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Saturday, 18 February 2012

different strokes for different folks

Everytime I feel their sarcastic smile, criticizing me because my inexperience in walking on ice or snow, I remember of them, wiping-out in waves of the rough Ipanema sea...

I slid, I fall, I laugh, I get up and restart again (nice and slowly). Hilarious!

I'ts all about practice... Everything is new now, but I'm getting used to.

Wait for that. Soon!

Monday, 8 August 2011

half-life


It's a terrible experience when you are obligated to do things by halves just because you are without all your goods. In some cases, it's necessary some kind of juggling to survive only with a half of your stuff.

Imagine reduce your whole life in a mere luggage - everything divided in two suitcases (realize that many concessions were done in order to suit there!). Now, think about the possibility to lose one of them… something you don't expect besides you are not able to acquire that easily again.

Well, IT WAS EXACTLY WHAT HAPPENED TO ME… !

I'm improvising right now… Furthermore, I'm trying not to panic, although I'm conscious that there is nothing irreplaceable (or rather: excepting water and oxygen, there is nothing which we simply can't live without…).

Unfastening, loosening, altruism, self-denial - I definitively must learn much more about that! (of course while preying to San Expedito to Air Canada find my baggage AS SOON AS POSSIBLE in order to have my complete life again! - at least the part I chose to move on - with me).

Tuesday, 17 May 2011

that comes under another head


Although the book’s name said it is (or would be) “Por uma vida melhor”, in English: in favour of a better life, frankly, I doubt. After all, how using writing in a wrong way as something usual will lead people to this way of life, helping them to do it correctly? I suppose anything but that.

That is MY opinion. Many questions about the effectiveness of this method arise from the moment we are dealing with linguistics, cultural issues and education. It’s too complex.

However, I’m convinced that is better show good examples, mainly if it is for adults - who have more difficult to learn, due to the delay to do that. A little caution is essential in this case.

Be it this way or the other, the fact is that no one would dispute that the sentence “Nós pega os peixe” (in English, somewhat as We takes the fish) is completely erroneous, even if people have used it in their spoken language. It should serve by example about what is not to be done.
 
I hope that the 484.195 Brazilian students who will use this book can distinguee easily what is wrong in writing. Unfortunately, I hardly believe that they will be able to, once they are trying to learn the correct Portuguese when using that material.

At the moment, I don’t care about on who Education Ministery put the blame of had approved this kind of (inadmissible) mistake… On the other hand, I reckon that Heloísa Ramos, the author, was unsuccessful in her wrong words. From now, nothing will erase that of her carreer... 

Thus, I admit that, sometimes, I simply admire exact sciences - such as math or physics… when there is no discussion about either its processes or results, and there it stands. It works very well.

Monday, 13 September 2010

cinco anos em cinco semanas


Foi exatamente o que eu envelheci nos últimos tempos, até agora, em más companhias. E ainda tem mais...

É de arrancar os cabelos! (pentelhos, cílios e sobrancelhas...!)

Tem gente em que ele cai; em mim, rendeu-me muitos fios brancos a mais. No peito, porém, palpitações e certa má impressão, pressentimento... Ruim isso.

Sei que é experiência (e, no fundo, é o que ficou dessa loucura toda!), mas, na boa, preferia não ter passado por tudo isso. Olho no espelho e vejo que NÃO valeu a pena. Podem dizer que estou "velha" mesmo, pois já não tenho mais idade, paciência, nem disposição para irresponsabilidades juvenis! É verdade.

Depois de anos no mercado, não faz mais sentido eu me submeter a tal situação humilhante. Foi-se a época... Hoje, eu não preciso disso. Quero paz, tranquilidade.

Lição aprendida na marra. Vou terminar o trabalho expert em ser babysitter também!

Thursday, 12 August 2010

increase


Em momentos críticos, de crise mesmo, que crescemos. Tiramos força de 'nem-sei-onde' para passarmos o mais tranquilamente possível por tais períodos. Depois, a vitória, superação, experiência, aprendizado.

Péssimos, indesejados, mas inevitáveis e até necessários, eu diria. A gente se vira... aprende na marra! Lei da vida, sobrevivência.

No final, tudo dá certo.

Monday, 14 June 2010

bar-roco

Se na favela do Vidigal o melhor bar era o Bar-raco, qual seria o nome próprio para um em Ouro Preto? Bar-roco – genial! Melhor não poderia ser. Adoro! Senti-me em casa...

O vilarejo é um charme, mais parece cenografia de tão bonitinho com seus telhados, paralelepípedos, arquitetura antiga bem conservada, seu verde à volta, o sobe e desce das ladeiras íngremes e escorregadias. Porém, em meio àquilo tudo, a impressão que eu tive é a de que perdi MUITO tempo. Tanto para conhecê-lo, como também porque eu poderia ter curtido o lugar nos áureos anos de minha juventude, em antigos carnavais, ou por que não (?) ter vivido ali.

Ok, não sou uma velha (longe disso!), mas também não mais a universitária livre, leve e solta que era há exatos dez anos. Hoje, embora consiga enxergar todo o contexto jovem da cidade, não me vejo mais compartilhando desse clima com toda a vitalidade e disposição próprias de tempos atrás.

Vejo agora a possibilidade de uma viagem a dois, apreciando toda arte local, curtindo muito as ruelas e seus restaurantes e bares (nem tão pé sujos), mas num astral mais casal, com maior aconchego ao frio clássico da região. A parte histórica da cidade exploraria em ambos os momentos, mas reconheço que o presente é mais calmo, mais intimista e sóbrio.

Passar por aquelas repúblicas lotadas de ideais, de liberdade e noção de futuro pela frente me soou nostálgico. Fez-me recordar de um período em que eu poderia ter ousado mais e ter partido rumo a uma vida estudantil completa, cujas responsabilidades afloram à medida do aperto financeiro, das escolhas. É um aprendizado incrível, inigualável.

Não me arrependo da vida que levei, pois fui muito feliz e ainda sou. Gostaria somente de estimular filhos meus a desgarrarem e aproveitarem essa fase tão mágica e especial, repleta de energia. E, na correria desta passagem relâmpago por lá, fiquei devendo somente uma cerveja clássica, adivinhem onde!

Tuesday, 20 April 2010

a losing game


Filha de pais separados. Ele, um viciado em jogo; ela, uma menina de uns quatro anos. Como não sabia o que fazer com aquela criatura superativa para entretê-la nos finais de semana que cabiam a ele tal convivência (e responsabilidade), ensinou-a a jogar cartas.

A pequena aprendeu a lidar com o baralho antes mesmo de conhecer as letras. Como qualquer criança, chamava os naipes pelo formato das figuras até saber seus nomes. No grito, decorou o valor dos números, e em pouco tempo, dominava as cartas com maestria.

Sabia embaralhá-las jogando-as pro alto, de uma mão pra outra, rapidamente. Fazia um leque perfeito, apesar dos dedos minúsculos que as apoiavam. Parecia gente grande segurando firme, já blefando com o olhar, e chata com a demora do jogo alheio.

Paciência, rouba-monte, pontinho, canastra... qualquer partida ela vencia! Passou seus conhecimentos à diante: ensinou sua mãe, irmã, amigos, colegas – muitos prenderam com ela. E esse acabou sendo seu passatempo predileto, seu programa juntos.

E assim, passaram-se anos, dias e noites a fio, pai e filha, em seu legado, até que um dia se interessou por outros jogos e quis brincar com valetes e coringas de verdade. Largou seu antigo parceiro em busca de outros.

Se é (de) sorte ou azar, ambos ainda pagam para ver. Apostas...

Monday, 12 April 2010

tá no pacote!


Desencavei um livro do fundo do baú para escrever o post anterior e, ao procurar o que queria, folheando-o e relendo algumas histórias, achei uma bem interessante, a ver com amizade, respeito, superação. Serve direitinho para ilustrar uma página virada de minha vida (ou poderia dizer que foi ‘repaginada’? – não importa, na verdade, porque não foi arrancada... ainda bem!).

O viajante caminhava com mais dois amigos pelas ruas de Nova York. De repente, no meio da conversa banal, os dois começaram a discutir, e quase se atracaram. Mais tarde – já com os ânimos serenados – sentaram-se em um bar. Um deles pediu desculpas ao outro:

Tenho reparado que é muito mais fácil ferir pessoas que estão próximas – disse. Se você fosse estranho, eu teria me controlado mais. Entretanto, justamente pelo fato de sermos amigos – e de você me entender melhor que ninguém –, terminei sendo mais agressivo. Esta é a natureza humana.

Talvez esta seja a natureza humana. Mas vamos lutar contra isso.

COELHO, Paulo. Maktub. Rio de Janeiro: Rocco, 1994. p. 169.

Intimidade é uma merda nessas horas. Tolerância é tudo. A verdade é o caminho.

Engraçado porque tínhamos acabado de revisitar um passado próximo uma grande amiga de anos e eu, quando concluímos e acordamos, depois de um período de crise, que é melhor sermos mais tênues em nosso tratamento - deixar a ‘faca na bota’ de lado, buscar não se afastar como resposta a desentendimentos.

Muito bom. Nada como amadurecer e ganhar mais experiência para lidar com nós mesmos e entre a gente de maneira harmoniosa e construtiva. Aceitar e aprender com nossos defeitos e com a maneira que o outro é, foi o que nos fez perpetuar a relação. Amizade é isso: saber o melhor e o pior de alguém, e amá-lo exatamente assim, imperfeito.

Nandinha, esse texto é para você.

Wednesday, 27 January 2010

infinito


O mundo dá voltas. Alguém duvida?

Hoje estamos embaixo; amanhã por cima. E é vida que segue...

Sempre e nunca são MUITO tempo. Não dá para se dizer isso para nada, porque não se sabe como será o dia de amanhã. TUDO é possível – basta estar vivo. Quando estamos no topo é legal olharmos para baixo para termos noção de onde viemos e o quão difícil é prosperar, além, claro, de calcular o tamanho do tombo.

Estaríamos numa eterna roda-gigante? O bom são justamente essas oportunidades criadas por esta montanha-russa que é a vida. Fantástico poder, em dado momento, ‘reviver’ determinada situação de forma melhor, com mais maturidade e comprovar que o tempo REALMEMTE é o senhor do destino é uma dádiva.

Muitos ignoram o fato de o barco poder virar, o jogo mudar e acabam apostando todas as suas fichas no hoje, sem se importar com o amanhã. O poder salienta o pior caráter de qualquer um. Péssimo. Tem gente que se transforma, pensa que é mais que os outros, valoriza o status e não o conteúdo.

Somos responsáveis pelo o que cativamos, é fato – grande sabedoria de Saint-Exupéry. Devemos cultivar nossas amizades, contatos, tratar bem o próximo porque gentileza gera gentileza. Fundamental. E isso é de graça (ou deveria, ao menos). O que fica mesmo: conhecimento e relacionamentos. Que a gente cuide muito bem deles!

Profissionalmente, então, o futuro pode nos reservar surpresas interessantes. Um estagiário de hoje pode ser nosso chefe amanhã... esse é o ciclo. O correr dos anos no mercado parece cruel para os maduros, infelizmente. Por isso, o (bom) tratamento é essencial, é a melhor herança que podemos deixar.

Agarro-me nesse pensamento, não nego. Minha esperança é um dia poder ser a melhor das superiores, contrariando quaisquer possibilidade de raiva/ira/rancor num aspirante ao meu cargo. Penso que sabotagem, boicote e soberba são dispensáveis quando há felicidade e satisfação naquilo que se faz.

Se estenderei a mão para quem hoje me fecha portas, não sei - na boa. Provavelmente sim, porque não sou má. Não deixaria, porém, de apontar a falta de reciprocidade no passado. Não consigo deixar as coisas passarem imunes, porque acredito que se sempre podemos melhorar – com TODO o tempo do mundo, quando o objetivo é esse, aliás.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!