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Friday, 31 August 2012

he comes

... and birds go!

Strong winds blow, dropping tree leaves (already dry),

When swimming pools are empty, while car snow shelters starting to be assembled, it means the summer is over. 

It passes so quickly...

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evil forces

Past, he appears by names pronounced in angry moments.

They are a mistake, further, they are not mine.... It's a good thing. Thank God!

Fortunately, the envy of August ends now.

Good riddance. 

 

Friday, 11 February 2011

too bad to be true


Could be the saints people from the evil?

Well, it’s a theory. Actually, nothing is ‘IMPOSSIBLE’… and (as someone that I know used to say…) nothing is also too extreme! However, I (and it’s my OWN opinion) don’t think so.

Perhaps It could be something cultural for me,more than religious itself. My family always worship them. I grew up going to different churches and believing that they can help us. In particular, Anthony Saint, whose name my uncles have as their second names.

Secondly, it is Saint Teresa, and the 'Terezinha' of my mother isn’t at random. It used to be a Conti’s tradition. Fortunately, my mother decided to finish with this custom. Thus, me and my sister were free of this interesting composition in our names.

Moreover, I’ve had lots of proofs that they are good - or were… when they lived - doesn’t matter! I believe that since they have done goodness around the world, they were God’s agents sent to be here, with us, proclaiming His words.

Since they used to live in accordance with it, I don’t believe they could be bad… Ok, they were not as Jesus was, but were also important with their graces. The devil simply doesn’t have all this power and good will. For sure, his envoys are others…

Tuesday, 17 August 2010

maybe


Nome, posição, presença, amizade... como não havia pensado nisso antes? Estaria negando eu o inevitável?

Combinamos. Mais: implicamos somente com quem gostamos – fato. Seria meu subconsciente me alertando de minhas intenções, de uma possibilidade?

Good times... o que eu quero é mais. E você, 'plim'?

Sunday, 13 June 2010

santonho


Minha vo era devota de Santo Antonio. Nota-se pelo composto nome de meus tios, sempre terminados com este, tão comum nos dias atuais. Nos últimos anos, Antonios, Franciscos, Joãos e Bentos tem sido registrados aos montes. Bom isso, pois são todos lindos.

A igreja desse santo é uma das primeiras e das que mais me lembro em Porto Alegre. Fica no morro homônimo, onde trabalhei algum tempo, em diferentes anos, na rádio mais rock da cidade (era, pelo menos...). Embora não católica, a muitas missas fui quando pequena e já adolescente também.

Confesso, entretanto, que não esqueço nesse contexto, pois me marcou profundamente, a distribuição do saboroso pãozinho que tanto gostava de comer quando era obrigada a comparecer nesses lugares sagrados (que vamos combinar ser um saco para qualquer criança ou jovem!). Recordo como se fosse hoje, até do cheiro...

Mas, Fernando de Bulhões, frade franciscano assim batizado, mais do que 'Padroeiro dos Pobres', é conhecido nacionalmente como 'casamenteiro'. Essa crença faz dele um dos santos mais populares no Brasil. Possui milhões de fiéis que hoje, em seu dia, e ao longo do ano (e das festas juninas) fazem simpatias para se enlaçar.

Diante de sua imagem barroca, em Ouro Preto, dentro da Igreja da Nossa Senhora da Conceição, confesso que não prometi nada, mas pedi e agradeci sua proteção e ajuda em questões que vão além coração. Há muito tempo me auxilia prontamente, e sem que eu tenha que lhe deixar de cabeça pra baixo, ou em castigos parecidos, tão comuns quando se quer algo dele.

Então, com muita fé, e sem pressa, tenho certeza que é só esperar que o que é bom virá - quando e como tiver que ser, enfim.

Sunday, 23 May 2010

ética alheia


Jamais quero ser a “guria”, “mina” ou “ela” de algum homem!

Pode parecer que ser isso para alguém é legal, mas não é o caso.  Aqui, deixa expressa a fraqueza e a covardia masculina (no caso, dos namorados ou maridos) de dizer o nome da parceira em alto e bom som quando as intenções não são do bem para com ela, mas segundas com outras.

Pode ser mais fácil para eles não ter que pronunciar seus nomes, dizendo simplesmente essas palavras impessoais ao se referirem a elas. Fazem isso como se quisessem esquecer suas existências,  menosprezar sentimentos, amenizar os danos, fugir do erro, ou somente se sentirem mais distantes, menos comprometidos, quase solteiros.

Como companhia, amiga, ‘outra’, ou até mesmo um fantasma do passado a assombrar seus relacionamentos, digo que desaprovo e abomino essa atitude. Gostaria de ouvi-los dizer, num ato de respeito e consciência, quem são essas mulheres – que, eles querendo ou não, estão ao seu lado de verdade. Independente do que aconteça, ou não.

Quem tem ficha limpa no cartório não tem com o que se preocupar, o que esconder e negar. Deve ser o sentimento de culpa; para mim, é questão de ética.

Friday, 16 April 2010

don(n)e


Post de mulherzinha hoje...

Agora que os bons tempos de vaidade (e vergonha na cara, admito) voltaram com tudo, posso afirmar, de unhas bem-feitas, que só uma mulher é capaz de reconhecer a cor do esmalte que outra está usando. Por vezes, só de olhar de longe...

Basta ser um pouquinho mais claro ou mais escuro, e já faz TODA a diferença! Mulher é assim... Vai entender! Procura não ser igual às demais usando o mesmo esmalte que a mocinha da novela - comos e milhares de outras não fossem copiar também... E aí a moda pega. Como podemos ser assim?

Só agora, pesquisando na internet, pude achar uns vinte blogs e sites falando das tendências de cores para 2010, inspiradas nas unhas das personagens de Viver a Vida. Unha é papo sério para a mulherada, tá na boca do povo. Olha só:

Alice – 'Obsessão', da Risque; Helena – 'Audrey', da Impala, 'Doce de Leite' e 'Nude', da Colorama; Renatinha – 'Tomate', da Impala, 'Desejo' e 'Toque de Ira', da Risqué, 'Noite da Gala', da Colorama; Ingrid – 'Jazz', da Risqué, 'Tafetá' e 'Chá Gelado', da Colorama; Luciana – 'Tóquio', da Risque.

*Tá certo que essa lista já ta meio ultrapassada, uma vez que as unhas da Lu já nem aparecem mais em suas mãozinhas fechadas, depois do acidente, mas sua sogra mala e a protagonista seguem usando as mesmas cores...

Incrível esse último, cinza, pegou mesmo. E olha que é bem diferente dos vermelhos, branquinhos e rosas mais comuns. A tendência desse verão foi a ousadia. O laranja chegou arrasando nos desfiles e cores como amarelo e verde fluorescentes e azul clarinho também agradaram.

Esse, aliás, é um tema que me instiga: cor de esmalte. Tem para todos os gostos - dos clássicos 'Gabriela' e 'Renda', da Risqué aos excêntricos e novos 'Barbarella' e 'Nugget', da Impala, por exemplo. Ta aí: cor de esmalte é uma coisa de louco! E os nomes, então(!) – muito mais.

Agora, como saber, ou pensar numa cor só pelo nome do esmalte? Impossível. Alguns são barbadas devido a sua obviedade: ‘Uva’, ‘Menta’, ’Black’, ‘Café’, ‘Areia’, ‘Ruby’,... ou até outros como ‘Capuccino’, ‘Cetim’, ‘Via Láctea’, ‘Beijo’ e ‘Chama’, que não são tão escancarados mas que conseguimos imaginar rapidamente seu tom.

Mas e outros como ‘Garota Dourada’, ‘Atração Fatal’, ‘Donata’, ‘40graus’, ‘Salto Alto’, ‘Gatinha’, ‘’Doce Orgulho’, ’Valentina’, ‘Preguicinha’, ‘Cleópatra’, ’Santa Gula’, ‘Erika’, ‘Pipa’, ‘Aleixo’, ‘Espelho’, ‘Rio Doce’, ‘Xaréu’, 'Show', 'New York' e ‘Camboa’? Socorro! Não dá para saber - exlusividade de manicure. Ou, só sendo mulher (ligada) para dominar o tema...

Aliás, fica aqui meu cumprimento pela CRIATIVIDADE das marcas de esmalte na escolha dos nomes para cada tom de cor. Sempre penso nisso – em quem é o responsável pelos títulos. Impressionante a capacidade de criação de denominações tão diversas e incomuns.

E atenção meninas: para o inverno, as promessas são os tons de cinza, azul, roxo, pink, vermelho, nude e os metalizados. Bom que aqui no Brasil esmalte é bem baratinho e por muito pouco podemos ficar na moda, criar uma, mudar, ser quem a gente quiser. Viva a acetona!

Thursday, 5 November 2009

um nome a lazer

Por parte de pai, filha única e a caçula de três irmãos homens. Na geração anterior à minha, os Irions possuem a tórrida fama de jogadores e mulherengos. Como se isso não bastasse, meus manos e primos acabaram herdando tal comportamento.

Aí eu me pergunto: como ser uma mulher e zelar pelo sobrenome de família? (Olha o tamanho da responsabilidade!) Sendo uma típica dama - na mesa e/ou na cama. E para a sociedade... bom, eu nunca disse que prestava. Tenho primas também, saga que segue.

Thursday, 2 July 2009

a teoria dos apelidos

Até os dez anos, embora nunca tenha gostado, chamavam-se na família de ‘Nessa’. No colégio algumas amigas mudaram isso e, desde então sou Vavá. Aos 15 anos entrou o ‘Jones’, em homenagem à Rita Lee dos Mutantes (que, profissionalmente, não assina mais esse terceiro nome há tempos!). Peguei emprestado.

Era para escrever para o Geocities de um amigo meu da faculdade e ele sugeriu que eu tivesse um pseudônimo, porque a maioria dos escritores usava um, e ‘Vavá’ era muito simples. Optei então em pôr sobrenome ao apelido outrora singular. Colou.

Ainda hoje, muita gente em Porto Alegre nem imagina qual seja meu nome de verdade. E, na internet, por mais de cinco anos em Mircs e ICQs da vida, diversas pessoas não sabiam se Vavá Jones era homem ou mulher. Engraçado isso... Homem, eu!


E, justamente para por fim è essa questão ambígua, veio o ‘Linda’ veio em 2000, super feminino, sonoro, apesar de eu preferir um ‘Lee’ (ironia do destino essa...). Mas aí não dava! Iria ser MUITO a cópia, a fã, a louca. Não era esse o objetivo. Ela não ia gostar! Nem eu. E ficou 'Vavá Linda Jones' mesmo. Problema resolvido.

Curiosidade de muitos saciada, agora, admito que esse nome me deu sorte, singularidade, reconhecimento e popularidade até. Os amigos gostam de dize-lo em alto e bom tom ao me verem – impressionante! E me agrada isso. Acho cute. Estou satisfeita.

Voltei a "ser" Vanessa Conti Irion em 2005, somente por questões atuais de trabalho, porque ‘Vavá Linda Jones’ trabalhando diretamente com mercado erótico de repente na iria cair bem, né?! E, no mais, meu nome é super bonito
também e, eu quase nunca o tinha usado. Foi uma boa oportunidade essa. No entanto, o Jones, adotado anteriormente, nunca foi abandonado no pessoal. Amo!

Hoje, o codinome, completo, está mais vivo e ativo do que nunca! Porém, são tantas as combinações possíveis para dizer quem sou: ‘Vanessa Jones’, ‘Vavá Irion’, ‘Vavá Linda’.... que nome em lista acaba sendo uma viagem!
É comum misturarem tudo e sair cada vez uma coisa diferente. Chego dando várias alternativas possíveis até me acharem em meio aos outros nomes.

Ao me questionarem “Vavá de quê?”, respondo orgulhosa: “Jones”, ignorando completamente (e sem querer) a intenção dos bofes em saber se Vavá é de Valéria, Valesca, Vanessa... É mais forte que eu, juro. Está em mim. Já incorporei a alcunha! Fazer o quê?!


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Sou bastante curiosa também com os nicks alheios, abreviaturas, codinomes etc. Sempre gosto de saber se existe mesmo a relação nome-pessoa. Se os adjetivos procedem – se o ‘black’ é negro mesmo, se o ‘forte’ é másculo, e por aí vai. Aposto que muita gente se pergunta, inclusive, se o meu Linda é honesto, se o elogio faz jus à moça. E ai, o que acham?

E por falar em elogio, nessa onda de apelidos, quero saber se ‘Big’ é grande mesmo. Será? Aposto minhas fichas e pago para ver.
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c'est fini!