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Saturday, 29 January 2011

my own saint


For the first time in my life I can say loud and clear: I have a saint of mine. It is Saint Nicholas. In this way, he seems being not so famous, but used to be also called Santa Claus (Sinterklass in Dutch). Ok… now is easy to recognize him – after all, who doesn’t know who is the Father Christmas? – unfortunately, diffuse around the world by Coca Cola’s Christmas advertisings since 1931, which changed his look by the hands of Haddon Sundblom.

On the other hand, he is known because of his life, the good example set by him – chiefly as a result of he has done, that until nowadays serve us as a lesson, a model of charity and goodness. It is inspired in his story that I’m trying to lead my life as of now through the best way and reach the elevation of the mind to God by my good thoughts and acts. All this, in addition to visiting his house everyday – to thank him in loco for the present opportunity unique and also his help.

In my case, this prayer is individual. Nobody can do it for me… over and above most part of people simply doesn’t understand me or believe on that, or worst: not even know who he was! It happens in the best of families. In mine, everybody has yours and their rituals, so why I couldn’t have my personal one? Yes, I can… and I do! Bless me.

Amen!

Friday, 18 December 2009

bárbaros


Ontem pude comprovar minha predileção:

Os com carinha de bebê que me perdoem, mas barba num homem é fundamental! (e antes que se questionem: não, eu NÃO sou fã dos Los Hermanos, e por causa da Coca Cola, já deixei de acreditar em Papai Noel faz tempo! - que fique claro).

Gosto porque dá um toque todo másculo aos rapazes. Serve para nos atiçar, arranhar, incomodar... (no melhor sentido, certamente) E, por outro lado, reflete hoje ainda uma forma de protesto e abdicação aos padrões estabelecidos. PERFEITO.

Louco isso, pois a barba já foi símbolo de poder e status num passado não tão distante, vide os figurões de nossa História. E em outros tempos, também representou o terror - nos piratas, em contos infantis, e, ainda hoje, no mundo islâmico.

Acho que o mais famoso barbudo do mundo, Jesus Cristo, ao contrário de seu vice, Che Guevara, desconhecia tanto o glamour, o mistério, quanto a aversão política e social referida a ela. Outros tempos... muitos valores agregados (HoHoHo de novo...).

Esteriótipos à parte,
se "A culpa é do Fidel", não importa, eu gosto é dos barbudos! E quero toda essa barbárie em quem me envolve, na face que me beija. Por favor! Gosto que me enrosco. Abaixo as 'giletes' e barbeadores.


*Em breve (assim que eu assistir pela segunda vez), escreverei uma resenha sobre o filme cujo título parafraseei, e é ÓTIMO – francês, político, com barbudos e comunistas, dramático e sem efeitos especiais.

Tuesday, 1 September 2009

eu bebo sim!


Nada justifica. A ressaca moral no day after é mortal. Por que a pessoa exagera? Nem o bom papo com os amigos, nem a empolgação, muito menos a possibilidade de encher a cara de graça com tudo do bom e do melhor... Nenhuma dessas desculpas vai amenizar os resultados de se enfiar não só um, mas OS DOIS pés na jaca!

Existe aquele momento crucial, em que a gente sente o drama, em que uma boa e gelada coca-cola cairia bem, daria uma levantada, uma "luz" (é claro que é Jesus!). Por que deixamos esse instante passar, e nos jogamos num próximo copo, no garçom que se aproxima com mais uma rodada? Por que somos mamíferos? – Não cola! Ninguém faz amigos bebendo leite... (e isso já é assunto pra outro post...)

Será a (boa) fase, os embalos de sábado à noite?! Pode ser cara de pau, ou a vontade desenfreada de se bebemorar sei-lá-o-quê – motivos não faltam! Parecemos adolescentes “festejantes”, mas o corpinho não tem mais 17... Não adianta: o efeito de uma ressaca ‘daquelas’ num organismo beirando os 30, é cruel. Mal-estar, enjôo, piriri, calafrios – tudo junto-ao-mesmo-tempo embrulha aquele ser frágil, sem forças, com olheiras nos peitos e bafo de onça.

Fico verde depois de beber todas, quando enfio os dois! E já sei, inclusive, que não ter comido devidamente (jantado, para ser mais precisa), foi a razão. A gente tenta, mas, às vezes, não dá tempo e quando vemos, mil copos depois, a merda já está feita. O porre da cerveja e do vinho eu conheço, reconheço, volta e meia me faço lembrar e relembrar... mas com o do champagne e do saquê estou pegando intimidade aos poucos, devagarinho. E viva o santo Oxyboldini das manhãs do arrependimento (se bem que já passei da fase das promessas nunca cumpridas sobre nunca mais beber).

O pior de tudo é o medo de ter sido sincera demais, de ter magoado alguém pelo non sense que vez que outra se instaura 'quando o álcool entra e a verdade sai'. Agressiva e chorona não fico, mas a bebedeira me deixa dispersiva e tímida. Ando numa onda bem acanhada ultimamente, fora alguns esquecimentos... Engraçado isso, eu não era assim! Essa REALMENTE não é minha especialidade, mas é vida que segue... inevitável. 


Copinho cheio na mão! - e sempre enfiando um (ou os dois).

Sunday, 26 July 2009

a revolução do chá


Muita coisa tem mudado em minha vida de poucos meses pra cá. Uma delas é o cuidado e maior atenção que venho tendo com as questões de saúde, beleza e bem-estar. Estou tentando ser boazinha comigo mesma e o resultado é positivo. Percebi os benefícios de meu novo hábito assim que os amigos comentaram. A hora é agora e adoro revoluções pessoais, tchê.

Pode soar estranho, mas não sou muito fã (nunca fui) de tomar água. Não tem gosto e acho que é por isso que muitas vezes reluto em beber. Isso só não é fato quando estou praticando alguma atividade física e atendo ao corpo, claro, quando pede MUITO líquido. Então nesses momentos acabo bebendo bastante água, e com gosto.

A solução para esse problema (pois sim, É UM PROBLEMA não gostar de tomar água! – para o metabolismo, para a pele, para o fim das celulites etc etc etc) foi descartar os refrigerecos de minha vida e substitui-los por água mineral com gás ou sucos naturais. A exceção é quando a ressaca exige uma coca-cola BEM gelada para dar aquela luz (“é claro que é Jesus...”) - básica. Mas confesso, feliz, que até nesse desconto ando bem engajada e quando posso, opto por água de côco. Melhor.

A novidade foi aderir também aos chás, naturalmente elegantes e saúdáveis. Sempre tomei chimarrão (hábito que mantenho forte junto aos conterrâneos, mesmo longe da querência), fora isso chás nunca foram meu forte. Só os provava quando estava com algum problema, consumindo-os como remédio mesmo. Por anos fiz muita careta com o de boldo, mas hoje é o que mais tomo, pois ajuda com cólicas e dores intestinais. Como sofro muito com isso, sinto o alívio a cada gole.

Hoje além de beber chimarrão quase todos os dias, e chá de boldo quando preciso, passei a tomar diariamente MUITO chá verde – quente ou frio, tanto faz. Coloco um pouco de mel para adoçar, e só. Mal não tem me feito – pelo contrário, constatei que sinto menos fome e, após alguns elogios, que de fato emagreci e desinchei consideravelmente. Bom isso de uma bebidinha agradável contribuir para nosso bem-estar, matando nossa sede, e no meu caso, ajudar ainda em meu objetivo de perder o peso excedente.

Está mais do que aprovado o novo ritual. Salve o chá nosso de cada dia!

Tuesday, 26 May 2009

a descoberta do ano


Tudo começou assim...

Era final da copa do mundo, domingo à tarde, família reunida para o almoço e eu de ‘visita’ numa casa “franco- judaica” (ou seria “judaico-francesa”?). Todos os dias tinha algo exótico na cozinha. Fui convidada então a provar uma especiaria que mudaria a minha vida: o alho-poró.

Estava lindo na panela, apetitoso. Tinha sido preparado refogado na manteiga, com uma pitadinha de sal. Simples e MARAVILHOSO. Foi a descoberta do ano. Era 2006, a Itália ganhou e eu descobri um sabor que nunca mais vou esquecer e deixar de provar. Além de delicioso, só faz bem: é nutritivo, digestivo, diurético, expectorante, laxante, emoliente.

Chego a comer um alho-poró inteiro numa sentada, assistindo novela, jornal, um filme... o que seja! Normalmente à noite. Só ele, nada mais. Corto em rodelas, refogo na manteiga, adiciono sal e um plus: um tantinho de pimenta do reino para dar gosto e aquele ‘calor’ que tanto gosto. Irresistível (de se jogar no chão e chorar!).

É um dos meus pratos favoritos. Devoro feito pipoca! Compro dois logo, ou três (quando consigo uma pechincha na feira). Só tenho a agradecer à família Sztajn por ter me oportunizado conhecer esse tesouro gastronômico. Depois disso, sempre penso em qual será a próxima descoberta. Em 2007 foi o saquê, em 2008 foi a salada e agora, em 2009, acredito ser a água – de coco e mineral com gás.

Na verdade, fui somente me deliciar mais com a bebida japonesa ano passado, quando percebi que é o melhor trago e porre de todos. Amo de paixão. Com a salada não foi diferente, já tinha provado antes, mas só fui me render à essa necessidade recentemente (para alegria e orgulho da minha mãe!), quando não consegui mais ir contra minhas carências orgânicas e "zicas" dermatológicas.

Beber água (acreditem) sempre foi um problema para mim, mas agora estou mais consciente e ando ingerindo mais líquidos. Como estou tentando largar a (maldita e “viciantemente” deliciosa) Coca Cola, substituí o veneno por água de coco ou mineral COM GÁS - por favor, se for sem não tem graça(!), não faz efeito. Hoje, policio-me diariamente e me esbaldo, com ou sem bolinhas - BEM BONITA, viu Dona Cleuza?!

Fazendo um breve retrocesso agora, poderia dizer que em 2005 conheci os salgadinhos de ervilha na raiz forte e em 2004, a comida japonesa. Não vivo mais sem! Uma vez por mês ao menos me permito um almoço ou janta muito bem acompanhada (as amigas que o digam...) em um restaurante japonês – preferencialmente perto de casa, sentadinha no chão, sem sapatos.

Estou adorando minhas preciosas descobertas gastronômicas. E você, quais são as suas?

Saturday, 4 April 2009

macaca


Assim sempre fui chamada. Todos somos, na verdade. Não tem jeito! Desde a infância, os gremistas insistem em nos apelidar desta maneira pejorativa. E isso acontece ainda hoje, mesmo com a (in?)consciência de ser esse um termo politicamente incorreto e infeliz.

Hoje é centenário do colorado campeão. Motivos temos de sobra para comemorar, para se orgulhar - dos anos de aperto aos momentos de glória. Confesso que não sou a torcedora mais fervorosa (nunca fui), mas fico chuleando sempre para meu time ganhar. Normal. Posso dizer que com a exceção do meu tio mais novo e de minha irmã, minha família toda é colorada. Meu pai é gremista, mas não é dele a minha referência de futebol.

Em minhas lembranças de menina tenho as ruas do Menino Deus tomadas por quem estava à caminho do Gigante da Beira-Rio, as torcidas organizadas que passavam em frente ao meu prédio e me faziam correr para a janela, o canto do bêbado do bairro que antecipava as partidas e só voltava a se ouvir (caso o Inter ganhasse) na terça feira - era o tempo de ele se recompor do trago e voltar à ativa feliz da vida *(fiquei curiosa agora para saber se ele ainda (r)existe... vou perguntar à minha mãe amanhã com certeza!), a memória do estádio dos Eucaliptos, uma maré vermelha e branca gritando "Ah, eu sou gaúcho!".

Não sei se tive uniforme quando bebê, então creio que minha primeira camiseta do Inter tenha sido a que eu ganhei do Fedê quando eu tinha uns 12 anos, e que tenho até hoje. É uma relíquia dos anos 80, que tem meu número da sorte estampado nas costas, oito. Ganhei a segunda do meu padrasto nesse verão (a prova de que nunca fui muito ligada nisso) - uma regatinha bem transada que é um híbrido moderna-retrô. Tive alguns acessórios nesse meio tempo, claro - meias, ímãs e chaveirinhos com o mascote do time (o simpático saci), etc.

Todas as minhas casas sempre tiveram símbolos indicando que ali morava uma colorada feliz. Hoje tenho em cada cômodo pelo menos um brasão do timão. Para minha surpresa (e alegria da família), ando bem a fim de investir mais num guarda-roupa colorado e em outros souvenirs.

A rivalidade entre Grêmio e Inter é uma das maiores do mundo. Para se ter idéia, Porto Alegre é o único lugar do país onde se vêem bandeirinhas azuis do PT em época de eleição, símbolo do Banrisul em vermelho e da Coca-Cola em azul. Ninguém entra de azul no Beira-Rio e de vermelho no Olímpico. Recordo dos nostálgicos "conflitos" moquenses entre as fámílias Freitas (gremista) e Lima (colorada) em dias de Grenal que ecoavam pela vizinhança.

Hoje, minha nova família aqui no Rio é composta por uma maioria de gaúchos, e adivinhem?! São todos super fanáticos por futebol! - o que faz com que nunca se percam os laços, a paixão e a implicância com o Grêmio. Tem coisas que são culturais e difíceis de compreender. Uma delas é justamente essa bipolaridade da tradição gaúcha. Lá é 08 ou 80, Chimango ou Maragato, PT ou Anti-PT, Inter X Grêmio.

As pessoas aqui no Rio não entendem... acham que a rixa entre o Flamengo e qualquer um dos outros três grandes times daqui se compara ao que acontece no Rio Grande. Sem noção. Acho engraçado quando às vezes me perguntam para qual time carioca eu torço. "Sou colorada", retruco. Garanto que a resposta seria a mesma tratando-se de um gremista. Podemos até simpatizar com algum time local, mas não tem essa de trocar de time ao se mudar de cidade/estado/país/planeta. E não teria como ser diferente: meu time é 'internacional' MESMO, ganhou todos os compeonatos possíveis para um time brasileiro.

Podem gastar o quanto quiserem por aí em cartões de crédito, mas ser um colorado feliz e orgulhoso, não tem preço!
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passatempo

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  • tenha calma
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c'est fini!