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Sunday, 14 July 2013

a chip on his shoulder

Nostalgic about the past? Go for it, then!

Coming back to old recollections when it is the moment you must go forward is stupidity - mainly when your memories are not something you should be proud of...

Me, on the contrary, I am sorted-out about my life. I am firmly resolved to keep going... future-oriented!

Living as a museum? It's not my cup of tea - not at all!

Choices...


Tuesday, 16 April 2013

juggler life

Time flies! Sometimes, I just can't remember when exactly some things happened... Selective memory working, probably. No problem.

Life goes on... So much the better! After all, I sincerely don't know how it would be being a stewardess, marrying a clown (or being his eternal girlfriend! 'Wait' - that's not what I was born for! N
ot at all!). Or, even, maybe living in Italy... Who knows?!

By the way, I always thought I would have a dog... a big one (not a little kitty! - Life is very ironic! It can really surprise us - quite right too!) Well, we can't have everything... And I love what I've obtained, including all things I lost.

Choices and circumstances: c'est la vie! La mienne.


I can't complain about it... I live on borrowed time.

 

Friday, 10 August 2012

like a Cheshire Cat

...which appears and disappears in memories.

In spite of its supposed (snide) grin, I don't get amused when it comes, not at all! Many praises...

I wonder myself how important can be a pet in our lives, reaching a point of being irreplaceable.

Can it bring up old feelings with him? Or even worse: may other people be tied to?

Well, until arrive another one, it will be always shrouded in mystery all this affection.

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it is almost that

In Brazil, by virtue of 'Simpatia é Quase Amor' (a lively Carnival group of Rio), among other iffy situations, we believe that sympathy is almost love...

Well, I have my suspicions. 

Friday, 27 July 2012

new life

Some old memories must be left behind in order to carry on.

We simply can't have a better tomorrow while don't stop thinking about yesterday.

So, today, I finally decided to release me, trying to make many of them remain only in the past.

No regrets, no ghosts, no lies anymore. From now, different moments, new records... A restart.

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Forgive/forget: 

ALMOST the same thing, having similar effect on me by now.

Hey ho, let's go!

Monday, 25 October 2010

fazendo a limpa


Quanto tempo levamos para apagar nosso passado? Na internet, talvez algumas poucas horas limpando históricos, excluindo emails e bloqueando pessoas; na vida real, porém, talvez nunca possamos nos desvencilhar daquilo que já passou, mas que ainda está conosco, dentro da gente, seja somente nas experiência que adquirimos, ou não... na cabeça ou coração.

Mesmo sem sentimentos saudáveis e prósperos a respeito de alguém, ou alguma coisa, não é difícil certas lembranças voltarem a nossa cabeça quando ouvimos uma música, por exemplo, ou vamos a um lugar que nos remeta a tal. O que vale é como encaramos essa memória. Certas recordações podem ser indícios do que queremos - tanto sentimentos, quanto objetos, pessoas.

Senti saudades, esses dias, da sensação de estar casada. De maneira alguma desejaria voltar para o meu ex, mas lamento por não estar envolvida como antes. Saber que vai chegar em casa e ter alguém ali, sexo certo e gostoso, divisão, soma, multiplicação... Disso eu gostava e lembro saudosa (mas só, também - limitadíssimo o sentimento remanescente!).

Acabamos por refletir ao revisitar alguns momentos que ficaram pra trás. Ponderarmos erros, estabelecemos acertos, valores... Só depois de certo tempo, às vezes, conseguimos ligar melhor com o passado. Ao admitir alguns “poréns“, nesse ‘passar a limpo’ esclarecedor, sinto-me igualmente jogando limpo comigo mesmo - e algumas coisas fora (materialmente ou não), inclusive. Coisa boa. Renovação!

Friday, 2 April 2010

rode baarde


Um um velho marujo estilo ‘Barba Ruiva’, que mais parecia ter sido tirado daqueles filmes clássicos de piratas, abre a porta de um bar para entrarmos. Não, o lugar NÃO era temático, tampouco ele estava fantasiado. Aconteceu em Amsterdam.

Lembrei agora (e, como poderia ter esquecido? – coisas que só na capital holandesa se explicam...)

Monday, 22 February 2010

tico e teco


(ainda a ver com fumaça...)

Uma coisa é fato: viver em Amsterdam é um exercício constante e diário à memória. Atire a primeira pedra quem já passou por aqui e nunca esqueceu alguma coisa, e teve que voltar aonde estava, entrar, tirar o excesso de roupa (casaco, luva, manta, gorro), subir MUITAS escadas, pegar o que esqueceu e então refazer as ações e o caminho inverso antes percorrido. Ufa... (fico exausta só de lembrar!) Mas confesso que me acostumei e até gostei de TAMANHO desafio.

Não recordar de algo faz a gente se movimentar, correr, ficar magrinho. Cansa. Qual a solução? Exercitar os neurônios para que não tenhamos de repetir mil vezes as mesmas ações. Friso que TUDO é um processo vagaroso, uma vez que é TANTA roupa para vestir, cuidados a tomar com a pele, lábios, cabelos... À menor desatenção, perde-se tempo. Mesmo os pequenos blackouts são mal vistos e quistos, portanto. Organizar-se é o melhor canal. Para alguns, escrever/anotar pode ajudar; a mim, conduziu a pauta do que lêem por esses dias. E, por vezes, até o que não vem à mente pode dar pano pra manga...
A mula ruge em qualquer estado, mas quero um desconto, vai?!

Considerem também que é informação DEMAIS junta, reunida. Somos turistas de primeira viagem, encantadas com tudo e com todos, soltas que nem pinto no lixo, querendo aproveitar CADA detalhe. E assim o foco se esvai, claro... E fora os detalhes que nem mencionei, que colaboram para uma maior sensibilidade, uma percepção e reflexão mais lentas e complexas de tudo o que nos rodeia, permeia, e do que ainda está por vir até (opa, mas aí já é sexto sentido. Me confundi! Distraída... já sabe ;)

Halterofilismo neles! Vamos lá: um, dois, um, dois... Keep moving. Green go, green go! "Um, dois, três, quatro, quatro, três, dois, um... ôoooh, ôoooh..."

Thursday, 11 February 2010

lost


Sabe duendes? (aqueles que somem com alguns pertences nossos) Pois é, nunca acreditei de fato nisso, mas mudei totalmente minha opinião a respeito. E mais: agora sou devota de São Longuinho. Ainda não dei meus três pulinhos, mas espero até sexta-feira poder pagar a promessa ao santo.

Só podem ser eles! – para me tirar do sério, desconcertar-me assim. Afinal, como pode uma coisa simplesmente desaparecer? Já revirei tudo, já refiz e repensei meus ‘últimos momentos’ para ver se ajudava a encontrar o objeto pretendido, mas não adianta. Não lembro onde coloquei, NÃO SEI onde foi parar.

Quase enlouqueci, chorei, lamentei o descuido, o lapso na memória. Na função, já baguncei e arrumei tudo diversas vezes, levantei e arrastei móveis, revirei bolsas, mexi em tanta coisa que nem recordava possuir ainda.... Fora o pânico e aquela sensação PÉSSIMA de que algo foi perdido (um frio ou vazio no estômago, algo assim), bom disso é que colocamos as coisas em ordem.

Nunca fui a pessoa mais organizada do mundo, e já deixei um Katrina passar em minha vida, mas não mais... é passado. Apesar disso, SEMPRE me achei nos meus cantinhos – seja no trabalho ou em casa mesmo. Sério. Nunca perco as coisas. Posso até não saber em dado momento onde está, mas em cinco minutos as encontro.

Não havia antes me sentido assim, vencida por um esquecimento, um não se achar intrigante. E não posso nem reclamar da bagunça, atribuir esse ‘perdido’ a ela, porque a está tudo nos trinques. Sigo intrigada olhando tudo minuciosamente, desconfiada, ansiosa por sentir aquele alívio imediato que virá quando eu encontrar o que procuro.

Na boa, esses seres verdes, pequeninos, me pregaram uma peça! - e das boas: já são dois dias à procura, à deriva. Por hora, desisto... (São Longuinho, São Longuinho, ajuda-me!) e passo a ser mais sistemática com algumas coisas, claro (louca para dar os três pulinhos!)

Tuesday, 1 September 2009

eu bebo sim!


Nada justifica. A ressaca moral no day after é mortal. Por que a pessoa exagera? Nem o bom papo com os amigos, nem a empolgação, muito menos a possibilidade de encher a cara de graça com tudo do bom e do melhor... Nenhuma dessas desculpas vai amenizar os resultados de se enfiar não só um, mas OS DOIS pés na jaca!

Existe aquele momento crucial, em que a gente sente o drama, em que uma boa e gelada coca-cola cairia bem, daria uma levantada, uma "luz" (é claro que é Jesus!). Por que deixamos esse instante passar, e nos jogamos num próximo copo, no garçom que se aproxima com mais uma rodada? Por que somos mamíferos? – Não cola! Ninguém faz amigos bebendo leite... (e isso já é assunto pra outro post...)

Será a (boa) fase, os embalos de sábado à noite?! Pode ser cara de pau, ou a vontade desenfreada de se bebemorar sei-lá-o-quê – motivos não faltam! Parecemos adolescentes “festejantes”, mas o corpinho não tem mais 17... Não adianta: o efeito de uma ressaca ‘daquelas’ num organismo beirando os 30, é cruel. Mal-estar, enjôo, piriri, calafrios – tudo junto-ao-mesmo-tempo embrulha aquele ser frágil, sem forças, com olheiras nos peitos e bafo de onça.

Fico verde depois de beber todas, quando enfio os dois! E já sei, inclusive, que não ter comido devidamente (jantado, para ser mais precisa), foi a razão. A gente tenta, mas, às vezes, não dá tempo e quando vemos, mil copos depois, a merda já está feita. O porre da cerveja e do vinho eu conheço, reconheço, volta e meia me faço lembrar e relembrar... mas com o do champagne e do saquê estou pegando intimidade aos poucos, devagarinho. E viva o santo Oxyboldini das manhãs do arrependimento (se bem que já passei da fase das promessas nunca cumpridas sobre nunca mais beber).

O pior de tudo é o medo de ter sido sincera demais, de ter magoado alguém pelo non sense que vez que outra se instaura 'quando o álcool entra e a verdade sai'. Agressiva e chorona não fico, mas a bebedeira me deixa dispersiva e tímida. Ando numa onda bem acanhada ultimamente, fora alguns esquecimentos... Engraçado isso, eu não era assim! Essa REALMENTE não é minha especialidade, mas é vida que segue... inevitável. 


Copinho cheio na mão! - e sempre enfiando um (ou os dois).

Wednesday, 15 April 2009

a (re)volta da chibata


João Cândido foi o Almirante Negro - líder da revolta da Chibata, movimento de militares da Marinha do Brasil que se rebelaram contra a aplicação de castigos físicos como punição contra eles, em 1910. Em uma carta ele dá o ultimato:

"Não queremos a volta da chibata. Isso pedimos ao presidente da República e ao ministro da Marinha. Queremos a resposta já e já".

Os tempos são outros, mas o teor ainda é o mesmo: a violência. Eu 'e toda a torcida do Flamengo' ficamos CHOCADOS com as imagens exibidas pela televisão hoje. Pensei que o tempo dos castigos da escravidão (como o da imagem acima, de Debret) tinha passado. Estava enganada.

As chicotadas que os seguranças da SuperVia deram nos cidadãos embarcados e amontoados nos poucos trens que estavam em funcionamento mostram que sofremos ainda com os mesmos erros do passado. Esse comportamento adotado pela companhia é um retrocesso social. É a prova que o Estado falha, mais uma vez.

O contribuinte acorda de manhã e enfrenta um tumulto para poder ir trabalhar. Greve dos ferroviários e pronto: quem depende dos trens vai penar. Centenas de pessoas se aglomeram nas estações e lotam os vagões. Trata-se de pessoas que pagaram por aquele serviço, concedido à empresa pelo governo. Ninguém está fazendo nada de errado para ser castigado.

Mais do que os socos e pontapés, os chicotes usados para bater nos passageiros são a instituição da barbárie no sistema de transportes. Mais de um agressor possuía o instrumento em mãos. Como (e por quê)? Faz parte do uniforme? Gostaria que o diretor de lá me respondesse. Será que eles tinham carta branca para agir daquela forma?

Confusão sempre vai ter quando houver problemas, greve etc. mas não há justificativa para que pessoas sejam tratadas de tal forma por uma empresa prestadora de um serviço básico como esse que atende à população. Logo penso na minha teoria de poder e volto a me questionar sobre o porquê de as pessoas tomarem para si certos (podres) poderes.

Por que o porteiro sempre pensa que é dono do prédio?

Deveríamos nos rebelar MAIS! - e em resposta a TUDO. Salvem os revoltosos de 1910! Esses sim, venceram. E acredito que essa foi a única rebelião que de fato deu certo no Brasil, apesar da posterior prisão de João Cândido, do descaso do povo, e que poucos conhecem esse a página da nossa História. Ano que vem, tem centenário. Justiça seja feita.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!