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Thursday, 21 July 2011

two sides of the same coin


I watched a PSTU advertising extremely touching. Amanda Gurgel, the young complainer teacher who became famous online, with a explosive speech about her salary of mere R$ 910 and the worker’s situation in Brazil supporting the carioca’s firemen action. They recently went to “the jail” at their own place of work only because were arguing for better salaries for their category.

While they were asking to earn somewhat better than the current R$ 950 per month, Palocci said they were trying to gain some advantages… Well, it’s easy to criticize other’s attitudes while ours is ok Palocci and the other politicians earn a “little” amount of R$ 26.000. Furthermore, he has been investigated due to changes of robbery of R$ 20 million of public money only in the year of 2010.

No, it’s not a joke… It’s the (sur)real situation in Brazil.

By the way, congratulation for PSTU owing to its courage to disturb my dinner once rearing much truth at once.


On the other hand (always it is like that…) I’m surprised with the structure of Graal company of road restaurants. For instance, they have at their places three or four types of food to offer - lunch, snack, breakfast, dinner and fast(junkie)food - there is inclusively some kind of Mc‘Donalds there! (selling good sandwichs). All these things served in huge, clean and clear places, - where is possible being online, watch TV, use the restrooms etc.

Nowadays those convenience places are such as the shoppings in downtowns (they are pratically 'road malls' - indeed!). Nevertheless, I’ve always wondering myself about road lifestyle, how (strange) living around the roads could be… always seeing everybody passing there, while travelling, but few people staying… This kind of thoughts - mine, I have had since I was a child. Of course I used to think about security matters too. It seems dangerous for me, but actually I don’t know how it really works…

I just verified that it is a very good market! Definitively, they succeed.

Tuesday, 16 June 2009

book-people


Assim, em inglês mesmo, é definido um conceito diferente de cultura na adaptação de François Truffaut para o cinema do romance mundialmente famoso de Ray Bradbury, Fahrenheit 451.

Fiquei boquiaberta ao assistir a esse clássico. Já havia lido alguma coisa interessante a respeito, tanto que resolvi comprar o DVD para ter em casa e poder ver com calma quando quisesse, mas REALMENTE não sabia o que me aguardava. E me arrependi de não tê-lo visto antes.

Lançado em 1966, foi a primeira e única produção em língua inglesa do conceituado diretor francês. Aclamado pela crítica como um dos roteiros mais inteligentes da história, Fahrenheit 451 é uma fábula extraordinária em que a própria raça humana se transforma no terror mais assustador à liberdade intelectual. Com uma estética ousada e linguagem seca, faz uma critica à sociedade.

Num futuro hipotético ler é proibido por um governo totalitário. Livros são então queimados sob o argumento de que tornam a humanidade infeliz e improdutiva. E, semelhante ao que acontece na vida real numa ditadura, pessoas denunciam e entregam quem descumpre a lei. Esses cidadãos são então caçados por bombeiros, que ateiam fogo, ao invés de apaga-lo.

O título do filme é inclusive uma referência à temperatura que os livros são queimados (convertido para Celsius, esta temperatura equivale a 233 graus). Montag é um desses profissionais que perseguem e punem leitores. Ele leva uma vida banal ao lado de sua esposa Linda, uma alienada dona de casa da época, até conhecer Clarisse, que mostra a ele uma outra realidade.

Essa jovem professora consegue faze-lo enxergar de uma nova forma o material que incendiava. Aos poucos, ele se encanta pelo novo universo literário e cultural a ele apresentado e começa a ler cada vez mais e a tentar salvar alguns exemplares para leitura. Dessa forma, fica dividido e passa a se questionar sobre sua conduta moral e sobre aquela condição em que vivia até então.

A parte mais interessante da narrativa, para mim, é a questão dos 'homens-livros' exposta por Clarisse. Fugitivos do sistema, pessoas incorporaram obras literárias inteiras para que suas histórias não se perdessem com tamanha ignorância e perseguição. Genial. Vida, cultura e sociedade num conceito inovador e surpreendente de conhecimento. Fiquei instigada a ler o livro agora. E vou.

Aliás, o que seria de sua vida se você não tivesse o direito de ler? Imagine.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!