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Friday, 8 July 2011

stronger than me


I have already written here something about my preference for men with big hands. Nowadays, more then ever, it make me think about who come on (too) strong... as the goalkeepers' act of catching balls. However, in this case, holding me!

I wonder why?

Tuesday, 7 December 2010

arreto


Saliva, carne, cheiro... beijo gostoso. Mão que passa, aperta, vai descendo. Amasso, desejo louco.

Enquanto isso, olhar fixo, excitado. Vontade de masturbar-se.

Cabeça em outro lugar, pudores são abandonados por alguns instantes. O casal demorou a perceber certa atenção voltada para si, em seu movimento.

O olhar vizinho é descoberto nesse exato momento. Seus pensamentos libidinosos são interrompidos. Afasta-se, então.

Ela se preocupa, ele nem liga. Mudam de lugar. Meio minuto, e os dois seguem com sua intenção. Abraço, outro beijo - língua, cabelo, pescoço...

O homem, censurado com o flagra, vai ao banheiro. Ele usa sua imaginação para terminar a cena por lá.

*Sempre penso nisso: em estar sendo observada por voyeurs tarados quando estou mais vulnerável... divertindo-me.

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na pressão

Adolescentes sem noção e condições (por hora) de fazer o que querem em casa, acabam expondo na rua a intimidade de sua descoberta sexual. Inspirada nisso, na sensação de ‘feio’ quando vejo demais da relação dos outros, tenho uma preocupação pessoal em manter o respeito.

Resguardo, vergonha, claustrofobia... Detesto que me prensem contra qualquer lugar. Prefiro eu ficar “por cima” nessas situações. Num modo de evitar julgamentos comuns devido a esteriótipos criados, supostos, evito qualquer pegação mais ousada na frente de terceiros. Desnecessário.

A revelação: não sou exibicionista (agora, se ninguém ver, sem objeções. Tá valendo!).

Friday, 15 October 2010

queen seated


Uma história real!
(embora da série 'Ninguém Acredita")

28 de agosto de 2010

[copied, pasted]
De "yorself hoogenbast" para mim:

01:26

Oi !!!
Vc curte face sitting?
 

01:27
 
oi
Então posso dar minha cara pra vc sentar em cima e fazer de sofa?

01:37

Oi Vanessa!
Quero que vc me sufoque, então posso dar minha cara pra vc sentar em cima?
 

Era madrugada e eu, sozinha no saguão, usando a internet.  Reli algumas vezes aquela sequência de emails (boquiaberta) sem acreditar no que via! Não respondi nada. Estava meio em choque...  Já conhecia o assunto, mas, na verdade, nunca imaginei provocar tal desejo em alguém, mesmo virtualmente.

Como deveria eu reagir àquela situação? Admito que tive medo, pois (fisicamente) ele me observava detrás do balcão do hotel, disfarçando seu fetiche por debaixo do uniforme de homem trabalhador que vestia. Mas fingi que não desconfiava dele e subi para meu quarto como se nada tivesse acontecido.

Depois, fiquei pensando: que perigo um cara desses fazer esse tipo de abordagem, mesmo que somente online, para uma criança, por exemplo, despreparada para recebê-la e assimilar tal tara. Ou mesmo que fosse para um(a) adolescente... Bizarro! Pior que isso, só se essa proposta altporn partisse de uma mulher! Eca.

Sunday, 8 August 2010

lobo mau


Dia dos Pais hoje, e uma historinha nada “romântica” para a data.

(Da série iniciada no final do mês passado)

Ninguém merece 2:

Buscar papai na delegacia, acusado de assédio por uma vizinha, ou alguém assim, desse naipe. Constrangedor (e dispensável) saber que ‘o velho’ tem um mau-comportamento sexual.

Pior que isso, só se ele abusasse de criancinhas... mas aí é lobo mau MESMO! E não rolaria soltá-lo.

*Não, meu pai não é pervertido a tal ponto - pelo menos, nenhuma das mulheres (incluindo todas as atendentes possíveis), prestou queixa até hoje... bem pelo contrário: apaixonam! Esse post é baseado num babado que me contaram essa semana.

Sunday, 12 April 2009

homem primata


Eu tinha uns oito anos. Estava com minha mãe esperando um ônibus no terminal do mercado público. Vi um senhor me olhando. Era o pipoqueiro. Lá de sua barraquinha ele me fitava e isso me chamou a atenção. Eu olhei e, lá pelas tantas, ele colocou a língua para mim, mexendo-a de cima para baixo em movimentos repetitivos. Respondi mostrando a minha língua para ele. Não entendi o gesto dele, suas intenções, mas não senti uma energia positiva em seus olhos e comentei com minha mãe. Quando ela se virou, ele parou.

Não lembro por que estava chegando atrasada ao colégio. Tinha 13 anos. A rua estava deserta e um homem vinha na minha direção. Cruzamos no meio da quadra, a uns 30 metros da porta principal da escola. Quando ele estava passando bem ao meu lado, chamou minha atenção ao falar alguma coisa. Não parei de andar, mas olhei para ver o que era. Ele se movimentava como se estivesse sentindo alguma coisa ruim, sofrendo. Estendeu a mão na minha direção e na sequência já colocou a outra dentro das calças e começou a se masturbar ali mesmo. Saí correndo assustada e contei na secretaria o que tinha acontecido. O cara não estava mais lá.

Já faz um tempinho, cheguei no ponto de ônibus em frente ao Rio Sul. Eram 22h30min aproximadamente. Fiquei ali alguns instantes até perceber que duas adolescentes próximas a mim olhavam para dentro de um táxi estacionado no lugar onde os ônibus param para pegar os passageiros. Elas riam, incomodadas, mas continuavam ali. Meu olhar curioso seguiu o delas e o que vi foi a mão do motorista deslizando sobre seu pênis ereto dentro do carro. Não consegui ver o rosto do sujeito. Saí dali na hora e logo em seguida veio minha condução.

Fiquei me perguntando o que mantinha aquelas meninas ali - curiosidade, desejo, tesão? E o pior: constatei o quanto vulnerável podemos ser ao entrar num veículo desses, que presta serviço público. Um perigo! E o velho tarado da pipoca? Um nojento sem vergonha atiçando uma criança. O que leva os homens a agirem assim? Eles perdem a razão e nos invadirem com essa falta de controle de seus instintos sexuais. Desconheço tal poder no comportamento feminino, tal abuso.

Já vi mulheres em situações vulgares, feias, over (normalmente estimuladas por um alto teor alcoólico), mas nada se compara à capacidade masculina de abordagem sexual. Um exemplo: nós podemos até elogiar um homem bonito e gostoso que passa pela gente na rua, falar alguma gracinha, mas dificilmente vamos passar a mão na bunda dele! E, ao contrário dos homens, fazemos isso mais quando estamos em bando. Sozinha é muita ousadia.

Acho elogios sempre bem-vindos, mas com moderação. Não tem o que me enoje mais do que aquele homem que se aproxima de ti na rua e consegue fazer com que só tu escutes o absurdo que ele tem a te dizer: verbos intencionais e partes do corpo feminino no diminutivo. E quando olham com desejo para crianças inocentes? Vi esses tempos um cara flertando na Glória uma menina que, na boa, não tinha nem dez anos!

Um alerta para os pais: se liguem! Fiquem MUITO atentos com seus filhos. Não deixem ninguém ter contato muito íntimo com crianças. Elas são indefesas e não têm a maldade própria dos adultos. Se acontecer algo, pode ser que nem perceba o que está acontecendo e só vá saber o que aconteceu depois, quando crescer. Tarde demais, talvez, para poder se dar um corretivo num criminoso desses.

Criar cidadãos sagazes, espertos, contra esse tipo de comportamento animal é o objetivo e a solução. Melhor prevenir. Quando tiver meus filhos, vou ser a mais chata com isso. Não vou deixar se repetir episódios tristes como os que ocorrem por aí todos os dias, com muito mais gente do que se imagina.
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  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!