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Sunday, 13 January 2013

o álcool entra e a verdade sai

the alcohol enters and the truth comes out
That's what we usually say, in Portuguese, to explain the fact of drinking and starting to tell the true. Sometimes, not in the best way, though... Sincere, direct, maybe not polite.

Whatever, that's what happens while drunk. 

No control over emotions!
 

Saturday, 17 April 2010

drunker's angel


Quando ficamos bêbados, quem nos conduz? - leva para casa, dirige nosso carro, fica do nosso lado, protegendo-nos, para que nada de mal ocorra quando estamos assim, tão vulneráveis, em 'gambá' consciência.

Sempre penso nisso... É claro que existe um anjo-da-guarda para essas horas. Em muitos casos, só um MILAGRE explicaria um retorno tranquilo, sem acidentes.
Se não fosse ele, muito ia se perder, chorar, lamentar. MUITO mais, com certeza.

Só tenho a agradecer! E, não quero abusar também, porque temo que alguma ‘m’ das grandes possa acontecer se ele se descuidar (um pouquinho que seja) de mim um dia ou noite dessas. E isso sem falar nos outros, por quem prezo... Fico preocupadíssima.

Melhor não dar margem ao erro. Amém.

Tuesday, 1 September 2009

eu bebo sim!


Nada justifica. A ressaca moral no day after é mortal. Por que a pessoa exagera? Nem o bom papo com os amigos, nem a empolgação, muito menos a possibilidade de encher a cara de graça com tudo do bom e do melhor... Nenhuma dessas desculpas vai amenizar os resultados de se enfiar não só um, mas OS DOIS pés na jaca!

Existe aquele momento crucial, em que a gente sente o drama, em que uma boa e gelada coca-cola cairia bem, daria uma levantada, uma "luz" (é claro que é Jesus!). Por que deixamos esse instante passar, e nos jogamos num próximo copo, no garçom que se aproxima com mais uma rodada? Por que somos mamíferos? – Não cola! Ninguém faz amigos bebendo leite... (e isso já é assunto pra outro post...)

Será a (boa) fase, os embalos de sábado à noite?! Pode ser cara de pau, ou a vontade desenfreada de se bebemorar sei-lá-o-quê – motivos não faltam! Parecemos adolescentes “festejantes”, mas o corpinho não tem mais 17... Não adianta: o efeito de uma ressaca ‘daquelas’ num organismo beirando os 30, é cruel. Mal-estar, enjôo, piriri, calafrios – tudo junto-ao-mesmo-tempo embrulha aquele ser frágil, sem forças, com olheiras nos peitos e bafo de onça.

Fico verde depois de beber todas, quando enfio os dois! E já sei, inclusive, que não ter comido devidamente (jantado, para ser mais precisa), foi a razão. A gente tenta, mas, às vezes, não dá tempo e quando vemos, mil copos depois, a merda já está feita. O porre da cerveja e do vinho eu conheço, reconheço, volta e meia me faço lembrar e relembrar... mas com o do champagne e do saquê estou pegando intimidade aos poucos, devagarinho. E viva o santo Oxyboldini das manhãs do arrependimento (se bem que já passei da fase das promessas nunca cumpridas sobre nunca mais beber).

O pior de tudo é o medo de ter sido sincera demais, de ter magoado alguém pelo non sense que vez que outra se instaura 'quando o álcool entra e a verdade sai'. Agressiva e chorona não fico, mas a bebedeira me deixa dispersiva e tímida. Ando numa onda bem acanhada ultimamente, fora alguns esquecimentos... Engraçado isso, eu não era assim! Essa REALMENTE não é minha especialidade, mas é vida que segue... inevitável. 


Copinho cheio na mão! - e sempre enfiando um (ou os dois).

Wednesday, 1 July 2009

se beber, não ligue!


Oh, dúvida cruel essa de ligar ou não ligar, de mostrar-se afim ou segurar a ansiedade e esperar pela iniciativa do outro em procurar, em se ter um bis. Quem nunca passou por isso?

Essa fase é muito boa, mas massacra os corações mais afoitos. Podemos errar ligando e insistindo, ou podemos deixar passar a vez e perder o time da outra pessoa que aguarda um contato nosso. Nem todo mundo é bom nos joguinhos de sedução, infelizmente.

Mulheres sempre esperam um ‘alô’ no dia seguinte, que pode também ser via e-mail, mensagem de texto (menos intenso, mas que cumpre com o papel de transmitir que foi bom). Não posso responder pelos homens o que acham a respeito. Gostaria de saber, inclusive, para poder proceder sempre da melhor forma e acertar em minhas conquistas.

Meu 'Minsitério Sentimental' adverte: se beber, não ligue! Acho graça nisso, mas é real. Se tomar uns drinks e não se controlar é melhor que não tenha o telefone do pretendente, peguete, ex, etc. no celular. A gente acaba ligando e nem sempre isso é bom. O álcool entra e a verdade sai. Junto com a ressaca pode vir um arrependimento de ter sido invasivo e inconveniente, ou sincero demais.

Talvez seja melhor esperar... ou não.

Saturday, 27 June 2009

diretamente proporcional


Impressionante a minha lamentável constatação: quanto mais caro o ingresso do evento, mais mal-educadas são as pessoas que lá estão. Deveria, supostamente, ser o contrário, mas não é assim que as coisas acontecem. Não se enganem. Esse comportamento escroto da high society é um tapa de luva na cara de quem pensa que falta às pessoas mais humildes educação e respeito umas pelas outras.

Já faz tempo que venho analisando e criticando essa conduta. Paga-se caro para entrar num lugar, numa festa, por exemplo, e lá as pessoas esbarram em ti, te pisam os pés e empurram e NÃO PEDEM DESCULPA! Por que isso? Será que se acham tão superiores a ponto de supor que o dinheiro a mais que têm lhes basta para maltratarem os outros? Não sei. Cheguei a julgar a falta de homens no ‘mercado’ como a grande culpada da falta de educação feminina entre si (sei lá!), mas depois logo vi que os homens também não são gentis nessas situações. É bem verdade que a bebida em excesso colabora para o non sense daqueles que abolem a palavra ‘desculpa’ de seu vocabulário, mas não é tudo. O problema vai além.

Ontem foi na festa Pacha Fetish no Jockey; outra noite, no Bailinho... Em todo lugar mais requintado e caro ocorre de pessoas serem desrespeitosas. Fui uma vez numa festa no Viaduto de Madureira e não vi uma briga, não teve uma pessoa que pisou no meu pé, por exemplo, que não tenha pedido desculpas. Já estive em Baile Funk na Rocinha e também em diversos eventos no Vidigal e nada comparado aconteceu por lá. Muita gente não teve as mesmas condições financeiras de estudar em boas escolas, de fazer cursos de boas maneiras etc e vivem uma realidade cruel, desumana até, mas não agem assim, não são desagradéveis. Que bom.

O que acontece então? O que faz daquelas Patricinhas, meninas lindas, mas umas grosseiras? E daqueles príncipes, ogros detestáveis? O que falta? O que sobra? Por hora o que sei é que nessa conta infeliz o resultado é diretamente proporcional. Lastimável.
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passatempo

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  • ande mais com os pés descalços
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  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!