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Sunday, 11 November 2012

by now

The only possible change is letting my hair grow.

For me.
For love.

Probably, for the last time.

My choice, as a last sigh of youth. To end a long life stage.

It worths it. 

 

Friday, 22 June 2012

private garden

I support campaings of urban farming. However, differently of community gardens which exist in Montreal (an excellent idea, by the way!), I have my own organic one, which I cultivate alone.

Well, I'm also in favour of home gardening:

Mon jardin... I love that!

Friday, 2 September 2011

mon conte de fées en français


(avec d'humour noir - bien sür!)

Il était une fois une princesse nommée Raiponce. Quand elle avait douze ans, une sorcière l'a placée dans la tour d'un château entre la forêt. Elle y a restée longtemps en attende le prince charmant à son secours à travers de ses longs cheveux.

À cause que il a tardé pour ramasser elle, la jeune belle a eu beaucoup d'estresse et elle a devenu chauve. Maintenant, avec 18 ans, elle est a l’hopitale pour guérir sa malade. Alors, elle vais avoir que attendre plus de temp pour trouver autre amour, un qui aime des femmes bizarres.

Friday, 8 April 2011

simple enough secret


As a woman, sometimes all necessary (or the best) is cut the hair, have the nails done and being shaved. Alongside, for sure a pretty make up and nice clothes (bought as a bargain in some sale) helps.

To improve any both feminine mood and self-esteem, these cunnings are essential. Likewise, it's a forward kind solution against our PMT (Premenstrual Tension) symptoms. After all, no one of us will be quite ok without feel ourselves at least a little beautiful.

Vanity... It’s natural (besides an effective expensive resorts).

Tuesday, 8 February 2011

mona


(and ‘Lisa’ - with Portuguese meaning).

A courageous and beautiful Iranian - my “dutch” muse.

I confess I was admired at first glance. I enjoyed to know her chiefly in reason of she was not used to wear the hijab. Anything else would be unsuccessfully as so to attract me.

Her long and black hair expressed and reflected as weel all her femininity. Seeing that, I wondered myself about which motives were involved, not hidden under their kerchief anymore.


not disguised

Since I’m a leftist, I’ve been contrary of any social imposition form. Any kind of oppressiveness upsets me. With ‘gender’ it won't be different... even in another culture.

My first question to her when I knew where she was born was not about women's situation there: Did you are there during the manifestations against Ahmadinejad last year? Yes, she was in Tehran.

Not satisfied, a second: It was exactly as they have shown on television? Worse - she said, telling me more about how cruel it was. Then, we became friends.

Probably, nobody there was curious (as me) to get to know more about that.

Sunday, 14 November 2010

quanta diferança!


O que motiva os jovens hoje? Nos anos 60 era um sentimento de liberdade, de oposição à guerra, amor livre. Aqui no Brasil, um pouco diferente do que aconteceu nos Estados Unidos, foi a ditadura, pensamento e comportamento conservadores de nossa sociedade.

Muita coisa mudou, mas ainda atualmente o cabelo pode ser uma forma de manifestação. Não como antes, quando o simples fato de um homem deixá-lo crescer era considerado subversão... de afronta ao sistema, ao exército - que exigia dos jovens cabelos curtos. Agora seria muito mais agressivo uma menina raspar a cabeça, por exemplo, ou usá-lo de forma estranha, num colorido gritante.

De qualquer forma, um retorno a esse espírito hippie cultuado no passado é uma viagem interessante. Vale a pensa ver a mega produção "Hair", em cartaz no Oi Casa Grande, no Leblon - Rio de Janeiro. Músicas, figurino, cenografia, elenco... tudo de primeira! Como era de se esperar, gostei MUITO, mesmo tendo eles mudado um pouco o original. Muito mais que a questão da homossexualidade, compreensivelmente defendida pelos parceiros-diretores Charles Möeller & Claudio Botelho nessa versão brasileira, a na época mais abordada e igualmente criticada mistura de raças acabou ocultada de certo modo na minha opinião.

É, os tempos são outros, mas as bandeiras continuam levantadas - cada um defendendo a sua causa como pode. A proposta pode até ser a mesma, já os cabelos...

Tuesday, 31 August 2010

descabelada


Coisas que só uma mulher sabe:

Uma boa transa transforma qualquer gatinha em leoa!

Felizmente (ou não - para as frescas, ao menos), NADA detona mais nosso cabelo que uma noite de sexo.

Viva o coque para levantar da cama e dá-lhe condicionador na manhã seguinte... (!)

Friday, 7 May 2010

passarela


Eu não sei para vocês, mas o vento que precede a chuva me vem como mensageiro. Parace um presságio... A sensação que tenho enquanto passa por mim, esvoaçando-me, é a de que me dá esperança, trazendo boas novas.

O futuro fica a cargo do destino, mas a vontade rege o mundo. Não adianta ir contra. Com calma, essa força me leva ao longe - cabelos soltos, sonhos libertos. Sou conduzida, sempre inspirada pelo O Tempo e o Vento.

Thursday, 29 April 2010

a raiz do problema

Não adianta!

Por que homens carecas insistem em ter cabelo? – na verdade, os poucos que restam. Ai, HORRÌVEL: careca cabeludo, gente(!), com aqueles fios mais compridos tentando cobrir as falhas, e, por fim, num gran (péssimo) finale, o rabo de cavalo. O ‘ó’, vergonha alheia até... Não acredito como alguém possa se deixar chegar a esse cúmulo do ridículo. Qual o problema em assumir esse ‘estado’ que já deixou de ser (isso se chegou realmente um dia a ser, né?!) um problema.

Por que não raspam inteiramente a cabeça, ficando mais sexy, mais másculos até? - eles já são, normalmente, cheios de pelos mesmo! Confesso que já cheguei a imaginar, olhando alguns bobões desses por aí, como ficariam mais bonitos e atraentes se passassem a máquina no coco. Mal eles sabem que seus traços de macho se sobressairiam e a falta de cabelo nem seria notada – aliás, seria uma ALIADA. Sugeri tal solução a vários conhecidos, baseada em relatos de diversas amigas, papos de mulher, e até matérias em revistas a respeito - masculinas e femininas. Espero tê-los ajudado.

Não entendo, sinceramente, como isso possa mexer ou até mesmo abalar a autoestima deles, sua masculinidade. Por vaidade? Fala sério! Por me atrair, pra mim, não tem coisa mais covarde que tentar fugir do inevitável, recorrendo a um implante, por exemplo. O cara prefere (e vai) deixar de ser careca para ter seu couro cabeludo repleto de pentelhos! (repito: p-e-n-t-e-l-h-o-s - do que o ser humano é capaz!) Olha a ironia... e, ainda, passível de ser notado tal recurso, pois, mesmo que tentem, muitas vezes eles não conseguem reflorestar por completo e exatamente como eram antes as serras peladas e os desmatamentos.

Conheci recentemente em São Paulo um grupo de homens engajado com a causa, o Clube dos Carecas. Foi divertido ouvir os relatos daqueles sujeitos que encaravam com muito bom humor a situação, os fatos. Com eles, fizemos uma matéria sobre a predileção de algumas mulheres por esse nicho, e num tom mais erótico, se lá nos “países baixos” elas preferem assim também. Mais informações sobre a turma e os quês de ser assim no site do Clube dos Carecas.

Primeiro, escrevi sobre o Bruce Willis esta semana (ai, ai...), um dos melhores exemplos de um espécime careca LINDO, que agrada a maioria das fêmeas – é praticamente uma unanimidade; depois, cabelos brancos... quando citei que acho péssimo quando homem velho pinta os cabelos, evitando os fios prata, ou pior: careca, que usa peruca! (acreditem, tem vários assim na rua! Normalmente, uns tiozinhos já). Agora, a mula rugiu inteiramente sobre eles, que, por sinal, lhe agradam MUITO.

Encorajo-os e os estimulo, afirmando que mulheres GOSTAM de homens carecas. Eu, pelo menos, NUNCA ouvi de uma mulher que não gostasse, mas sei que muitas não devem se sentir atraídas por eles. Normal, isso acontece com qualquer característica, inclusive – gordo, magro, alto, baixo, com bigode, barba, pelo no peito, cabelo comprido, depilado ou não... Cada um tem seu gosto, mas o que é inquestionável é a quantidade enorme de pretendentes interessadas em cabeças lisas existente. Não ignorem isso.

Se é dos carecas que elas gostam MAIS, eu não sei, mas encerro expondo que o x da questão (dessa, e de outras TANTAS...) é sempre tentar tapar o sol com a peneira.

Tuesday, 27 April 2010

haio silver! - domando o passar do tempo


O que a teenager Judy dos Jatsons, a Cruella De Vil de Glenn Close em "101 Dálmatas", a folkista Emmylou Harris, Meryl Streep como a chique e toda poderosa Miranda Priestly em "O Diabo Veste Prada", e a doce Anne Hathaway na pele da tão atual Rainha Branca de "Alice no País das Maravilhas" tem em comum? Além de sua beleza, claro, as melenas brancas.

Contra elas, os inúmeros comerciais de tinturas de todas as marcas francesas possíveis, com suas conhecidas dublagens fora de sinc (inclusive as made in Brazil – “pelamor”... já virou piada até!). Ana Paula Arósio, Juliana Paes, Ivete Sangalo, Andie MacDowell e a latina Penélope Cruz – um time de primeira no horário nobre da televisão (e nas páginas das principais revistas, busdoors e 'Clear Channels' em geral) tentando convencer todas nós que temos que pintar os cabelos.

Para os homens, um charme – o que faz com que nem todos precisem recorrer ao tão famoso Grecin 2000. Inclusive, homem velho com o cabelo preto retinto, RIDÍCULO! (pior, só careca de peruca, né?! - o 'ó') Richard Gere, George Clooney, Sean Connery, Benício Del Toro e minha recente descoberta, o inglês Hugh Laurie, estão aí para mostrar que o passar dos anos só os deixou ainda melhores, como vinho.

Nós, ao contrário, surtamos. Qual a mulher que não entra em crise quando descobre que já não é mais tão novinha assim, quando seus primeiros fios prata começam a aparecer, ganhando destaque entre os outros? É um baque. E isso acontece porque desde sempre temos a ditadura da juventude sobre nós, estabelecida, soberana. Tonalizantes, maquiagem, cremes, cirurgia plástica, botox... usamos de TUDO para amenizar os sinais do tempo.

É duro saber que se quisermos manter a mesma cor que tínhamos (até então) , teremos que virar escravas e perder algumas horas TODO santo mês na função – é um saco, suja muito! Quem já pintou, sabe... uma mão-de-obra. Bem complicado. É de pirar MESMO. E mais: mexe com questões femininas como autoestima, vaidade, e com o bolso também (porque não é barato manter os cabelos bonitos e sedosos por qualquer preço!).

Um dia, encontra-se um... "prazer", adeus! No próximo, outro, e 'pim', tchau! Então a pinça passa a trabalhar incessantemente em frente ao espelho, numa caça aos fantasmas, sem fim. Muitas passam a relaxar depois de certo tempo com a desculpa de que, se arrancar, cresce mais. Na boa, a verdade é cruel: vai nascer mesmo(!), mas não por tirarmos, e sim porque estamos ENVELHECENDO. Com o avançar da carruagem, esse recurso imediatista só vai funcionar até que se decida o que vai se fazer de fato.

Ainda bem que temos, hoje, bons exemplos diferentes, como alguns dos citados acima, com os quais abri o texto. Eles provam que existe uma solução ‘natural’ para se ficar igualmente bela. Mas não se iludam... deixar as madeixas grisalhas, não é uma "simples" alternativa, mas uma ATITUDE. E as mulheres terão que concordar comigo: NÃO é para qualquer uma! Mesmo. Admiro tamanha coragem.

Amadurecer traz surpresas... Confesso que gostaria de me inspirar, e quem sabe, quando for necessário, optar por essa sensualidade nata que um cabelo branco, bem tratado, pode ter. Uma vez propus isso à minha mãe, e ela não gostou muito do desafio. Respondeu-me para deixar eu minha cabeça alva quando chegasse a hora. Não sei, só o tempo dirá... E esse é o tipo de coisa que vamos adiando ao máximo pensar. Por enquanto, o pequeno instrumento está dando conta do recado.

De tudo, agora, só posso afirmar que uma coisa é verdade: se as loucuras da vida nos descolorem os cabelos, a ponto de deixá-los brancos (e em pé, talvez), a CADA fio despigmentado, o sinal de uma boa história para se contar! Com certeza. E essa experiência NINGUÉM nos tira, nem qualquer padrão estabelecido pela mídia, mercado ou sociedade.

Sunday, 28 March 2010

that's itt


Para o mundo que eu quero descer! Fiquei BEGE quando liguei hoje a TV e vi no final daquela (palhaçada de) entrega de prêmios dos melhores da televisão brasileira (*um parêntese: como, se ignoram os demais canais e só consideram os produtos e filhos da casa?) que venceu na categoria Música o grupo Calcinha Preta com o hit “Você Não Vale Nada Mas eu Gosto de Você”.

Nada contra eles terem ganhado (apesar de eu estar torcendo para “Shimbalaiê” da Maria Gadú), acho até que foi bem merecido o prêmio, porque a canção virou mania ano passado no Brasil inteiro. Em função da novela, e do carisma da personagem que embalava, caiu no gosto popular, colou que nem merda em tamanco. Minha surpresa foi mesmo em reconhecer um dos integrantes da banda.

'Seus cabelos continuam os mesmos; mas sua voz, quanta diferença'! Na verdade, estou brincando com o trocadilho da frase inversa, porque nem consegui ouvir qualquer palavra que ele emitisse, em função daquele playback tosco que não sei por que insistem em colocar, apesar de toda a infra que tem nos estúdios Globo para comportar tocar um trechinho que seja do forró com os instrumentos disponíveis lá.

Vamos aos fatos:

- Maceió, anos 90

Como minha família se mudou para lá em 1989 (excelente oportunidade para poder vivenciar a era Collor, 'onde tudo começou'), costumava passar as férias, de dezembro a março, na capital alagoana. "Rueira" que só eu, caminhava sempre no calçadão da orla e me enturmei com um grupinho de jovens que jogava vôlei de praia na Ponta Verde. Ficamos amigos e,com eles passei praticamente todos os fins de tarde daquele verão.

Um menino em especial me chamou a atenção de cara. Ele era cabeludo, saradinho, loiro, olhos mel... lindo! Fazia o maior sucesso com as meninas. Agora não lembro se estudava no mesmo colégio da minha prima, mas me recordo saber na época mais detalhes de sua popularidade. Empolgadíssima, tirei uma foto dele até, e mostrava depois para minhas amigas do Sul.

No final das contas, não ficamos. Eu me interessei por outro gatinho da turma, de Goiânia, com quem vivi um amorzinho de verão bem adolescente ao estilo Greasy (mas do agreste, claro!) [Risos]. A estação terminou e,
perdemos contato. Depois desta vez, em função da proximidade com vestibular, grana etc., passei a ir cada vez menos visitar os familiares no Nordeste.

Numa época em que não existia internet acessível, comunicação à distância só por correio mesmo - nem telefone era viável financeiramente falar. Por algum tempo, ainda escrevi para o namoradinho que arrumei, mas também não perdurou muito. E, acreditem, como é de praxe hoje nesses sites de relacionamento, acabamos nos achando na rede. Falamos bem pouco, verdade, mas legal isso de poder saber da pessoa, resgatar um contato, enfim.

- Rio de Janeiro, 2005

No auge da moda Orkut, pergunto ao pessoal de MCZ (sigla de Maceió, utilizada pelas empresas de aviação) sobre os amigos de lá, quem tinham perfil e tal e então Gisela me conta que o bonitão tinha virado cantor de forró e me passou um link para eu ver fotos recentes dele. Ok, por lá é supercomum curtir esse estilo musical (até eu já me aventurei duas ou três vezes em alguns shows do Baby Som e Mastruz com Leite, que bombavam anteriormente). Ou seja, compreensível o rumo que ele acabou tomando.

- Hoje

Depois disso, esqueci completamente o ocorrido e, só fui de fato me ligar que o Marlos fazia parte do Calcinha Preta agora, há poucas horas. Corri pro Google para me certificar que era ele mesmo e me deparei com zilhões de fotos dele e de sua esposa, que também é do grupo. Ele mantem as melenas e a cor dourada. Infelizmente, não posso dizer que segue com o mesmo charme que me agradava há mais de 15 anos, mas eu sou minoria pelo que vi na quantidade infinita de fã clubes que o rapaz possui.

Fiquei feliz pelo seu sucesso. Legal isso de poder ver que alguém que fez parte do seu passado, mesmo que rapidamente e de forma amena, esteja numa situação como a dele, tendo o reconhecimento mor de seu trabalho - no Faustão, que é, acredito eu, o que de melhor se pode oferecer hoje em termos de visibilidade à massa, seu público. Logo pensei na surpresa e alegria de alguns velhos amigos quando ficam sabendo de mim também... Faz parte.
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Aproveitando o gancho dos longos fios masculinos em função da vinda de Axl Rose ao Brasil, afirmo que ele e Sebastian Bach foram os maiores símbolos de toda uma geração de roqueiros cabeludos, que tinha ainda os morenos do Extreme, Jon Bom Jovi, Steven Tyler e o crespão Slash. Depois que vieram os pré-púberes Hanson na inércia de qualquer coisa que eles certamente nem sabiam do que se tratava.

Tenho que admitir que nunca fui muito fã dessa turma (com exceção do extremados, pois adoro “More Than Words”). Era muito mais ligada nos igualmente peludos Capitão Caverna, Chaka de O Elo Perdido e o consagrado Primo Itt da família Adams - esses sim, habitavam meu imaginário com mais intensidade devido a suas características cômicas, e sem as caras e bocas tão comuns no período, adotadas por esses ídolos juvenis da música. Dúvidas? - veja as fotos da época (são de chorar de rir!).

Em tempo: quanto ao curioso Primo Itt e suas madeixas, qualquer semelhança com o "amigo" famoso não é mera coincidência. Eca! Foi-se o tempo, né?! - os anos 80 já acabaram... (e há 20 anos, inclusive).

Friday, 26 February 2010

too much

Minha astróloga me disse para ficar longe de fumaça, mas como? Minhas melhores amigas fumam, vou a coffee shops e Amsterdam é uma cidade de fumantes – seja nas ruas ou em bares TODO mundo fuma o que for... A solução seria ficar sozinha, em casa? Nããããão!

Estou ciente dos malefícios da combinação de fumaça e lugares fechados. Tento evitar, claro, mas é impossível "simplesmente" dar um fim no problema. Vejo de pior forma o cigarro, porque nem onda dá, e esse sim faz mal à saúde, blábláblá (todos sabem, nem preciso dizer mais nada).

E antes era BEM pior... convenhamos. Quem nunca voltou pra casa de uma boate e sentiu no travesseiro, no dia seguinte, o cheiro de cinzeiro da balada? (nas roupas e cabelo também... nossa!) Agora está melhor a situação. Em quase todo o Brasil, é proibido fumar em ambientes sem circulação de ar, e as pessoas são obrigadas a sair para poder fumar etc.

Mas e aqui? Socorro!

*Engraçado que, nessa onda de exagero, são MUITOS os que ficam, aqui, parados, babando, depois de fumar mais do que deviam (ou pior: os amadores que tem teto preto e vomitam por abusar das permissões, de seus direitos). Até a última ponta...

Thursday, 28 January 2010

beauting


Não há como ignorar a boa fase. Três sinceros elogios num só dia só confirmam que se cuidar só faz bem para a autoestima. É o amor - o amor-próprio. TODA mulher merece tamanho carinho consigo mesma, e boas parcerias, claro.

Apesar dos quilinhos a mais (toda mulher quer sempre emagrecer uns dois; eu, dez!), o que tem feito a diferença é a estética. Meus melhores amigos no momento são: o mousse de cabelo e o Duda Molinos (não saio de casa sem eles!). Sombra, rímel, blush, batonzinho e um gloss básico só completam o visual.

Enfim, achei um creme que não deixe meu cabelo oleoso, e salienta os cachos, e um corretivo perfeito que dá um up temendo facilmente. Nunca fui de me maquiar, de passar creme no cabelo, mas aderi à vaidade e deu resultado: estou me sentindo ótima, embora ‘gorda’ e com as unhas roídas. Fora os óculos, indispensáveis hoje, mas que nem sempre acho charmoso usar...

Impressionante como nunca estamos 100% (e nem sei se quero, na verdade, porque é demais. Perfeito é oitenta, diz o ditado budista). Quando estava com as unhas LINDAS e magra, tava cheia de alergia na pele e por isso não conseguia colocar nada no rosto... pior. Mas é assim, um processo, uma coisa de cada vez - um dia após o outro até a perfeição!

Friday, 11 December 2009

de arrepiar


“Ih, choveu, cabelo encolheu todinho!”

Dias chuvosos não são somente o terror das mulheres em função de suas escovas e chapinhas. Chove no Rio e o caos se instaura. Em São Paulo o dilúvio foi na terça-feira, quando as águas pararam a maior cidade da América Latina também. Anteontem foi a nossa vez e a profecia se confirmou aqui.

Em época de conscientização sobre as mudanças climáticas que vem causando esse tipo de catástrofes metereológicas não só em terras ‘Brasilis’, passo a me questionar sobre o comportamento social atrelado à sobrevivência em dias assim. Sigo abaixo de mau tempo, portanto. Uma nuvenzinha paira em cima de mim, porque a coisa tá feia MESMO.

Numa situação dessas vejo que o Rio de Janeiro infelizmente NÃO está preparado para sediar Olimpíadas – não até quarta agora, pelo menos. Torci por sua vitória, e não nego a raiva que me dá de ver afundar em meio a força das águas (e uma desorganização geral) o sonho de um projeto que ainda não se sustenta por si só. Fato. Não adianta negar.

É de enlouquecer qualquer um! Na metrópole que mais tem táxi, basta começarem os pingos a cair que não se consegue mais nenhuma viatura livre, desocupada – isso nem em tele-táxi, nem na rua. Ridículo acontecer isso, uma vez que eles se negam a sair em tais condições, mas foda-se, porque tem a concessão para prestar o serviço e isso precisa ser feito quando mais se precisa.

O trânsito na chuva é lento, confuso e perigoso, e as pessoas ficam de mau humor. Impressionante. Já se sabe que ‘cariocas não gostam de dias nublados’, mas civilidade é imprescindível. Se o objetivo é sediarmos o maior evento que existe, temos que melhorar e MUITO para podermos adquirir um padrão de qualidade que ainda não temos, e AINDA estamos longe de atingi-lo. A maior prova disso: o péssimo atendimento carioca.

Esse problema independe da chuva. Com ela, só agrava – seja devido ao temperamento que repele esse clima, ou despreparo excessivo ao molhado, o que gera um conflito nas pessoas, no lugar, em tudo. É falta de educação, coisa básica. Falta treinamento e boa vontade. Nisso São Paulo dá banho, com ou sem garoa.

Não poderia perder a oportunidade de rugir sobre isso, pois tive problemas sérios em função de todo um amadorismo (ou como poderia chamar tamanha falta de estrutura para lidar com tais condições). Se continuarmos assim, espero que São Pedro não faça chover muito nem até 2016, menos ainda durante o período em que seremos o foco do mundo.

É bom ir rezando, fazendo orações a Oxum, ou a dança indígena contrária à chuva... para que não chova na final da Copa do Mundo de 2014 e durante as Olimpíadas dois anos depois, porque se a força dela, por hora, ninguém segura, imagina depois! Socorro. Para qualquer produtor (ou mulherzinha), um dia desses é de arrancar os cabelos, literalmente.

Tuesday, 20 October 2009

paixão pelos gramados


Essa minha tara nasceu da necessidade de conforto. AMO me sentir segura, protegida e encontrar tal sensação no peito quente de meu parceiro. Na verdade, não de qualquer parceiro, claro (muito menos QUALQUER peito!).
Se mulher tem que ter ‘gente em casa’, homem então... pra mim, é obrigatório! Tem que ter um “tapetinho”, senão, não tem graça. Peito liso, socorro! Na verdade, tem que ser na medida: nada muito amazônico, nem mata pelada. E pelo nas costas, jamais, por favor.
Entendam bem: adoro um peito masculino cabeludo, peludinho, másculo, bonito, forte, que me acolha e me dê amparo. Aprecio e almejo para mim um “carpetinho” onde eu possa me afagar e dormir tranquila - natural a qualquer mulherzinha, suponho. Além do mais é sexy, né?! Gosto que me enrosco! Incrível.
Já falei aqui algumas vezes sobre depilação e ansiava poder mostrar minhas preferências nesse sentido. Desculpem-me as frescas, mas pelo em homem é essencial (de pelada, basta a gente). Faço aqui a minha campanha, até porque o 'caminho da perdição' a gente sabe muito bem aonde vai dar... e dá mesmo.
Viva os retrossexuais, os old school cuidadinhos, machos nos trinques. Tô fora de metrossexualidade. Refiro-me aos homens que depilam o peito (em sua totalidade, e não só o ‘aparam’ quando necessário), que não estão com nada! - não ao MEU ver, evidentemente.
Ainda bem que tem gosto pra tudo, pois nem todo mundo joga no meu time. Por enquanto, sigo na torcida pelo próximo campeonato, sem perder as esperanças de um saldo positivo de gols (e nada de zebras, ursinhos ou frangos...).

Saturday, 5 September 2009

a ditadura das chapadas


Mulheres que fumam maconha tomaram o poder e obrigam todo mundo a ouvi-las em suas viagens. Não, meu texto não fala sobre isso. Eu que estou viajando um pouco antes de entrar no tema.... só para descontrair.

Pela imagem da cabeluda Marge Simpson ao lado, repaginada, já deu para sacar qual é, né?! Até a personagem do desenho americano aderiu à 'moda' e alisou seu cabelo (sim, no singular, pois é um bloco único azul).

Na verdade esse comportamento feminino contemporâneo de recorrer à escova e à chapinha não defino como moda, mas como o título do post já anuncia: uma ditadura. Hoje bonito é ser lisa e parece que é só isso que importa, que é chique e aceitável. Gostaria de saber de onde vem essa (não) onda. Será uma rebeldia aos cabelos das panteras do anos 70 e aos cortes bizarros dos 80 e 90?

Virou padrão ser lisa, fato. É como se o sinônimo para cabelos de mulher (bonitos e sedosos) fosse "liso" - e quanto mais escorrido melhor. Você vai numa festa ou sai à noite e a massacrante maioria das mulheres assim estão. O que é isso? Em que esse conceito se baseia? Onde está a autoestima capilar feminina crespa?

Minha crítica é para esse desnorteio, essa falta de criatividade e personlidade tão em evidência. E principalmente por ser aceito e seguido fielmente. Oras, vivemos num país de maioria crespa - negras, mestiças, morenas, que NÃO tem naturalmente cabelos lisos. E isso não quer dizer, em absoluto, que seus fios não sejam bonitos como são.

É bem verdade que é mais fácil cuidar fiso lisos do que ondulados, mas isso não significa que TODAS as mulheres devam recorrer a procedimentos caríssimos para ficarem assim. Cabelos com volume são melhores de fazer penteados, de mudar o visual conforme sua criatividade. E ainda dão um ar mais sensual e selvagem à mulher.

Outra coisa: fico triste quando constato que as mulheres negras aderiram a essa 'filosofia', a esse conceito usado em propagandas de xampu vendendo a promessa de felicidade e satisfação baseadas em fios retos. Poxa, negras não são lisas e podem ousar muito mais, fazendo looks bacanérrimos explorando seus cachos - black, dreads, trancinhas etc. Assim, valorizam sua cultura, toda a sua negritude.

Legal é fazer chapinha ou escova para ficar diferente, para um evento, uma ocasião. Assim como é para quem é lisa natural fazer um baby liss. Mas o que está em voga hoje (e vende) é estar sempre assim. Lamento e fico rindo à tôa quando a mulherada se desepera em dias de chuva.. Já virou até piada!

Para a felicidade das donas de cabeleiras onduladas, a tendência é que a moda traga para as revistas, passarelas e ruas os cachos em breve. Dois penteados que estão com tudo, por suanaturalidade são o messy look (visual bagunçado) e o bed head effect (cabelo de quem acabou de sair da cama), ispirados em surfistas.

Abaixo a ditadura das chapadas! Mulheres, assumam sua beleza natural. Encrespem-se!

Tuesday, 18 August 2009

like a princess



Impressionante como um pouquinho de pasta cor da pele, líquido preto e pó colorido, colocados harmoniosamente e com precisão em nossa face nos deixa mais bonitas e faz transparecer nosso melhor.

Maquiagem não é uma farsa, é um truque. Salienta o que temos de mais belo, enquanto corrige pequenas imperfeições. Em alguns casos, é bem verdade, que transforma as pessoas no que elas não são – mas isso é OUTRO tipo de maquiagem, não estética.

Aliada a um bom penteado, faz de qualquer abóbora uma Cinderela. Não vai fazer milagres, que fique bem claro, mas ajuda (E COMO!) no visual. Mais legal ainda é quando podemos fazer algo diferente, sair do comum. Ousei com um coque.

Hoje incorporei a personagem de Audrey Hepburn, no filme "Bonequinha de Luxo". Quem tornou este sonho possível foi Solluamar Lemos, maquiadora que cuida das apresentadoras dos programas que produzo e dirijo as gravações.

Com alguns grampos e presilhas, fiquei como uma princesa! Bem como eu queria, linda e elegante para uma ocasião especial. O figurino complementou o look. Acertamos em cheio (*Fui muitíssimo elogiada na noite de hoje).

Para quem quiser deixar a gata borralheira de lado e encarar sua face mais encantadora, segue o nome de minha personal beautying: 21 9207-1060 – porque se permitir uma transformação dessas, vale a pena!

Todas nós merecemos uma noite de princesa.

Saturday, 11 July 2009

ar superficial


Fiquei surpresa ao assistir ao filme Hairspray (versão com o John Travolta) e constatar que o roteiro vai muito além de laquê, dança e juventude transviada, alienada dos anos sessenta. A trama me surpreendeu por ser engajada em causas como preconceito e segregação racial. Fiquei louca para ver o musical da Broadway que estreou ontem aqui no Rio. E adorei!

A história mostra vida de Tracy, uma adolescente gordinha, que deseja ser famosa participando de um programa de dança na TV. Surge uma oportunidade e ela vai atrás de seu sonho. Mesmo não correspondendo ao perfil de garotas que entram para o Corny Collins Show, ela é escolhida devido a sua persistência, coragem e talento com o chacoalhar de seus quadris.

A naturalidade como a protagonista se mostra aberta e interessada na integração com os jovens negros, até então limitados a dançarem em um único dia no mês, intitulado ‘O Dia do Negro’, sensibiliza. E irrita a produtora do programa, Velma, mãe de Amber, o exemplo de ‘garota popular’ norte-americana – loira e linda, mas fútil e má. Aliás, Velma é pior ainda.

A ex Miss-Caranguejão faz de tudo para que Tracy saia do programa e não seja concorrente de Amber no concurso Miss Haispray 1962. Ela joga sujo, inclusive, usando como armas sua beleza e sensualidade, crueldade e desrespeito às diferenças. O filme e o musical evidenciam com poucas divergências na adaptação que o amor e o sucesso vão muito além de padrões estéticos e cor de pele.

No final, o bem prevalece e Tracy conquista o público e o coração de Link, o bonitão do programa, antigo affair de Amber. E sua amiga Penny, subverte o comportamento racista da época e dança com Seaweed na televisão pela primeira vez. A única coisa que preferi no Blockbuster foi o fato de Inez ter podido participar da disputa e assim ter dado um resultado diferente às expectativas já preparadas para o óbvio.

Para conhecer mais todos esses personagens e essa história envolvente sugiro que assistam a Hairspray no Oi Casa Grande, no Shopping Leblon, ou em casa, no DVD, enquanto o espetáculo não chega a sua cidade. O elenco brasileiro está dez! - Simone Gutierrez e Jonatas Faro arrasaram em seus papéis. São praticamente duas horas de muita música e coreografias que vão ficar na sua memória por muito tempo.

O laquê é só o pano de fundo para o que realmente importa, o que não é supérfluo, nem superficial. O conteúdo vale muito mais sempre - é o que fica, mesmo depois de lavados os cabelos... (falando em ficar, em homenagem à ruivinha, uma pérola: "Depois que provei o chocolate, não mudo nem a pau!" - excelente). Assistam, é para toda a família. “Oh, Baltimore...”

Friday, 24 April 2009

mocinha


Quem te viu, quem te vê...

Sapato, figurino, acessórios, cabelo, maquiagem - estou que é uma boneca! (nem me reconheço!) Isso é bom. Me sinto mais mulher, mais bonita, mais eu, diferente. Será a maturidade, mais possibilidades? Acho que é amor-próprio.

Já teve épocas em que quando me elogiavam dizendo que eu estava bem, eu logo dizia: "é o amor, amor-próprio!". E era mesmo. E é ainda ele que me faz sentir bem, ver que estou cada vez melhor - envelhecendo e me valorizando como o vinho.

Ainda estou longe da perfeição, se é que ela existe... Mas a cada dia me sinto mais mulher, aliás MULHER - assim, com letras maiúsculas. E um espécime típico desses se maquia, hidrata os cabelos, capricha no figurino e investe em vestidos, salto-alto, usa anéis, brincos, etc. e arranca assobios por onde passa, ou entorta alguns pescoços, e ainda causa furor, interesse, paixões.

Ah, sim... Estou apaixonada por mim! Caprichando. Estou bem 'mocinha'.

Quem me deixa bonita:

Cabelo e Maquiagem
Porto Alegre: Color & Cut (hairstylist Kátia Proença)
Rio de Janeiro: Solluamar Lemos (21 92071060)
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!