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Monday, 16 July 2012

social climber passport


I really CAN'T stand (or believe in) someone who doesn't take off his wristband after going to a concert, party... any event! The possibility to keep it tighten (even worn) during the next day, just in order to show being a person of influence, a recent VIP area guest...  doesn't matter: It drives me crazy!

Sorry, but I think it is cheesy. We are not teenagers anymore. Moreover, I don't need to prove anything to anyone.

It's not something attached to my arm that will say who I am, or give me importance... My worth is not there. It's higher. 

Frivolousness - something which I hate of showbizz universe. I had forgotten how it's full of it...

Finally, (in Portuguese) "vão-se os anéis, ficam os dedos" - if you get what I mean...

Friday, 26 November 2010

valores globais


Por que precisamos saber qual a cor do batom da Melina da novela Passione (Please Me - da Mac, campeão de ligações para o CAT da Globo nos últimos meses) enquanto pouco conhecemos a China - país que brevemente vai dominar o mundo? Por que nos abalamos com o caso do Bruno, ex-goleiro do Flamengo, e não nos importamos mais com o fato de a África estar sendo dizimada pela AIDS ?

A resposta está no foco dos nossos meios de comunicação. O que eles querem que saibamos? Justamente o que eles transmitem para a gente, deixando MUITO a desejar em qualidade e conteúdo, beneficiando marcas, produtos, mercados, fazendo tendências, direcionando o consumo, o rumo, o interesse e o comportamento da população.

Infelizmente na TV aberta são poucas as opções. E o que é veiculado, em quase nada atende a uma ampla demanda de conhecimentos gerais necessária - àquilo que REALMENTE importa ser noticiado. Daqui a pouco começa o Big Brother e, aí sim, as manchetes tupiniquins, durante três meses, serão somente os amassos e as intrigas da casa mais vigiada do Brasil. E o bicho pegando aqui fora...

A solução seria um suporte de outros veículos - internet, jornais, revistas especializadas, livros etc. No entanto, a maior arma de todas contra a ignorância é a vontade do povo em saber. Quando a gente quer, buscamos a informação. É lamentável que esse interesse não seja alimentado na escola e em casa. Só aí já vemos a dimensão do probrema, o quanto ele [e maior do que parece. É geral, global e interno. Onipresente, a mídia está mais poderosa do que nunca, acomodando as pessoas, desinformando o mundo.

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 out

Tanta coisa para a televisão mostrar e, ontem, a Globo transmite ao vivo a fuga dos bandidos, evitando assim, sua execução pela polícia. Até onde esse reality da vida real nos ajuda? Atrapalhou, no caso, inclusive.

Aliás, no quesito 'gafe', nada foi mais feio que as caixas deixadas em Ipanema anteontem, numa infeliz ação promocional do Domingão do Faustão - não autorizada pela Prefeitura. Na boa, no mínimo demissão e processo para os responsáveis por alardear pânico ao colocarem caixas vazias em praças em meio a uma guerra civil!

A Globo está por fora. Sem noção do perigo.
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cabeças pensantes

Adoro conversar com meus amigos mais politizados, da História - tête-à-tetê, ou ‘Pé com pé’, porque, assim, a mula ruge consciente, indignada, voltando-se para o que REALMENTE importa. Meus objetivos ficam bem claros, e a certeza de que não quero e não posso mais perder tempo com futilidades.

¡Gracias, Grazi Linda, pelo questionamento, boa prosa e cia siempre!

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longe do lugar-comum

Ainda no tema, a companheira citada acima está produzindo um evento bem no clima... Segunda-feira, dia 29/11, às 9h30, no Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ, no campus da Praia Vermelha, vai acontecer uma palestra com os meninos do programa Não Conta Lá em Casa, exibido pelo Multishow (às quartas-feiras, 22h30).

Na pauta, as viagens dos rapazes a destinos pouco convencionais como Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, mostradas nos programa. A boa: a troca, o debate sobre a proposta diferenciada oferecida, na contramão do que é oferecido hoje pela grande mídia, e a experiência única de terem conhecido pessoalmente esses lugares, sua realidade, e a visão de mundo com que voltam.

Eu sou fã, amiga e suspeita, mas fica o convite de um programa que vale a pena (ambos, na verdade) - oportunidade imperdível, entrada gratuita.

Inspirada... Lugar-comum - o meu, definitivamente, não é aqui.

Thursday, 26 August 2010

out


Concordo com o poeta Vinícius quanto ao que é fundamental, mas minha prioridade é outra! Imagine euzinha no meio de um monte de Barbie girls... Como eu me senti? Deslocada, obviamente. Não pela suprema estética que me falta, mas pela ausência de conteúdo e excesso de futilidade naquelas cabecinhas ocas e enfeitadas (uma coisa compensa a outra nesses casos).

Corações bons, talvez, mas desconfio de quem não sabe discutir o mínimo sobre assuntos atuais - sejam políticos, esportivos, de economia, literatura etc. A maioria dos homens não liga para essa limitação, mas eu detestaria ser igual, qualificada somente por minhas curvas, desejada principalmente para a cama, sendo companhia rasa, efêmera, de preferência calada. Não invejo os olhares masculinos, tampouco seu interesse pelo tipo. Tenho muito mais a acrescentar a esse mundo, argumentos a dar, bastante a ouvir e aprender, compartilhar. Ser modelo de beleza é bacana, mas prefiro servir de referência além físico.

Digo isso, mas nunca fui a baranga do prédio, embora o título da ‘Rainha da Escola’ tenha me faltado (ok, admito já ter sido Brotinho da praia em que veraneava, onde acontece um famoso concurso no Rio Grande do Sul - onde essas competições são comuns, dada a mistura étnica que deu certo por lá). Fico mais orgulhosa por ter me destacado durante anos como a mais inteligente da classe, a melhor jogadora de vôlei - popular de outro jeito, ao meu modo, cheia de boas notas e medalhas.

Sem comparações... Nada contra as beldades. Elas são interessantíssimas, tem público e o seu valor. Merecem ser contempladas, nasceram para isso. Beleza é uma possibilidade, abre portas (e as pernas). Conviveria fácil até, mas Casa Bonita, para mim, just for business, no backstage, botando ordem no galinheiro, coordenando as rolinhas. Infelizmente hoje, nesse meio, o título de jornalista vai na inércia da ocupação "modelo, manequim, apresentadora"... feio isso, pois desqualifica a classe acadêmica.

Tô fora! Meus padrões de perfeição rondam outras vizinhanças.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!