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Friday, 5 November 2010

o jardineiro fiel


Primavera ou não, eu quero o meu - tal qual o Justin Quayle da ficção.

Vivido no cinema pelo ator britânico Ralph Fiennes, o personagem da trama, dirigida por Fernando Meirelles e baseada no livro homônimo do inglês John Le Carré, arrancou-me suspiros encantados.

Inspirada no belo filme, tenho vontade de ser a Tessa (não nego... pego quando puder!).

Sunday, 11 July 2010

ordinariamente superior


Restaurante mexicano, sexo, programas de TV, viagens, música, cachorro, criança, a mesma rua... pode ser tudo coincidência, mas (sinceramente) não acredito. O fato é que chamamos o que queremos, mesmo que involuntariamente.

“A vontade rege o mundo”, já dizia Schopenhauer (e eu, o citei aqui nem sei quantas vezes por conta disso...). Lembro de Guido em A Vida é Bela mexendo os dedinhos, mentalizando para chamar a atenção de Dora, sua amada. Conseguiu.

E assim é fora da ficção. A força do pensamento tem o poder de trazer para próximo de nós justamente o que almejamos. Por isso, sempre repito para mim: “Cuidado com aquilo que se deseja!” (porque VAI que vira realidade... né?!).

Se, por acaso, concretizar-se, teremos nós condições de assumir esse risco? (peito, estômago, coração... para lidar com a situação) Ou nossos sonhos são da boca pra fora? Reflito muito a respeito – sobre quais são realmente as minhas intenções.

Quanto à afeição, o sonhador Nino Quincampoix, o diplomata Justin Quayle, o insistente Henry Roth, o idealista Pedro Tercero ou o destinado Jonathan Trager... TODOS, ou um híbrido deles, estão em meus planos. “Sou brasileira, não desisto nunca!” [risos].

Saturday, 8 May 2010

um espetáculo!


Não tinha visto ainda... Agora, diferente, veio o que faltava: Ralph Fiennes está um T-E-S-Ã-O em “Dragão Vermelho”, adaptação do livro homônimo para o cinema, e terceiro filme da saga do psicopata Hannibal Lecter (*por sinal, um parênteses: Anthony Hopkins sempre ARRASANDO em suas interpretações!).

Com os mesmos olhos meigos e a nobreza de um lord inglês – 
característicos (suas origens não negam...), o ator, dessa vez, pareceu-me mais másculo ao encarnar o transtornado Francis Dolarhyde, o 'Mr D.'. Foi a combinação PERFEITA.

Já tinha notado o charme de seu ar misterioso, há tempos, desde “A Lista de Schindler”. E em “O Paciente Inglês”, passei a reparar em toda sua elegância também, mas foi com “O Jardineiro Fiel” que invejei Tessa de verdade, num despertar de meu interesse feminino pelo galã, mais maduro e apaixonante nesse último papel de diplomata.

Nunca fui muito fã de ‘nórdicos’ – embora ele não seja, necessariamente, um. Hoje, no entanto, confesso que não resisti ao seu corpo mais sarado, coberto por uma tatuagem IMENSA – bem do jeito que eu ADORO num Homem (com H maiúsculo, óbvio!). Gamei...

Simplesmente IRRESISTÍVEL. Deu vontade de lamber.

Tuesday, 11 August 2009

fidelidade


Demorei a assistir O Jardineiro Fiel, mas me apaixonei! O filme, baseado no livro do inglês John Le Carré, é do jeito que eu gosto: calmo, dramático, político e romântico.

Um conto de fadas seria a vida de Tessa Quayle, se ela abandonasse seus ideais, e não fosse uma ativista. A esposa do diplomata do governo britânico Justin Quayle, interpretado pelo elegante Ralph Fiennes, inicia uma investigação sobre uma indústria farmacêutica que estaria fazendo testes em humanos para provar a validade de uma nova droga contra a tuberculose.

Num país já assolado pela Aids e também pela corrupção do governo local, a determinação da moça e de seu amigo-médico Arnold Bluhm pelas causas humanitárias passa a incomodar e a ameaçar os ricos e poderosos envolvidos com a KDH, o grupo ‘Três Abelhas’, o laboratório do remédio Dipraxa, as autoridades Quenianas e também o alto comissariado britânico. A militante e seu cúmplice são brutalmente assassinados.

O diretor Fernando Meirelles estréia em Hollywood com o pé direito. De maneira leve, o roteiro evidencia um problema real existente naquele continente paupérrimo, faminto. Lindas imagens mostram um contexto triste, como nos ensaios de Sebastião Salgado. A fotografia é do uruguaio César Charlone.

A história serve de denúncia e chama a atenção para esses programas humanitários que fazem dos povos de continentes pobres verdadeiras cobaias para testes de medicamentos de grandes laboratórios europeus. Infelizmente fica claro que as questões financeiras acabam com qualquer caráter abalável, mas não com verdadeiros casos de amor - esse é o lado bom (e é nisso que acredito).

Uma obra-prima. E salve a fidelidade!
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  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
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  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!