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Monday, 1 July 2013

la beauté n'est pas tout

...mais comme dirait Vinicius de Moraes, qui a écrit 'Garota de Ipanema' (une de plus belles déclarations d'amour déjà faites), entre autres compliments aux dames...

"Les femmes laides, pardonnez-moi, mais la beauté est si fondamentale"

S'il y a quelqu'un que doute qu'au Brésil il y a de belles femmes, voici quelques indices:

- Maria Ieda Vargas (Rio Grande do Sul) et Martha Vasconcellos (Bahia) on rapporté le titre de Miss Univers, en 63 et 69 respectivement;

- La top modèle la plus somptueuse (et riche) au monde est Gisele Bündchen (Rio Grande do Sul);

- Adriana Lima (Bahia), Alessandra Ambrosio (Rio Grande do Sul), Isabeli Fontana (Paraná), Ana Beatriz Barros (Minas Gerais), Fernanda Tavares (Rio Grande do Norte), Caroline Trentini (Rio Grande do Sul), Fernanda Motta (Rio de Janeiro) et Brenda Costa (Rio de Janeiro) figurent parmi les modèles les plus
hot de tous les temps;

 

Bon, si les québécoises sont les plus belles femmes au monde (comme y croient quelques-uns), répondez-moi pour quoi:

1. les deux canadiennes (Karen Diane Baldwin, en 82, et Natalie Glebova, en 2005) qui ont été élues Miss Univers vient de Ontario? (étant que cette dernière est née en Russie, ni même au Canada...);

2. il n'y a que quatre mannequins d'ici connue internationalement? (Alexandra Aubin, qui a débuté à la fin des années 80,
la mignonne Charlotte Le Bon, la rousse Judith Bedard, et Anaïs Pouliot, qui est en lumière maintenant);

3. elles ne figurent pas actuellement sur aucun classement des plus belles (ou sexy) femmes?


Finalement, j'aimerais connaître ou même seulement avoir vu au moins une en personne! Parce que, dans la rue, elles ne sont pas... Il manque quelque chose, peut-être grâce. Par contre, au Brésil, juste dans une visite à la plage de Rio, ou n'importe où à Porto Alegre, c'est assez pour reconnaître toute la beauté brésilienne, sans modestie. On déborde féminité.

Thursday, 18 October 2012

il sogno

(malgrado la realtà)

Però, un giorno, loro si incontrarono per via...

La Casa
Vinicius de Moraes, Sergio Bardotti e Sergio Endrigo 

Era una casa molto carina,
senza soffitto, senza cucina.
Non si poteva entrarci dentro
perché non c'era il pavimento.

Non si poteva andare a letto,
in quella casa non c'era il tetto.
Non si poteva fare pipì
perché non c'era vasino lì.

Ma era bella, bella davvero,
in Via dei Matti, numero zero.


Wednesday, 5 January 2011

grateful


It's time to get in touch with things we always used to dream about (or always used to care about... whatever!) - making reference to the Mutantes in their song Technicolor

What else can I ask or wish for? I'm right now along people who really love me, more than all... and will always be with me, wherever I go, whenever! - even if a long time passes... As much as or more than ever! 

No matter what happens: It's family, true love. "É impossível ser feliz sozinho", like Vinicius, the poet, prophesied (eternalising his verse).

*Mommy, I love you so much. Happy birthday (this is just a little gift for you)!

Sunday, 21 November 2010

all we need is love


Não sou mais tão boba para crer em utopia. Sei que perfeição não existe - nem adianta insistir, tentar acreditar que é possível... O máximo que pode acontecer é a gente achar 'o melhor imperfeito do mundo' para nós - aquele que mais combina, e que, apesar de todas as diferenças existentes, mostra-se disposto a dividir, somar e multiplicar, além de também diminuir a solidão e a tristeza de não se ter um benzinho. Esse é o objetivo.

Amor é tudão. No entanto, não é sinônimo de felicidade, mas como diz Vinicius, “é impossível ser feliz sozinho“. Faz parte. Agora, para valer a pena estar junto, não basta "APENAS" gostar (tem que participar!). No frigir dos ovos, precisa estar (QUASE) tudo bem. As pessoas envolvidas DEVEM estar satisfeitas, alegres... realizadas - afinal: estão AMANDO! Relacionamento é para ser BOM, e para AMBAS as partes. Caso contrário, opa(!) - tem alguma coisa errada...

Mentira, desconfiança, intermináveis brigas, discussões gratuitas, implicância, desavenças contínuas, ciúme doentio, agressões verbais (e num extremo inaceitável: físicas - violência), DETONAM qualquer romance. NÃO pode! É feio, desgasta, afasta os amigos e a família, isola, deprime, envergonha. Tudo isso nos transforma em quem não somos; faz de amantes, monstros. 'O homem da nossa vida' NÃO nos xinga, nem humilha. 'O pai dos nossos filhos' JAMAIS levantaria a mão contra quem ama. O cara que está ao nosso lado tem que nos tratar com todo o zelo possível. Viva o homem-balão, aquele que nos coloca pra cima, levantando nossa moral! É o mínimo.

Estou abordando aqui um tipo de união cuja cola é um sentimento nobre, bonito, que quer o bem, que acolhe, faz sonhar, ter planos, dá tesão e tudo mais de poético possível! Percebe-se o brilho no olhar, o afeto contagiante, o carinho recíproco... Na boa, é para o casal viver em lua-de-mel durante os três primeiros anos, no mínimo(!); depois, vem a maturidade da relação - que resulta em uma segurança e tranquilidade próprias, que determinará seu futuro e vai perdurar para sempre - até no caso de uma separação depois, quem sabe.

Admiração é básico, desde o início. Intimidade e amizade só fortalecem. Mas ok, ninguém disse que casar é fácil, que vai ser tudo um eterno mar de rosas. Viver a dois é um exercício de convivência e tolerância. Quando há uma tentativa, ao menos, é a prova de que com determinação, paciência, cumplicidade, lealdade, respeito, honestidade e dedicação, pode-se ir longe - e em boa companhia! Assim, as crises normais passam rapidamente e tudo se acerta, melhora com o tempo. O limite é ainda rolar um sexo gostoso ao se fazer as pazes. Quando não acontece mais, aí sim, é melhor repensar a situação atual (insustentável).

Apesar de tudo, eu acredito no amor e quero me casar (novamente e) de verdade. E isso pode acontecer até em casas separadas - o que não o classifica como ‘aberto’, pois, sinceramente, não consigo me ver hoje (e nem a longo prazo, confesso) nessa situação. O ideal para ambos é um híbrido de desejos e vontade dos pombinhos. Cada um tem suas “regras“, seu próprio “andar da carruagem”, que só eles (se) entendem, em seu consentimento - felizes na eternidade de sua duração, que pode ser ‘pra sempre’ (por que não?). Nesse mundo de ‘meu Deus’ é claro que existe um certo alguém especial cujos contras são mais leves que os prós, perfeito com seus defeitos apaixonantes, que se encaixa no papel de príncipe-sapo do nosso conto de fadas da vida real - o pé torto pro nosso sapato velho.

Se não der certo, por mais difícil que seja desfazer o vínculo, 'valeu'... próxima estação! Nada de forçar a barra, de achar que a pessoa (errada) é a última bolacha do pacote, que o bagaço da laranja é o que (nos) resta. A fila anda, E PRA FRENTE, mesmo que demore um pouco. Vida que segue em busca de um grande e verdadeiro amor. Cenas dos próximos capítulos em breve.

Thursday, 26 August 2010

out


Concordo com o poeta Vinícius quanto ao que é fundamental, mas minha prioridade é outra! Imagine euzinha no meio de um monte de Barbie girls... Como eu me senti? Deslocada, obviamente. Não pela suprema estética que me falta, mas pela ausência de conteúdo e excesso de futilidade naquelas cabecinhas ocas e enfeitadas (uma coisa compensa a outra nesses casos).

Corações bons, talvez, mas desconfio de quem não sabe discutir o mínimo sobre assuntos atuais - sejam políticos, esportivos, de economia, literatura etc. A maioria dos homens não liga para essa limitação, mas eu detestaria ser igual, qualificada somente por minhas curvas, desejada principalmente para a cama, sendo companhia rasa, efêmera, de preferência calada. Não invejo os olhares masculinos, tampouco seu interesse pelo tipo. Tenho muito mais a acrescentar a esse mundo, argumentos a dar, bastante a ouvir e aprender, compartilhar. Ser modelo de beleza é bacana, mas prefiro servir de referência além físico.

Digo isso, mas nunca fui a baranga do prédio, embora o título da ‘Rainha da Escola’ tenha me faltado (ok, admito já ter sido Brotinho da praia em que veraneava, onde acontece um famoso concurso no Rio Grande do Sul - onde essas competições são comuns, dada a mistura étnica que deu certo por lá). Fico mais orgulhosa por ter me destacado durante anos como a mais inteligente da classe, a melhor jogadora de vôlei - popular de outro jeito, ao meu modo, cheia de boas notas e medalhas.

Sem comparações... Nada contra as beldades. Elas são interessantíssimas, tem público e o seu valor. Merecem ser contempladas, nasceram para isso. Beleza é uma possibilidade, abre portas (e as pernas). Conviveria fácil até, mas Casa Bonita, para mim, just for business, no backstage, botando ordem no galinheiro, coordenando as rolinhas. Infelizmente hoje, nesse meio, o título de jornalista vai na inércia da ocupação "modelo, manequim, apresentadora"... feio isso, pois desqualifica a classe acadêmica.

Tô fora! Meus padrões de perfeição rondam outras vizinhanças.

Friday, 29 January 2010

tudão


Amar é assim. E quando o assunto é esse, confesso que sou uma romântica inveterada, e eclética – tanto na escolha, quanto no modo como esse sentimento pode vir a acontecer, florescer em mim.

Acredito em amores construídos, aos poucos, mas SINCERAMENTE, prefiro os avassaladores. E não falo somente de paixão não, daquela intensidade toda do começo, penso que isso pode se dar por anos a fio.

Não sei se acredito em amor pra vida inteira, mas penso que, independente de quanto tempo um relacionamento durar, ele por si só já é verdadeiro em seus limites, em sua capacidade (ou não) de perdurar. Que seja eterno enquanto dure, né, Vinícius?!

Gosto quando é fácil, quando simplesmente ‘acontece’ e pronto! Tenho algumas boas love stories assim, efêmeras – pois infelizmente acabaram antes do que eu gostaria. Será que casos assim estão fadados a serem rápidos, porém profundos? – pensei nisso agora.

Lembro satisfeita de quando conheci alguém e colou, sem jogos, com vontade. Gosto de recordar que isso é possível, na esperança de um bis qualquer nesse sentido. Adoro amores sem dúvidas, de entrega total logo de cara.

Quando é recíproco, não tem porque não ser assim. Prefiro a efervescência de uma história bem vivida, do que a frustração de ter se tido calma e não se ter aproveitado o outro, a ocasião. Me jogo, mas em paz! - dentro de mim não pode haver conflitos, em meio a esse turbilhão de emoções.

Espero poder em breve sentir que é para valer num primeiro olhar. Sim: acredito em amor à primeira vista. Quero alguém que se doe como eu, que faça planos enquanto juntos - mesmo que nunca se concretizem por falta de oportunidade, ou tempo.

Vou sempre me arrepender das coisas que fiz. Posso dizer que vivo as situações, que me permito. É nesse sentimento que me agarro quando penso no futuro, na concretização de meus sonhos, no desejo do encontro. Que venha repleto: deep and full.

Thursday, 6 August 2009

anti-rosa


Serão necessários 75 anos, de 1945 a 2020, para que o mundo esteja livre das armas nucleares? – essa é a proposta da organização Prefeitos pela Paz, presidida por Tadatoshi Akiba, atualmente à frente de Hiroshima, que há exatos 64 anos foi atingida pela primeira vez na História por uma bomba dessa potência, mortal. E quantas mortes foram necessárias até hoje para que se tenha certeza dos malefícios desses recursos?

Com certeza nem as 80 mil vítimas instantâneas, nem as mais de 188 mil que sucederam devido à radiação, aumentando drasricamente o número total, foram suficientes para que um basta fosse dado sobre o problema. E se formos esperar ainda pelo fim das mais de 235.500 vidas supérstites, que se mantem sob seqüelas incuráveis daquele fim de Guerra (ou seria melhor dizer início de outra - da Guerra Fria?)? Serão mais de meio milhão de almas perdidas numa única tomada de decisão, num apertar de botão.

Chega de culpar o general-brigadeiro Paul Warfield Tibbets Jr., comandante e piloto do bombardeiro B-29 Enola Gay, que lançou a bomba contra a cidade ao sul da Terra do Sol nascente. Esse, embora tenha dito que dormiu sem dor na consciência durante os 62 anos que viveu após ter perpetuado centenas de milhares de destinos com a morte, tem o peso do título de maior executor coletivo até hoje sobre ele.

Criticam e crucificam os governantes do Irã e da Coréia do Norte, por buscarem nesse tipo de armamento, poder de destruição suficiente para amedrontar a maior potência mundial, único país a utilizar tal recurso não uma, mas duas vezes consecutivas, e contra alvos civis. Supõe-se que nem Iossif Vissarionovitch Djugashvili, mais conhecido como Josef Stálin, o bicho-papão do comunismo pós-guerra, sob o regime de Partido Único, cometeu tal atrocidade num ato só.

O tiro saiu pela culatra! Se com os ataques às cidadezinhas japonesas o objetivo era o de intimidar a União Soviética, a missão fracassou. Ao invés disso, o que ocorreu foi a maior corrida armamentista da História, e o conflito entre duas potências como consequência. Mas a Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética nunca aconteceu de fato, por isso seu nome, devido ao temor instaurado por cientistas quanto aos terríveis efeitos que uma guerra nuclear causaria ao planeta.

Hoje, o Japão pede ajuda aos Estados Unidos, seu carrasco no passado, numa tentativa de se fortalecer junto a essa chamada ‘Obamaioria’ – que nada mais é do que uma junta de poderes que conta com a participação de mais de três mil cidades de 134 países, 55 delas latino-americanas. Tais informações estavam no discurso de Akiba, 64º aniversário do lançamento da primeira bomba atômica, diante de milhares de pessoas reunidas hoje no Parque Memorial da Paz de Hiroshima.

É triste tratar de um assunto tão delicado, de uma página tão cruel de nossa História. Sempre quando me lembro desse fato, impossível não vir à mente a canção de Vinícius, cantada pelo Secos e Molhados, Rosa de Hiroshima – nome dado em alusão à grande bola de fogo criada nos céus em função da explosão da bomba:

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada

No final das contas sempre quem sai perdendo em qualquer guerra é a população (civil), inocente, indefesa. Os poderosos sempre se entendem, mesmo em meio aos conflitos. A escolha de Hiroshima e Nagasaki, duas cidades sem instalações militares, obedeceu ao mesmo critério intimidador de matar pessoas que fazem parte da massa. Quanto mais inocentes forem as vítimas, melhor. E assim o mundo ‘ganha’. Que mundo? Mundo de quem? Quem ganha? Ganha o quê?

Não sei MESMO. Eu sou anti-rosa.

Monday, 6 July 2009

portas escancaradas


Já dizia Vinicius: “As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”. O poeta tinha sua razão. Ser bonito, ou assim parecer a alguém, ou ao mundo, é importante. Abre portas.

Não raro se vê por aí gente com mais simetria e harmonia em seus traços faciais ou linhas/curvas do corpo do que conteúdo, por exemplo, ocupando postos profissionais de respeito, disputadíssimos. É sempre mais fácil para quem é belo conseguir o que se quer em tudo, inclusive no amor. A sorte lhe sorri, encantada.

Sou Linda Jones, nunca fui uma “Linda Taylor” (embora ainda possa ser... ironia do destino – parte dois), mas tenho lá minha graça. Admito que meus encantos já me proporcionaram algumas regalias – seja uma carona, uma bebida, uma facilidade qualquer num serviço prestado, uma mão estendida mais prontamente. Mão essa cheia de dedos, diga-se de passagem. Essa boa vontade muitas vezes não é gratuita. A maioria das mulheres sabe o que é isso, entende ao que me refiro.

É evidente que ser uma pessoa agradável aos olhares alheios é bem melhor. Aos imperfeitos esteticamente, infelizmente, resta pular as janelas e pedalar as portas que se fecham ao serem abertas aos outros. Para quem quer vencer nesta vida, é necessário se fazer interessante, mesmo sem todo o glamour (e pode ser que toda a futilidade) de atributos físicos como um corpão violão e um rostinho bonito. Determinação é a chave que não pode falhar em qualquer molho, é o segredo para qualquer fechadura trancada.

Sunday, 14 June 2009

chega de saudade


Ao acordar e me ver novamente em minha realidade um tanto solitária, veio-me uma tristeza alegre típica ‘bossa nova’. Lembrei de ontem, quando assistimos a ‘Tom e Vinicius – o musical’ e foi uma viagem extraordinária àquela época mais ingênua e de beleza própria.

Minha mãe foi adolescente naqueles anos sessenta de descobertas, desafios e maior facilidade para sonhar. As perspectivas eram outras, assim como os medos e anseios de sua geração. Foi um bom presente tê-la remetido ao passado.

Canções que todos conhecemos, que emocionam. Como marcam a gente tais melodias, palavras, sentimentos. Acho que ninguém é feliz se não sabe o que é a tristeza e por isso a cantam com tanta força, todo espírito, desejando maior alegria, mais viver.

E eu, quase uma típica carioca, toda envolvida, hoje, só penso: chega de saudade!

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c'est fini!