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Friday, 13 May 2011

freak show


Today, Friday the 13th, my subjects aren’t pleasant…

First, gaga Jo:
(someone whose birthday is on the same day of mine)

I’m not sure if, during both my childhood and teen ages, my idea of being an intelligent person used to be other, or if Jo Soares became worse as time goes by. In actual fact, I’m convinced that Jo isn’t a good interviewer.

In the past, I got to think he were, though, but not anymore. I confess I have changed my opinion since the beginning of my journalism course at the university (when it was still OBLIGATED - I’m saying that because as important as necessary it will be always… However it is not a prerequisite to work with information anymore, unfortunately).

The reality is that he does not convince with his disconnected and incoherent questions which don’t give to the audience not even a shallow knowledge about people who are giving him a interview. Sometimes his program finished while we keep without having a good notion about many relevant ideas related. At the same time, he definitely isn’t able to play bongo, especially “alive” (according the jargon of his colleague Fausto Silva that who is capable to, can do it even alive).

By the way, why does nobody tell him that? (his director or anybody else…) Does it happen owing to some kind of respect to old people, dinosaurs of Brazilian television? I think so. Furthermore, considering his high age, no one could dispute that it is a factor set against him. Even using a pre-interview as a support, sometimes he lost the fluidity intended. Unfortunately... Even so, many people have still liked him.


horror reality

Now, an important and appalling issue, which terrify women in the Muslim World: the genital mutilation.

More than extreme Islamic faith, or their tendency to dedicate themselves to the Koran (their soul included), personally, I believe that this is the worst chastisement. 

Cruelly, they cut off the little girls’ clitoris in order to prive them the pleasure. This happens in reason of respecting their future husbands.

I’m definitely against this kind of crime with women. Being only a mere body exclusively for reproduction, without any chance to feel sexual satisfaction is, at least, unfair!

Many health consequences may happen during that extraction, inclusively their death in some cases. Without basic sanitary conditions, infections have been common.

I felt really sick seeing pics of proceedings. I confess it turned my stomach! I moan for those women who suffer terrible pain.

Saturday, 19 December 2009

um grito


Na boa, se alguém que se diz jornalista, mas não sabe o que foi a Escola de Frankfurt, nunca leu um texto sobre Comunicação de Massa e desconhece quem foram personalidades como Claudio Abramo, Roquete Pinto e Assis Chateaubriand, EU é que não sou mais! Abdico desse meu título conquistado à base de uma universidade (se é que se sabe o que isso significa) – seja na graduação, extensão e pós graduação.

Embasados naquela aprovação absurda do TSF de que não precisa mais de diploma para exercer a profissão, muitos “colegas” sem formação, mas que estão na mídia sem nem saber fazendo o quê, além da determinação de serem famosos não interessa como, enchem o peito para se afirmarem profissionais da comunicação. Literalmente é o fim de carreira, da minha, nesse ‘jornalismo’ atual de (des)“iguais”.

É o assassinato do saber. Já havia comentado isso anteriormente, desde que saiu essa lei questionável e reprovada pela maioria dos racionais que consideram o fundamento do conhecimento e todo o seu poder em quem exerce a palavra. Mas agora, sofrendo na pele comparações de equivalência e então uma desqualificação de meu currículo, dou um grito – de independência, alerta, socorro, indignação e raiva.

Eu sou radical. Para mim, mesmo anteriormente, quem não tivesse estudado não poderia nem estar nos veículos por menores que fossem, assinando textinhos em blogs (que seja), falando em rádio ou estampando seus rostinhos como apresentadores de qualquer coisa. Esses sujeitos estão ali transmitindo o que não foi por eles elaborado, apurado, escrito – sobre assuntos que MUITAS VEZES ele não sabe nem do que se trata!

Cruel. Para que isso? Só porque ele tem um rostinho bonito? (e às vezes nem é) Ou uma voz aveludada? Não precisa, né?! Garanto que no mercado, saindo frescos da academia, ou já macacos velhos, formados e com anos de redação ou estúdio, diversos profissionais possuem os requisitos necessários e podem ocupar esses lugares. E com uma vantagem: com consciência, razão e conhecimento - isso, ninguem nos tira.

Ok, mas vão me argumentar falando da EXPERIÊNCIA desses aspirantes nonsense. Algumas estão no ar há tempos, inegável. Reitero minha posição a respeito ao passo que comprovadamente essas criaturas não sabem nem o que é um lead. Bom, isso é básico e se nem isso eles sabem, como trabalhar qualquer pauta, editoria ou fait divers que seja? Pois é, tem gente que mesmo com anos de TV AINDA não sabe o essencial.

Digo isso por vivência. Se alguém que trabalha o equivalente (e até mais) a uma faculdade e não aproveitou essa bagagem para saber o que fazer como JORNALISTA, não sei sinceramente o que está fazendo ali. Não dá para a coisa, enfim, é o que concluo. Só com aulas, disposição e orientação mudaria. Estudando. Mas quem nasceu pra tico-tico nunca chega a sabiá. E quanto a isso, não adianta nem gritar, no caso.

Quem aprovou tal determinação esse ano certamente não tinha noção das conseqüências desse ato, ou sim - e FODA-SE. Afinal, para que pessoas inteligente falando ao povo? Quanto mais nulidades transmitindo o óbvio ou o nada, melhor. É o que eles querem. É inegável. Protesto feito, sigo descontente, com um diploma e mais de oito anos entre livros e polígrafos, seminários e monografias, estúdios e redações, jogados no lixo em função dessa realidade injusta, insensata.
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Para ilustrar esse post utilizei-me de uma paródia (se é que isso é possível com obras de arte... Desculpem-me, posso estar cometendo aqui uma aliteração braba, mas essa foi a melhor definição que encontrei agora para descrever essa ilustração) do quadro de Edward Munch, O Grito.

Uni o útil ao agradável, pois já queria escrever desde o dia 17 agora sobre Os Simpsons, esses simpáticos e avessos personagens (norte)americanos. Eles conquistaram o mundo com seu anti-heroísmo e sarcasmo sobre essa sociedade capitalista. E isso já explica tudo.

Essa semana eles completaram 20 anos. E seguem dando o que falar, com frescor. Parabéns ao seu criador, o desenhista Matt Groening, por esta idéia maravilhosa (e controversa) de dar vida a essa família que reflete os efeitos dessa realidade ensandecida que vivemos por tabela.

Sucesso - eles estão por toda a parte, são e fazem arte! São perfeitos na sua imparidade. Adoro. A
mo a Lisa (e a chupeta da Maggie).

Wednesday, 17 June 2009

ser ou não ser - eis a questão


Está decidido: a partir de agora não é mais obrigatório o diploma de jornalista para o exercício da profissão. Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal decidiu que qualquer um pode exercer plenamente sua liberdade de expressão e de informação nos veículos de comunicação brasileiros. Qualquer um.

Há quarenta anos a exigência do diploma foi prevista pelo Decreto-Lei 972. Apesar das circunstâncias ditatoriais, é evidente que esse controle permitiu e garantiu a profissionalização e a maior qualificação da atividade jornalística no país. Até então eram seguidas exigências mínimas ‘padrão’ para definição da categoria. Agora, cada veículo poderá estabelecer os critérios de quem contrata.

Vencido, o ministro Marco Aurélio Mello defende que o jornalista deve ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional, que repercute na vida do cidadão em geral. E o relator da ação, Gilmar Mendes, comparou o ofício do jornalista ao de um chef de cozinha – ou seja ‘todos podem cozinhar, mas só alguns são especialistas de verdade’. Infeliz analogia.

Se um cozinheiro erra a mão num prato, por exemplo, o prejuízo é um. Agora, se um ‘comunicador’ (sendo ou não jornalista) informa errado, o problema é outro, podendo atingir uma esfera pública, política, educacional, histórica etc. Os danos à sociedade são mais complexos. Acho muito perigosa essa tal liberdade e responsabilidade concedida a 'qualquer um'.

Além dos veteranos de exercício, quem já (con)vive e sofre com o despreparo de alguns colegas hoje, terá que trabalhar com novatos sem conteúdo - sem as teorias, a ética, a filosofia e as semióticas antes ensinadas e debatidas na academia. Só a prática, sem o conhecimento, não forma nenhum profissional.

Cada vez mais o poder da informação e sua transmissão estão a Deus dará. Depois reclamam da qualidade do conteúdo da televisão, rádio, jornal, internet... Eis a questão!

PS - O que é o modo de falar desses ministros e de alguns líderes de entidades representativas? Vi alguns depoimentos na TV agora há pouco e fiquei CHOCADA com tamanha pompa no uso das palavras, num sotaque estranho de não-sei-qual-planeta! Alguém viu?
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passatempo

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  • pense positivamente
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  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
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  • renove-se
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  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!