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Wednesday, 6 October 2010

tudão


Na verdade, bem que poderia ser ‘A Liga 2’, porque é a soma, a mistura de tudo, o resultado de nossos atos, em conjunto, que, no final das contas, importa. E o que vemos, aqui, pelo menos, e infelizmente, desanima, frustra e não nos deixa muito esperançosos sobre um mundo melhor.

A Liga dessa terça (na Band) abordou, justamente, um assunto que me interessa muito: educação - ou a falta dela, no caso dos brasileiros. O tal do ‘jeitinho’ que damos, ou tentamos dar, que nos envergonha e nos classifica mundo afora como um povo que gosta de levar vantagem em tudo, que mente e não respeita o próximo. Péssimo ver isso explicitamente assim, mas é verdade. E feio.

Cruel tal análise? Não diria. Plantamos isso em cada latinha atirada pelas ruas, em cada bituca de cigarro que os fumantes insistem em jogar no chão, alegando que o lixo não está próximo (a uns dez metros dali... caminhadinha que seria até um bom exercício para eles, sedentários, pensando bem...), a cada carro que passa no sinal vermelho fechado, que estacionada em local proibido, a cada pessoa que não levanta na condução sedendo lugar a um idoso, gestante ou portador de necessidades especiais, em todas as tentativas de burlar a lei, de não pagar pelos erros cometidos etc etc etc.

Lista grande... Tristes flagrantes registrados pela equipe do programa, que tem se destacado na televisão pelo método, boas pautas, audiência e bons resultados - ao maior estilo “Rafinha Bastos” de cobrar mudanças pro futuro (mas, como já assumi anteriormente, que fique claro que eu prefiro o Thaíde, of course). O rapper sempre faz a parte mais roots, mais pesada - como lavar banheiro público, viver em tribo indígena etc. Gosto disso. E, aliás, o programa é mais interressante quando os temas trabalhados são mais sociais.

No caso do banheiro, que me chamou a atenção pela diferença do que vi nos toilettes europeus, é pura falta de educação e higiene mesmo. Boates, quatro da manhã e, mesmo com a casa cheia, e todo mundo bebendo MUITA cerveja, e indo urinar constantemente, não vi um papel sequer no chão de nenhuma das cabines. Fora isso, não havia xixi no chão, nem no assento, nem molhaçada alguma. Incrível. Mais ainda porque não havia ninguém limpando o local de 20 em 20 minutos. E era assim em qualquer outro lugar...

É educação, cultura, preocupação com bem estar, com o próximo, essas coisas. Ninguém lá interrompe o atendimento de um vendedor enquanto ele está com você, por exemplo. Espera-se até ele terminar, ou até ele sinalizar que, agora sim, pode te dar atenção. Fiquei surpresa e, como típica brasileira que sou, fiquei “sobrando” ao tentar falar com eles enquanto estavam ocupados com outra pessoa. Mas aprendi rapidinho, e me acostumei a exercitar a paciência e o respeito ao próximo, que também aguardou por sua vez.

A solução? Vontade de mudar, reconhecer o erro e aprender com ele, e com o acerto daqueles que estão somente 1.500 anos na nossa frente em termos de civilidade, com todos desacertos possíveis no caminho, para então fazer certo (ou o que mais se aproxima do ideal). Para isso, são necessários também aliados, mostrando o que está errado, denunciando, divulgando... mais programas como A Liga são bem vindos, portanto. Adoro!

Thursday, 30 September 2010

a liga


Colar na pessoa errada costuma ser perigoso. Inúmeras parcerias acabam por serem danosas - pelo menos a um dos lados envolvidos. Ruim isso, mas acontece... E, bom é que a gente perceba logo para decidir se vai dar mais uma chance (ao azar - porque é provável que nada mude e melhore nessa relação, infelizmente), ou não, rematando, enfim, tal situação incômoda e prejudicial

O contrário também é possível: de formar, conhecer alguém que some - gente ‘pro’ (no meu caso). É a glória, em meio a chuvas e trovoadas, poder ver feches de luz anunciando a alvorada. Depois da tempestade, a bonança - é o que dizem, e, a mim, parece acontecer. Uniões harmônicas e sadias em prol de um objetivo claro e bom para ambos.
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No amor também é importante (eu diria até FUNDAMENTAL) que a gente se junte a alguém que valha a pena e só adicione - embora divida e multiplique conosco, se é que vocês me entendem... O que aproxima um casal é respeito, no mínimo, e amor - o tal velho e conhecido sentimento bonito, mas, atualmente, tão difícil de compartilhar. Talvez porque a pessoa ao lado não seja a certa.

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Lula e Dilma apóiam Crivella para senador pelo RJ (surreal!). Gabeira, candidato ao Governo do Rio pelo PV, não apóia a também verde Marina para presidência do país, mas o tucano Serra! (bizarro!) E, por fim, Caetano Veloso e Paulo votam em César Maia para senador do RJ (mas nem se fosse para síndico de prédio...!).

Por favor, me belisca porque eu só posso estar sonhando - aliás, tendo um pesadelo!

Em ritmo campanha para as eleições, o que mais me chama a atenção (e aborrece - não vou negar) são as coligações e alianças criadas entre os candidatos, muitas vezes contra seus próprios ideais e ideologias partidárias. Ética parece não existir. É um samba do crioulo doido, como a dança das cadeiras dos partidos a que os políticos se filiam, num troca troca absurdo. Fidelidade, palavra rara!

Ninguém é de ninguém. Promiscuidade pura. Deveria ser proibida essa sacanagem na nossa politica, e pior: exibida pela TV, em horário nobre ainda! Jesus...
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Por fim, comento sobre o programa com o nome que intitula a postagem de hoje, “A Liga“, da Band. Mais humano, bem-humorado e leve que o primo global “Profissão Repórter”, mostra de maneira mais próxima à linguagem do brasileiro algumas facetas de diferentes assuntos como casamento, beleza etc.

Talvez seja o tom menos jornalístico e formal que facilite... Aproxima. Mais que o sarcasmo do Rafinha, eu, particularmente, prefiro a abordagem do amigo Thaíde aos conteúdos propostos. Sua simpatia e simplicidade cativam. Agradam bem mais que a necessidade de aparecer do companheiro.

Fico feliz em ver que há boas alternativas à massificação televisiva imposta pela gigante. Legal ver que outras receitas de se fazer a mesma coisa podem ser igualmente ou até mais apreciadas, satisfatórias.

Wednesday, 8 July 2009

de volta à pilantragem


Fazia nem sei quanto tempo que não jogávamos juntas (diria até que mais de dois anos, com certeza), mas tem coisas que não mudam, não adianta: seremos sempre uma dupla. E das boas! – que o digam os cavalheiros que ficam nos assistindo em poses sugestivas feitas com o intuito de encaçapar bolas usando um taco.

Essa parceria não é de hoje... Se há uma coisa que aprendemos Nanda e eu na faculdade foi jogar sinuca. Inesquecíveis aquelas noite da Famecos! Até totó arranhei por muitas vezes lá no Caap. Saudades também daquelas manhãs de sábado de pouca aula, muita ressaca, jogatina e bergamota. Naquela época, já tiramos famosos da mesa, para infelicidade daqueles que queriam ter o prazer de enfrentar seu ídolo numa partida memorável. Chegamos chegando e não saímos mais dali. Não tem pra ninguém! E ontem não foi diferente.

Tacada a tacada, vencíamos facilmente. Não que os adversários fossem de todo ruins, ou que a sorte estivesse só do nosso lado. O lance é gostar do esporte, concentrar-se, acreditar, jogar firme e com calma. Pode vir homem ou mulher - preferencialmente eles, que são mais páreos para nós e adoram uma disputa mais acirrada. O jogo cria todo um clima... Para quem não sabe, é considerado até o mais sexy de todos.

Imbatíveis, fomos hexa. Fiquei feliz em recordar aquele ‘tempo bom que não volta nunca mais’ (música dele, que veio depois a jogar comigo novamente em São Paulo no Barracuda) e não muito surpresa com o resultado da noite. O lado ruim de se dar bem na pilantragem é o velho clichê “sorte no jogo, azar no amor”. E, assim, acabei sem beijar na boca.
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passatempo

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  • beba mais água
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  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
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  • exerça a tolerância
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  • movimente-se
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  • pense positivamente
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  • peça bis quando é bom
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  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
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  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
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  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!