em segundo plano, esquecido, por vezes, o que é nosso, próprio daqui. Viva São João, Cosme e Damião, São Jorge, Iemanjá, nosso carnaval, e ainda: Mônica e sua Turma, O Sítio do Pica Pau Amarelo, O Menino Maluquinho e tantos outros ícones nossos.

No mais, no que diz respeito às superstições, podemos lidar bem com as bruxas apenas quando temos a consciência de que elas existem e estão à solta. O resto, para nós, deveria ser só abobrinha! - sim, numa alusão ao símbolo maior da festinha yankee.

Friday, 22 October 2010

palpite


Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir

Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber

Na festa de 20 anos da MTV, quarta, ouvi esse hit (Me Adora) durante showzinho jam da Priscila com Cachorro Grande e "não sei por quê" pensei que é justamente isso que vai acontecer... bem provavelmente. Sem falsa modéstia.

O grande lance é o agora. Depois, não vai adiantar. Nem publicando... Tarde demais. Foda!

Saturday, 9 October 2010

alors on danse


Uma das coisas que eu mais gosto nessa vida é dançar. Alguns dizem para ‘beber e esquecer’ quando os problemas nos consomem, entristecem, tomam conta... TAMBÉM, mas, no meu caso, uma noite com uma trilha sonora que me chame para a pista ajuda a resolver até mais!

Música faz viajar, transporta-nos para momentos e sentimentos passados, traz à tona os desejos mais secretos. Ritmos de tempos que não voltam mais são resgatados não só no pensamento, mas nos passos que nos embalam, em cada movimento.

Em festa, melhor do que sozinho, é dançar junto. Estimulante, o som agrada de exibicionistas a voyeurs, desperta-nos sensação de poder e contemplação, excita. Faz a gente paquerar mais, tomar atitudes, mexer-nos. Mas, infelizmente, nem todo mundo segue essa tendência... Então, eu sigo dançando (com meu copo na mão, claro!).

*O hit "Alors on Danse", do belga Stromae, que me inspirou a postagem, bomba na Europa atualmente. Amei e adoraria ouvi-lo por aqui.  Mais infos sobre o rapaz, no site dele.

Friday, 25 June 2010

como tem que ser


Como pode ser ao mesmo tempo maravilhoso e, ainda assim, não acontecer por inteiro? Será que estou sonhando ou pagando meus pecados com essa privação, sem ter o controle da situação, nenhuma certeza?

Tantas dúvidas, muita vontade e entrosamento. Trata-se de um confronto harmonioso, uma explosão de emoções e sensações - por se resolverem ou não, que estão vividas e evitadas, mas jamais serão esquecidas.

É encanto. Sinto isso em mim, em ti, no ar... em nós.

De qualquer modo, é sempre assim: INCRÍVEL!

Tuesday, 15 June 2010

circo patriótico


O clima é de festa. O barulho nas ruas anuncia a alegria de ser brasileiro, o orgulho de seu país, um ideal conjunto. Tudo seria lindo se isso não acontecesse SOMENTE em dias de Copa do Mundo. Nunca vi, por exemplo, decoração nas ruas em qualquer outro evento como este.

Quanto “patriotismo”! Fico impressionada. Parece que o povo lembrou há cerca de um mês o quanto ama o Brasil, ou melhor, seu futebol. É uma paixão louca, inegável, saudável, mas ALIENADA e manipulada pela grande mídia, por interesses ocultos.

Gosto de torcer pela nossa seleção, mas me dói o coração ao ver tanto alvoroço pelo esporte e por política, nada... Questiono-me bastante a respeito, o que leva a população a comemorar TANTO essa ocasião e se esquecer do resto – MUITO mais importante, relevante.

Não sou uma dessas chatas intelectuais, pronta para acabar com a alegria dos companheiros. Bem pelo contrário: aproveito a ocasião para tentar levantar também essa, que apesar de ser a mesma, é outra bandeira – aliás, que ela fique hasteada até outubro, em tempos de eleição.

Que a televisão não faça do futebol única e exclusiva “obrigação” nacional. Que ajude nessa importante tarefa de fazer o exercício político uma prática mais comum, consciente, justa e do bem. E que as insurdecedoras vuvuzelas sul-africanas tão em moda e criticadas, de agora em diante não só festejem gols, mas critiquem e reprovem politicagens e discursos mal intencionados, fichas sujas etc. como num típico show de calouros.


'Para alegria de todos e felicidade geral da nação', que a Copa não ofusque tanto outras responsabilidades que perduram no intervalo de quatro anos, entre um circo e outro.

Boa sorte, Brasil – seja como for!

Friday, 11 June 2010

pelo hexa!


De verdade, começa hoje a Copa do Mundo – esse evento que mexe tanto (principalmente) com os homens em todo planeta. Durante um mês, TUDO estará voltado para os estádios e gramados da África do Sul. Não adianta reclamar.

Mulheres, esqueçam em parte os namorados, maridos, pais, filhos, netos, amigos... eles estarão com suas cabeças lá no continente-mãe. Só pensarão em outros homens, 22 por vez, 11 jogadores de cada lado, correndo atrás da estrela-maior: a Jabulani.

Essa é a verdadeira paixão nacional; aliás, mundial! Só terão olhos para ela nas próximas semanas. Mais de três bilhões de torcedores masculinos afoitos, de diferentes nacionalidades, ligados nos meios de comunicação, só vão querer um destino para a bola: gol!

Se o Brasil ganha, é tudo festa! Mas, tratando-se do país do futebol, como pode acontecer quando os times do coração perdem, as mocinhas só esperam que a seleção não fique desfalcada nos lares e camas por aqui. Que seja bola dentro sempre – independente do resultado dos jogos!


Então, 'se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação': BOA SORTE, Brasil. Bate o recorde do campeonato, mete seis! (em casa, isso eu quero ver...) [risos]

Wednesday, 17 February 2010

tudo dominado


Para os cariocas que acham que no Rio Grande do Sul só existem mulheres loiras, como Gisele Bündchen, Natália ex BBB, Xuxa, Ana Hickman etc, e mais: para todos que duvidam que gaúchos tem samba no pé, fica o convite: não percam o desfile da Banda da Saldanha no Carnaval daqui ano que vem.

SIM: temos espaço no Carnaval do Rio. Esse foi a terceira vez que participamos do calendário oficial dos blocos da Cidade Maravilhosa. E, a cada edição, mais gente chega junto na maior alegria! O desfile é na terça-feira, por volta das 17h nas mediações da pracinha da Siqueira Campos, em Copacabana.

Muito bom se sentir em casa, escutar nosso sotaque, poder comer churrasco gaudério na rua, ver e sentir toda a paixão colorada (e também gremista - para quem gosta, claro). Em plena Barata Ribeiro, quando tocou o samba do Flamengo, o que se ouvia no refrão da música de Neguinho da Beija-Flor, era “Inter” ou “Grêmio”. Vibrei.

A mistura que essa festa permite é positiva, prova mais uma vês que podemos estar presentes em qualquer canto do mundo, seja como for, E estamos - em CTGs espalhados pelos quatro cantos. Mais até: soltos por aí, batalhando (pois esse é o lema!), provando que sempre podemos superar as expectativas alheias.

Ninguém poderia supor que um grupo de gaúchos, na maioria negros (pasmem), bota pra ferver o bairro mais famoso e animado do planeta em tempos tão festivos - opa, é a 'Festa da Carne', faz sentido até... Cosmopolita é pouco. Tá tudo dominado! Para saber mais sobre essa iniciativa, visite: http://bandasaldanha.blogspot.com/. E, aos que moram no Rio Grande, compareçam aos agitos na Av.
Padre Cacique, em Porto Alegre.

Tuesday, 16 February 2010

bloco do eu sozinho


Carnaval - colocar o bloco na rua é ótimo, ok, mas meu momento não é esse. Entre um (pouco) agito e outro, curto a maior parte da festa de uma maneira bem peculiar, própria, no conforto do lar.

Monday, 15 February 2010

abre alas


Eu sou da lira, não posso negar.

Se tivesse filhos, levaria os pequenos para pular carnaval, sem dramas.

Utilizo-me, em momento tão apropriado, das populares palavras da maestrina Chiquinha Gonzaga, nessa que é a primeira marchinha registrada da história de nosso carnaval. O motivo é mostrar toda minha disposição para a participação infantil nos blocos de rua.

O primeiro verso da canção de 1899 sugere atenção. Hoje, os tempos são outros, mas a intenção creio ser a mesma: pedir passagem. E com criança tem que ser assim mesmo, com cautela, mas não é por isso que tem que se deixar de curtir, privar os baixinhos de sentirem a energia da folia.

Tiro meu chapéu para os tantos casais, pais e mães ‘avulsos’, que enfrentaram a maré fantasiada, bêbada e colocaram o bloco mirim na rua. Fantasias que pediam fotos, embalos que os faziam dançar ao ritmo contagiante da banda. Mesmo sem saber qualquer letra, o animar da música arrancava sorrisos bobos.

Bam-Bam, tubarão, amendoim... tinha cada uma! (de uma criatividade louvável) Dava vontade de apertar todos. Fico feliz pelos pais que sabem aproveitar junto a seus herdeiros esses bons momentos e não jogam a eles a responsabilidade da falta de paciência, saco e vontade de viver que passam a ter quando se tornam pais.

Junto a toda dádiva vem sua responsabilidade própria. Claro que ninguém vai se socar no meio do Bola Preta (com mais de um milhão de pessoas na volta, espalhadas pelas ruas do centro do Rio de Janeiro!) com um recém nascido, mas com um pouco de ânimo dá pra ir para cordões menores, como os de bairro, mais alternativos.

Algumas coisas são imprescindíveis para essa parceria dar certo: fantasia confortável e fresca, sling, água, protetor solar, um colo sobressalente e a escolha de um bloco sem tumulto – ou a melhor localização nele (na frente, em algum recuo da rua, numa varandinha vizinha). Bom senso é sempre o melhor parâmetro para qualquer limite.

São esses pequenos GRANDES detalhes que fazem toda a diferença, facilitando a vida de qualquer papai/mamãe. Assim, não tem perrengue que atrapalhe a festa, e é só alegrias! A lembrança de ‘outros’ carnavais me motiva, de minha infância querida, de mais inocência, confete e serpentina.

Ah, se todos fossem pilhados como minha mãe e eu... mais disciplina e espaço para os pimpolhos nas ruas teria, naturalmente - e o pedido seria só na brincadeira.

Saturday, 13 February 2010

unidos da alegria


Ainda no clima, quero expressar minha satisfação de ver tanta gente vestindo personagens bacanas nessa comemoração da alegria. Gripe Suína, rolo de papel higiênico, mulher pelada, Chupa que é de Uva... A criatividade impera soberana pelas ruelas e avenidas desse Rio de Janeiro, em fevereiro agora.

Embora não tenha me organizado com minhas vestimentas este ano, estou me virando num mix de acessórios de produções passadas. Fantasia é fundamental! Não saio sem, nem que seja um adorno somente – no cabelo, pescoço ou na própria roupa, compondo sutilmente uma alegoria.

Até quarta-feira, praticamente tudo é permitido. Tem-se que aproveitar o momento, afinal, esse é o único período do ano em que podemos deixar de lado toda a timidez e retração e colocar pra fora toda espontaneidade, espelhada em algumas figuras caricatas. Importante extravasar, caprichar na encenação, no discurso também (por que não?), e ser feliz.

Munida de todo o arrependimento possível, acumulado já de dois anos, PROMETO ano vem elaborar melhor minhas composições para a festividade, e fazer bonito nos desfiles, claro, colocando quem sabe até algum bloco amigo na rua . Estou inspiradíssima. Isso é bom, anima – exatamente a proposta do carnaval.

Saturday, 16 January 2010

hard me


Fazer aniversário não é fácil quando se é produtora. O objetivo, claro, é se fazer a melhor festa, comemorar-se com estilo. Para tudo sair nos conformes, é necessária dedicação – lugar, lista, data, convite, mobilização amiga, help básico, beauting, figurino, recepção, social (tudo pra ontem, hoje).

Oh, yeah! Essa sou eu... Ainda bem que gosto de emoções fortes.
Happy me, happy you, happy us, happy todo o Sarandi.

Monday, 28 December 2009

simples assim


Assim como muito brasileiros, joguei na megasena da virada. Não tenho como ignorar a chance, mesmo que remota, de ganhar cem milhões de Reais. Arrisquei, né?! Se não apostar, aí sim é que não se ganha MESMO!

Imagina se eu acerto essa porr*? Nossa, é de enlouquecer qualquer um! MUITO dinheiro. Para pobres mortais como eu, é até difícil mensurar tamanha quantia. Em notas graúdas, não sei nem onde caberia... talvez nos sonhos somente. Quem sabe...

Já fui criticada diversas vezes por não ‘pedir’ direito, por me contentar com pouco. Por inúmeras vezes desejei ganhar apenas a quadra ou a quina nesses jogos. Nesse contexto, acho o valor a ser pago muito além do que eu imaginaria um dia ter nessa vida. Nem precisaria de muito, um "merré" qualquer já me ajudaria... e MUITO.

Não que eu não o queira e não fosse aproveitar toda essa grana da (minha) melhor forma... que fique BEM claro. Fala sério: com R$100.000.000 no bolso (opa, na conta!) NUNCA mais me preocuparia e pensaria em ganhar dinheiro. Só em revertê-lo para boas causas. Apesar da boa vontade, confesso que não consigo, ainda e por hora, me imaginar TÃO milionária assim.

Não sei nem como funciona quando se leva um prêmio desses, qual o procedimento a se tomar (mas aprenderia num instante - esse seria o menor dos problemas!). Num caso assim, não contaria a ninguém. Inventaria uma desculpa qualquer e sumiria por uns tempos. Não de forma irresponsável, mas subitamente SIM.

Como faço aniversário agora em janeiro, de repente daria uma mega festa antes de ganhar esse mundo. Sim, iria me mandar! – visitar todos os lugares que eu sempre quis conhecer. Detalhe: viajaria só com a roupa do corpo e levaria minha família comigo. Mas, primeiro, oportunizaria aos amigos uma noite inesquecível.

Sabe aquelas festas memoráveis, que ficam na lembrança de todo mundo por muitos e muitos anos? Pois é, bancaria isso! Música e ambientes legais, bebida gelada, comida à vontade, tudo do bom e do melhor... para todos os gostos. Adoraria ver todos felizes, de bem com a vida, (se)curtindo na boa. Motivos para comemorar não faltariam!

Sempre digo isso e me acham uma maluca, mas faria, de coração. Depois, aí sim, pegaria a estrada, os ares e mares rumo ao desconhecido. TANTA coisa para ver, aprender... Um bom roteiro seria o de ‘Um Filme Falado’, do diretor português Manoel de Oliveira. Conhecer os lugares pela ordem que a História nos apresenta seria fantástico! Ou então, por que não se inspirar em Julio Verne e dar um‘A volta ao mundo em 80 dias’?

São incontáveis as possibilidades... É dinheiro que não acaba mais! Aliás, sim: ACABA. Se mal administrado, um dia tem seu fim, como tudo nessa vida. Demoraria um tanto, claro, mas como 'dinheiro na mão é vendaval', e tratando-se de tantos zeros à direita, esse seria um furacão dos brabos, é melhor ir com calma, usar com cautela.

É muito dinheiro para se ter sozinho, então, depois de aproveitar um pouco, voltaria à realidade e montaria um projeto social autosustentável, na área de educação e cultura. Montaria uma rede de ensino fod*, pois acredito que só a boa instrução e formação de cidadãos tem o poder de transformação nessa sociedade.

Uma nova realidade, melhor, só é e será possível com homens de bem, livros, igualdade, oportunidades, prosperidade, tecnologia. Num sistema JUSTO, TODOS teriam acesso a esse preparo para o futuro. Um ciclo perpétuo, do pré-natal à terceira idade seria contemplado, com toda orientação possível para essa vida cruel contemporânea.

Esse seria meu legado ao mundo. Com meus R$2 investidos, mudaria a vida de muita gente – não dando o peixe, mas ensinando a pesar. Acredito e vou em busca das pequenas grandes simples coisas que fazem a diferença.
No meio disso tudo, rezaria MUITO para não me matarem, e tentaria não surtar, ou ter um ataque cardíaco com tamanha emoção.

Poder, enfim, realizar alguns sonhos é um fardo que nem todos conseguem carregar. Talvez nem beliscando alguns acreditem. Outros, movidos pela ganância, provavelmente fariam QUALQUER coisa para se tornarem ricos da noite pro dia. Por que as pessoas complicam o que é muito simples: ser feliz e fazer o bem? Ganhar na loteria pode ter diversos significados diferentes, depende do sortudo. Aliás, alguém('ns') vai começar 2010 como nunca imaginou antes!

* Ainda está em tempo de jogar... O resultado da megasena da virada todos conhecerão a partir das 20h do dia 31/12. O sorteio passará ao vivo na televisão. Boa sorte!

Saturday, 12 December 2009

vale quase tudo


Ontem gravamos matéria numa casa diferente, onde acontecem festas liberais. Dedico este post a essa iniciativa maravilhosa que, ao meu ver, deu muito certo em Sampa, mas provavelmente teria sucesso aqui no Rio também, quem sabe em Porto Alegre e até em outras capitais – por que não?

O lance é o seguinte: lá, vale QUASE tudo. Como assim? Vale beijo mais ousado, dançar agarrado, amasso, mão naquilo... só não vale transar de fato. Acho que acertaram em cheio nesse meio termo, pois muitos casais tem vontade e curiosidade de conhecer um lugar assim, mas temem a pressão de TER que fazer alguma coisa.

Na verdade, mesmo em casas de swing mesmo, nada é obrigatório. Faz quem quer, o que quer, mas nem todo mundo sabe disso. E em baladas liberais só rola um ‘esquenta’ para o que vem depois. Bom paradar AQUELA apimentada que por vezes falta em alguns relacionamentos de anos, em que a rotina já se instaurou, ou para aqueles que gostam de aventura.
Pessoal anima a um som legal, vê shows de strip estimulantes, e depois, quando estiver 'no ponto', vai pra casa, ou pra um motel... Aí sim: tudo liberado!

Confesso que ainda não havia ido a um lugar que (‘baunilha’ como sou) empolgaria de ir à paisana, com amigos ou com um gatinho. Encontrei, enfim. Só gente bonita, ambiente divino, atendimento de primeira – essa é a Nefertitti, no Brooklin. Vale a pena conhecer. Quem quiser mais infos, visite:
www.nefertitti.com.br. E encerro com um trecho de Love is Strange, de Mickey & Sylvia, da trilha sonora de Dirty Dancing:

Love
Love is strange
Lot of people
Take it for a game

Friday, 2 October 2009

de fé


Hoje é para usar branco, dia de Oxalá!

Para agradar o rei dos orixás, tenho tentado, inclusive, aderir ao costume, buscando um figurino apropriado para o momento mais badalado da semana. É um agito sempre, correria. Muitas vezes se sai direto do trabalho pro happy hour ou para festas e eventos. Vale de tudo, uma peça que seja! (pode ser a calcinha, a cueca...)

Não há uma sexta-feira de samba que não tenha a cor da paz nas vestimentas. Impressionante. Vê-se que o povo é de fé, que respeita. Acho bonito. Será que logo mais Maria Rita não vai fugir à regra dos outros tantos artistas que se apresentaram no Circo Voador nos shows promovidos pela Tam, Paixão pelo Rio? Todos seguiram a tradição. Vale até notinha isso... Assessoria!

A ocasião é perfeita. Dia de se comemorar esse calor todo alvamente, mais do que nunca.

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Por falar em fé... (e em festejos)


O que estava fazendo o Paulo Coelho em Copenhague na grande final da decisão da sede dos jogos olímpicos de 2016? Será que o bruxo estava fazendo uma ‘fézinha’? (E o Lula foi ótimo... Em entrevista ao vivo para o Jornal Hoje já soltou uma dizendo que ele estava lá a vender seus livros... mas nem precisava, né?! Não MESMO). Cada uma...

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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!