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Saturday, 26 January 2013

for girls

Not in a pejorative way, as usually people may express some critique against some female singers' style. Nonetheless, that's how I can classify 'There Will Be Stars', Elisapie Isaac's first solo album. She's some kind of Céu from Quebec (Yes, I think I can say that...).

Sweet voice, excellent cadence, smart lyrics... The fact is that I don't get tired of listening her! Perfect to chill out... *(Precious attention for Navvaatara, my favorite toune - of Café de Flore soundtrack. However, I can assure you that the entire record is good. Actually, perfect! Du bonbon!)

"New"/different talents are always a delightful discovery! Now, I will hear her new disc, Travelling Love, released last year. I'm trustful I will like it. So you will...

Well, I hope all you guys (ooops: specially you, GIRLS!) enjoy her music.
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Friday, 6 July 2012

dutch sky

I always knew that dutch paradise is orange... 

As has happened since then, I discovered with my husband (at that moment my "chum", trying to impress me) la sauce hollandaise, in French.

It's creamy, dense, fort, heavy and, of course, fatty! Delicious. Furthermore, it matches perfectly with eggs, toasts and bacon (le méchant, which it's simply vicious!).

Well, while eating everything together, it seems we're in the heaven... the north-american one, indeed.

However, it was necessary come here, furthest, to taste it. Cruel. As it must be, though.
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How to make it? Here.

Tuesday, 21 June 2011

the unknown


Something that is as unexplainable as exciting for me is not to know what is going to happen with us after any step we give. Certainly it occurs owing to the many possibilities which the future destines for us.

I wish to make good use of each opportunity from now, not wasting any one. Now it is possible to say that I recognize the real worth of every one. So, hey ho let’s go! - ahead.

Thursday, 19 May 2011

my findings


Gastronomically, each year a different one!

I was so lucky to had discovered aspargus last February... Served with calamari stuffed by shrimps as well as soaked by soy sauce, it's “simpy” delicious! - a real Chinese delight (a speciality of a famous restaurant in Amsterdam).

The green or the white one? I still have no preference about that, only a starving palate for tasting new savours.

In 2010, was the time of lychee. Terrific! - especially in (Brazilian) ‘caipirinhas’ with sake in spite of vodka or cachaça.

Since 2006 (when I started eating elephant garlic), I've been loving those flavours and disclosures! Hummmm...

Wednesday, 2 February 2011

keep walking


Each day having to choose a different way to go ahead, or turning corners… It’s delicious explore new streets, cross over bridges - be it walking, riding a bike, by tram or boat... whatever! Come what may, in any case, being in Amsterdam, is a terrific experience.

One thing that inspires me while living here (mainly due to the distance from the “suburb” to downtown - more than 5km!) is discover the city, every little detail of that.  I've walked astonished at the circumstances... as if I could find my happiness everywhere!


I'm sure I could indeed! It's only a mere matter of time...


free to go wherever I want

Here, I feel myself free to walk around without any fear - even at night, with a bicycle or any expensive stuff in my possession. Not even the freezing weather dishearten me to go far outside… For me, it’s some kind of ‘fable’ the fact that in Holland they use clogs (wood shoes, somewhat heavy), which could make things worse for them. They don't, though.         

Tuesday, 7 December 2010

arreto


Saliva, carne, cheiro... beijo gostoso. Mão que passa, aperta, vai descendo. Amasso, desejo louco.

Enquanto isso, olhar fixo, excitado. Vontade de masturbar-se.

Cabeça em outro lugar, pudores são abandonados por alguns instantes. O casal demorou a perceber certa atenção voltada para si, em seu movimento.

O olhar vizinho é descoberto nesse exato momento. Seus pensamentos libidinosos são interrompidos. Afasta-se, então.

Ela se preocupa, ele nem liga. Mudam de lugar. Meio minuto, e os dois seguem com sua intenção. Abraço, outro beijo - língua, cabelo, pescoço...

O homem, censurado com o flagra, vai ao banheiro. Ele usa sua imaginação para terminar a cena por lá.

*Sempre penso nisso: em estar sendo observada por voyeurs tarados quando estou mais vulnerável... divertindo-me.

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na pressão

Adolescentes sem noção e condições (por hora) de fazer o que querem em casa, acabam expondo na rua a intimidade de sua descoberta sexual. Inspirada nisso, na sensação de ‘feio’ quando vejo demais da relação dos outros, tenho uma preocupação pessoal em manter o respeito.

Resguardo, vergonha, claustrofobia... Detesto que me prensem contra qualquer lugar. Prefiro eu ficar “por cima” nessas situações. Num modo de evitar julgamentos comuns devido a esteriótipos criados, supostos, evito qualquer pegação mais ousada na frente de terceiros. Desnecessário.

A revelação: não sou exibicionista (agora, se ninguém ver, sem objeções. Tá valendo!).

Tuesday, 1 June 2010

no mundo da lua


Infelizmente, não era lá que me encontrava. Se fosse, teria sido muito feliz... de um jeito diferente. Anos luz se passaram e, onde estávamos nós que perdemos tanto tempo?

Como você agiria se descobrisse, depois de 16 anos, que seu amor de adolescência, seu melhor amigo e confidente, pelo qual você era louca (sem ele saber, claro!), também era apaixonado por você? Arrependida, questionei-me muito sobre tudo o que nos calou durante mais de uma década, impossibilitando, assim, uma linda história de acontecer.

Um nó na garganta e o receio de não ser correspondida não deixaram que eu falasse e assumisse meus sentimentos. Faltou-me coragem de lhe dizer a verdade e arriscar colocar a perder a amizade e o carinho já conquistados. Era mais fácil fingir interesse por outros para chamar sua atenção, tentando causar ciúme bobo, do que me aproximar mais.

Durante longas boas conversas, sinergia, entrosamento, só faltou mesmo a iniciativa nossa de abraço, beijo... embora intenção houvesse. Hoje, eu sei (e reconheço) a importância do toque num relacionamento, de sentir a pele e o calor do próximo com mais frequência e intensidade. Essa foi nossa carência maior, o limite de nossa covardia.

Não ousar acarretou uma vida completamente diversa da que seria se tivéssemos agido com mais sinceridade. Poderíamos ter vivido mais momentos especiais e memoráveis, desperdiçados com terceiros sem tanto valor. Eu teria feito escolhas mais acertadas se tivesse na melhor companhia de todas, além de um conselheiro, meu namorado.

Tantas primeiras vezes a serem descobertas juntos... sem erros. Entregaria-me a ele inteiramente, com toda vontade possível. Mas, de qualquer forma, a parceria se perpetuou. Fomos completos mesmo sem a plenitude do amor – aliás, do sexo (apesar da pouca idade), pois afeição nunca faltou. Era tão forte que sobrevive até agora, inclusive.

Na verdade, numa única noite, entre tantas outras viradas em tratos íntimos a certa distância, aconteceu a coisa mais linda entre duas pessoas que se gostam. Sem dizer qualquer palavra, nossos corpos falaram mais alto e por si. Foi perfeito, a realização de um sonho, a concretização de algo que desejávamos muito, mesmo em silêncio.

Lamento que tenha sido essa a última vez em que nos vimos. Não sei por que, perdemos a razão ao nos acharmos. E, assim, nossa história ficou inacabada... Será que ainda podemos colocar a cabeça (e as coisas), definitivamente, no lugar? Arriscando, um convite: para ele vir conhecer meu atual universo e vivermos um ano a cada dia – juntos, enfim.

Tuesday, 26 May 2009

a descoberta do ano


Tudo começou assim...

Era final da copa do mundo, domingo à tarde, família reunida para o almoço e eu de ‘visita’ numa casa “franco- judaica” (ou seria “judaico-francesa”?). Todos os dias tinha algo exótico na cozinha. Fui convidada então a provar uma especiaria que mudaria a minha vida: o alho-poró.

Estava lindo na panela, apetitoso. Tinha sido preparado refogado na manteiga, com uma pitadinha de sal. Simples e MARAVILHOSO. Foi a descoberta do ano. Era 2006, a Itália ganhou e eu descobri um sabor que nunca mais vou esquecer e deixar de provar. Além de delicioso, só faz bem: é nutritivo, digestivo, diurético, expectorante, laxante, emoliente.

Chego a comer um alho-poró inteiro numa sentada, assistindo novela, jornal, um filme... o que seja! Normalmente à noite. Só ele, nada mais. Corto em rodelas, refogo na manteiga, adiciono sal e um plus: um tantinho de pimenta do reino para dar gosto e aquele ‘calor’ que tanto gosto. Irresistível (de se jogar no chão e chorar!).

É um dos meus pratos favoritos. Devoro feito pipoca! Compro dois logo, ou três (quando consigo uma pechincha na feira). Só tenho a agradecer à família Sztajn por ter me oportunizado conhecer esse tesouro gastronômico. Depois disso, sempre penso em qual será a próxima descoberta. Em 2007 foi o saquê, em 2008 foi a salada e agora, em 2009, acredito ser a água – de coco e mineral com gás.

Na verdade, fui somente me deliciar mais com a bebida japonesa ano passado, quando percebi que é o melhor trago e porre de todos. Amo de paixão. Com a salada não foi diferente, já tinha provado antes, mas só fui me render à essa necessidade recentemente (para alegria e orgulho da minha mãe!), quando não consegui mais ir contra minhas carências orgânicas e "zicas" dermatológicas.

Beber água (acreditem) sempre foi um problema para mim, mas agora estou mais consciente e ando ingerindo mais líquidos. Como estou tentando largar a (maldita e “viciantemente” deliciosa) Coca Cola, substituí o veneno por água de coco ou mineral COM GÁS - por favor, se for sem não tem graça(!), não faz efeito. Hoje, policio-me diariamente e me esbaldo, com ou sem bolinhas - BEM BONITA, viu Dona Cleuza?!

Fazendo um breve retrocesso agora, poderia dizer que em 2005 conheci os salgadinhos de ervilha na raiz forte e em 2004, a comida japonesa. Não vivo mais sem! Uma vez por mês ao menos me permito um almoço ou janta muito bem acompanhada (as amigas que o digam...) em um restaurante japonês – preferencialmente perto de casa, sentadinha no chão, sem sapatos.

Estou adorando minhas preciosas descobertas gastronômicas. E você, quais são as suas?
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!