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Tuesday, 11 December 2012

la douceta



a buceta doce (portugais)
+
la douce chatte (français)

L'amour s'utilise d'un vocabulaire propre. 

La langue du sexe est particulière. 

Sunday, 15 May 2011

a la italiana

I just realized that in Italian I’m more than only ‘Vanessa’: Bruna, Bianca, Carina.

By the way, due to my (European + Brazilian) features, it is said I look like an Italian woman. So, it would not has been impossible being some kind of inspiration for Leo work?!

Who doesn't want to have his own image immortalized? However, I’d rather to be someone’s muse at the present moment, even not represented in an art product, but being only in this person's mind and stand by his side in a lovely way... forever. 

Forse un Italiano, perche no?!

Sunday, 12 December 2010

orais


Big lips are sweeter. Good kisses. And also suck EVEN better - verified.

But not only that ... In addition of an agile tongue, are EVERYTHING!

(for women and men, I guess)

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Talking about that...

Exactly now, when I finally decided to bury the hatchet with germans, enjoying as never before their cinema, I couldn't forget to make reference to him: Moritz Bleibtreu.

He’s been called the “Deutsche Marlon Brando”, not only in reason of his wild beauty, but because he is enough versatile in his characters. I watched "Soul Kitchen" and realized that I really don't care if he is always acting like a baddie in movies... his mouth drives me crazy at all in real life, though. Oh, and his talent too, of course.

And I've been right here, just thinking about... Excited (by the possibilities).

Friday, 23 April 2010

o buraco foi mais em cima


Anteontem comemoraram os 50 anos de Brasília. Eu não.

No "clima", vi na TV inúmeros programas especiais, reportagens e documentários a respeito, bastante interessantes até, mas admito ter um mega ranço quanto a assunto, e não me envergonho em assumí-lo – nem um pouco, e nem em tempos tão festivos. NINGUÉM me tira da cabeça que a (nem tão) nova capital do país foi a maior lavagem de dinheiro da História!

A intenção de levar o poder e vida (movimentação) para o ‘coração’ do Brasil foi boa, não nego, tampouco ignoro, mas a questão de tirar do centro – no caso, o Rio de Janeiro, o foco do que está acontecendo, do alcance do povo, é intrigante, relevante, questionável e sempre será motivo de críticas. As minhas, pelo menos, sempre serão colocadas sobre.

O projeto audacioso dos arquitetos Lucio Costa e Oscar Niemeyer também foi louvável, não posso ignorar sua vanguarda e ineditismo. O problema todo é o quê político da mudança. Brasília é um exemplo bem-sucedido, mas de SEGREGAÇÃO. Uma cidade que não foi feita para se andar a pé, para se conviver somente entre quadras (condomínios), em que tudo é divido por setores – não se misturando as pessoas e serviços, desculpa, mas não me agrada. Limita. Parece a Barra... Detesto!

Ok, ela foi feita para receber o poder central do Brasil, seus representantes etc., então tudo bem pensarmos ‘utopicamente’ que tudo se manteria como na ideia original, mas (como sempre!) esqueceram de uma “coisa”: do povo. Os candangos que construíram a cidade, oriundos de lugares paupérrimos, vendo ali a possibilidade de prosperar, JAMAIS iriam voltar às suas origens. Como poderiam ter ignoraram esse grandioso ‘detalhe’ (do comportamento humano, social e econômico de uma realidade como a nossa)? Mais uma vez deram condições para a marginalização de pessoas (ou acharam que só ficariam ali senadores, ministros, embaixadores, diplomatas, o presidente e suas famílias?). E, assim, foi criada por esses operários, logo após sua inauguração, uma periferia, fora do plano-piloto, pois para eles nada foi planejado...

Um fator importante para meu desgosto foi que esse passo para o progresso, como viam tal construção no auge dos “Anos Dourados”, foi a verdade um tiro no pé se pensarmos na dívida externa. Em plenos anos 50 – fase do “The Great American Celebration" norte-americanos, cruciais para determinar o futuro político e econômico mundiais, contrair um débito de ‘cinquenta anos em cinco’ (plano de metas do então presidente Juscelino Kubitschek, realizador da porr* toda), enfraqueceu quaisquer possibilidades de mais liberdade – muito necessária no período. Gerou maior dependência.

Os governos seguintes, de Jânio Quadros e João Goulart (o Jango), que pagaram o pato – este último tendo que, involuntariamente, entregar o poder nas mãos dos militares, subordinados à ideologia estadounidense. Uma pena, claro. Mal a cidade tinha sido erguida com um ideal, e por mais de duas décadas acabou hospedando não-civis. ‘Ironicamente', foi justamente quem mais está acostumado com divisão, em sua hierarquia de patentes, moral etc. Repulso a carreira – essas forças armadas (literalmente).

Bom, passado o tempo... e os ânimos contidos, pode-se dizer, enfim, que já existe um ciclo geracional completo por lá. Arriscaram até em dizer na televisão (pelo o que conta alguém escreveu uma tese, inclusive) que os brasilienses já possuem seu próprio sotaque, depois de anos de um híbrido de falas de procedências múltiplas, essa mistura parece que resultou numa forma própria linguítica. Na música, foram mais rápidos em criar uma nova leva de artistas, e de começar um rock de questionamentos sociais, mais engajado, que buscava uma identidade, razões de ser.

Só consigo me lembrar agora da memorável pergunta de Renato Russo: “Que país é esse?”. E termino por aqui, com possibilidades infelizes para tanto, e não satisfeita por cinqüentenário algum. Bodas de prata é o caralh*! Queria ver era terem direcionado o mesmo montante gasto no Planalto Central para construção de um complexo populacional para quem REALMENTE precisa... Gostaria, sim, de ter visto ISSO ter acontecido, saído do papel, e estar, orgulhosa, presenciando, agora, seu meio século de existência.

Uma ressalva: com tanta distância e dificuldades geográficas, minha SALVA DE PALMAS sim, relativo à Brasília, àqueles que (PODEM/CONSEGUEM e) se mobilizam, e se deslocam até lá para manifestações. Isso apaludo de pé.

Thursday, 16 July 2009

é phoda!


Estou há tempos para escrever sobre a nova reforma ortográfica em vigor no Brasil desde o início deste ano. Confesso que não fui e nem sou a favor disso, pois acredito que mudando a escrita de nossa língua (estranho falar de ‘escrita’ quando uso o termo ‘língua’, que se fala. Vou substituí-lo por idioma então... fica melhor!). Retomando: Acredito que mudando a escrita de nosso idioma o enfraquecemos. Línguas fortes como o francês não são modificadas quase nunca. São clássicas, inclusive, por essa irredutibilidade que as caracteriza.

Não consigo pensar em escrever ‘estréia’ sem o acento agudo do ditongo que a caracteriza como uma palavra paroxítona. E tem mais, os acentos diferenciais são os piores exemplos, na minha opinião, justamente porque mostravam do que se tratava o que estava ali escrito – se era plural ou singular, se era substantivo ou preposição+pronome. Agora tenho dificuldades para identificar. E o trema então... não adianta, não me acostumo a ver a palavra escrita sem os dois pontinhos. Sem eles, leio de outro jeito, é inevitável. Parece que está errado, que falta algo. E falta, na verdade. Tiraram o sentido das coisas.

Lembro-me que costumava criticar os mais velhos, quando esses escreviam ‘pharmácia’, por exemplo, usando o velho 'ph', também banido de nosso português. Hoje passei a entende-los perfeitamente e me vejo como eles quando escrevo, pois não consegui ainda me adaptar às mudanças impostas. Escrevo usando tudo o que aprendi na escola. E olha que sempre fui nota dez em ditado... ironicamente, hoje, nem isso se usa mais! – agora a moda é S-O-L-E-T-R-A-R. Eram tantas as regras, tudo bonitinho, para facilitar nossa vida (e não o contrário!) e diferenciar uma coisa de outra. Quem estudou, nunca teve problemas, garanto.

Estão assassinando não só a nossa língua/idioma, como também nossa cultura e o conhecimento em termos gerais, o (tal do) saber, em prol de uma facilidade, de uma preguiça dos mais desinteressados, dos que não gostam das letras, ou infelizmente não tiveram possibilidade de ter uma maior intimidade com elas, de conhece-las realmente. O objetivo é unir, igualar, mas é uma pena que para isso seja preciso descaracterizar, empobrecer. Espero que em função da linguagem da internet não inventem mais mudanças. Aí seria o fim MESMO. Imagina...

Lamentos à parte (e a essa leva de cortes, uno a imbecil decisão da não-obrigatoriedade do diploma de jornalismo - É cada uma que inventam...), agora, não só eu, mas todos nós teremos que aderir ao novo modelo (no caso da reforma, até 2012), viver essa ditadura da burrice, essa realidade mesmo sem querer, sem aprovar e gostar da "ideia". Socorro! Vou ter que me adaptar - desaprendendo e retrocedendo em termos acadêmicos. Não acredito, parece um pesadelo! Fazer o quê? Foi decidido (mas por quem mesmo?? Ahhh...). É phoda...

Sunday, 12 April 2009

homem primata


Eu tinha uns oito anos. Estava com minha mãe esperando um ônibus no terminal do mercado público. Vi um senhor me olhando. Era o pipoqueiro. Lá de sua barraquinha ele me fitava e isso me chamou a atenção. Eu olhei e, lá pelas tantas, ele colocou a língua para mim, mexendo-a de cima para baixo em movimentos repetitivos. Respondi mostrando a minha língua para ele. Não entendi o gesto dele, suas intenções, mas não senti uma energia positiva em seus olhos e comentei com minha mãe. Quando ela se virou, ele parou.

Não lembro por que estava chegando atrasada ao colégio. Tinha 13 anos. A rua estava deserta e um homem vinha na minha direção. Cruzamos no meio da quadra, a uns 30 metros da porta principal da escola. Quando ele estava passando bem ao meu lado, chamou minha atenção ao falar alguma coisa. Não parei de andar, mas olhei para ver o que era. Ele se movimentava como se estivesse sentindo alguma coisa ruim, sofrendo. Estendeu a mão na minha direção e na sequência já colocou a outra dentro das calças e começou a se masturbar ali mesmo. Saí correndo assustada e contei na secretaria o que tinha acontecido. O cara não estava mais lá.

Já faz um tempinho, cheguei no ponto de ônibus em frente ao Rio Sul. Eram 22h30min aproximadamente. Fiquei ali alguns instantes até perceber que duas adolescentes próximas a mim olhavam para dentro de um táxi estacionado no lugar onde os ônibus param para pegar os passageiros. Elas riam, incomodadas, mas continuavam ali. Meu olhar curioso seguiu o delas e o que vi foi a mão do motorista deslizando sobre seu pênis ereto dentro do carro. Não consegui ver o rosto do sujeito. Saí dali na hora e logo em seguida veio minha condução.

Fiquei me perguntando o que mantinha aquelas meninas ali - curiosidade, desejo, tesão? E o pior: constatei o quanto vulnerável podemos ser ao entrar num veículo desses, que presta serviço público. Um perigo! E o velho tarado da pipoca? Um nojento sem vergonha atiçando uma criança. O que leva os homens a agirem assim? Eles perdem a razão e nos invadirem com essa falta de controle de seus instintos sexuais. Desconheço tal poder no comportamento feminino, tal abuso.

Já vi mulheres em situações vulgares, feias, over (normalmente estimuladas por um alto teor alcoólico), mas nada se compara à capacidade masculina de abordagem sexual. Um exemplo: nós podemos até elogiar um homem bonito e gostoso que passa pela gente na rua, falar alguma gracinha, mas dificilmente vamos passar a mão na bunda dele! E, ao contrário dos homens, fazemos isso mais quando estamos em bando. Sozinha é muita ousadia.

Acho elogios sempre bem-vindos, mas com moderação. Não tem o que me enoje mais do que aquele homem que se aproxima de ti na rua e consegue fazer com que só tu escutes o absurdo que ele tem a te dizer: verbos intencionais e partes do corpo feminino no diminutivo. E quando olham com desejo para crianças inocentes? Vi esses tempos um cara flertando na Glória uma menina que, na boa, não tinha nem dez anos!

Um alerta para os pais: se liguem! Fiquem MUITO atentos com seus filhos. Não deixem ninguém ter contato muito íntimo com crianças. Elas são indefesas e não têm a maldade própria dos adultos. Se acontecer algo, pode ser que nem perceba o que está acontecendo e só vá saber o que aconteceu depois, quando crescer. Tarde demais, talvez, para poder se dar um corretivo num criminoso desses.

Criar cidadãos sagazes, espertos, contra esse tipo de comportamento animal é o objetivo e a solução. Melhor prevenir. Quando tiver meus filhos, vou ser a mais chata com isso. Não vou deixar se repetir episódios tristes como os que ocorrem por aí todos os dias, com muito mais gente do que se imagina.
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  • subverta vez que outra
  • tenha calma
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  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!