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Tuesday, 13 November 2012

feLIZ

Comme peut être simple (et, en même temps, majestueux) le combustible du bonheur, de la joie:

Des câlins avec les pattes, des frôlements sinueux, le miaulement
naïf en demandant pour jouer, des regardes qui finissent pour un doux clin d'œil, le ronronner qui n'arrête pas, l'envie de faire dodo ensemble, collée, un 'me suit partout'... 

Tout ça veut dire 'Je t'aime' en "miaowais".

Thursday, 1 November 2012

making a storm in a teacup

I recognize that it is not fun suffer the effects of a hurricane (NOT AT ALL!). Nevertheless, I have the impression that USA are always maximizing everything in favour of them (news, included!).

This makes me doubt about (the dimension of) what is REALLY happening there. After all, anything which occurs in yankee's territory (mainly in NY!) seems be more important and relevant than whatever, wherever... (!)

Egocentricity, imperialism... call it as you will! Not minimizing its consequences, but the fact is that I suspect that Sandy was worse to Haiti, for example. Poorer, miserable, where situation is supodesed to be even more tragic.
___________________________________________________________

On the other hand, differently from Irene (which passed last year accros the Est Coast), Sandy was not such intense here, in Quebec.


Friday, 11 November 2011

together, being only one


Somehow (or other), many things change when you, finally, find your better half. Being a couple requests from both a different behaviour. Inevitably. However, you are going to do that with pleasure, from your all heart, freely ('cause, when involved, it happens naturally, without any requirement - and with NO doubts!). Everything joins, fits, matchs… thoughts, wishs, needs, feelings.

Nobody's alone anymore: now it's "two-in-one"! A great union of part(ie)s and sides. At the same time, (and on the other hand), there is a consolidation of individual qualitys of both of you which fortifies the relationship once even the differences prove you get along perfectly. Thus, stronger, you can go far, wherever you want, besides being able to face anything.  

Together, during a (french) kiss you can experience it more intensely, or… why not while making love?! - the best thing to do by pairs, the intimatest one! Simple as that: there isn’t better place to be in the whole world than with your love, inside him (or vice versa), embraced, inseparable. This completes me.  

Ça c'est fort!


*Illustration: "Love is possible", by Brunobig Carneiro.

Wednesday, 26 October 2011

bonded!


Going too far? Too fast?

On the other hand, when it's (so) good, why not profit, get the most out of?!

Being distants, it's hard... Two nights, maximun! Phew, it's enough.

Easy. Excellent. Ripe. Infatuated.
 

Friday, 24 December 2010

menina má


A dúvida que não me sai da cabeça: não fui eu uma boa menina para ter ganhado as  pancadas que levei da vida em 2010? Vou além, questionando-me o que poderia ter feito eu de errado o ano inteiro (ou antes até, desde 2009) para acontecer isso comigo.

Ou será que foi falta de sorte e eu NÃO merecia tanto? – segundo minha cartomante, infelizmente a resposta para esta última pergunta é ‘sim’. Foi “gratuito”, azar. Mas, vendo pelo lado positivo (sempre tem um, mesmo que só tempos depois compreendamos o sentido do ocorrido), fortaleceu-me – e talvez o motivo seja justamente esse... Tudo tem uma razão nessa vida.

Só não sei dizer, se tivesse que responder ao Papai Noel, se estaria pronta para outra. Fiquei traumatizada, não nego. Tamanha intensidade e sensibilidade me fizeram reavaliar MUITA coisa e, consequentemente, mudar bastante. Agora, se ele quisesse saber se me comportei direitinho, eu admitiria que, quando boa, eu sou ótima; mas quando eu sou má, eu sou melhor ainda! Sem ressentimentos.

Ho Ho Ho! Que venha 2011. Aliás, qual será meu presente?

Sunday, 26 September 2010

tiro ao alvaro


Interessante. Por mais que a imprevisibilidade assuste, o fascínio é maior. Pode ser um tiro no pé (e é bem provável que seja!), mas não há como apagar, pelo menos por hora, a marca que deixou. Intensidade foi a palavra, mais que qualquer outra.

Talvez tenha sido só uma ponte para algo maior – como costumo ser eu aos outros... Mas, só isso? Como saber? Difícil estabelecer contato, mostrar o que ficou, o quanto gostei, o (meu) mundo que teria para dar, sem deixar qualquer pista ao azar...

Hoje, penso muito em tudo – no futuro, no que vai ser e, se não for, porque não teve que ser. Destino... Encontro e desencontros. Foi QUASE lá! Atire a primeira pedra quem nunca se meteu em confusão arriscando estar no foco certo.

Friday, 14 May 2010

joão ninguém


Na verdade, simplesmente ‘João’.

Ainda não o conheço, nem sei se já é de outro alguém, mas me interessa – e MUITO. Se quisesse, teria um 'Vavá' universo pela frente (opa! - e por trás, em cima, embaixo, de lado, em pé, deitado, sentado...).

Engraçado isso: como uma pessoa pode de uma maneira avassaladora nos deixar afim, de cara. Provavelmente, não seja nem sequer capaz de imaginar o quanto despertou em mim esses desejos nobres, fortes, intensos.

Pode supor, é claro, porque o olhar diz tudo. E mesmo que tenhamos nos visto poucas vezes, sempre houve um clima de flerte no ar, na distância entre nós, ligando-nos mesmo em extremos na pista, salão, ou pertinho, lado a lado, num muro qualquer.

Parece ser um bom rapaz. É do meio, tem estilo, faz meu tipo – sabe como é... (barba por fazer!) Não foi à toa. Agrada-me, rodeia... mas talvez seja tímido como eu, por hesitar uma aproximação mais ousada, “sem” desculpa – e pressa, infelizmente.

É um universo de possibilidades. Tomara que se apresente(m), como e quando tiver que ser. E que a surpresa seja boa, gentil, que me deixe admirada, instigada, satisfeita, curiosa e ainda mais envolvida.

Com tanta paixão viável, adoraria transformá-lo em um "joão bobo" por mim.

Wednesday, 24 March 2010

bar doce lar


Confesso que detestava até parar e, de fato, assistir. House foi "A" descoberta! Talvez tenha gostado por um motivo especial, pela proximidade com a realidade, por matar minhas saudades da loucura e paranóia alheia, das associações rápidas e certeiras, daquele olhar fulminante tentando dessecar a alma.

Os mais experientes sempre dizem que quando alguém implica conosco é porque gosta da gente (senão ignoraria, ou se afastaria – e não o contrário: ficar alfinetando, provocando, chamando a atenção, mostrando-se presente...). É então que entendo o Dr. Gregory e toda sua contradição.

Envolve por sua excentricidade. Manipula o que pode, quer SEMPRE estar no comando. É intenso e verdadeiro. E, quando uma brecha de sentimento é aberta, o coração transparece. Impressionantes as semelhanças. Parece que conheci personificada a inspiração de David Shore para o protagonista da aclamada série de TV norte-americana que dirige.

*Em tempo: será que tem Universal em dutch?

Sunday, 28 February 2010

joker


Peter Pan, Coringa... quantas mais faces lúdicas uma pessoa pode ter?

Admiro quem veste o personagem, ou simplesmente assim é, a exemplo dos seres que um dia inspiraram tais figuras do imaginário infantil, da literatura, ficção, cultura popular – como for. E se isso for só fachada para disfarçar qualquer outro sentimento ou intenção? Como saber o que não é dito, o que fica confuso, perdido nas entrelinhas de discursos prolixos, ou em pequenos gestos de seus feitos?

Por vezes, o artista pode ser seu próprio titereiro, conduzindo a história, manipulando também as demais marionetes das fábulas da vida. Que rumo escolherá ao seu próprio destino? Optará pela sorte grande ou ficará com as certezas do caminho? Que granfinale estará preparando? Gostaria de aplaudir de pé não só o fim, mas daqui por diante poder vibrar com o desenrolar deste espetáculo que numa voraz efemeridade tanto me emocionou e evolveu em tão pouco tempo.

Sem dúvidas, esta canção é para você:

Standing on the waters casting your bread
While the eyes of the idol with the iron head are glowing.
Distant ships sailing into the mist,
You were born with a snake in both of your fists while a hurricane was blowing.
Freedom just around the corner for you
But with the truth so far off, what good will it do?

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

So swiftly the sun sets in the sky,
You rise up and say goodbye to no one.
Fools rush in where angels fear to tread,
Both of their futures, so full of dread, you don't show one.
Shedding off one more layer of skin,
Keeping one step ahead of the persecutor within.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

You're a man of the mountains, you can walk on the clouds,
Manipulator of crowds, you're a dream twister.
You're going to Sodom and Gomorrah
But what do you care?
Ain't nobody there would want to marry yoursister.
Friend to the martyr, a friend to the woman of shame,
You look into the fiery furnace, see the rich man without anyname.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

Well, the Book of Leviticus and Deuteronomy,
The law of the jungle and the sea are your only teachers.
In the smoke of the twilight on a milk-white steed,
Michelangelo indeed could've carved out your features.
Resting in the fields, far from the turbulent space,
Half asleep near the stars with a small dog licking your face.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh. oh. oh. Jokerman.

Well, the rifleman's stalking the sick and the lame,
Preacherman seeks the same, who'll get there first isuncertain.
Nightsticks and water cannons, tear gas, padlocks,
Molotov cocktails and rocks behind every curtain,
False-hearted judges dying in the webs that they spin,
Only a matter of time 'til night comes steppin' in.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

It's a shadowy world, skies are slippery gray,
A woman just gave birth to a prince today and dressed him inscarlet.
He'll put the priest in his pocket, put the blade to the heat,
Take the motherless children off the streetAnd place them at the feet of a harlot.
Oh, Jokerman, you know what he wants,
Oh, Jokerman, you don't show any response.

Jokerman dance to the nightingale tune,
Bird fly high by the light of the moon,
Oh, oh, oh, Jokerman.

Adoro sua magia. Como borboleta, a seguiria.

Friday, 29 January 2010

tudão


Amar é assim. E quando o assunto é esse, confesso que sou uma romântica inveterada, e eclética – tanto na escolha, quanto no modo como esse sentimento pode vir a acontecer, florescer em mim.

Acredito em amores construídos, aos poucos, mas SINCERAMENTE, prefiro os avassaladores. E não falo somente de paixão não, daquela intensidade toda do começo, penso que isso pode se dar por anos a fio.

Não sei se acredito em amor pra vida inteira, mas penso que, independente de quanto tempo um relacionamento durar, ele por si só já é verdadeiro em seus limites, em sua capacidade (ou não) de perdurar. Que seja eterno enquanto dure, né, Vinícius?!

Gosto quando é fácil, quando simplesmente ‘acontece’ e pronto! Tenho algumas boas love stories assim, efêmeras – pois infelizmente acabaram antes do que eu gostaria. Será que casos assim estão fadados a serem rápidos, porém profundos? – pensei nisso agora.

Lembro satisfeita de quando conheci alguém e colou, sem jogos, com vontade. Gosto de recordar que isso é possível, na esperança de um bis qualquer nesse sentido. Adoro amores sem dúvidas, de entrega total logo de cara.

Quando é recíproco, não tem porque não ser assim. Prefiro a efervescência de uma história bem vivida, do que a frustração de ter se tido calma e não se ter aproveitado o outro, a ocasião. Me jogo, mas em paz! - dentro de mim não pode haver conflitos, em meio a esse turbilhão de emoções.

Espero poder em breve sentir que é para valer num primeiro olhar. Sim: acredito em amor à primeira vista. Quero alguém que se doe como eu, que faça planos enquanto juntos - mesmo que nunca se concretizem por falta de oportunidade, ou tempo.

Vou sempre me arrepender das coisas que fiz. Posso dizer que vivo as situações, que me permito. É nesse sentimento que me agarro quando penso no futuro, na concretização de meus sonhos, no desejo do encontro. Que venha repleto: deep and full.

Sunday, 13 December 2009

barba, cabelo e bigode


Dúvida cruel: o que pode e o que não pode se fazer na primeira transa com alguém? Tem regra para isso? Vale tudo? Como funciona isso? – será que é diferente para homens e mulheres? Pois bem, esse é o tema de uma matéria que estamos fazendo para o programa.

Toda vez que faço uma reportagem, claro que me questiono antes de sair às ruas entrevistando as pessoas, o que EU penso a respeito. E nesse caso, parei para refletir sobre como foram minhas primeiras vezes com os parceiros que já tive, como me senti quanto a esses ‘limites’, se é que existem.

‘A bem da verdade’ (como dizem por aqui) é que não acredito muito nessas convenções estipuladas de como se DEVE proceder. Sou a favor do amor livre, desde que haja consentimento, vontade, prazer. E o que um não quer, dois não fazem – na boa. Caso contrário é estupro, mas isso já é OUTRA coisa...

Nunca impus moral em meus relacionamentos e detesto julgamentos. NEM EU gostaria de envolver mais intensamente com alguém que pense que uma mulher é isso ou aquilo porque numa primeira ocasião juntos se entregou e fez mais do que, a seu ver, poderia. Essas coisas me irritam MUITO.

Fico puta ao ouvir comentários machistas desse estilo, pois são hipócritas, uma vez que os homens insistem para que certas situações aconteçam, e depois recriminam quem se deixa levar pelo tesão e aproveita ao máximo aquele momento. Nós, mulheres, nas vésperas do ano 2010, ainda sofremos com isso, entre tantas outras coisas.

Claro que, hoje, um pouco mais madura, penso que, quando se pode, talvez seja melhor segurar um pouco a onda, para curtir mais cada instante, sem pressa, afobação. Afinal, tem certas coisas que funcionam melhor com intimidade. Mas eu agir assim agora não implica preconceito algum, tampouco arrependimentos, e sim uma cautela para florear mais o relacionamento. Só. É bom evoluir, ter sempre algo novo e mais profundo para se fazer junto.

Não vou negar que já procurei algumas vezes seguir uma suposta ‘cartilha’ de mulherzinha e sair pra jantar, tomar chopinho numa primeira noite, e deixar para só um segundo encontro o sexo, mas não me dei bem fazendo isso. Juro. Em nenhuma tentativa fui feliz. E lembrando agora: já vivi paixões lindas com toda sede do mundo. Cada caso é um caso. E acho que quando se é afim, não é isso que vai ditar o sucesso de uma relação.

Se pensarmos que não vamos ter um futuro com determinada pessoa, é melhor curtir tudo o quanto for possível de uma vez só. Para que se inibir, podar-se? Esperar o quê? E mesmo que venha a ter um after, bom é que ela JÁ vai saber do que tu é capaz, de quão bom é estar contigo. Se não, foi prazeroso enquanto durou, e ponto.

Eu penso assim. Se é para ser, que seja BARBA, CABELO E BIGODE.

Thursday, 3 December 2009

agora em diante


O sentimento é interno, silencioso, mas intenso e racional. O fim do ano chega e as incertezas aumentam. Muito é pouco e o melhor nunca é o suficiente.

Antecipo-me em dizer que foi bom para mim. E deu. Seguimos rumo a um 2010 no mínimo diferente. No fim, tudo vai dar certo.

Tuesday, 25 August 2009

retratos da ostentação


Mil coisas acontecendo e, eu, infelizmente, acabo por perder ‘cada uma’... Uma dessas, que pelo dedo de minha amiga Grazi, acabei saindo ganhando (mesmo que nos 47 prorrogados do segundo tempo), foi a “World Press Photo”. Consegui conferir a exposição que reuniu 196 imagens premiadas em 2008, registradas por fotojornalistas do mundo inteiro.

A maioria das fotos trazia alguma denúncia em sua mensagem calada, mas ‘gritante’. Eram aqueles belos instantes imortalizados, cheios de sentido, intenção, cor – quando não eram simplesmente elegantes em sua dualidade preta e branca. Sua intensidade não ameniza o desespero, a doença, a crueldade, a tristeza e o mal presentes ali naqueles retângulos.

Fatos que marcaram um ano “qualquer” - nada mais representam aquelas fotos do que isso. Pela problemática maior, algumas dessas que foram tiradas há pouco, bem poderiam ser captadas amanhã, mas a maioria não. O que as diferencia de tantas outras, e que as faz únicas e importantes, é justamente a questão do tempo, e da presença. Seu criador estava lá, e é através de seu olhar que podemos ver o que já foi e não volta mais.

Incrível que acontecimentos tão poucos inspiradores possam ter rendido tão magnífico material. Cheguei a chorar por entre as galerias. É emocionante, assim o são. Reproduzem momentos, sentimentos, situações. Informam, alertam, comunicam ao mundo o que ali mostram – muito além, na verdade. Fotojornalismo é um soco no estômago, porque diferente das pedras no sapato, são impactantes, mas não efêmeros.

Uma seqüência entre tantas outras me chamou a atenção. Eram fotos posadas, coloridas, vivas. Trazem pessoas de semblante satisfatório em acomodações que mais parecem cenários de filmes, vitrinas de lojas, casa de bonecas. E, se bem entendi a legenda, são isso mesmo – como um adereço. Aqueles lugares servem para mostrar de maneira ornamental o poder aquisitivo do modelo ali em foco.

Para compreender claramente o que estou falando - e o que estou QUERENDO dizer, faz-se necessário um ‘briefing(zinho)’ básico, um breve embasamento histórico (na exposição existe uma pequena legenda em casa foto):

Essas pessoas retratadas são romenas de origem cigana. E duas curiosidades a respeito desses povos explicam muita coisa, dão sentido ao contexto das fotografias tiradas . 1. A Romênia é um país que até há pouco tempo era comunista e que a recém entrou para a União Européia, 2. os ciganos são originalmente nômades.

Sabendo disso, não fica difícil agora perceber o porquê da valorização do lar, de sua decoração, da futilidade de se montar uma cozinha, por exemplo, só como enfeite, para mostrar aos outros que hoje se tem (o que ontem não se podia ter). Os tempos são outros e os dentes de ouro dão espaço a faqueiros e conjuntos de porcelana que jamais serão usados.

Os retratos do italiano Carlo Gianferro, para a Postcart, ficaram em primeiro lugar na categoria ‘Histórias’ da premiação. Veja as outras fotos da exposição em: http://www.worldpressphoto.org/index.php?option=com_photogallery&task=blogsection&id=19&Itemid=223&bandwidth=low
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passatempo

  • abrace seus amigos
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  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
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  • beba mais água
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  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
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  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!