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Saturday, 18 February 2012

different strokes for different folks

Everytime I feel their sarcastic smile, criticizing me because my inexperience in walking on ice or snow, I remember of them, wiping-out in waves of the rough Ipanema sea...

I slid, I fall, I laugh, I get up and restart again (nice and slowly). Hilarious!

I'ts all about practice... Everything is new now, but I'm getting used to.

Wait for that. Soon!

Thursday, 6 January 2011

fora da casinha!


Of course I want to write in English as well as in Portughese, but unfortunately my vocabulary is still quite limited. I’ve been trying, straining myself to practice it, to learn more and more... Someday, for sure I’ll do it fluently, almost without doubts or mistakes.

I know that my English, even with errors, is probably better than many brazilians's Portughese, or also such as his own idiom is for an unschooled north american. However, I don’t like to write in a wrong way... Drives me crazy when I disarray my words, and the possibility to post here some unmeaning ideas.

Wednesday, 16 June 2010

sorria que seu filho se alumia


Criança iluminada traz o brilho dos pais. Defendo a teoria oposta também, de que filhos birrentos herdam de seus genitores tal comportamento, ou o tem em resposta à educação recebida. Hereditariedade e disciplina se misturam na formação de um ser que muito tem a ver com aqueles que lhe provieram ou ensinam.

Somos exemplo para os pequenos, servimos de modelo a eles. Então, nada melhor que fazer bonito, ser muito do bem para que cresçam com esse padrão de vida correto, alto-astral. Conheci esse final de semana uma lady, a Camilla. Em poucos minutos com a bebê, já deu para perceber o acerto de sua mãe em conversar com ela, e a tratar desde cedo com liberdade, independência e carinho.

Amo crianças, seu universo ingênuo, verdadeiro e promissor. Espero dar o melhor de mim quando for a hora. E que a outra parte seja boa também para que o reflexo dessa junção beire a imperfeição primorosa que almejo para meus filhotes. Segundo um provérbio budista, oitenta por cento é perfeito – nem mais, nem menos. E nesse clima de troca entre gerações, só poderia dizer, como o profeta, que gentileza gera gentileza. Na prática, é o que acontece.

Parabéns, Alê, pela "pipoca" linda! E aos teus pais, pelas meninas alumiadas que criaram.

Wednesday, 9 June 2010

pouco é muito!


O princípio é básico: consciência. Mas, nesse caso, a máxima (em que acredito) de que 'os homens não são o que dizem, e sim o que fazem', vale MUITO. Então, não basta saber, tem que tomar uma atitude a respeito. É por em prática a teoria MESMO.

Da minha parte, foi desde sempre: não jogando nada no chão, não desperdiçando comida, tentando economizar água e energia etc.. A cada dia tento algo novo, para o bem. Por último (e, hoje, bem sucedida!), veio a completa separação do lixo para reciclagem. Fico feliz em poder participar disso e que em meu prédio a executem de maneira tão séria e respeitosa.

Por que demorei tanto para conseguir implementá-la, como sempre quis? Por resistência. Não dependia de mim enquanto não morava sozinha... E não falo de gente sem instrução, mas pessoas que simplesmente não queriam adquirir um novo gesto em suas vidas, em seu cotidiano: determinar o lixo certo para cada item. É necessária uma reeducação de postura diante à nova realidade mundial. E é inevitável, por mais que demore...

Quando eu era pequena, todos falavam em plantar árvores como o topo do que se podia fazer. Hoje, não consigo ver mais somente nessa boa ação a salvação do planeta –  que está cada vez mais quente, injusto, cruel. Pequenas atitudes isoladas, como mudanças de comportamento para o que é (dito tão careta, mas inegavelmente do bem) ‘politicamente correto’, tem mais impacto hoje quando se pensa globalmente.

Não tenho a menor pretensão de querer convencer grandes empresários a ganharem menos investindo mais no verde (cor tão em moda no presente). Seria pedir demais a mentes capitalistas tão gananciosas. Mas, na verdade, em âmbito bem geral, não consigo entender como criaturas que sabem que prejudicam o meio-ambiente e a população conseguem dormir à noite sem o menor peso na consciência, ou dor no coração – algo assim, bem dramático mesmo.

Agora, tratando do que é mais palpável: infelizes são aqueles cidadãos que não pensam no assunto, que seguem jogando suas bitucas de cigarro pela rua, que misturam vidros, plásticos e alumínio com restos de comida, entre tantos outros “pecados capitais” da atualidade. Lamentavelmente, não reconhecem a grande chance que tem de fazer algo próspero por si e pelos outros. Esses, sim, desapontam-me profundamente.

Podem me taxar de ‘ecochata’ e o caramba. Não me importo! Acho que devo isso a meus filhos, netos – e a todas crianças do mundo. É o mínimo que cabe a mim, tendo esse blog, poder fazer este alerta, deixar esse recado (além de seguir com meus princípios conquistados com muito orgulho). Não é a solução plena, mas já encaro como parte da missão cumprida.

Nesta semana em que se comemora (?) o Meio Ambiente, e quando numa simples conversação com colegas de aula, vejo que pouco ainda se faz pela Terra e humanidade, a mula ruge a respeito.  E finalizo com uma listinha modesta de pequenos grandes ideais:

- separar o lixo (nem que seja somente em dois: seco e “orgânico”/rejeito);
- não jogar lixo no chão (se não achar uma lixeira na rua, guarde seus resíduos consigo até chegar em casa ou no trabalho para então dispensá-lo);
- usar transportes coletivos, bicicletas ou andar mais a pé;
- imprimir somente o necessário e reaproveitar os dois lados de cada folha de papel;
- economizar água potável no banho, ao escovar os dentes etc.;
- substituir produtos descartáveis por retornáveis (ao invés de usar diversos copos e sacos plásticos todos os dias, e jogá-los fora depois, ter um copo de vidro no escritório e uma sacola de tecido para as compras);
- evitar o desperdício de qualquer energia;
- optar por produtos biodegradáveis, alimentos orgânicos etc.;
- investir em novas tecnologias mais benéficas, baratas e acessíveis;
- não ignorar o fato de que pouco é muito (se cada um fizer a sua parte, um bom montante se forma em prol do bem).

Tuesday, 18 May 2010

canela fina


Dizem que homens com tal característica tem o pau grande. Em respeito à teoria da evolução das espécies, acabo eu fazendo minha ‘seleção natural’, preferindo e optando pelos "gambitinhos" - assim, no diminutivo mesmo, mas que sugerem aumentativos (e por que não dizer SUPERLATIVOS?) sexuais.

Podem existir outros marcadores, mas por experiência pessoal e prática, e conhecimento profissional e empírico de causa e efeito, concordo e sigo essa crença popular. Culpa do Darwin.

Wednesday, 17 June 2009

ser ou não ser - eis a questão


Está decidido: a partir de agora não é mais obrigatório o diploma de jornalista para o exercício da profissão. Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal decidiu que qualquer um pode exercer plenamente sua liberdade de expressão e de informação nos veículos de comunicação brasileiros. Qualquer um.

Há quarenta anos a exigência do diploma foi prevista pelo Decreto-Lei 972. Apesar das circunstâncias ditatoriais, é evidente que esse controle permitiu e garantiu a profissionalização e a maior qualificação da atividade jornalística no país. Até então eram seguidas exigências mínimas ‘padrão’ para definição da categoria. Agora, cada veículo poderá estabelecer os critérios de quem contrata.

Vencido, o ministro Marco Aurélio Mello defende que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional, que repercute na vida do cidadão em geral. E o relator da ação, Gilmar Mendes, comparou o ofício do jornalista ao de um chef de cozinha – ou seja ‘todos podem cozinhar, mas só alguns são especialistas de verdade’. Infeliz analogia.

Se um cozinheiro erra a mão num prato, por exemplo, o prejuízo é um. Agora, se um ‘comunicador’ (sendo ou não jornalista) informa errado, o problema é outro, podendo atingir uma esfera pública, política, educacional, histórica etc. Os danos à sociedade são mais complexos. Acho muito perigosa essa tal liberdade e responsabilidade concedida a 'qualquer um'.

Além dos veteranos de exercício, quem já (con)vive e sofre com o despreparo de alguns colegas hoje, terá que trabalhar com novatos sem conteúdo - sem as teorias, a ética, a filosofia e as semióticas antes ensinadas e debatidas na academia. Só a prática, sem o conhecimento, não forma nenhum profissional.

Cada vez mais o poder da informação e sua transmissão estão a Deus dará. Depois reclamam da qualidade do conteúdo da televisão, rádio, jornal, internet... Eis a questão!

PS - O que é o modo de falar desses ministros e de alguns líderes de entidades representativas? Vi alguns depoimentos na TV agora há pouco e fiquei CHOCADA com tamanha pompa no uso das palavras, num sotaque estranho de não-sei-qual-planeta! Alguém viu?
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!