- a lewd's partner who doesn't like sex;
Friday, 23 August 2013
modern life's contradictions
- a lewd's partner who doesn't like sex;
Friday, 14 September 2012
beyond 9/11
"The Million Dollar Queston" indeed.
War for peace? Pretext... War for oil!
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'Innocence of Muslims'
The current Islamic hostile manifestation against this movie made emerge (in me) issues as religious radicalism and, further, reprisal consequences over those retaliations, in itself.
Once the United States ambassador Chris Stevens by other americans of army were murdered (could be other people, though...), US are going to respond.
Cause and effect.
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Thursday, 10 March 2011
moments
Started yesterday the time of changing. It is a 40 days period for everybody lead their lives to the best way. However, it doesn’t means merely do the right choices into a purification. It’s necessary to dedicate their lives entirely and understand its full reason - their vocation, incumbence and also their missionary’s field of action.
I recognize both my responsabilities and the essential effort to achieve my goals. Thus, my future is being defined right now. Although everything has happened to frustrate my plans, all my losses, I wish nobody ill… only justice(!), and health - for me, to take all I owned back (actually, even more… new captures!).
Nothing is by chance. Let’s go ahead and wait for…
Friday, 11 February 2011
too bad to be true
Well, it’s a theory. Actually, nothing is ‘IMPOSSIBLE’… and (as someone that I know used to say…) nothing is also too extreme! However, I (and it’s my OWN opinion) don’t think so.
Perhaps It could be something cultural for me,more than religious itself. My family always worship them. I grew up going to different churches and believing that they can help us. In particular, Anthony Saint, whose name my uncles have as their second names.
Secondly, it is Saint Teresa, and the 'Terezinha' of my mother isn’t at random. It used to be a Conti’s tradition. Fortunately, my mother decided to finish with this custom. Thus, me and my sister were free of this interesting composition in our names.
Moreover, I’ve had lots of proofs that they are good - or were… when they lived - doesn’t matter! I believe that since they have done goodness around the world, they were God’s agents sent to be here, with us, proclaiming His words.
Since they used to live in accordance with it, I don’t believe they could be bad… Ok, they were not as Jesus was, but were also important with their graces. The devil simply doesn’t have all this power and good will. For sure, his envoys are others…
Tuesday, 8 February 2011
mona
A courageous and beautiful Iranian - my “dutch” muse.
I confess I was admired at first glance. I enjoyed to know her chiefly in reason of she was not used to wear the hijab. Anything else would be unsuccessfully as so to attract me.
Her long and black hair expressed and reflected as weel all her femininity. Seeing that, I wondered myself about which motives were involved, not hidden under their kerchief anymore.
Probably, nobody there was curious (as me) to get to know more about that.
Sunday, 24 October 2010
e.
Saturday, 19 June 2010
ilustre mau caminho
Inúmeras polêmicas relacionadas a suas obras e seus comentários sempre me chamaram bastante a atenção e me fizeram admira-lo cada vez mais. Seu ponto de vista sobre assuntos relacionados à Igreja, sua versão sobre a Bíblia, Jesus e Maria Madalena, sua crítica a Israel e a Joseph Ratzinger (o atual Papa Bento XVI)... TUDO me soa como poesia aos ouvidos, uma vez que entendo e concordo com seus conceitos.
Engraçado perceber que, ainda hoje (e logo agora, em razão de sua morte), a primeira coisa que seus oponentes falam a seu respeito, numa tentativa de difamá-lo (ou, nesse caso, caluniá-lo – uma vez que a visão religiosa e política é outra), é que ele era comunista. Mesmo sendo conceituadíssimo por seu inquestionável talento literário, digno de um Prêmio Nobel, é esse título preconceituoso que importa para aqueles que não aceitam uma outra forma de ver os fatos.
A cara a tapa e o dedo na ferida me agradam. Tanto, que essa é uma homenagem póstuma ao português que enfrentou não só sua nação, mas o mundo em nome de seus ideais. Para ilustrá-lo, não poderia escolher outra imagem senão esta que remete à Madalena levando Jesus para o “mau” caminho, como assim o fez para o lusitano (bem como para esta mula que vos ruge sobre). E eu, reconheço que seguirei desvirtuada até que leia seus livros, enfim.
Sunday, 13 June 2010
santonho
A igreja desse santo é uma das primeiras e das que mais me lembro em Porto Alegre. Fica no morro homônimo, onde trabalhei algum tempo, em diferentes anos, na rádio mais rock da cidade (era, pelo menos...). Embora não católica, a muitas missas fui quando pequena e já adolescente também.
Confesso, entretanto, que não esqueço nesse contexto, pois me marcou profundamente, a distribuição do saboroso pãozinho que tanto gostava de comer quando era obrigada a comparecer nesses lugares sagrados (que vamos combinar ser um saco para qualquer criança ou jovem!). Recordo como se fosse hoje, até do cheiro...
Mas, Fernando de Bulhões, frade franciscano assim batizado, mais do que 'Padroeiro dos Pobres', é conhecido nacionalmente como 'casamenteiro'. Essa crença faz dele um dos santos mais populares no Brasil. Possui milhões de fiéis que hoje, em seu dia, e ao longo do ano (e das festas juninas) fazem simpatias para se enlaçar.
Diante de sua imagem barroca, em Ouro Preto, dentro da Igreja da Nossa Senhora da Conceição, confesso que não prometi nada, mas pedi e agradeci sua proteção e ajuda em questões que vão além coração. Há muito tempo me auxilia prontamente, e sem que eu tenha que lhe deixar de cabeça pra baixo, ou em castigos parecidos, tão comuns quando se quer algo dele.
Então, com muita fé, e sem pressa, tenho certeza que é só esperar que o que é bom virá - quando e como tiver que ser, enfim.
Sunday, 6 June 2010
um terror!
A atenção norte-americana (para não dizer ‘mundial’) estava voltada, mais do que à socialista Coréia do Norte, ao Irã e seu possível e provável interesse em ter uma bomba atômica. Motivos os islâmicos tem, afinal Israel a possui, além dos nem tão amigáveis Estados Unidos – os únicos até agora a usarem contra um alvo civil (o Japão, em agosto de 1945, sob as cidades de Hiroshima e Nagasaki).
Monday, 26 April 2010
escolhas
NUNCA conheci um Irion que não fosse familiar meu. O sobrenome não é difícil, mas incomum. Gosto disso, torna-nos singulares. No meu caso, em especial, mais ainda porque a junção ao Conti formou um nome único (que muitos até pensam ser um só de tanto que combina). Impossível ter outro igual por aí, pois um irmão inteiro a essa altura da vida, nem com milagre!Amo esta particularidade toda, e, na verdade, não sei como seria se diferente, porque sempre foi assim... Não havia antes pensado a respeito, mas sem sombra de dúvida 'Vanessa Azevedo Santana' não me satisfaria tanto. E, se tivesse um 'Terezinha' (como nome composto), então... confesso que seria a morte! [risos] Aliás, OBRIGADA, mãe, por dar fim à tradicional saga religiosa de nossas antecessoras. *Tenho certeza que a Ale também agradece imensamente tão significativo favor.
Aconteceu no sábado à noite, em Porto Alegre, um encontro da Família Irion (acho que o primeiro - de muitos, espero). Não fui convidada formalmente por uma questão de farpas herdadas que mal compreendo. Devido à distância, infelizmente, não pude estar lá, mas gostaria MESMO de ter comparecido. Queria conhecer meus parentes, por mais distantes que sejam, e desfazer qualquer possível mal-entendido.
Não vou negar que o fato de haver outros como eu me fascina e anima bastante (talvez o fato de nunca ter sido apresentada colabore). Uma possibilidade como essa diria ser IMPERDÍVEL, embora (ir"I"onicamente) não tenha ído. Um de meus irmãos foi, e estou curiosíssima para saber mais do evento, quem esteve presente, quantos somos, se haverá outra oportunidade de nos encontrarmos... muita curiosidade e boa vontade minhas permeiam o tema.
Não vejo o passado como impecilho para o futuro. Com os anos, é comum que haja uma segregação natural em certos núcleos, por afinidade. Se nossos avós e pais tiveram problemas entre si, por acontecimentos que ficaram lá atrás (e que, hoje, talvez, não façam mais tanto sentido), vem aí uma nova geração para mudar o quadro atual, e de repente para unir de novo a família. Por que não?!
Enxergo de maneira otimista reencontros como esse. É a chance de se construir, daqui para frente, uma história diferente da que vinha sendo traçada até então. O tempo (senhor do destino, da vida), fechou um ciclo. Neste exato momento, somos outras pessoas... jovens e velhos. Já estou beirando os trinta e, daqui a pouco, com todo o frescor que nossa juventude permite, vamos assumir nós – meus primos, irmãos e eu, esse papel de (tentar) unir os entes.
Dizem que família não se escolhe... concordo(!), mas desfeitos os laços anteriormente, depende de nós agora reatá-los. Opto por poder, enfim, regar e fazer crescer minha árvore genealógica que tem raízes fortes, mas que até então era pequena por falta de folhas, de chance... sei lá - não importa mais, é página virada. Adorei a iniciativa. Me chamem para os próximos!
Thursday, 1 April 2010
marmelada

Infelizmente, TODOS perdemos com seu domínio. Foram anos e mais anos de conhecimento queimado, destruído, abafado, condenado, proibido. Copérnico, Giordano Bruno, Joana D’arc, Galileu Galilei... agora só lembro desses nomes, mas outros mais foram igualmente censurados ou assassinados em nome dessa religião.
Talvez não se tenha ainda matado mais na História que em nome de Deus e do interesse daqueles que evocaram seu nome em vão (porque Jesus Cristo mesmo, esse morreu pobre, não visava riquezas...). Igrejas de toda Europa foram construída com o ouro e sangue de índios e escravos africanos, isso sem citar outros crimes.
A essas atrocidades, soma-se como consequência, um comportamento retógrado de toda uma sociedade, em função de de dogmas que levam à culpa. Um exemplo ‘básico’: sexo só para fins de procriação, ou seja sexo oral, anal, relacionamentos homossexuais, uso de anticoncepcionais e camisinhas, nem pensar entre católicos! Quanta hipocrisia.
Depois vieram os protestantes numa tentativa de aprimoramento, questionando os antigos conceitos, propondo uma simplificação, iluminada por conteúdos filosóficos e racionais, próprios das reformas da época. Não deu certo. O que vemos hoje são seus líderes de templos caça-níqueis, presos por estelionato e lavagem de dinheiro. JJUSTAMENTE a conduta de sua antecessora que eles abominavam no passado - ué, esqueceram seus fundamentos?
Lamento não só as riquezas naturais das Américas e de tantos outros lugares retiradas na exploração extrativista, mas todas culturas dissecadas, destruídas, esquecidas e apagadas da memória e dos registros, mortas junto aos índios, negros, árabes, orientais etc. que essa maldita fé enterrou. Acredito que esse foi o maior bem da humanidade perdido.
Poderíamos estar bem mais evoluídos na medicina, matemática, física, engenharia, psicologia, biologia, química, astronomia e em tantas mais ciências se não fosse a Igreja. Em termos comportamentais e civis, poderíamos, por exemplo, ter melhor educação sexual, menos doenças disseminadas e maior controle populacional em países (pobres) católicos.
Ah, mas a Igreja não quer que crianças tenham educação sexual, pois assim será mais difíceis para alguns (maus, óbvio!) padres pedófilos suas práticas não TÃO recriminadas pelo seu atual líder, o papa Bento XVI. E ainda, nunca foi de interesse da autoridade eclesiástica que seus membros possam se casar e ter filhos. Motivo? Para não dividir os bens da congregação, só isso – nenhum fundamento religioso ‘maior’. Nem tudo são flores.
A essência com certeza não foi ruim, mas o rumo que tomou é repugnante, imperdoável eu diria, assim como diversos pecados que eles pregam por aí. Então, depois dessa pequena pincelada em toda a marmelada que é essa religião, critico aqueles que sabem disso e ainda sim conseguem seguir tal doutrina baseada na riqueza e não na fé.
Ainda bem que não estamos no século XV, por aí, porque senão seria queimada viva na fogueira depois desse texto. Talvez hoje só seja mal vista por alguma carolas, e/ou criticada por tantos outros fiéis (não duvido que de conduta duvidosa, 'pra variar'). E, por fim, sugiro que vão ao cinema ver o filme sobre Chico Xavier. Sou budista, mas não o convite não é mentira, não!
Thursday, 4 March 2010
a pressa
Sacre Coeur, Notre Dame, D’orsay, Pompidou, Panthéon, Place de la Bastille, Invalides, Sainte-Chapelle, Hôtel de Ville... é TANTA coisa, bastante informação, banho de cultura e História - da alienação religiosa, aos preceitos comunistas, passando pela finesse da nobreza francesa, à arte moderna e arquitetura high-tech contemporânea.
Definitivamente: três dias é MUITO pouco tempo para se conhecer Paris. O que não rolar agora, vai ficar para a próxima viagem... com certeza. Voltaremos (e com mais dinheiro, porque a capital francesa est trop cher!).
Ces't la vie.
Tuesday, 2 February 2010
dia de iemanjá
Cheguei no Rio numa segunda-feira, há exatos seis anos. Se foi ela que me trouxe, não sei, mas com certeza é essa sereia que me faz ficar.
Só tenho a agradecer à rainha do mar pela benção de viver aqui, de poder visitá-la sempre que possível. Mergulho em seu universo buscando força.
Simples: lanço a vaidade, pesco esperança. Numa realidade de incertezas, que as ondas levem o que é ruim e tragam sorte! A maré tem que estar pra peixe, sempre.
Monday, 1 February 2010
dom da palavra

Já faz certo tempo que sinto por estar afastada de minha religiosidade, embora tente praticar minha fé de outra forma, mais pessoal. Minha maneira de conversar com Deus (se é que ele existe, e o que representa para mim) é pela palavra, olhar, reflexão.
Ando longe do meu mala (que eu mesmo fiz), das sadanas, mas não de meu caráter, desejo pelo bem, compaixão e amor. Quero retomar isso tudo agora, dedicar-me, e carregar comigo de hoje em diante esse hábito tão auto-suficiente, fundamental.
Muito importante agradecer, e isso costumo fazer bastante. Básico. Tenho pensado tanto na vida, e sempre chego à conclusão que sou uma sortuda que só tem a reconhecer as oportunidades a mim ofertadas. A última coisa que quero e preciso é orar só no aperto. É péssimo, mas as pessoas assim apelam.
Colhemos o que plantamos - nisso eu acredito muito. Então, passarei a cuidar mais de um dom em mim canalizado. Serei mais rigorosa na maneira como passarei à diante mensagens, opiniões, toda sinceridade do mundo que me habita. Meu poder está na palavra.
Junto às dádivas vem a responsabilidade de saber como lidar com elas. Nem todo mundo está preparado para a verdade, e isso não é demérito, mas uma situação. Condição minha de levar à diante o quê, como e quando for necessário.
Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é. Sinto-me abençoada! (e feliz por ter escolhido a comunicação como ofício, agraciada com meu ascendente em Gêmeos, e a predominância de Ar nos meus 20 elementos astrais - mas isso é assunto para OUTRO post...)
Monday, 11 January 2010
no paraíso

Avareza, Preguiça e Vaidade na cama
Gula sexual e Luxúria desenfreada
Inveja e Ira dos parceiros
Bom, sejam quais forem eles, o papa Gregório Magno, aos instituí-los, em pleno século VI, JAMAIS pensaria que poderiam ser aplicados exclusivamente à atividade sexual, lasciva, carnal.
Na noite de 13 de março, às 20h, vai ao ar no Sexy Hot um Zona Quente especial sobre esses prazeres que a religião não permite, mas importunaram SIM os pensamentos e desejos de Adão e Eva (afinal, tinha uma cobra lá, louca para dar o bote!).
Sete pecados no sexo... Adão e Eva no paraíso - sem pecado, sem 'juízo'.
Monday, 16 November 2009
a descoberta

Na verdade, DEVERIA ser tratado com naturalidade tal desfrute. O ideal seria se tudo fosse esclarecido para que os jovens soubessem o que estão fazendo, o que está acontecendo – porque sim, VAI acontecer. Inevitavelmente. O corpo pede. Não adianta proibir, mentir, negar. É até pior.
Sobre isso que é ‘O Despertar da Primavera’, aclamado como o mais ousado espetáculo da Broadway. O musical, aqui no Brasil com direção autoral de Charles Möeller e Claudio Botelho, aborda o florescer juvenil para essas questões tão vitais.
Educação e orientação sexual, suicídio, estupro, incesto, masturbação, gravidez e aborto são alguns dos temas tratados. Fiquei surpresa com a sutileza na abordagem que não enfraqueceu a riqueza de detalhes de uma realidade tão dura e cruel vivida por esses personagens no final do século XIX.
A época era de religião castradora, ensino rígido, desinformação, moralismo, hipocrisia e sofrimento. A rebeldia e o romantismo andavam de mãos dadas. Claro que os jovens sonhavam, mas a eles faltava saber – por isso eram heróis, porque desconheciam a felicidade. Era um tempo em que se morria por amores platônicos, desamores...
Sou suspeita para opinar a respeito, porque não sou fã de musicais. Acho que no bom da história eles ridicularizam os temas ao passo (e ritmo) que o elenco conduz a história cantando. Assuntos sérios com gazelas saltitantes no palco não me agrada. Mas isso sou EU. Tem gente que adora. Eu mesma já me vi empolgada, mas só com as cabeleiras de Hair e Hairspray.
Achei boa a proposta para os adolescentes, como ‘Confissões de Adolescentes’ foi para mim nos anos 90. Vi aquilo e me espelhei naquelas meninas, quis saber mais, vi que eu era normal etc. Superválido. Gostei da montagem, no final das contas. Vamos fazer matéria a respeito, porque pais e filhos assistem ao programa.
Friday, 2 October 2009
de fé

Para agradar o rei dos orixás, tenho tentado, inclusive, aderir ao costume, buscando um figurino apropriado para o momento mais badalado da semana. É um agito sempre, correria. Muitas vezes se sai direto do trabalho pro happy hour ou para festas e eventos. Vale de tudo, uma peça que seja! (pode ser a calcinha, a cueca...)
Não há uma sexta-feira de samba que não tenha a cor da paz nas vestimentas. Impressionante. Vê-se que o povo é de fé, que respeita. Acho bonito. Será que logo mais Maria Rita não vai fugir à regra dos outros tantos artistas que se apresentaram no Circo Voador nos shows promovidos pela Tam, Paixão pelo Rio? Todos seguiram a tradição. Vale até notinha isso... Assessoria!
A ocasião é perfeita. Dia de se comemorar esse calor todo alvamente, mais do que nunca.
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Por falar em fé... (e em festejos)
O que estava fazendo o Paulo Coelho em Copenhague na grande final da decisão da sede dos jogos olímpicos de 2016? Será que o bruxo estava fazendo uma ‘fézinha’? (E o Lula foi ótimo... Em entrevista ao vivo para o Jornal Hoje já soltou uma dizendo que ele estava lá a vender seus livros... mas nem precisava, né?! Não MESMO). Cada uma...
Thursday, 10 September 2009
coisa de novela

Há tempos a temática indiana me interessa, me instiga. Muito antes de Glória Perez rascunhar qualquer coisa sobre a trama de Maya, já conhecia outra protagonista, homonima, que trazia nela toda a tradição e cultura indiana relacionada ao sexo. Ironicamente, dizem sua intérprete, Indira Varma, em muito se parece comigo... Também achei ao vê-la na tela, envolvida pelos ensinamentos dos amantes. E a homenagiei em meu convite de formatura ao escolhê-la como minha personagem nas latinhas de filme que fizemos para chamar o povo para a cerimônia.
Ao acompanhar a história brasileira de um triângulo amoroso, que assim pouco se desenrolou, algumas questões do que ali era representado aos milhões de espectadores que assistem fielmente a novelas, tocaram-me. Inevitavelmente a mais forte delas foi a do (ainda) existente sistema de castas indiano. Essa discriminação social hindu divide as pessoas segundo sua posição na sociedade. É hereditária, endógama, perpétua e cruel, vedando os cidadãos indianos a uma ascenção e crescimento, a mudanças em suas vidas e destinos.
Por não vivermos tal realidade em nossa sociedade ocidental, cristã e capitalista (igualmente cruel em outros aspectos que também impossibilitam melhorias na situação social em que milhares de pessoas de encontram), temos que relativizar esses conceitos. Há, porém, injustiças passíveis de intervenção uma vez que são incoerentes e desumanas. Vendo pelo lado dos dalits (intocáveis), situados abaixo de tudo e todos na escala social indiana, essa estrutura mais parece uma escravidão a uma situação imposta.
A casta determina toda a vida de uma pessoa, desde o momento do seu nascimento até a morte - sua moradia, profissão, casamento e outros mais aspectos da vida são determinados pela casta a que pertence. É irredutível, pois se acredita que a natureza de cada pessoa é determinada pelos deuses. É como um carma, e por os hindus acreditarem em reencarnação, a única chance de mudança seria vindo em outra vida numa situação espiritual mais elevada e evoluída.
Este sistema antigo e rígido de hierarquização da sociedade indiana surgiu baseado em preceitos religiosos do vedismo. Religiosamente, deve-se a Brahma, divindade criadora do universo, essa divisão baseada em castas, mas o fato é que se desconhece sua origem histórica. As primeiras referências históricas se encontram em um livro sagrado hindu, o Manu, que data de 600-250a.C.. A divisão clássica se dá em: brâmanes (sacerdotes, vindos da boca de Brahma); kshatriyas (guerreiros, vindos dos braços de Brahma); Vaishyas (comerciantes, vindos das coxas de Brahma) e os sudras (agricultores, vindos dos pés de Brahma). À margem disso estão os dalits, que vem da poeira abaixo do Deus.
Embora o sistema de castas tenha sido abolido oficialmente da Índia na Constituição de 1950, por razões culturais e religiosas ela ainda faz parte da vida dos indianos, fazendo-se socialmente importante para mais de 80% da população. E nesse sentido a autora conseguiu transparecer claramente tal contexto. Da mesma forma explorou de forma exagerada os casamentos arranjados, sem amor, e de maneira genial a disputa (e assim, desunião) feminina. Noras brigando pela chave do armário da dispensa é um dos últimos conflitos que moças contemporâneas como nós viveríamos em nossas vidas.
Num universo tradicional machista, familiar, fica claro que a posição da mulher é difícil, mas não é por isso que elas devam crucificar a si mesmas e às suas póximas porque assim aconteceu com elas. O pagamento do dote vejo como algo absurdo, do tipo "pago para que leve e sustente agora assim você essa inútil". A falta de individualidade então, bem trabalhada em Caminho das Índias, nitidamente é tida como um fator incômodo a nós, ocidentais, e vista como principal motivo de discórdia no núcleo daquelas famílias. A visão do que é diferente de sua cultura como errado é algo que só mostra o quanto ainda se mantem fechados à realidade mundial atual. Nós, firanghis, fomos crucificados pelos indianos do início ao fim.
Um galã preconceituso que caiu no gosto popular (feminino - ai, ai...), um casal de protagonistas que foi taxado como sem 'química' em cena (mas que dizem ter se encaixado na vida real - pelo menos durante as gravações no estrangeiro, in loco, literalmente), uma atriz que por sua beleza exótica ganhou aquele grande papel que a marcará para sempre (bem maquiada, vestida... linda), um vocabulário novo que tomou as ruas do Brasil e tá na boca do povo... São muitas as marcas que essa onda indiana deixou por aqui. Só acho que faltou duas coisas: citação sobre Gandhi e sobre o kamasutra - política e sexo, o que mais dá pano pra manga.
Mas é coisa de novela isso... É exigir demais, complexo demais, complicado demais para os indianos globais em questão. 'Tik tik'.
passatempo
- abrace seus amigos
- acredite em si mesmo
- ande mais com os pés descalços
- antene-se
- aplique o que você prega
- assuma seus erros
- beba mais água
- beije na boca com vontade
- conheça novas culturas
- cuide-se com carinho
- dance sem vergonha
- diga mais 'sim' do que 'não'
- durma bem
- dê atenção às pessoas
- entregue-se ao que ama
- escreva cartas à mão
- estude outras línguas
- exerça a tolerância
- exercite-se
- fale e ouça mais 'obrigado'
- faça muito amor
- goze mais e melhor
- leia mais livros
- movimente-se
- não limite seus sonhos
- ouça musicas que te façam dançar
- ouse
- pense positivamente
- permita-se
- peça bis quando é bom
- pratique o bem
- prove diferentes sabores
- renove-se
- respeite a natureza e os mais velhos
- reveja velhos conceitos
- se beber, não ligue!
- seja fiel, sincero e verdadeiro
- siga a sua intuição
- sinta o novo
- sorria sempre que possível
- subverta vez que outra
- tenha calma
- tire alguém para dançar
- trabalhe com dedicação
- use camisinha
- vá mais ao cinema
- viaje sempre
- viva menos virtualmente













