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Tuesday, 15 March 2011

not good as his bad words


ONCE UPON A TIME in our History a period when signatures were not necessary, only a simple word was enough to believe in somebody. Well… It happened, a long time ago(!), though.

Nowadays, NOBODY should do agreements without be full sure of who is the other person with who is doing it. In detail: the signature is fundamental. That is to say that our WORD doesn’t worth so much anymore (almost nothing, indeed). 

Surreal this… We simply CAN’T trust in which people say, only in their acts: what they sign on (or proof in another way that is true). Not even in which some individuals write they will do it is secured anymore...

Not so far, in my time, a word given was a fulfilled word (even by mouth). Unfortunately, it doesn’t work like this anymore… Even so, in my opinion, someone who does not keep its words doesn’t deserve any respect.

So, finally, when and in whom we can trust? I REALLY don’t know.

Lately, people are not what they say, but what they do. However, they are unpredictable. Honour is something that many of them don't care about. It "simply" doesn't matter anymore... UNBELIEVABLE!

[Oh, God!]



annoyances

 Maybe it was merely coincidence, nevertheless was so intense that I’ve wondered myself about which reason made it happens to me.

Firstly, was a frustrating disregard with my professional dedication, then, a incredible irresponsibility even working (or pretending to) for a both interesting and important job. Not enough, was an injudiciousness and a stab on my back from who I provided some status, besides put inside my circle of friends. Finally, a default due to a lack of character, not at work at this time but worst: chez moi.

Many 'miss'es along the way… Now, as a result I have another one: I miss good people around me, my real friends. They are the best medicine to heal (and forget) these bad things that haunt me.

Sunday, 11 July 2010

ordinariamente superior


Restaurante mexicano, sexo, programas de TV, viagens, música, cachorro, criança, a mesma rua... pode ser tudo coincidência, mas (sinceramente) não acredito. O fato é que chamamos o que queremos, mesmo que involuntariamente.

“A vontade rege o mundo”, já dizia Schopenhauer (e eu, o citei aqui nem sei quantas vezes por conta disso...). Lembro de Guido em A Vida é Bela mexendo os dedinhos, mentalizando para chamar a atenção de Dora, sua amada. Conseguiu.

E assim é fora da ficção. A força do pensamento tem o poder de trazer para próximo de nós justamente o que almejamos. Por isso, sempre repito para mim: “Cuidado com aquilo que se deseja!” (porque VAI que vira realidade... né?!).

Se, por acaso, concretizar-se, teremos nós condições de assumir esse risco? (peito, estômago, coração... para lidar com a situação) Ou nossos sonhos são da boca pra fora? Reflito muito a respeito – sobre quais são realmente as minhas intenções.

Quanto à afeição, o sonhador Nino Quincampoix, o diplomata Justin Quayle, o insistente Henry Roth, o idealista Pedro Tercero ou o destinado Jonathan Trager... TODOS, ou um híbrido deles, estão em meus planos. “Sou brasileira, não desisto nunca!” [risos].

Thursday, 8 July 2010

demais


"Nossos destinos foram traçados na maternidade"? – Pode até parecer ser coincidência, mas o fato é que, por vezes, há forças que explicam as coisas acontecerem como tal. Existem elos que vão além-mundo, que não se desfazem nunca. Eu acredito nisso.

Não me surpreendeu Ezequiel Neves ter morrido ontem, JUSTAMENTE no mesmo dia que, há exatos 20 anos, Cazuza se foi. Era muito carinho, admiração, zelo, parceria entre os dois... E foi assim até o fim (literalmente!). Transcendeu essas suas vidas sem limites.

Os anos de ouro do showbizz brasileiro passaram, e Zeca sobreviveu – até os 74, um senhor guerreiro. Alguns acreditam que “seguraram” seu óbito para vender pautas espetacularizadas sobre a data marcante, outros já esperavam esse gran finale para uma história de exageros.

Talvez muitos não entendam tamanha afinidade, ligação e “porralouquice”, pois, hoje, os tempos hoje são outros: mais light, menos junkie e quem sabe até poéticos, rebeldes. Seja como for, acabou ontem, mas não só isso, IMORTALIZOU mentor e pupilo – mesmo que tenha sido esse um amor inventado, como musicaram juntos adorar.

Sunday, 16 May 2010

cara de um, interesse no outro


Vou exemplificar minha teoria utilizando-me de um caso de conhecimento geral – para não dizer ‘global’ (referindo-me ao fato de ter sido veiculado recentemente pela maior emissora do Brasil): a troca de Miguel por Jorge, feita por Luciana na novela "Viver a Vida", não aconteceu exclusivamente porque o gêmeo médico era mais bonzinho que o arquiteto, mas porque eles eram iguais fisicamente.

Poderia acontecer também, claro, caso não fossem idênticos, mas somente parecidos. Por mais diferentes que sejam seus temperamentos, personalidades e/ou caracteres, sendo irmãos, apresenta-se o fato de terem comportamentos ou feições que se assemelham. E isso os aproxima, igualando-os em mentes cheias de afeição.
É bem provável que atraiamos pessoas que se interessem por alguém(s) como a gente – seja no visual, ou no jeito de ser, do que por estranhos quaisquer.  Com essas referências, há associações que despertam segundas intenções com mais facilidade. Afirmo, por experiência própria, o quanto é possível (e plausível) que isso venha um dia a acontecer de forma natural... involuntariamente. 

 O que quero dizer (com esse nariz de cera todo) é que, na vida real, buscamos um padrão, mesmo sem querer. Embora nem saibamos ou admitemos, existe um tal modelo ideal. Certamente, o novo pode ser bastante instigante também, passível de agradar o próximo, mas quem nunca conseguiu traçar um paralelo entre muitos de seus (ex) amores e (futuros) pretendentes que jogue a primeira pedra!

Não tem outra explicação, senão científica: é somente a química se esquivando diante à biologia na escolha dos pares em relacionamentos amorosos. Isso me tranquiliza quando percebo equivalências em tão extremos e avessos “plims” por aí – o que não aconteceu quando fiquei encantada por Jeffrey Dean Morgan em “P.S. I Love You”, e ao perguntar o nome do ator, meu amigo respondeu: "Javier Bardem". (ok, total desculpável... é de se confundir mesmo! Com esses dois, qualquer um fica transtornado – eu, COMPLETAMENTE, inclusive!)
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Sem meras coincidências:

Pele morena, cabelos compridos encaracolados, olhos castanhos, óculos de grau, estatura mediana, jeito de menina, idéias de mulher...

Lili era constantemente confundida com Bruna no curso que freqüentavam. Um dia, tomando um suco na lanchonete, alguém comentou sobre suas semelhanças. Foi então que Bruna confessou que aquilo acontecia com bastante frequência. Lili, surpresa, relatou alguns episódios ocorridos com ela, quando a chamaram pelo nome da outra, ou fizeram elogios que sabia não serem a ela direcionados.

Na ocasião, ambas acharam graça dessa confusão toda, mas tamanha coincidência, pouco tempo depois, não seria motivo de tantos risos, mas de algumas lágrimas. Logo após se mudar para São Paulo, Bruna descobriu que o garoto por quem se interessava no clube começou a namorar Lili. Chorou impiedosamente, e só cessou quando percebeu ser lógica a preferência do rapaz por sua amiga.

Uma vez que não morava mais na cidade, Bruna se deu por satisfeita com o ocorrido. Ficou feliz pela escolha feita por Lúcio, que não se distanciou tanto da possibilidade de achá-la bonita e de um provável interesse por ela. Pensou consigo que, quem sabe numa outra oportunidade, quando próximos novamente, sua história com ele poderia, enfim, ter um final feliz.

Totalmente compreensível e tolerável. Fica pra próxima...

Thursday, 18 February 2010

cotidiano

 
Impressionante como pode um calendário dizer muito sobre a gente...

Será que pode ele determinar nosso futuro, predestinar como se darão os fatos pelo que mostra com antecedência, pelo resultado do que seu autor, editor, desenhista realizou? Duvido... nada sei. Coincidências conduzem para o que pode ser.

Há mais de dez anos uso esses diários como base para o passar dos dias, o contar do tempo. Tudo o que posso hoje concluir é que eles sabem muito de mim e, vai saber se podem algo me dizer no virar de suas páginas.

Luas, borboletas, pop art, cantinhos de casa, tatuagens e, por último, a suavidade dos desenhos de Kurt Halsey. Que venham mais cores, ao menos, em ilustrações cheias, vivas, alegres. É o que (me) desejo nesses tempos - aliás, sempre.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!