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Monday, 15 July 2013

on the top

Ok, sometimes they DO are not confortable, but wearing a beautiful pair of high-heeled shoes, makes all the difference!

Actually, a nifty bag too. They give life to the look... anyone, glamourizing women, growing self esteem!

Sacrifices which worth all efforts... ;)


Monday, 21 January 2013

a matter of form

I comprehend that for each one some life events happen at assorted moments, in different ways... And I respect that.

However, for me, in my own life, there is something that markedly please me: the fact that I got married before being pregnant.

I believe in love and I frankly accredit that people can assume their relationship insomuch about to officialize it whenever they want. Nevertheless, the idea of doing that just because of social formalities, to keep decorum, frustrates me.

In Rio, that occurs a lot! I went in some under these circumstances... Well, in Porto Alegre, though, most part of couples I know wont never have any ceremony celebrating their match. Unfortunately... Many men who don't assume their acts (even with a child), that "simply" don't care. Idiots!

Actually, no matters where... As far as I am concerned, why don't do that before, as a result of
their will, only both of them, the couple, without any external intervention (ok, maybe 'internal'...)? By virtue of their love? Forming something more solid (like a family), not due the arrival of a baby, but whereas your affinity (that even may result in kids! Eventualy... soon... but later!).

It seems to me as a civil obligation, anyway. Not by free wil. Otherwise, why not make a ritual earlier, willingly, with no pregnancy?

I'm happy to have done that by us. For us, and thus accord with the natural order of things. As custom demands. Genuinely, not necessary; lovely, though ♥


Saturday, 10 November 2012

gorgeous silver

Once, I asked my mother why she had her hair dyed. Then, I suggested her to leave it natural, grey. Finally, she said to do that with my own hair, by myself, when graying start on me.

Not at that moment, but, now, I undertand her being on the defensive. It's a delicate situation for many women witnessing their hair lose colour; thus, being obligate to dye hair constantly. Many, in fact, the majority, opt for keeping their young hues artificially.

Alternatively, I honestly feel that ladies as Françoise Hardy, Carmen Dell’Orefice, Jamie Lee Curtis, Helen Mirren, Vanessa Redgrave, and last but not least, Meryl Streep (as Miranda Priestly, in The Devil Wears Prada), are glamorous in the way they are: both old and chic.

Their look, a choise, despite thousands of advertisings selling hair dye, as I see it, means a victory, an embrace of the natural changes, an acceptance of lifecycle. Without a doubt, it's an audacious one.

Furthermore, of course, having beautiful gray hair also requires special cares - expensive too! Olden with vanity, a challenge!

Mine, in a few years. Decided!



Monday, 10 January 2011

keep loving amy


I swear I would enjoy to go in one of her awaited concerts here in Brazil in the next days (or wherever! - Amy’s presentation is always worthwhile. However, here are some objections:

- I’ve not taken a VIP ticket or invitation;
- R$ 200 is too expensive. For me, in my present financial status, it is more that I can pay for;
- the place chosen by production  (HSBC Arena) is very far from home. It is necessary a transfer service... “Perrengue”(!);
- no one of my closer friends is going to (for me it is essential be in good company in this kind of event…)

Ok, I know that the life’s opportunities are over there and we should not waste it. Nevertheless, I’ll only another time…

Anyway… I’m (still) loving her - junkie or not (I’m not just paying for a risk - thus, I prefer her CDs, high fidelity recordings)!


somewhere

He is over there… walking, in metro, listening music, on the beach, watching concerts, drinking something, attending some course, driving, parking his car, stopped due to the traffic red light, taking for a walk his dog, telling a short story for his child, seating on the park, at club, shopping at the supermarket, choosing a DVD for tonight, cooking, working, studying, reading a book, taking a pícture, painting, riding a bike, learning another idiom; writing a poesy, an essay, a book, a thesis, a letter or lyrics; going to a stadium; playing an instrument, cards, tennis or soccer; surfing, jogging, planting flowers on the garden, travelling, giving a party; dinning, having lunch or a breakfast; supporting his team while is watching its game on television in a pub;  gazing at the sunset or sunrise; diving into the sea, sailing, flying, fishing, trekking, dancing, singing during the shower, connecting, being online, writing my blog, waiting for me… or mounting a horse - after all, what else could princes do?

Is it possible cross me on the street, looking at me (astounded), while I simply don’t see him? I must pay (more) attention... Also taking care with my appearance - even going to the bakery! It happens (of meeting someone special) when we least expect it! - maybe not, but PROBABLY, in these days your look is terrible, seems very tired and (all the worse:) you are dressed badly. [Oh, shit!]

Sunday, 22 August 2010

ponto G



A pauta não é bem essa... na verdade (embora se trate de sexo).

 No final das contas, muda o canal, o programa, a apresentadora, mas a problemática, o comportamento, as limitações intelectuais continuam praticamente as mesmas. Impressionante!

É o mal do tema, do meio...

Hoje, é o G da questão. O corpo melhora, as curvas ficam mais sinuosas, mas os deslisamentos na pista seguem e a trajetória acaba ficando tão difícil quanto antes. Ideias novas surgem, mas depois de voltas (e voltas), indo até mais longe, acabamos morrendo na praia de uma forma bem pior.


Não adianta: tem que ser inteligente, não basta florear. 

Sunday, 27 June 2010

poses para a imortalidade


World Press Photo 2010

A exemplo do ano passado, já sabia que iria me emocionar por entre aquelas imagens impactantes que via em minha frente. Interessante, porém, é o fato de a excentricidade chamar mais a minha atenção do que as clássicas fotos relatando conflitos políticos, por exemplo.

Não desmereço EM ABSOLUTO este apreciável trabalho, mas me atenho a sair do senso comum, daquilo que por mais que não se veja, imagina-se. Eu, pelo menos, tenho consciência do sofrimento de mães de “veteranos” de guerra, inválidos com 20 anos, ou protestos de um povo oprimido contra seus governos... por mais que elas “somente” ilustrem o que ouvimos falar, ou, ainda assim, choquem, mostrem o que nem poderíamos supor dessas realidades.

Diante dessas fotos, nesta exposição maravilhosa, prefiro conhecer o que não sei, aquilo que nunca vi, ao que pela primeira vez estou sendo apresentada. Na edição anterior foi assim. Intrigou-me a sequência de retratos feita pelo italiano Carlo Gianferro de famílias romenas ostentando cômodos cenográficos em suas casas – povo esse que há pouco tempo era comunista, e descende de ciganos nômades. Duas contradições a essa tradição impensada até então!

Esse ano sigo na mesma linha do surreal relacionada a status (e de minha predileção pelo olhar italiano, não posso negar). A bola da vez foi Francesco Giusti com suas capturas sobre um costume e lazer do povo no Congo, a Société des Ambianceurs et des Personnes Élégantes – SAPE. Acreditem: num país que vive em meio à miséria, existe um grupo de pessoas que gasta o que (NÃO) pode para se vestir bem e viver (literalmente) uma fantasia, inspirado nos antepassados de sua aristocracia que voltaram de Paris nos anos 20 e 30.

Ainda nesse clima de ilusão, mas numa perspectiva mais ‘nobre’, para desafiar percepções e preconceitos, dois artistas denominados Güler Lacht, propõem a pessoas que elas se vistam com roupas do Oriente Médio e assim sejam fotografadas em diferentes contextos. Essa interação ou performance (chame como quiser), que escolhi para ilustrar o post por sua boa intenção, aconteceu num evento artístico na cidade de Stedum, no norte da Holanda, e foi registrada pelo jovem Kees van de Veen.

Engraçado isso de esses instantes imortalizados mexerem tanto com o nosso imaginário. Sempre quando alguém vai nos clicar, logo arrumamos o cabelo, olhamos no espelho, passamos batom, preocupamo-nos em quão bem ficaremos naquela representação do momento. Nesses dois casos citados, que a mim me marcaram, essa característica está aliada ao fotojornalismo em si. É a vaidade misturada à informação, interesse e social, público e privado. Muitas vezes essa sutileza é mais difícil de ver em meio ao que é notícia escancarada, ao trivial - e por isso, faz-se louvável.

* Achei válida a menção honrosa que a organização fez ao vídeo veiculado na internet da jovem Neda, que foi baleada e morreu vítima da repressão às manifestações contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad, em junho do ano passado, no Irã. É o reconhecimento e a aliança dos novos meios, que juntos (in)formam.

Para conferir as fotos vencedoras, publicadas na imprensa ao redor do mundo, é só ir no site da
World Press Photo.

Thursday, 17 June 2010

manual do cara incrível


(Claro que o "MEU"!)

Pode até parecer que tenho a pretensão de criar, com isso, um superman, ou algo assim, mas não. Minha condução está mais para um anti-herói, com certeza - ADOOOOOOORO!

A pedidos, segue uma relação (incompleta e sem ordem de importância) de alguns itens para quem quiser ser um:


Aparência

- ter mais de 30 anos (de preferência, estar na faixa dos 40);

- ser magrinho e não muito alto;
- usar barba, ou estar sempre com ela por fazer;
- ter cabelo bagunçado legal, ou raspar a cabeça;
- ter pelo no peito;
- vestir-se bem, com estilo;
- ser charmoso, interessante e um pouco estranho;
- jamais usar tênis esportivo em qualquer evento social, chinelos estilo Ryder mesmo no verão, e mocassins;
- usar óculos de grau (nem que seja informalmente - no computador, para ler ou ir ao cinema);

Personalidade e afins

- ser solteiro, separado ou viúvo;
- pode ter filhos (desde que sejam queridos);
- ser experiente, maduro;
- não ter doenças venéreas;
- trabalhar (nem que seja à noite, e pode até por vezes ser como músico ou deejay);
- morar sozinho;
- ter uma família bacana, e uma mãe amável (ou morta);
- ser bem sucedido no que faz (e isso não significa de forma alguma ser rico, mas que seja um bom profissional, valorizado, com garra e futuro promissor);
- ter o coração grande, ser do bem;
- saber e gostar de dançar;
- ter bom gosto musical;
- ser carinhoso, um pouco tímido, sensível e romântico;
- não ser preconceituoso e aceitar o trabalho, posição social e liberdade femininas;
- gostar dos meus amigos, e/ou ser amigo deles;
- ser gentil e sagaz (ter iniciativa e tomar a frente das coisas);
- ter a auto-estima de um "Shrek";
- telefonar no outro dia e retornar as ligações;
- andar do lado da rua na calçada como forma de proteção;
- ter mãos firmes (e unhas bonitas, um tanto grandes até);
- combinar, ser semelhante e singular ao mesmo tempo;
- oferecer-se para carregar algo pesado que esteja em mãos femininas, e o casaco, caso esteja frio;
- ter pegada na cama (no mínimo 15cm e um bom diâmetro);
- ser inteligente e educado;
- gostar de conversar, ler, escrever, ver filmes, jornais e documentários;
- ir a exposições de arte e fotografia, teatro, shows e tantos outros eventos culturais;
- não ser mega religioso, mas ter fé;
- gostar de andar de mão, de dar beijo na boca, abraço e de sexo (inclusive e principalmente de fazer oral);
- olhar nos olhos enquanto fala;
- ter uma voz bonita, cheiro envolvente e pele sedosa;
- ser sincero, leal e fiel;
- dar valor às pequenas coisas, singelos gestos;
- preocupar-se com o bem-estar e a segurança da mulher;
- não ser gremista, rubro-negro ou torcer pelos meninos da Vila;
- pode até ser canhoto, desde que tenha habilidades com a mão direita também;
- saber cozinhar, ou preparar um belo café da manhã ao menos;
- beber no mínimo cerveja e vinho, além de coca-cola normal;
- preferir se encontrar pessoalmente a falar no telefone, ou se comunicar via internet ou mensagem de texto;
- gostar de (ou ter) cachorro - GRANDE, porque cão pequeno com homem não sei não... [risos];
- pode até ser vegetariano (desde que vá a churrascos e fique na salada de maionese, cebola e pimentão no papel alumínio, e que coma vez que outra frango, peixe, frutos do mar e até croquete de carne "por engano");
- pode até não saber andar de bicicleta (desde que goste e esteja disposto a caminhar por aí e/ou troque os segredos do guidão pelos da direção);
- gostar de dormir, tomar banho, passear e viajar juntos;
- convidar para tomar um café, mesmo não gostando de café;
- marcar programas a dois no domingo;
- fazer-se inesquecível e incomparável;
- ser imprevisível à medida que surpreende de maneira positiva;
- ter o final de seus relacionamentos do passado bem resolvido;
- estar livre e querer viver uma linda história de amor;
- ser tarado e gostar de mim, por completo.

*Por favor, não me vejam como uma radical louca que não aceita e aprende com o novo, o diferente e o improvável. Esta é somente uma brincadeira com meu gosto pessoal e as possibilidades, até porque perfeição não existe (aliás, uma correção: existe SIM! - e, para mim, corresponde a 80 por cento desta exigente lista).

Tuesday, 18 May 2010

canela fina


Dizem que homens com tal característica tem o pau grande. Em respeito à teoria da evolução das espécies, acabo eu fazendo minha ‘seleção natural’, preferindo e optando pelos "gambitinhos" - assim, no diminutivo mesmo, mas que sugerem aumentativos (e por que não dizer SUPERLATIVOS?) sexuais.

Podem existir outros marcadores, mas por experiência pessoal e prática, e conhecimento profissional e empírico de causa e efeito, concordo e sigo essa crença popular. Culpa do Darwin.

Sunday, 16 May 2010

cara de um, interesse no outro


Vou exemplificar minha teoria utilizando-me de um caso de conhecimento geral – para não dizer ‘global’ (referindo-me ao fato de ter sido veiculado recentemente pela maior emissora do Brasil): a troca de Miguel por Jorge, feita por Luciana na novela "Viver a Vida", não aconteceu exclusivamente porque o gêmeo médico era mais bonzinho que o arquiteto, mas porque eles eram iguais fisicamente.

Poderia acontecer também, claro, caso não fossem idênticos, mas somente parecidos. Por mais diferentes que sejam seus temperamentos, personalidades e/ou caracteres, sendo irmãos, apresenta-se o fato de terem comportamentos ou feições que se assemelham. E isso os aproxima, igualando-os em mentes cheias de afeição.
É bem provável que atraiamos pessoas que se interessem por alguém(s) como a gente – seja no visual, ou no jeito de ser, do que por estranhos quaisquer.  Com essas referências, há associações que despertam segundas intenções com mais facilidade. Afirmo, por experiência própria, o quanto é possível (e plausível) que isso venha um dia a acontecer de forma natural... involuntariamente. 

 O que quero dizer (com esse nariz de cera todo) é que, na vida real, buscamos um padrão, mesmo sem querer. Embora nem saibamos ou admitemos, existe um tal modelo ideal. Certamente, o novo pode ser bastante instigante também, passível de agradar o próximo, mas quem nunca conseguiu traçar um paralelo entre muitos de seus (ex) amores e (futuros) pretendentes que jogue a primeira pedra!

Não tem outra explicação, senão científica: é somente a química se esquivando diante à biologia na escolha dos pares em relacionamentos amorosos. Isso me tranquiliza quando percebo equivalências em tão extremos e avessos “plims” por aí – o que não aconteceu quando fiquei encantada por Jeffrey Dean Morgan em “P.S. I Love You”, e ao perguntar o nome do ator, meu amigo respondeu: "Javier Bardem". (ok, total desculpável... é de se confundir mesmo! Com esses dois, qualquer um fica transtornado – eu, COMPLETAMENTE, inclusive!)
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Sem meras coincidências:

Pele morena, cabelos compridos encaracolados, olhos castanhos, óculos de grau, estatura mediana, jeito de menina, idéias de mulher...

Lili era constantemente confundida com Bruna no curso que freqüentavam. Um dia, tomando um suco na lanchonete, alguém comentou sobre suas semelhanças. Foi então que Bruna confessou que aquilo acontecia com bastante frequência. Lili, surpresa, relatou alguns episódios ocorridos com ela, quando a chamaram pelo nome da outra, ou fizeram elogios que sabia não serem a ela direcionados.

Na ocasião, ambas acharam graça dessa confusão toda, mas tamanha coincidência, pouco tempo depois, não seria motivo de tantos risos, mas de algumas lágrimas. Logo após se mudar para São Paulo, Bruna descobriu que o garoto por quem se interessava no clube começou a namorar Lili. Chorou impiedosamente, e só cessou quando percebeu ser lógica a preferência do rapaz por sua amiga.

Uma vez que não morava mais na cidade, Bruna se deu por satisfeita com o ocorrido. Ficou feliz pela escolha feita por Lúcio, que não se distanciou tanto da possibilidade de achá-la bonita e de um provável interesse por ela. Pensou consigo que, quem sabe numa outra oportunidade, quando próximos novamente, sua história com ele poderia, enfim, ter um final feliz.

Totalmente compreensível e tolerável. Fica pra próxima...

Monday, 6 July 2009

portas escancaradas


Já dizia Vinicius: “As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”. O poeta tinha sua razão. Ser bonito, ou assim parecer a alguém, ou ao mundo, é importante. Abre portas.

Não raro se vê por aí gente com mais simetria e harmonia em seus traços faciais ou linhas/curvas do corpo do que conteúdo, por exemplo, ocupando postos profissionais de respeito, disputadíssimos. É sempre mais fácil para quem é belo conseguir o que se quer em tudo, inclusive no amor. A sorte lhe sorri, encantada.

Sou Linda Jones, nunca fui uma “Linda Taylor” (embora ainda possa ser... ironia do destino – parte dois), mas tenho lá minha graça. Admito que meus encantos já me proporcionaram algumas regalias – seja uma carona, uma bebida, uma facilidade qualquer num serviço prestado, uma mão estendida mais prontamente. Mão essa cheia de dedos, diga-se de passagem. Essa boa vontade muitas vezes não é gratuita. A maioria das mulheres sabe o que é isso, entende ao que me refiro.

É evidente que ser uma pessoa agradável aos olhares alheios é bem melhor. Aos imperfeitos esteticamente, infelizmente, resta pular as janelas e pedalar as portas que se fecham ao serem abertas aos outros. Para quem quer vencer nesta vida, é necessário se fazer interessante, mesmo sem todo o glamour (e pode ser que toda a futilidade) de atributos físicos como um corpão violão e um rostinho bonito. Determinação é a chave que não pode falhar em qualquer molho, é o segredo para qualquer fechadura trancada.

Sunday, 31 May 2009

como tem que ser


Como uma mulher deve se portar? Muitos diriam que temos que ser damas na sociedade e putas na cama. O que acham? Eu concordo. Não por qualquer moralismo ou formalidade, mas porque o ideal é que sejamos bem tratadas socialmente, principalmente por aqueles que conosco estão. E na cama, podemos ser quem quisermos.

Se no relacionamento do casal cabe uma puta, que ela seja a mais devassa. Para mim, entre quatro paredes vale TUDO, desde que seja consentido por todas as partes – sejam elas duas, três ou suruba. Eu acho que sempre deveria ser assim, mas... nem todo mundo pensa dessa forma. Muitos homens ainda são machistas e preferem que a esposa ou namorada (enfim, a ‘oficial’) não faça tudo no sexo.

São escolhas... Deles, quando optam por conceitos idiotas em ter para si pessoas que não os satisfazem sexualmente; e delas, que não se permitem descobrir intensamente o sexo e ficam com caras que pensem assim, bobeando em serem traídas. No fundo, todo homem gosta de uma puta na cama, e um dia, cedo ou tarde, irão atrás dessa satisfação, com certeza. É uma questão de tempo.
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Mas e ao sermos cortejadas, podemos mostrar logo de cara todo o fogo que temos, toda a vontade que nos consome? Eu diria que sim aos outros, mas tenho me comportado na contramão disso. Além de estar na ‘conchinha’ ainda (mais infos no post de mesmo nome, em abril), tem o fato de as pessoas confundirem meu trabalho, minha naturalidade para lidar com o tema sexo. Infelizmente alguns homens pensam que eu sou diferente de quem realmente sou. E isso tem me incomodado.

Como a maioria da mulheres, gosto de gentileza. Adoro ser bem tratada. Sou mais romântica, mais frágil e feminina do que aparento (e até acredito estarem um pouco mais evidente tais qualidades nos últimos tempos, pois estou numa fase mais ‘mulherzinha’, admito). Comigo, levar tudo na sacanagem, não dá certo. Eu não sou assim. Trabalho com isso, é verdade, mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. No íntimo, gosto de fazer amorzinho, por exemplo. A sacanagem vem depois, e não o contrário.

Mulheres são como flores, e é assim que devemos ser tratadas. Esperto daquele que souber nos regar regularmente com telefonemas, elogios e jantares, além de nos dar outras flores.
Agora, só seremos valorizadas se nos comportarmos direitinho - e isso não impede de sermos nós mesmas, de nos entregarmos. Só não podemos enfraquecer a classe deixando que os homens nos 'mal-tratarem' como tanto fazem por aí. Fiquemos espertas e deixemos a "puta" só para a cama.

Friday, 8 May 2009

bilau


Hoje fui questionada se tamanho é documento. Antes de pronunciar qualquer besteira, pensei bastante a respeito. O que eu acho? Acredito ser o visual importante sim. Algumas mulheres ficam frustradas em comprovar que o pau dos caras com quem vai transar é pequeno, ou menor do que gostariam. Mas calma: algumas correm também se o dito cujo for um jumento! Vai entender...

O importante mesmo é saber brincar. Melhor um mediano ativo, afim, do que um gigante adormecido. Se for um gigante ativo, então, é o paraíso! Mais que o comprimento, o que de fato dá prazer à mulher é o diâmetro ser avantajado, pois estimula a região próxima ao clitóris, e até o ponto G (se é que ele existe mesmo...).Para as moças que não curtem sexo anal, melhor é um pequenininho mesmo – ou estarão perdidas!

Será que os homens sabem REALMEMTE o tamanho do órgão sexual que têm? Uma mulher, por exemplo, sabe se tem os seios grandes ou pequenos, pois é fácil comparar com outras mulheres. A gente se olha no espelho, cresce vendo o peito alheio. A ditadura da estética obriga muitas a colocarem silicone, mas há quem prefira os pequenos, naturais (mas isso é assunto para outro post). E os homens, comparam seus 'ticos'? Ficam se olhando? Sabem o que tem entre as pernas?

Já tive a oportunidade de presenciar homens não-avantajados falarem de seus órgãos como se fossem ENORMES (e ainda vangloriarem suas michas performances). Por favor, amigos e/ou parceira(s): Por que NINGUÉM fala para um tipo desses que ele NÃO é bem-dotado? Não entendo, SINCERAMENTE. Muitos pensam estar o tamanho do pênis atrelado à masculinidade do homem, à sua potência sexual. Se 'criticados' a respeito, seria uma facada para a maioria deles, como um tiro no peito.

Não sou muito de olhar para a mão, pé, nariz, antebraço e canela de meus pretendentes, tentando ver aí uma pista sobre o que me espera. Muito mais do que investir em negros ao invés de procurar me envolver com japoneses, por exemplo, tenho uma teoria minha sobre o assunto (e quase nunca me engano). Os gordinhos que me desculpem, mas os magrinhos sim são "pauzudos". Por serem pequenos no porte, eles surpreendem. A barriguinha saliente dos fora-do-peso escondem e não favorecem no visual de seus bilaus.

O mesmo vale para os homens que não se depilam e deixam aquele chumaço escondendo o que tem de melhor. Quem diria que os pentelhos diminuem os perus, hein?! Não precisa se raspar, tirar tudo, mas aparar é SEMPRE bom. Ajuda na estética e na higiene pessoal. Com certeza as mulheres aprovam. Quem não prefere fazer sexo oral num ambiente mais limpo, mais lisinho e fresco? Fica aí a dica.

Aos que estão insatisfeitos e gostariam de fazer alguma, há instrumentos em sexshops (prolongadores e bombas penianas) que prometem ajudar quem precisa. Regime/exercícios e depilação são métodos mais fáceis e acessíveis. Independente do tamanho dos pintos, o que eu acho imprescindível é auto
estima e dedicação - gostar do esporte e se preocupar com o prazer do outro. Infalível.


Para constar: eretos, 80% dos pênis têm entre 11 e 16cm (sendo 14cm a média comum), e possuem de 06 a 15cm de circunferência. Isso é a vida real. Só na ficção mesmo que vemos normalmente homens com dotes entre 18 e 24cm, como se fosse normal. Isso é ficção, infelizmente.
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c'est fini!