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Friday, 13 January 2012

Friday the 13th



My black cat and me,

(not very superstitious...) 
  
we wish all you guys 

so much good luck today!

Monday, 1 August 2011

bad luck?


No, the good one - please!

It’s said that August is the month of misfortune…  I hope that, living a second summer during this period (along with so much novelty…), this prediction isn’t real.

Nothing better than good vibrations to smooth away the difficulties (in colloquial Portuguese we use the slang 'uruca' (derivative from the word 'urucubaca').

Monday, 13 June 2011

tiresome


One is an unfortune, two is a mistake, three times is enough!

I’ve wondered myself about the relation between what is worth and things I’ve been doing without any advantage for me. Ok, I reckon that always is possible to gain some of any circumstances. However, I’m not interested in waste my time with what is not going to give me results in a short term.

I’m as impatient as unsatisfied - it is not necessary lie about that. At the same time I’ve been going the extra mile without a pleasant reward, others are earning what I’m not. 

I can't satnd injustice anymore. So, I'm regretted (besides avoiding) this situation. 

Friday, 24 December 2010

menina má


A dúvida que não me sai da cabeça: não fui eu uma boa menina para ter ganhado as  pancadas que levei da vida em 2010? Vou além, questionando-me o que poderia ter feito eu de errado o ano inteiro (ou antes até, desde 2009) para acontecer isso comigo.

Ou será que foi falta de sorte e eu NÃO merecia tanto? – segundo minha cartomante, infelizmente a resposta para esta última pergunta é ‘sim’. Foi “gratuito”, azar. Mas, vendo pelo lado positivo (sempre tem um, mesmo que só tempos depois compreendamos o sentido do ocorrido), fortaleceu-me – e talvez o motivo seja justamente esse... Tudo tem uma razão nessa vida.

Só não sei dizer, se tivesse que responder ao Papai Noel, se estaria pronta para outra. Fiquei traumatizada, não nego. Tamanha intensidade e sensibilidade me fizeram reavaliar MUITA coisa e, consequentemente, mudar bastante. Agora, se ele quisesse saber se me comportei direitinho, eu admitiria que, quando boa, eu sou ótima; mas quando eu sou má, eu sou melhor ainda! Sem ressentimentos.

Ho Ho Ho! Que venha 2011. Aliás, qual será meu presente?

Friday, 12 November 2010

solitude


Ser uma mulher de prestígio tem um preço a se pagar. Estar à frente de seu tempo, ser livre, ousada... Tudo isso fascina e afasta os homens. Inspira e causa inveja nas outras mulheres. Assusta e modifica a sociedade.

Personalidade, comportamento, talento... Vontade, coragem e bravura, determinação, teimosia - misture tudo isso e teremos alguns ícones femininos como Coco Chanel e Edith Piaf.

Coco e Piaf - apelidos artísticos para damas de nomes supostamente "nobres": Gabrielle Chanel e Edith Gassion. Nada mal! Interessante isso. Francesas, contemporâneas, suas histórias se parecem. As duas nasceram num dia 19 e morreram num dia 10. Vi quase em sequência ambos os filmes que contam suas vidas e fiquei surpresa ao constatar muitas semelhanças em suas trajetórias.

Infância pobre, ausência das mães, descaso dos pais, vida artística, música, aposta de estranhos, talento, trabalho, reconhecimento, fama, riqueza, amor e perda, morte e tristeza. Parece que a solidão insiste em visitar aquelas que tem força para suportar a dor de algumas feridas. Agora, se elas cicatrizam, já não sei... A sensibilidade nem sempre é aparente.

Infelicidade. Pode até ser azar, mas me parece castigo. Uma pena.

Saturday, 6 November 2010

me(u)nino


No mesmo clima cinéfilo de ontem... Sinto-me como Amélie Poulain em busca de seu Nino Quincampoix.

Boa vontade e intenção, sonho... E um mundo de fantasia e possibilidades, um destino fabuloso.

O filme é tudo de bom, bem de mulherzinha, mas com atitude, do seu jeito. Bom para quem acredita no amor, como eu.

Ai, ai... esses homens... Um cheiro! - e me derreto... Azar e me liquefaço(!), tal qual.

Wednesday, 29 September 2010

até o final


Trabalho árduo, imaginação à toda!

Tudo o que eu queria era chegar aos "finalmentes" - não por pressa, mas por envolvimento completo mesmo, entrega. Achei que era pra valer, enfim. E com um novo personagem. Sou assim, fico esperando “demais” das situações, pessoas... homens(!) - sejam marujos ou maricas.

Para terminar algo, é preciso começar ao menos, permitir-se. E, depois de consecutivas esquivas, fica a dúvida: por que não? Por que (me) evitam? Foi assim agora e antes... E com desculpas semelhantes. Sinto-me impotente, injustiçada. Afinal, o que há de errado (comigo)?

Azar... Na mão (abanando), a única certeza que tenho é que não chegou a hora - foi na trave, de novo. Daqui a pouco, é gol!

A vaga segue em aberto, alguém se habilita (de verdade)?

Sunday, 26 September 2010

tiro ao alvaro


Interessante. Por mais que a imprevisibilidade assuste, o fascínio é maior. Pode ser um tiro no pé (e é bem provável que seja!), mas não há como apagar, pelo menos por hora, a marca que deixou. Intensidade foi a palavra, mais que qualquer outra.

Talvez tenha sido só uma ponte para algo maior – como costumo ser eu aos outros... Mas, só isso? Como saber? Difícil estabelecer contato, mostrar o que ficou, o quanto gostei, o (meu) mundo que teria para dar, sem deixar qualquer pista ao azar...

Hoje, penso muito em tudo – no futuro, no que vai ser e, se não for, porque não teve que ser. Destino... Encontro e desencontros. Foi QUASE lá! Atire a primeira pedra quem nunca se meteu em confusão arriscando estar no foco certo.

Friday, 13 August 2010

matar ou morrer


Não morrer na praia... E matar as vontades, saudades.

Hoje, sexta-feira 13, de agosto – mês do desgosto, e eu, na contramão dessa negatividade toda, de azar e terror, consigo ver o lado bom das coisas.

Não sou otimista, mas realista. Não dá para se desesperar, nem quando se tem medo. Aliás, nessas horas é melhor se acalmar, respirar fundo e só então seguir em frente, um pouco mais aliviado.

A vida continua... Entre mortos e feridos, restam os mais fortes. Só ganha quem não desiste. Nada de se dar por vencido então! E no final desse thriller, saberemos quem está certo.

Sunday, 25 July 2010

que merda!


Naquele dia de crise braba das hemorroidas, quando não dá mais (literalmente) para aguentar, ela decide, mesmo que a contra gosto, ir ao hospital para tratar o problema. Quando chega lá, porém, arrepende-se completamente: o médico plantonista é um gato(!).

Parece piada, mas não é.... Já pensou? Putz, que azar. Passado  (e superado) o memorável episódio, virou, claro, motivo de boas risadas em mesas de bar.

*Não, eu não tenho hemorroidas. Nunca tive. Esse post é baseado no relato de uma amiga, daqueles que valeria uma série de curtas do tipo ‘Ninguém merece’.

Tuesday, 20 April 2010

a losing game


Filha de pais separados. Ele, um viciado em jogo; ela, uma menina de uns quatro anos. Como não sabia o que fazer com aquela criatura superativa para entretê-la nos finais de semana que cabiam a ele tal convivência (e responsabilidade), ensinou-a a jogar cartas.

A pequena aprendeu a lidar com o baralho antes mesmo de conhecer as letras. Como qualquer criança, chamava os naipes pelo formato das figuras até saber seus nomes. No grito, decorou o valor dos números, e em pouco tempo, dominava as cartas com maestria.

Sabia embaralhá-las jogando-as pro alto, de uma mão pra outra, rapidamente. Fazia um leque perfeito, apesar dos dedos minúsculos que as apoiavam. Parecia gente grande segurando firme, já blefando com o olhar, e chata com a demora do jogo alheio.

Paciência, rouba-monte, pontinho, canastra... qualquer partida ela vencia! Passou seus conhecimentos à diante: ensinou sua mãe, irmã, amigos, colegas – muitos prenderam com ela. E esse acabou sendo seu passatempo predileto, seu programa juntos.

E assim, passaram-se anos, dias e noites a fio, pai e filha, em seu legado, até que um dia se interessou por outros jogos e quis brincar com valetes e coringas de verdade. Largou seu antigo parceiro em busca de outros.

Se é (de) sorte ou azar, ambos ainda pagam para ver. Apostas...

Wednesday, 8 July 2009

de volta à pilantragem


Fazia nem sei quanto tempo que não jogávamos juntas (diria até que mais de dois anos, com certeza), mas tem coisas que não mudam, não adianta: seremos sempre uma dupla. E das boas! – que o digam os cavalheiros que ficam nos assistindo em poses sugestivas feitas com o intuito de encaçapar bolas usando um taco.

Essa parceria não é de hoje... Se há uma coisa que aprendemos Nanda e eu na faculdade foi jogar sinuca. Inesquecíveis aquelas noite da Famecos! Até totó arranhei por muitas vezes lá no Caap. Saudades também daquelas manhãs de sábado de pouca aula, muita ressaca, jogatina e bergamota. Naquela época, já tiramos famosos da mesa, para infelicidade daqueles que queriam ter o prazer de enfrentar seu ídolo numa partida memorável. Chegamos chegando e não saímos mais dali. Não tem pra ninguém! E ontem não foi diferente.

Tacada a tacada, vencíamos facilmente. Não que os adversários fossem de todo ruins, ou que a sorte estivesse só do nosso lado. O lance é gostar do esporte, concentrar-se, acreditar, jogar firme e com calma. Pode vir homem ou mulher - preferencialmente eles, que são mais páreos para nós e adoram uma disputa mais acirrada. O jogo cria todo um clima... Para quem não sabe, é considerado até o mais sexy de todos.

Imbatíveis, fomos hexa. Fiquei feliz em recordar aquele ‘tempo bom que não volta nunca mais’ (música dele, que veio depois a jogar comigo novamente em São Paulo no Barracuda) e não muito surpresa com o resultado da noite. O lado ruim de se dar bem na pilantragem é o velho clichê “sorte no jogo, azar no amor”. E, assim, acabei sem beijar na boca.

Monday, 30 March 2009

azar de quem sabe


Fico imaginando a seguinte situação: milhares de cartas são enviadas para um concurso qualquer desses cujo prêmio é algo grande, como a casa dos sonhos (equipadíssima por uma loja de eletrodomésticos), uma considerável quantia em grana que fizesse qualquer um parar de trabalhar (e ter seus parentes distantes retomando contato logo após saberem de sua fortuna), ou um salário mensal de no mínimo cinco algarismos (e vitalício), algo assim.

O sorteio não é ao vivo, mas televisionado. O diretor diz "gravando" e um apresentador de peso e voz pomposa é então coberto por uma cachoeira de envelopes voadores - brancos, amarelos, pardos. Três segundos e ele ergue o braço com o ganhador nas mãos. "Corta!". Tudo pára. As gatinhas que estavam fazendo chover dão trégua, desmancham seus sorrisos de 'comercial de margarina' e ficam desbaratinadas, sem saber o que fazer (sem direção - literalmente).

Em seguida vem a notícia inacreditável de que o infeliz do cinegrafista perdeu o foco, ou sei-lá-o-quê (e tenho certeza que deveria perder o emprego, pelo menos ao ver do remetente dessa correspondência que será devolvida à montanha de cartas que se encontra aos pés do simpático showman). Começa tudo de novo. E lá se foi a chance do dito-cujo, que de fato ganhou, ter sua vida mudada. Na sequência outro envelope é sorteado. Um nome é dito em alto e bom tom - esse sim pode ser considerado um sortudo.

Que situação! Ninguém além-estúdio pensaria que isso acontece. Injustiça? Me odiaria em não poder fazer com que pelo menos esse raio caísse duas vezes no mesmo lugar.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!