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Thursday, 14 March 2013

the more I know about people, the better I like my cat

So as to clarify what I mean, let's take as an example the hot topic worldwide: the last pope's selection.

Positive and negative points for their choice:

- Jorge Mario Bergoglio is a Jesuit. That is to say we expect from him social justice promotion and ecumenical dialogue;
- He chose the papal name 'Francis' in honor to St. Francis of Assisi, who preached detachment of the material goods;
- As an Argentine, he is the first Pope from Americas. I would say "finally". After all, most part of Catholic people is from there - to be precise: South Americans. 

On the other hand...

- When Cardinal in Buenos Aires, he had ties to the country's oppressive military dictatorship in the 1970s;
- He is severely opposed to same-sex unions (mentioning it as a 'devil' thing), while Argentine president Cristina Kirchner approved it. They were the first country in the region to decriminalise gay marriage;
- Both abortion and euthanasia, he calls those pro-choice movements as a "culture of death". He is also against contraceptive use (birth control methods).

All these (heavy - in my opinion) objections were presented and, even so, he was elected.

Well, let's see what is coming on. Actually, I haven't believed that Church still have such power as in the past, that it can change lots of things (for better)... but, we never know. At least, if doesn't mess and worsen it, it's already worthy. 


Tuesday, 12 March 2013

fiftieth girls

Last year, it was announced that Mafalda would be turning 50 years old. An error. It will happen next year. Meanwhile, Mônica just turned 50 on 3rd March.

With no rivality (in this case), both represent their countries, Argentine and Brazil. However, Mafalda was braver, politic. Mônica was only one, when a dictatorial censorship settled down there... Maybe it could have assuaged her stories content, besides assuring her long life in newsstands, while Mafalda's publications ended in 1973 -  when she was age of nine, seven of them passed under the military dictatorship.

Five years ago, without any interruptions, the little toothy Brazilian grew up... Thus, nowadays there is also a teen version of her and and her gang. I don't know, though, if it was a good maturation changing its style for Manga...

I'm old school. I believe that we should not mess with a winning formula. Yet at the same time I recognize that youth has molted. Well, let's see... At least, they can help against bullying due to so much peculiarity in its characters.


Monday, 5 July 2010

mar(r)a


Fizemos feio, é verdade, mas quem perdeu de quatro foi eles! Eu nem ia mais tocar no assunto para não parecer provocação, mas NÃO consegui, admito. A causa é nobre, porém... Deméritos à parte, tenho que elogiar Dom Diego.

Os argentinos o amam, nós o odiamos (na verdade, EU, pelo menos, nem tanto!). Mas o fato é que, apesar de toda a sua marra, da louca promessa do bicho solto em caso de vitória no mundial, sua atitude diante a derrota de seus 'pupilos' foi digna – MUITO mais que a de Dunga e outros técnicos nas mesmas circunstâncias.

O ex-craque (na verdade, y otras cositas más!) polêmico, após o apito final que sacramentou o cruel placar de uma goleada alemã em cima deles, adentrou o campo e beijou, um a um, seus jogadores, consolando-os. Como numa equipe de verdade, que comemora e divide, unida, a dor de uma perda como essa, ele fez bonito. Falem bem ou mal... no quesito carisma, o gol é de Maradona.

Não é à toa que muitos no país vizinho clamam por sua permanência no comando de sua seleção. Por aqui, a era Dunga teve seu fim ontem mesmo, logo após nossa delegação chegar no Brasil. Vamos ver como será com os hermanos...

Saturday, 3 July 2010

quem ri por último, ri melhor


Pior... (!) Pois melhor que cair sozinho, é ver a arqui-rival Argentina também ser desclassificada da Copa – e numa goleada memorável pela forte (e agora grande favorita) Alemanha. Se nossos hermanos comemoraram ontem nossa derrota, hoje quem "bebemora", mesmo que de fossa, afogando as mágoas, somos nós!

E encerro com o clássico melodramático (nesse contexto, para não dizer 'cômico'):

Don't cry for me Argentina
The truth is I never left you
All through my wild days
My mad existence
I kept my promise
Don't keep your distance

Saturday, 26 June 2010

listras em evidência


Essa é a copa da zebra – “ÓBVIO”(!), se pensarmos que está sendo realizada no continente africano.

Brincadeira à parte, é o que mais deu nessa edição. E tem até cor a superstição: azul. Au revoir France, Arrivederci Azzurra... No caso dos franceses, pareceu até castigo pela mãozinha que os classificaram pro mundial (ou alguém esqueceu a ajustada com a mão feita por Thierry Henry no lance que garantiu a vaga ao seu país e desclassificou a Irlanda nas eliminatórias do campeonato?).

E nesse contexto de questionável favoritismo, ainda bem que o Brasil está jogando com o uniforme oficial canarinho. Muita bola vai rolar ainda, é fato, mas se nosso futebol ficar no zero a zero como o do jogo de hoje contra Portugal, antevejo, preocupada, um retorno precoce de nossa seleção. O sucesso de uma equipe inteira não pode depender só de três jogadores ausentes (ou melhor, quatro, considerando a marcante presença do nosso forte recurso final, Júlio César). Viu, Dunga?!

Mas voltando a esse equídeo nativo da África central do sul que atormenta a os resultados no esporte, ele me agrada (não posso negar!). Enxergo na surpresa do placar dessas partidas a possibilidade de uma rotatividade saudável. Por vezes, confiança demais gera atropelos de gigantes por manadas desse quadrúpede um tanto exótico, que dificilmente vaga solito pelas savanas. Vem em peso - e foi o que aconteceu: varreu a disputa (ou, no mínimo, mexeu bastante com as expectativas de todos).

Bom é que esse fenômeno assolou principalmente a trajetória dos times europeus. Por aqui, nas Américas, a marolinha atingiu somente Honduras (que não está numa maré muito boa mesmo, com o leme tomado de assalto por Roberto Michelletti há quase um ano já! - a completar em dois dias...). Mas numa final latina clássica, dessa vez marcada por vuzuzelas e listras, temo mais é o bicho solto de Maradona na comemoração do título – conforme ele prometeu fazer, se ganhar.

Socorro!

Tuesday, 6 October 2009

a dor da ausência


Abordei ontem no texto abaixo alguns resquícios dos duros anos de ditadura. O regime adotou uma repressão que implicava sequestro, cárcere privado, tortura, assassinato, esquartajamento do corpo das vítimas e ocultação (das partes) dos cadáveres. E isso aconteceu com centenas de pessoas aqui no país, e em tantos outros. Poucos foram os crimes conhecidos, como o do jornalista Vladimir Herzog e o operário Manuel Fiel Filho, nas dependências do Doi-Codi, em São Paulo – na época dito como suicídio, embora isso tenha implicado a demissão do então comandante do 2º Exército.

Uma triste consequência que ainda assombra diversas famílias aqui no Brasil, e em outros países sul-americanos, é o desaparecimento de presos políticos da época. Imagine você que o ano no final dos anos 70 e início dos 70, seu filho que milita contra-ditadura, então com 20 e poucos anos, simplesmente desaparece, no Rio, São Paulo, Porto Alegre ou no Araguaia... aqui no Brasil, ou além fronteiras. Sabe-se que foi pego pelo sistema e levado para... sabe-se-lá-onde. O que se faz? Espera... (mas não calado).

A campanha Memórias Reveladas, lançada recentemente, pede para quem tenha informações sobre essas pessoas que, durante os anos de chumbo, sumiram, foram caçadas pelo ‘governo’ que estava no poder, por SEUS homens. Estima-se que cerca de 140 pessoas ainda continuam nessa situação. Essas, foram pessoas que, no período de 1964 a 1985, lutaram por um país democrático. Para realizar este trabalho de maneira autoral, foram chamados diretores de cinema que entendem do assunto: Helvécio Ratton (Batismo de Sangue), João Batista de Andrade (Vlado - 30 Anos Depois e Travessia) e Cao Hamburguer (O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias).

Nos filmes veiculados em rede nacional, vemos os depoimentos de familiares de desaparecidos políticos. O escritor Marcelo Rubens Paiva fala de seu pai, o deputado federal Rubens Paiva, desaparecido em 1971. Elzita Santa Cruz Oliveira, mãe de Fernando Santa Cruz, desaparecido em 1974, declama um poema descrevendo a ausência do filho. E Diva Santana pede informações sobre a irmã de Dinaelza Santana Coqueiro e o cunhado Vandick Reidiner Pereira Coqueiro, desaparecidos em 1974. Essas são histórias como a de diversas outras famílias que, com a campanha, pretende-se amenizar seu sofrimento, a angústia dessa espera longa.

Acessando http://www.memoriasreveladas.gov.br/, interessados podem colaborar. Lá, há orientações sobre os procedimentos para efetivar o registro de informações ou a doação de documentos, além de documentos e fotos já catalogados, abertos ao público. Quem preferir, pode ligar também. Uma equipe de sete pessoas foi contratada para atender as chamadas no telefone 0800 701 2441. Para os curiosos que desejam apenas se inteirar mais sobre nossa história vão encontrar textos sobre censura aos meios de comunicação, manifestações artísticas e repressão ao movimento estudantil e operário. Cartazes também estão espalhados pelo Brasil, divulgando o movimento. Essa é uma iniciativa promovida pelo Arquivo Nacional e a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República.

Mas, não só foi aqui que isso aconteceu. Infelizmente outras ditaduras como a Argentina, antes citada, passam pela mesma situação nossa. E a foto que ilustra esse post contempla isso. Um bom filme sobre essa fase negra é A História Oficial, vencedor do Oscar de 1980 de Melhor Filme Estrangeiro (ainda no período da ditadura). Qualquer um tem o direito de enterrar seu pai, filho, irmão, marido... mesmo que isso se dê mais de 30 anos depois. Não se pode medir a dor dessa ausência.

E encerro com Chico que melhor define esse vazio, em 'Pedaço de Mim':

Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar

Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais

Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu

Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi

Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus

Monday, 5 October 2009

na luta, de luto


Hoje o dia é triste pela natureza das coisas, pelo ciclo da vida que nos leva (e traz também, claro) a vida de pessoas importantes e amadas. Morreu ontem uma mulher que muito me emocionou com suas canções, Mercedes Sosa.

Meu pai me fez gostar de música castelhana, e logo na adolescência, quando passei a entender o sentido dessas palavras doces, mas amargas, que ouvia, apaixonei-me por La Negra, como era conhecida. E me arrependo profundamente de nunca tê-la visto ao vivo.

Chorei muito com a notícia dada pela TV logo que acordei, lamentando, obviamente, esse descaso meu. Tive poucas, mas algumas oportunidades. Imperdoável não ter ido às Missões, quando ela se apresentou lá, num local especial, memorável. Seria perfeito, emocionante. Em um minuto, fez-me 'Volver a los diecisiete'.

'Gracias a la vida', como gaúcha, a proximidade com o país vizinho me oportunizou isso, uma identificação hermana, hermosa. Mas todos nós, brasileiros, independente de onde nascemos, sentimos as dores dessas feridas da América Latina, que deixaram marcas, mas que não cicatrizaram. Mantem-se abertas. E lá o corte foi bem mais profundo...

Nessa vida, eu não vivi a época de ditaduras aqui na América do Sul, mas sinto como se fosse. Os livros que leio, os filmes que vejo, as músicas que escuto, a sensação que tenho... TUDO me remete a lembranças desse período triste, de esperança e luta. É uma ligação muito forte, inexplicável.

Espero que, assim como a mim, ela ainda inspire muitos outros jovens. 'Solo le pido a Dios' para não se conformarem, não serem indiferentes diante às mazelas deste mundo, deste sistema e situação, desta injustiça social e falta de perspectivas que mesmo hoje são tão presentes. Esse é seu legado.

A argentina de traços indígenas, típicos, soube como ninguém cantar as angústias de seu povo, retratando tanto sentimento frente a uma dura realidade que abafava qualquer expressão. Além disso, mostrou ao mundo os sons de lá (daqui, tratando-se de América), tão pouco conhecidos.

O melhor que podemos fazer hoje, e a partir de agora, é não esquece-la e buscá-la em pensamento sempre que possível. Sua voz virá num instante a embalar sonhos de um mundo melhor, e guiar para um caminho de bem, onde 'Todo Cambia'.

Monday, 7 September 2009

nós e eles


Dedico este post à emoção de estarmos na Copa da África do Sul no ano que vem, e sabemos disso desde já porque nos classificamos sábado agora em cima da Argentina. Ao contrário de muitos, não sou fanática pelos campos (e admito que nem pelo Colorado Campeão costumo me abalar até o estádio). Acho que, justamente por isso, não detesto esse nosso inimigo maior - bem pelo contrário até... Mas a rivalidade entre brasileiros e argentinos é conhecidíssima no mundo inteiro, e eu não poderia ignora-la - ainda mais vivendo num país em que o futebol é mais importante que TUDO na vida de MUITA gente.

Aproveito a ocasião para entender mais esse 'ódio' todo nutrido além fronteiras. Vamos lá: há exatos 95 anos iniciavam-se os conflitos dessa natureza entre as duas nações. Foi em setembro de 1914 que enfrentamos pela primeira vez a seleção do vizinho de camisa azul e branca. No início do século passado (pasmem!), o clima era de cordialidade entre os países enquanto a bola rolava. Tudo começou a desandar em 1937 (opa, há MUITO tempo já... 72 anos!), quando na final do Campeonato Sul-Americano, um conflito generalizado entre os jogadores no estádio do San Lorenzo acabou com a invasão de policiais e torcedores em campo.

Afirmam estudiosos que se joga pelo prestígio e pela honra. E, durante as partidas, naquele território, há uma licença moral de enfrentamento, e as disputas são, então, autorizadas. Nesse sentido, o futebol traz consigo, para os gramados, questões históricas e rixas muito maiores que as do esporte em si. Sempre competimos pela hegemonia sul-americana, é fato. Economicamente, com o Mercosul e o relativo êxito do Brasil frente à crise argentina, a desavença continua, mesmo que menos confrontativa. Irrita os argentinos o fato de nós, brasileiros termos uma visão mais otimista e positiva de nosso país, diferente deles, que em função de problemas econômicos e políticos cíclicos, são mais críticos com sua situação e questionam os políticos, o país etc., gerando uma autodifamação.

Por lá, somos vistos como soberbos ao demonstrarmos mais amor pelo Brasil (ou seria pelo futebol? - Acredito na segunda alternativa, pois nos vejo como acomodados justamente com questões mais importantes, como as que servem de motivo para a preocupação e insatisfação argentina - mas isso já é OUTRA história...). Não é o meu caso, porque sou gaúcha e, pela proximidade, esses esteriótipos foram desfeitos sempre, mas o que os brasileiros em geral acham dos hermanos? Justamente a mesma coisa! Se os conhecessem de fato, veriam que são bem mais cordiais do que se imagina. E tem bastante a ensinar em termos de organização pública e qualidade de vida. Comparados conosco, vivem com menor desigualdade social e menos violência.

Não há como negar que essa discórdia toda é fruto de preconceito e ignorância, de ambos os lados. É um choque entre gigantes cheios de autenticidade, tradição e garra - tanta, que marcou praticamente a metade dos jogos realizados com conflitos, brigas e muitas discussões. Há quem afirme, inclusive, que este é o maior clássico do futebol mundial - mais do que Brasil X Itália ou Brasil X Alemanha. É, nesse sentido, o favoritismo nos inclui em todas... Só não sabia que a Inglaterra, por razões históricas e políticas, é tão rival da Argentina quanto a gente. E este seria o único jogo em que (DE REPENTE, vai saber...) eles torceriam pelos canarinhos - ou seriam 'macaquitos'? Não importa. Não dá para levar provocações de estádio para casa - se não, o que seria dos juízes e de suas pobres mães, que nada tem a ver com o fracasso dos times que perdem?

Nessas nove décadas de duelo, foram quatro jogos em Copas do Mundo, disputas da Copa Roca (competição entre os dois países), jogos da Copa América e amistosos - muitas vezes, nada pacíficos. Em 1946, na decisão do Sul-Americano, em Buenos Aires, ocorreu o pior episódio de todos, quando jogadores brasileiros foram agredidos em campo, inclusive pela polícia argentina. Esse incidente acarretou o rompimento das relações futebolísticas e o afastamento dessas equipes durante longos dez anos. Por fatores como o número de feridos, a interferência policial, a ira dos torcedores, o abandono e o retorno ao gramado por parte de nosso time, o escritor Newton César de Oliveira Santos, que lançou este mês seu livro "Brasil x Argentina - Histórias do Maior Clássico do Futebol (1908-2008)", classifica este como o mais sério conflito entre os dois. Felizmente não se crê que esse capítulo traga farpas para os estádios ainda hoje.

Não vou nem entrar no mérito aqui de saber quem é melhor e levou mais troféus para casa, nem se é o Pelé ou o Maradona o melhor jogador do mundo (até porque isso já sabemos, né?! - por favor!). Meu objetivo era aproveitar a ocasião para entender o que faz de nós tão vorazes quando o adversário é a Argentina, e compreender o que está em jogo, fora a bola. Fiquei satisfeita quando percebi que, ao darmos tamanha importância ao rival, assumimos nossa admiração e gosto por enfrentá-lo, ainda mais se ganharmos, claro! Todo o protocolo (as provocações, as piadas, o que antecede e o que sacramenta o final das partidas) é o que nos impulsiona e enriquece o esporte. Sou a favor dessas 'rinhas' naturais, desde que sejam pacíficas, sadias e construtivas, mas inteligentes e sacanas também - no bom sentido.

É isso o que nos une. E encerro utilizando-me da criativa arte que coloriu as ruas do país ao lado, para dizer que há tempos o Brasil vem fazendo mais bonito que a Argentina no futebol. E, nesses encontros, quem tem gozado somos NÓS (e são orgasmos múltiplos em cima do esforço deles!). Tudo bem que é futebol, mas chega de machismo bobo, porque quem come, NA VERDADE, é a mulher! Assim, a imagem diz TUDO - só tinha que ser em verde, ou amarelo.
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