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Saturday, 3 November 2012

I'm with the band

This is the Pamela Des Barres book's title. For me, the sentence means some kind of reaffirmation. A way to prove "I'm important" by being with others, living (in the shadows of) their lives.

As Miss Pamela, many other groupies become "famous", mainly in the 70s (see Cynthia Plaster Caster, "Bebe" Buell and "Sweet" Connie). However,
in different levels, even nowadays there are lots of them! Everywhere.

Personally, I think they are all dependent women. Once they need the base of somebody else to be someone, I'm convinced they haven't enough worth. Not by themselves.

Superficial people,
in my opinion. Even if important for band rock stars... to fuck with (may have a baby and finally give them a "carreer"). Status prostitutes, then. Without a doubt.
 
On the other hand, of course they are fun!
Sex, drugs and rock n' roll - who doesn't enjoy it?! In this context (of showbusiness), everything is cool, magic. Nothing is real, though.  

Vocation is required; not truth... Well, it's a matter of choice, values. Although I've loved so much Almost Famous, I honestly don't believe in this fake glamour.

Likewise, I CAN'T trust them. Sorry, but I simply CAN'T stand who pretends to be something which is false. For their behaviour, vicarious embarrassment... 

Working seriously, I avoid this type of girls. Furthermore, I'd rather they disqulify our category. Am I being too hard? Who is in the trade knows... 

Vulgar, low, base. So trashy!

Sunday, 20 March 2011

the real worth for each one


Mutual? - I used to say that the love and the others good feelings SHOULD be like that… After all, why not?

What kind of magic happens and makes us like somebody and not the person beside.  Further: Why not be interested by who likes us? - at least, it’ll be easier (for both). However, doesn’t works like that and, probably, we are going to fall in love for who doesn’t care about us…

Amsterdam (ALWAYS Amsterdam… after all, I love it!) - It was there where both friends David and Matt met Christina, a fake French prostitute. Where she could be there as a whore? Red Light District, of course. Unfortunately, I lost this part… I arrived late in theatre, owing to have been invited almost at time. I saw since the moment they already are at they room talking, smoking, knowing each other.

Inverno da Luz Vermelha, brought me this thought. With Marjorie Estiano, André Frateschi and Rafael Primot, this play presents a unfortunate love bizarre triangle. Despite of both actors being unknown (for me - I believe they are from São Paulo’s theatre), they are very good. Nevertheless, I’m not going to deny that I’ve preferred the ‘Matt’ one. She is also pretty well as this role, displaying a sculptural slim body while teasing with sensual acts.

Written by Adam Rapp, the production is easy-going due to attractive appeals such as the music and the sensuality (Marjorie sings and dance in a “private” pocket show for the guys - the masculine audience has got sweaty at this moment). Moreover, prostitution and AIDS - not only interesting (and also still existing), but popular issues gave more seriousness for the text.

Matt loves Ana (actually, this is her real name), Ana loves David, and this last simply doesn’t care. The importance of what occurred in the past for Matt is, in another tone, the same of Ana’s for his best friend. It is unexplainable the way we conduce our feelings - for one, everything; for the other, in the same time (even lived the same thing), means nothing.

Predicted (I’ve studied and written scripts, so… ), when she said she was HIV positive and the phone rung, it was not difficult to guess what would happen between Ana and David! Even though, the scene was heavy - an anal sex, never seen on TV,  with Marjorie (until now, a fragile actress, a quite paltry singer) as a protagonist.

I enjoyed it! Mainly as a consequence of abstracted loves (not reciprocal), the hybrid of intelligence and ingenuousness of Matt, his no prejudice too. Even Amsterdam being in a second plan, and the story have transferred to São Paulo’s reality - a stupid mean to became this plot closer of us. Not necessary, in my opinion.     
  
I give my regards about. It is until April, 11th Fridays and Saturdays (9 pm) and Sundays (6 pm) at Glaucio Gil Theatre - Cardeal Arco Verde, s/n - Copacabana. I don’t know prices…


respect is a good medicine for age!

(more about Amsterdam… I simply can’t avoid. It is stronger than me!)

I admit one thing that Brazil is better than Europe (at least in both countries I’ve been - Holland and France): third age people is more respect in our metro. Ok, here, many individuals simply don’t give in their place for olders to seat. However, there are laws about it - and also both special attending and places - which usually work. There, once, I offered my place for a lady and she was very surprise with my act, telling me that had never happened before [what????].  So, I was astonished because I thought that there these things happen through a different way.

Then, since I came back, I’ve wondering myself about the reasons which make them don’t give the attention necessary for this mature adults. Firstly, I believe that it is because they are a Old Continent - that means they population is constituted chiefly by old people. Thus, once they are majority, they don’t have priority. Finally, they (unfortunately) don’t  have this behaviour of offering they places to seniors.  I’m not sure, these are only speculations about it. Nevertheless, it isn’t a complete absurd according my good sense.

Saturday, 10 July 2010

o que não mata, engorda


Essa é a resposta de uma piada, no clima dos acontecimentos que tomaram os jornais e noticiosos de todo o país na última semana, para a pergunta: “Qual a diferença entre Bruno e Adriano?”. Aliás, é APENAS uma das TANTAS de humor negro que andam se disseminando pelo Brasil. Hoje, no Dia da Pizza, espero que esse caso não acabe assim, em nada, ficando sem uma solução justa.

Como tantos, antes, apadrinhados pela mídia, esse é a bola da vez. Não me agrada saber que poucos dramas similares (ou até piores – se é possível... e sempre é, infelizmente) ganham a visibilidade necessária para que sejam resolvidos rápido. Mas ok, por se tratar de uma pessoa pública, de envolver uma criança e dos supostos requintes de crueldade investigados nesse homicídio, compreensível a surpresa, comoção e indignação nacional.

Não justifica, CLARO(!), mas uma coisa é fato: Eliza Samudio deve ter azucrinado MUITO a cabeça do ex-goleiro do Flamengo (tinha que ser! - bem marginal) para ele dar esse fim a sua vida. Digo isso porque, se, pelo o que consta, o valentão sempre teve um perfil bad boy, característico de homens violentos, capazes de atos irracionais como o de que está  sendo acusado, essa modelo (atriz e apresentadora), sabia desde o início em que buraco estava se metendo ao se relacionar com ele.

Sempre costumo dizer que ‘passarinho que come pedra sabe o cu que tem’, mas considerando o baixo potencial neurológico de espécimes do tipo ‘Maria Chuteira’, até compreendo que ela desconhecesse o real perigo e tenha preferido correr o risco de engravidar, mesmo sem a vontade do parceiro, e, depois, cobrar-lhe os direitos. Repito: direitos – estou aqui fazendo a pior das ‘advogadas do Diabo’, tocando o dedo na ferida MESMO.

Mas minha teoria vale para AMBOS – afinal, quem se envolve com prostitutas desse naipe, e não usa camisinha, merece sofrer as consequências de seus atos, pois as ignorou anteriormente, quando podia ter evitado qualquer problema posterior, laço ou fruto indesejado. Mick Jagger é que já estava velho (e rico) demais para se preocupar com alguns mil euros a menos todos os meses, pela vida inteira, ocasionados pela gravidez da "prima" intencional de Eliza, a, hoje, tão famosa Luciana Gimenez.

Pensei muito, recentemente, sobre como foi bom, há exatos quatro anos, ter me separado de um bruto, que bem poderia perder a cabeça e bater a minha contra a parede até a morte, como me ameaçou fazer algumas vezes em momentos de fúria.
Distante do pesadelo que é estar envolvida com alguém assim, respiro aliviada agora. Por vezes, até esqueço que um dia o medo tomou conta de mim.
Na boa, esse filme deve se repetir mais do que a gente imagina. Justiça seja feita.

Tuesday, 23 February 2010

pussyness


Produto? Não, trata-se de trabalhadoras o que se vê através das vitrinas do (para os locais) Rossebuurt de Amsterdam. A capital holandesa, turística por seus canais, tornou-se famosa também pela exposição de mulheres nas ramen. Essas, são abertas como janelas nas ruas, mostrando o que ali é oferecido - sem pudor.

Por esse e outros tantos atraentes motivos, o mundialmente conhecido Red Light District, traz homens de diferentes lugares para gozar de tamanha liberdade e variedade. A oferta é vasta; a curiosidade, idem. Diversos casais e mulheres são vistos perambulando pelas ruelas estreitas, com olhos atentos em direção ao que está exposto.

Civilidade - uma vez que a prostituição é (tida como) a ‘mais antiga das profissões’, e sendo ela legalizada nos Países Baixos, não há o porquê de espanto, vergonha ou qualquer outra manifestação hipócrita que possa ser esboçada. Elas pagam impostos como qualquer cidadão e merecem o devido respeito. Por favor.

Este é um exemplo a ser seguido. Não adianta tentar tapar o sol com a peneira, pois a luz vermelha vai sempre brilhar, piscar, chamar a atenção de todos onde quer que seja. Admitamos. Peep shows, sexo explícito, stripteases, pole dance... há uma gama de outras atrações que podem, inclusive, apimentar a relação e/ou inspirar solteiras e casadas.

Aos mais críticos, uma boa notícia: a probabilidade de se ter uma infecção qualquer por consumir algo ruim é pouca. Lá, as meninas executam suas funções laborais em boas condições, pois tem acesso gratuito ao serviço médico e suas práticas são reguladas pelo governo. Informação não falta a quem frequenta as redondezas. O sexo se faz seguro então, só faltaria mesmo vir com bula (mas aí já é demais!).

A movimentação é grande, pois o local é legal - literalmente. Claro que como em qualquer outro lugar, não se deve marcar bobeira, ficar à toa, mas dá para conhecê-lo com tranquilidade. O único porém é não poder fazer registros em vídeo ou foto sem prévia autorização. Compreensível (se formos comparar, em algumas ruas de Copacabana funciona da mesma forma...).

É um BAITA negócio! Ninguém quer vacilar, perder clientes, dinheiro, tempo, o que for. O mercado é ágil, competitivo, e o trabalho, suado. Nada é de graça. Tudo ali é pago - vendido ou alugado, porque quem dá é instituição de caridade (e, sinceramente, não vi nenhuma por lá).

Wednesday, 2 December 2009

a classe


Em mais de quatro anos trabalhando no meio, gravando direto com a categoria, consegui traçar um perfil da classe que, infelizmente, não agrada. Estou me referindo a garotas de programa e, por tabela, algumas atrizes pornô, que nas horas ‘vagas’ fazem uns bicos para engordar o orçamento.

Não que eu não goste das meninas. Pelo contrário, a maioria é um amor, são super fofas comigo. Quando coloco aqui que desgosto, isso faz jus a seu comportamento profissional – tanto comigo, quanto com seus próprios produtores (eu não trabalho diretamente com cinema adulto, apenas faço matérias sobre).

Algumas atitudes no trabalho como sumiços repentinos, o não comprometimento, atrasos, a supervalorização somente do que tem (mais) grana envolvida, e a falta de visão e de retornos me deixam chateada e estressada, porque me afeta diretamente. Passo então a supor que dinheiro não lhes falta para estarem menosprezando assim certos contatos que poderiam abrir portas, escancarar janelas, dar visibilidade a suas carreiras.

Claro que estou generalizando. Já fiz diversos trabalhos com várias meninas que foram super profissionais, mas no frigir dos ovos, são poucas de um total que assumem essa postura correta. Já ouvi tantas queixas de seus contratantes, que não tem como negar e ignorar essa conduta ‘de vida fácil’ que insatisfaz quem está nos bastidores.

De fácil, de fato, nada tem. Mas isso não é motivo para não se respeitar acordos, desonrar compromissos, queimar seu filme por pouca coisa, ou cachê mínimo, ou nenhum. Esse detalhe fala alto. Grita. Fazem com que troquem facilmente um programa (o meu, no caso) por outro – se é que me entendem. Eu compreendo até, mas avisa com antecedência, não deixa ninguém esperando, Não desmarca em cima da hora, não desliga o celular e só... como se isso bastasse para dizer 'não sou afim'.

Não que estejam erradas em garantir o seu. Essa ambição possivelmente vem como reflexo de suas experiências numa realidade cruel, em que devem ser enganadas, maltratadas, judiadas muitas vezes e por isso passam a agir assim. Ou não, tenho outra teoria para isso: a ‘facilidade’ com que ganham seu pão. Elas não sabem o real valor que o dinheiro tem em esforço (laboral, porque outro há, de qualquer modo).

Apesar de saber de toda os perrengues, todo climão pesado que permeia o ofício, já cheguei a sugerir a algumas amigas desesperadas que se arriscassem nesse universo em momentos de aperto para dar a volta por cima a curto prazo. Às vezes, e para algumas, vale a pena. Não condeno. Vejo com naturalidade esse recurso quando há necessidade. Tudo tem um preço na vida. Tem gente que aguenta o peso, paga – e como!

Como já coloquei antes aqui em outros textos, volto a afirmar que não acho a vida de prostituta fácil, como tanto dizem por aí, mas não posso negar que as dificuldades no sustento são outras, e o rendimento, MUITO maior, absurdo. Tem moças que chegam a ganhar cerca de dois mil reais por noite/dia. Isso quando um figurão não as adota e as banca. Não sei nem quanto isso em Reais valeria por mês... E se está no pornô, com mais visibilidade, a hora é mais cara com certeza!

Escrevi esse post porque falta classe às colegas e há tempos queria exteriorizar essa impressão. Isso gera nos outros profissionais envolvidos uma desvalorização, um desrespeito cultivado tremendo que, se elas soubessem quanto ganhariam (a mais) se fossem responsáveis e sinceras, diretas, passariam a se envolver por inteiro e a não desaparecer quando procuradas, a serem mais humildes e aprenderem com seus erros, agindo diferente. Poucas tem esse feeling (glamour, então... coisa rara!) .

Sim, porque na ‘vida real’, na lida do dia-a-dia, com pisos salariais baixíssimos a quem muitas vezes nem segundo grau tem, o salto é mais baixo, o papo é outro. O nariz de algumas, deixaria de ser empinado se fossem obrigadas a descer a esse nível. Inteligentes são as que aproveitam a fase para investir em si e mudarem de vida, atendendo às demandas do mercado, sendo legais com seus produtores. Todas querem um grande amor, casa, carinho... (e respeito! - mas tem que fazer por onde)

A maioria busca isso em outra mulher, pasmem. Acho que porque os homens as maltratam demais – tanto, que desistem deles e os deixam, os aturam, somente em horário comercial. Elas SIM conhecem os homens de verdade, sabem quem REALMENTE eles são e o que querem na intimidade! Estou aqui acabando com muitas fantasias masculinas e até sendo realista DEMAIS para a maioria dos leigos, e a quem nunca se questionou a respeito, mas é fato.

Desculpem os envolvidos (principalmente as meninas que não são assim), mas essa é minha atual visão do grande grupo. De repente, na gringa, seja diferente e, vendo de perto, comprovando ser melhor, um dia eu mude de opinião, veja com outros olhos o que enxergo hoje DETESTANDO em função dos vacilos e mancadas próprias. Espero que um dia possa escrever que tenho um ponto de vista mais positivo a respeito. De coração.

Monday, 17 August 2009

por trás de uma tradição


Gueixas são experts na arte da sedução. Elas se arrumam, maquiam-se, dançam, cantam, servem e adulam seus clientes. São caros e disputadíssimos seus serviços. Mas não se iludam, elas não são prostitutas, embora esse limite seja bastante tênue e de difícil compreensão na nossa cultura ocidental.

Uma coisa é fato: elas não trabalham diretamente com sexo. O governo do Japão lhes deu somente permissão para trabalharem como artistas. E como o proibido é muito mais atraente, é justamente isso que atrai diversos homens nessa milenar tradição japonesa. Existe toda uma preparação para uma mulher se tornar uma gueixa, e por isso essa condição é cercada de tanto status.

Lindas, anônimas e enigmáticas, são donas de um estilo de vida que inspirou livros e filmes, pois vivem num universo reservado, muito fechado. São um dos símbolos mais marcantes de seu país e já estiveram inclusive em melhor posição do que mulheres comuns, mas tiveram problemas na sociedade japonesa – isso antes do século 19. Não raro, meninas eram vendidas às casas de chá (hanamachi), para se tornarem maikos (aprendizes de gueixas).

Num mundo de romance, luxo e exclusividade, não muito diferente do que acontece aqui, ainda hoje, com as nossas profissionais do sexo, alguns homens ricos, chamados danna (patronos) pagavam muito dinheiro para ter a atenção pessoal de uma gueixa. Assim, elas não podiam se casar e dependiam financeiramente de seu danna para pagar suas despesas. E em alguns casos, outros homens pagavam muito dinheiro para tirar a virgindade das novas meninas (mizuaje).

A reputação dessas mulheres-artistas se elevou após a Segunda Guerra Mundial, quando leis importantes foram criadas, protegendo meninas de serem vendidas às casas de chá, ou terem suas virgindades leiloadas. Hoje, mulheres só se tornam gueixas por sua própria vontade. E essa realidade segue inacessível para a maioria dos mortais. É privilégio de poucos empresários ricos, políticos poderosos, renomados artistas e ou temidos yakuzas.

E levanto a mesma questão que fica no ar no filme de Spielberg (Memórias de uma Gueixa): pode uma gueixa amar? E as prostitutas? – com elas, é diferente? Seriam essas profissões um tanto ‘perpétuas’, que aprisionam as mulheres e as deixam fadadas ao mesmo destino? Ficam aí minhas dúvidas quanto a essas profissionais da sedução, que nunca podem discordar dos homens, falar de assuntos que os perturbem e vivem para agrada-los, e não a si mesmas.

Friday, 3 April 2009

coisas da vida


Gravei hoje uma entrevista para o Zona Quente com a diretora da Ong Davida, Gabriela Leite. Um dos assuntos com o qual passei a me interessar trabalhando com o tema sexo (nesses quase quatro anos coordenando a produção e dirigindo as gravações dos programas do Sexy Hot) foi justamente a descriminalização da profissão mais antiga do mundo.

Ser prostituta, michê, atriz ou ator pornô e outras atividades relacionadas ao sexo, ao meu ver, deveria ser legalizado, e isso implica ter todos seus direitos e deveres previstos, como qualquer outra atividade regulamentada. É um assunto delicado sem sombra de dúvida, mas acredito que é uma hipocrisia não querer se discutir isso num país em que a procura gera a oferta.

Somos visitados por turistas de todo o mundo não somente por nossas belezas naturais. Muitos estrangeiros vem ao país à procura de garotas(os) de programa. Nem estou entrando aqui em questões piores como exploração sexual de menores (o lado mais negro disso tudo).

Defendo somente a instituição de algo tão comum, tão presente, tão lucrativo e que lida com questões de saúde pública - ou as pessoas vão ignorar até quando que a AIDS ainda não tem cura e vem contaminando milhares de brasileiros?! Só para constar: dados provam que cresce a cada ano o número de mulheres casadas infectadas por DSTs, o que coloca em xeque questões como a monogamia e a fidelidade.

De acordo com dados do Programa Municipal de DST/Aids de Campinas, por exemplo, em 1987 para cada 15 homens infectados havia uma mulher. Em 2007, a diferença entre os sexos caiu para 1,5 homem para cada mulher. Isso não deixa de estar relacionado ao fato de o governo negligenciar essa questão.

São feitas campanhas voltadas aos profissionais do sexo sim, mas só campanhas não é o suficiente. Se um médico erra no exercício de sua profissão e mata um paciente ele é punido. Acredito que não poderia ser diferente com os profissionais do sexo. Deveria ter um controle severo para isso, assim como há na indústria pornográfica - quem tem alguma coisa está fora! São feitos testes regularmente, e por isso ainda vemos filmes sem preservativos.

Assisti esses tempos a um documentário incrível no GNT sobre a vida e carreira de Sharon Mitchell, ex atriz pornô, diretora da Fundação de Assistência Médica à Indústria Adulta. Ela deu início a esse trabalho preocupada com saúde e desamparo desses profissionais. O mesmo aconteceu aqui, em outro setor, com a Gabriela Leite, que está à frente da Davida, amparando as prostitutas brasileiras.


Todos precisam de instrução e de apoio, cada um na sua área. Que bom que existem pessoas engajadas nessas questões da vida.
*Assistam:
A entrevista vai ao ar no sábado, dia 16/05 às 22h no Sexy Hot.
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  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!