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Monday, 5 November 2012

V pour Vendetta

L'occasion est parfaite: le 5 novembre.

Pour ceux qui n'ont pas regardé le film, voici une brève explication:

V, le protagoniste (à propos: mon héros préféré!), mène une vendetta personnelle contre le gouvernement fasciste au pouvoir à Londres. La date pour qu'elle ait lieu n'été pas choisi au hasard: est inspirée par «la nuit de Guy Fawkes», également nommée «la nuit des feux de joie», célébrant la Conspiration des poudres du 5 novembre 1605. 

Dans les deux moments, ils visaient d'exploser le Parlement de Westminster comme une façon d'opposition au système - avant, le religieux; après, le politique - le but du vengeur masqué de la bande dessinée de Marvel.

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graffiti peint au 22 octobre à l'école
dans la vraie vie...

À cause de menaces de fusillade évoquées sur les réseaux sociaux, une école secondaire à Saint-Jean-sur-Richelieu a été fermée ce matin.

Sur des murs de la Polyvalente Marcel Landry, des graffitis peints évoquent la date d'aujourd'hui. Possiblement, en lien avec le film «V pour Vendetta».

Heureusement, rien n'est arrivé. Demain, l'
institution rouvrira ses portes normalement.

Plus d'information:


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attaque de la testostérone

Je ne savais pas, mais en regardant le film Polytechnique j'ai connu la triste histoire de la tuerie de l'École Polytechnique de Montréal.

Pendant l'hiver de 89 (le 6 décembre, plus précisément), beaucoup avant des célèbres cas étasuniens de Kip Kinkel et de Columbine (eternisé au cinéma par plusieurs films, à exemple de Bowling for Columbine, de Michael Moore), l'
étudient Marc Lépine (alias Gamil Gharbi) a ouvert le feu contre 28 personnes dans cet etablissement d'enseignement. Il a tué quatorze (toutes des femmes) et a blessé quatorze autres (4 hommes et 10 femmes) avant de se suicider.

Le motif? L'antiféminisme. Il a laissé cette lettre.

Ce massacre s'est passé en moins de vingt minutes à l'aide d'un fusil semi-automatique obtenu légalement (l'oiseau ne tombe jamais loin du nid - à l exemple de les politiques d'armes de feu de leur voisins).

Comme ceci, plusieurs d'autres incidentes ont eu lieu en milieu scolaire, même au Canada - avant et après.

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souviens-toi du 5 novembre 

À n'en pas douter: un jour inoubliable!

Au bout du compte (mais non moins important), ce soir le mairie de Montréal, Gérald Tremblay, démissionne. Finalement. 

La nouvelle ne me surprendre pas, ensuite son repos (forcé. De même, M. Gilles Vaillancourt, de Laval). Il a pris quelques jours pour réfléchir. Était-il nécessaire? Bon, au moins, c'est fait.

C'est finie son administration douteuse et peu fiable. Éclaboussé par de multiples allégations visant sa connaissance par rapport aux actes «irréguliers» pendant il était en poste, il quitte la vie publique. 

Fera la commission Charbonneau renoncer M. Vaillancourt aussi? On présume.

Line Beauchamp durant le printemps dernier, Jean Charest juste après l'élection (à lequelle il a échoué), maintenant M. Tremblay... Qui sera le prochain personnage directement impliqué dans la crise étudiante à  tomber?

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D'autre part, Gabriel Nadeau-Dubois reçoit beaucoup d'appui pour ramasser la somme de 74 000 $ dont il a besoin pour qu'il puisse défendre sa cause devant les tribunaux. En environ 48 heures, plus de 1700 donateurs l'ont aidé, parmi eux la Confédération des syndicats nationaux (CSN).

L'ancien co-porte-parole de la CLASSE a été reconnu coupable d'outrage par le juge Denis Jacques, de la Cour supérieure du Québec. Son jugement est en appel.

Remarquable: charisme a un valeur inestimable. Principalement en politique.

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naturellement

Vendetta par cause et conséquence.

Peut-être, dès maintenant, une révolution silencieuse, sans violence, au Québec. Chimérique, démocratique. Pour quoi pas?!

Ou, plutôt un petit retour aux idéaux d'une Révolution tranquille...
 
De fois, le justicier anarchiste agit seulement par des idées. Les nôtres.

(«et les idées sont à l'épreuve des balles, monsieur Creedy»).

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Les bandes annonces des films:

V pour Vendetta
Polytechnique
Bowling for Columbine
 
*Puis j'attends anxieusement la venue de quelques-uns sur le Printemps Érable!

Tuesday, 28 December 2010

south american way


Sinto-me extremamente culpada em não saber espanhol. Nunca é tarde, é verdade, e, mais do que nunca, percebo o quanto fui tola em (ainda) não ter aprendido o idioma. Pela proximidade, pelas raízes latinas que nos unem... o importante é manter os laços, valorizar o que é nosso, a cultura – nosso bem maior, aquilo que jamais nos roubarão.

Essa sensação veio à tona após eu assistir ao excelente documentário “South of the Borther”, de Oliver Stone. Um soco no estômago dos norte-americanos. O registro de uma América Latina de esquerda, forte, unida, feliz e DEMOCRÁTICA sim, apesar das especulações contrárias. Fica a dica para quem não viu e quer se inteirar sobre o esse processo histórico que está acontecendo agora por aqui.

É a primeira vez que temos um indígena, mulheres, um metalúrgico, um ex-bispo e um militar no comando de importantes países no cenário político mundial, uma vez que suas riquezas e seu mercado em potencial muito interessam os Estados Unidos, que controlam (mesmo que indiretamente) do FMI ao Conselho da ONU. Sobre essa liga, lamento o Chile ter dado um passo atrás e seu atual presidente não estar mais entre ‘nós’.

Antes, eram somente Cuba e Venezuela sozinhas nesta luta, isoladas e à mercê de tentativas de golpes. Agora, juntam-se Equador, Paraguai, Brasil, Argentina e a Bolívia. Nossos governantes sabem da importância e estão empenhados na manutenção dos laços estreitos, o mercado interno aquecido, e as empresas yankees afastadas para que se prospere e que nos fortaleçamos como um bloco respeitável e de valor.

Segundo Raul Castro, sucessor de Fidel e então presidente cubano, não há apadrinhamento. (Esses outros países que depois se juntaram aos ideais socialistas, bolivarianos e revolucionários) “Não são herdeiros de nossas sobras”, diz ele.  Foi a força dos cubanos, na sua liga explosiva de espanhóis com africanos, e o exemplo de Hugo Chávez que os inspiraram e os conduziram naturalmente para um movimento de aversão ao neoliberalismo imposto pelos Estados Unidos ao mundo.

“Poder absoluto é sempre ruim”, e essa frase do falecido ex presidente argentino Néstor Kirchner só reafirma a teoria de que boas alianças são o melhor caminho para um futuro político mais próspero. E, nesse sentido, segundo Lula, Barack Obama tem difíceis desafios pela frente (em seus próximos dois anos de mandato), entre eles aliviar o bloqueio a Cuba, trabalhar pela paz no Oriente Médio e aproximar-se mais amigavelmente de Chávez.

Tariq Ali, escritor e ativista paquistanês, um dos interlocutores do filme, enfatiza o fato de os hispânicos que vivem hoje em território estadounidense serem muitos. E, num momento utópico, não descarta a possibilidade de uma ponte com eles, e, no sentido contrário, um regresso a suas origens. “Eu morro, mas um dia voltarei como milhões”, sacramentou Tupac Katari ao ser brutalmente assassinado em defesa dos interesses de seu povo. Evo Morales citou a frase do (outro) líder boliviano para enfatizar que a hora chegou. Esse instante parece ser agora.

Pensei nessas palavras de Victor Hugo para o nosso agora, afirmando ser mais poderosa que todos os exércitos do mundo, a noção de que chegou a  hora. Vamo que vamo! A união faz a força. E mesmo com a oposição da mídia, que tenta, mas não consegue conter a vontade do povo. Em 95% dos casos, fez campanha contra a eleição dos esquerdistas sulamericanos – que, mesmo asism, acabaram chegando ao poder. Só dependem de nós as mudanças. “Com otimismo, fé e esperança um mundo melhor é possível, Oliver!” – faço das palavras de Chávez as minhas. 

Boa época. Presságios de um novo tempo.... e do nosso jeito. “Derrota tras derrota hasta la victoria final”. Aliás. Che estaria orgulhoso de ver o resultado desse processo iniciado também por ele. Valeu, Grazi!

E encerro, não com a música de nome gringo que entitula tal postagem, mas com as fortes palavras do poeta gaúcho Leonardo, respeitado compositor dos pagos. O trecho é da canção "América Coração", esta traduz bem meu pensamento, tudo o que sinto (e não estou sozinha - ainda bem!):

América do Sul querida
América do sol da vida
América do céu azul
América do Sul

Diga ao Tio que nos visita
que somos todos parentes
somos negros, índios, brancos
federais, inconfidentes
somos a força do mundo
arrastando uma corrente
se as vezes nos faltam armas
temos a força da mente
só Deus pode calar
a voz de um povo valente
mas diga, que antes de tudo
não temos cor, somos gente!

Wednesday, 18 November 2009

o encontro


O que eu me lembro daquelas eleições de 89 é o brizolismo forte no Rio Grande do Sul. No resto do país, a esquerda era petista, estava com Lula. O resto, bom, o resto e a Globo elegeram o Collor. E o final da história todos conhecem.

Triste lembrar que foi por pouco que no início de nossa democratização poderíamos já ter tido um rumo diferente, mais próximo àqueles ideais perdidos com o Golpe de 64 que tirou do poder João Goulart.

Nessa história lá estava ele de novo: Brizola liderou a campanha da legalidade, para consolidar a posse de Jango, a qual os militares se opunham. Jango era o então vice-presidente de Jânio Quadros, que renunciou, e legalmente, era seu sucessor.

Minha família no final dos anos 80 tinha se mudado para Maceió, terra do Collor. O que vimos lá era uma massa paupérrima que idolatrava o candidato do PRN, pois o mesmo distribuía a ela réguas, lápis, caneta, bonés e outros brindes em troca de simpatia e votos.

Nos famosos debates da televisão, era evidente a tendência da grande emissora em apoio ao ‘jovem’ candidato. E esse era seu slogan: ‘Collor, um novo tempo vai começar’. Lembro comentários da época em apoio a ele por ele ser bonito e novo. Por favor...

Disputando com o ‘collorido’ que tem aquilo roxo, estavam os não tão belos Brizola e Lula, com um passado conhecido, engajado. Não eram novidades, traziam uma bagagem que incomodava. E por isso não foram eleitos.

O ano de 1989 foi super importante e a prova de que o sonho acabou. A posse de George W. Bush pai nos EUA, os protestos e o massacre de estudantes na Praça da Paz Celestial na China, a queda do Muro de Berlim na Alemanha, a perda das eleições presidenciais no Brasil, a Revolução Romena... Preciso dizer mais?

Mil fatores e uma dura realidade. Foi o fim e/ou o ínicio de outra era.

Thursday, 24 September 2009

on(das) duras


Golpe de estado - armas no lugar de votos, tiros contra palavras, tortura punindo ideais.

Isso não soa como uma coisa do passado? Pois deveria. A mim, pelo menos, remete aos velhos tempos de Guerra Fria... (em especial, às ditaduras militares nas Américas). Infelizmente estamos longe disso, de ter essa situação em páginas viradas da História.

Existe toda uma convenção internacional em prol da humanidade, direitos humanos, meio ambiente e o caramba... do tido como ‘politicamente correto’. Mesmo assim, a tomada do poder à força continua sendo uma realidade política no mundo atual.

O último tombo da democracia foi com a derrubada do presidente hodurenho Manuel Zalaya, no final de junho deste ano. Desde então pretendia abordar o assunto, fazer a mula rugir, mas acabei perdendo o timing e demorando para pauta-lo.

Agora, não pude perder a oportunidade de, enfim, comentar sobre o ocorrido, tendo como gancho os acontecimentos recentes. Mel, como é “carinhosamente” chamado por seus defensores e simpatizantes, ganhou visibilidade principalmente aqui no Brasil.

Deposto por pretender, através de uma consulta popular, alterar a constituição nacional, em prol de uma possível recandidatura, foi obrigado a deixar o país, rumo à Costa Rica. Insatisfeito, Zalaya permaneceu por lá até decidir retornar a Honduras afim de reassumir seu cargo.

Depois de uma tentativa frustrada no início de julho, ele enfim conseguiu voltar a seu país. Há três dias, ele se encontra refugiado na embaixada brasileira em Tegucigalpa. Sim, ele está sob nossos ‘cuidados’, o que gerou uma série de questionamentos sobre essa relação diplomática.

Independente de quem o ajudou, e se somos pró-Zalaya de fato, o que gostaria de manifestar aqui é meu desapontamento com a falta de liberdade que sofrem ainda as sociedades. O povo não tem mais voz, nem sequer o direito de se expressar através de práticas legítimas dessa forma de governo em que, supostamente, vivemos.

As eleições refletem a vontade dos cidadãos - da maioria, claro. Milhares de pessoas estão nas ruas todos os dias mostrando-se contra o terror, infringindo o toque de recolher instaurado, lutando por seus direitos, seus ideais. Uma guerra civil está acontecendo lá AGORA.

Se os militares se repetirem outras tantas vezes, tomando o poder para si em ocasiões em que se vêem contrariados e sem o apoio popular, deveria então ser mudado o esquema. O sistema adotado tem sido outro, de repressão. Que seja assumida tal postura. Ironia falar de 'poder' quando os agressores se mostram fracos ao se esconderem atrás de máscaras, disfarçando seus reais objetivos, suas metas.

Não só na América Latina, agora, mas assim como no Irã e Afeganistão, atenções devem ser voltadas e medidas, tomadas (não para benefícios econômicos capitalistas de reestruturação mercantil dos hegemônicos EUA, e que nem sejam feitas por eles, se for o caso). É fundamental apoios internacionais, coerência e transparência nessas negociações, nesses acordos que determinam a vida de todos, direta ou indiretamente.

No mínimo, que se saiba quais são e onde estão realmente as fronteiras, quem as delimita, defende, quem as renega, para onde se pode ir (se tiver como...). Lamentavelmente, nesse modelo em que nos encontramos, coisas básicas, como informação, paz, possibilidade de escolhas e oportunidades, não são para todos - mas deveriam!

Não dá mais para tapar o sol com a peneira. Essas ondas tem sido duras.

Sunday, 23 August 2009

preserve


Há cinco anos e meio não posso mais chamar Porto Alegre de lar. Mesmo assim, quando informada de que pretendiam acabar com uma de suas principais características (na minha opinião, a mais bonita e singular da cidade), me opus na hora.

Sempre vivi na zona sul da cidade. O por-do-sol sob as águas do ("rio") Guaíba, o mais belo do sul do (meu) mundo, dá as boas-vindas às noites na capital gaúcha. Sua beleza pode ser conferida a cada final de tarde nos parques que margeiam a região.

Uma crueldade tirarem isso dos cidadãos, mesmo que em parte, e oferecem esse bem-maior à especulação imobiliária, a poucos indivíduos mais abastados que poderiam pagar pela exclusividade da vista. Passariam eles a ter um espetáculo particular diário, serem donos ‘do pedaço’, da orla - como acontece normalmente nesses casos.

Como a querência sempre foi um lugar democrático (e me orgulho disso), até nesses momentos que nem deveria se discutir a possibilidade, eles vão a voto popular. Um consulta será realizada hoje em minha terra natal para dar rumo a esse impasse. Faço campanha aqui e torço pelo NÃO.

A negativa significa a impossibilidade da BM Par Empreendimentos, proprietária do terreno do antigo Estaleiro Só, uma das áreas que gerou mais polêmicas na história recente daqueles pagos, em construir prédios residenciais lá, à beira do rio. E comerciais, utopicamente, seria legal que só permitissem os intelectuais, artísticos e de entretenimento social.

A questão polarizou as discussões. De um lado os ambientalistas, preocupados com as questões de impacto ecológico e degradação dos aspectos naturais do local, de outro, os partidários, apontando a exploração da região como preocupante e carente de uma solução breve.

Sempre disse que, se fosse uma mega empresária, compraria aquilo lá e faria um centro cultural imenso, cheio de atividades bacanas que integrassem a população e mantivessem vivas as tradições gaúchas, brasileiras, platinas e latino-americanas. De repente até chamaria o Ben para me ajudar a dirigi-lo, administra-lo. Esse é o sonho de uma vida.

Bom, a sorte está lançada! Que os limites urbanísticos sejam bem definidos, com consciência. Quando eu voltar para visitas, quero poder tomar um mate quentinho sem ter uma sombra gigante e uma colossal barreira entre mim e o astro-rei, laranja, no horizonte do paralelo 30. Meu desejo é de que se preserve o que se tem de melhor, acima de tudo.

*Saudades - "Porto Alegre me faz tão sentimental..." (momento ternurinha, em que a canção de Isabela Fogaça cai muito bem)

Thursday, 30 April 2009

abaixo a censura


Enfim, a defasada e autoritária Lei de Imprensa foi revogada. Em fevereiro de 2008, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu suspender 22 artigos da lei, mas ela só teve seu fim por completo hoje. Foram 42 anos sob uma jurisdição intimidadora, criada no regime militar.

"Era o último entulho do autoritarismo ainda em vigor", já dizia desde 2007 o deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ), autor da ação. A lei abolida representava uma tormenta para os jornalistas e uma ferida para a liberdade de expressão do pensamento, fundamental à democracia. E isso acontecia ainda que os meios de comunicação brasileiros fossem exemplos de luta da liberdade de imprensa na América Latina.

Em nome da segurança nacional, a antiga lei censurava meios de comunicação, compositores, dramaturgos e escritores e permitia a apreensão de publicações. Agora os jornalistas e os meios de comunicação serão processados e julgados com base nos artigos da Constituição Federal e dos Códigos Civil e Penal. Se antigamente o problema eram os efeitos terríveis que ela ainda causava, especialmente entre os pequenos jornais e veículos de comunicação que eram massacrados por prefeitos, políticos e empresários, tendo que pagar indenizações que provocavam o fechamento desses veículos, agora a maior preocupação é a com o direito de resposta.

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) defendem novas normas que regulamentem penas e indenizações contra jornalistas e empresas de comunicação. Alega-se que com a simples extinção da lei, sem a fixação de novos parâmetros para a atividade jornalística, seja criado um perigoso vácuo na legislação. Já Teixeira não vê necessidade de outra lei, porque todas são restritivas, e nunca a favor do direito do povo à informação.

Esse impasse segue em discussão, assim como a questão da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista - que estava com análise de recurso prevista (mas isso é assunto para outra postagem... - Em breve, notícias a respeito aqui!).
Apesar das incertezas, nós, jornalistas brasileiros, já temos um bom motivo para comemorar no dia 03/05, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. E que a gente siga comunicando de maneira consciente e justa.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!