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Wednesday, 12 September 2012

we are not alone

Separatism issue is trendier than ever.

The "Catalunya nou estat d'Europa" manifestation, yesterday, in Barcelona, proved that the Catalan nationalism is strongly alive in their minds, hearts and wishes. The current crisis in Europe, affecting directly Spain and other countries, increased their intentions of a political autonomy or full independence of Catalonia.

One and a half million people were on the streets protesting, according policy report. This is something! Pictures are weighty.

The solution? We'll see...

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There are other things happening in the world beyond 11th September attacks in USA news... It's important to know, to decentralize information and worldwide attention. 

Please! - after all, eleven years have passed since then...  

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Au Québec, cette tendance (souverainiste) est aussi forte... Puis, le Parti Québécois est maintenant, de nouveau, au pouvoir, en rapportant cet ancien (mais pas oublié, pantoute!) dessein de indépendance.
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In Rio Grande do Sul, we had a(n unsuccessful) revolution against the Empire: Guerra dos Farrapos. 

Despite losses (and the idiom in common), both Gaucho identity and separatism ideas resists until now.  
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More at:

- Decenas de miles de personas se manifiestan por el centro de Barcelona en apoyo del Estatuto catalán 
-  Nacionalismo catalán: éxito de la manifestación independentista en Barcelona 
- Multitud lanza impulso independentista en Barcelona
- Amaiur defiende que los ciudadanos catalanes puedan decidir sobre la independencia
- La opinión de la prensa española sobre la Diada

Monday, 2 August 2010

(m)ismos


Os anos passaram e o “perigo” continua... Antes chamavam de comunismo; hoje, o bicho-papão tem outro nome: terrorismo. Esse pânico, criado e cultivado desde (e principalmente depois d)os ataques de 11 de setembro, nos Estados Unidos, alimenta a cultura bélica e armamentista yankee, fortalecida com as duas grandes guerras, e amadurecida com a Guerra Fria, todas ocorridas no século passado.

Os fins maquiavélicos capitalistas-imperialistas norte-americanos são justificados pelos meios duvidosos aplicados em busca de seus objetivos. Coloco o dedo na ferida aqui, mas também não concordo com o histórico cruel e sangrento de chineses e soviéticos para obtenção de poder no bloco socialista. Foram esses últimos, inclusive, que começaram a era de “terror” no Afeganistão, em 1979, invadindo o país, dando fim à onda pacifista da Hippie Trail, que por lá passava no auge dos anos 60 e 70.

Tais assuntos foram primorosamente abordados no programas que mais gosto atualmente em nossa televisão – “Sem Fronteiras” da Globonews e “Não Conta Lá em Casa” do Multishow, respectivamente, em suas sondagens: terrorismo e Afeganistão. O fato é que desculpas infundadas (como a de segurança) tem sido utilizadas para mascarar reais interesses de supremacia econômica e política, passando por cima de pessoas e meio ambiente, governos e direitos civis. Indeed, they really don’t care.

Acredito que é difícil vencer sem algumas atitudes extremistas. Por vezes, é necessário o tal do iron fist (ou seria ‘fist fucking our ass’?) para conseguir chegar aonde se quer. Alguém sempre vai sair prejudicado nessa triste constatação. Ser ponderado, entretanto, é uma conduta que deveria se trabalhar mais e melhor, a longo prazo – já que, nos imediatismos administrativos e diplomáticos, na maioria das vezes, é inviável "perda de tempo" com negociações e maior tolerância.
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sem escolha

No ensejo, exponho que, apesar de me agradar o fenótipo, depois que soube pelo Fantástico das repetidas ocorrências de casos aqui no Brasil de pais libaneses que sequestram seus filhos, levando-os para o país de origem, longe das mães, passo a ver esses homens com outros olhos. Preocupante. A questão da diferença cultural, já conhecida por mim, agora me assusta mais do que nunca.

Lamento o oriente ser um local tão perigoso para as mulheres, uma vez que outros tantos fatores e valores oriundos de lá me fascinam. Jamais poderia, por exemplo, fazer um reality como o de viagens incomuns, citado acima (que adoro!), porque alguém do sexo feminino, mesmo uma profissional, não tem a mesma liberdade que um homem para transitar livremente nos destinos visitados pelo grupo de amigos.

Contraponho-me ao machismo e à submissão a que as cidadãs (será que posso chamá-las assim, considerando a situação em que vivem?) são submetidas em territórios islâmicos. Seria o profeta Maomé tão injusto, ferrenho e radical com elas? – afinal, relacionou-se e casou com várias (não se conhece o número exato; mais de dez com certeza!), teve filhas... presenciou então um universo feminino amplo, embora pouco tenha convivido com sua mãe, que faleceu quando ainda era criança.

Não questiono aqui nem a poligamia, que seria um problema, alvo de críticas por várias pessoas. Não vejo nisso uma desvalorização nossa, dada a realidade dessas esposas em tradições cujo melhor destino é este, quase sempre o único a ser traçado. Também não me oponho se pudéssemos, nós, ter vários maridos nessa "liberalidade" quanto aos votos matrimoniais para os padrões cristãos a que estamos acostumados. O que me chama a atenção é o posicionamento da mulher como ser humano – o que não acontece por lá na nossa visão ocidental.

Também já fomos tratadas com inferioridade aqui mesmo nos primórdios, na civilização greco-romana. Até pouco tempo, aliás, não votávamos, sofríamos violências e preconceito, mas esse comportamento mudou nas últimas décadas e, hoje, é inadmissível para nós algo como o uso da burca, por exemplo. Não poder falar, estudar, trabalhar... a falta dessa civilidade é recriminada por todo o resto do mundo não-muçulmano, assim como a mutilação dos órgãos genitais de meninas realizada por tribos da África – uma barbaridade! (outro motivo para a mula rugir... aguardem)

Ser mulher é um desafio que muitos homens jamais compreenderão. Atualmente, grande parte  deles infelizmente ainda não nos vê como deveriam. A pretensão não é ser igual, pois jamais o seremos (porque somos biologicamente diferentes), mas termos liberdade (de escolha), condições e oportunidades, além de os mesmos direitos e deveres, cada um (com sua natureza) contribuindo do seu jeito para um mundo melhor. Básico, sem extravagâncias.

Monday, 26 July 2010

socorro!


Sensibilizaram-me as chamadas da Globonews para a questão do medo oriundo do terrorismo oficialmente instaurado em âmbito mundial pelos atentados de 11 de setembro. Uma mostra a cifra dos mais de um trilhão de dólares gastos, desde então, com questões ligadas a esse sentimento, e a conclusão: custa caro.

Em todos os patamares, diria. Seja aos governos e seus investimentos armamentistas, ou aos pacatos cidadãos com grades, portões, cachorros, câmeras em condomínios... gasta-se MUITO para se proteger. Os motivos variam de questões políticas, religiosas, ou a tão próxima violência urbana que aflige a maioria da população que vive nas grandes cidades.

E é justamente nesses lugares que tudo isso se junta e resulta em incidentes como o da morte injusta de Jean Charles – brasileiro brutalmente assassinado há cinco anos no metro londrino, confundido com um terrorista muçulmano. O cerco fechou, e cor de pele, crenças etc. viraram desculpas para o erro.

Num desses excelentes programas que o canal de notícias tem apresentado, vi o depoimento de um figurão das políticas internacionais dizendo que o desespero de algumas nações, alarmadas nos dias atuais, não pode justificar atos como o ocorrido. As pessoas não devem se acostumar com preconceito, precipitações e impunidade em casos de falha.

Nenhum membro da (antes) tão respeitada Scotland Yard foi punido pela morte do eletricista mineiro. Assumiram ter se tratado de um equívoco, mas não penalizaram nem quem puxou o gatilho, disparando sete tiros na cabeça do jovem, nem quem estava no comando da mal sucedida operação e autorizou sua execução. Lamentável.

A família foi indenizada, mas outros casos de abuso de poder e uso de força contra inocentes já foram registrados – tudo em nome do medo. Aqui no Brasil, peca-se por motivos semelhantes, aliados a um despreparo de nossa polícia, que, além disso, ainda é corrupta! Sinceramente, não sei de quem tenho mais medo hoje em dia: de polícia ou ladrão. Difícil dizer...

Do que mais temos medo? Desemprego, solidão, morte... muitos são os motivos para nos preocuparmos. Os bichos-papão dos adultos estão tão vivos, e, infelizmente, a vida real não é a “belezura” das novelas de Manoel Carlos. Fico meio frustrada ao ver tudo isso, mas, ao mesmo tempo, não posso reclamar tanto porque aqui não vivemos em guerras, e o povo consegue se divertir com pouco, driblando as dificuldades como pode, com nosso ‘jeitinho brasileiro’.

A mim, o que mais apavora é a falta de perspectivas. Assusta-me (e MUITO) não saber se tudo vai dar certo, mesmo que haja empenho para tanto, simplesmente por não haver oportunidades, poucos terem chance. Desestimula qualquer um o amanhã nada próspero. A ocasião faz o ladrão, e tem muita gente enlouquecida, utilizando-se de quase nada para matar, roubar, ser do mal. Por vezes, parece que é mais fácil se entregar.

Difícil apontar para uma solução em meio ao caos. Mas torço por nós, por nossa segurança e bem-estar, sem pânico.

Thursday, 17 September 2009

homem em queda


Na verdade (e infelizmente), caiu já - no meu conceito, na real, na malha fina, no esquecimento... Não Jonathan Briley (e as 200 outras pessoas que, sem saída, optaram pela "liberdade" de vôos imortalizados em imagens que circularam o mundo, mostrando a contragosto seus saltos aflitos para a morte), mas o 'meu'. È morto, e sofro as consequências até hoje. Gostaria somente de saber o quanto o feri nessa história e se é por isso que parece querer me machucar ainda hoje. Assim, restaram só as lembranças ruins em mim.

Em tempos de 11 de setembro (ok, com uma semana de atraso, mas tá valendo!), tudo a ver: ano passado, por essa época, assisti a um doc de 2003 sobre a matéria escrita pelo jornalista Tom Junot para a Esquire, ilustrada por essa fotografia de Richard Drew, da Associated Press, clicada exatamente às 09:41:15 daquela manhã surpreendente, inesquecível e trágica. Até então desconhecia o 'The Falling Man' e sua história que a narrativa de Junot tantava traçar. O homem, ali silencioso em seu mergulho no vazio, gritou ao mundo o sentimento de uma nação. Se possível, vale a pena conferir!

Anos depois, em 2007, Don DeLillo nas 264 páginas de "Homem em Queda” (Companhia das Letras) retrata os efeitos do incidente, a ferida aberta, sentida na pele pelos norte-americanos, que finalmente sofreram uma reação contra o seu comportamento dominador e hegemônico. Evidentemente, o resultado frente a isso foi negativo e eles tiveram suas rotinas alteradas com a instauração de uma nova onda de angústia, incertezas e paranóia quanto a tudo o que é islâmico, visando a possibilidade de novos ataques.

Engraçado como tanta coisa pode mudar em apenas alguns minutos... em um ano então, nossa! - quiçá oito, quando os atentados às torres gêmeas do World Trade Center fizeram cerca de três mil vítimas em Nova York. Hoje, não se morre mais de amores. O Romantismo teve seu fim aqui no Brasil em 1881 com o Realismo machadiano e desde então faz-se vistas grossas aos "fracos", àqueles que se entregam a esse sentimento leviano. Mas foram 45 longos anos de subjetivismo, sentimentalismo, nacionalismo, ufanismo e outros 'ismos' que caracterizaram o estilo e a fase que acarretou o suicídio de muitos jovens. Caído isso, mas real.

Em outro contexto, pode-se dizer que o tempo de queda livre de um objeto/pessoa a uma altura de 411.48m (equivlente a dos edifícios) é de 9.16 segundos, considerando a gravidade = 9.81m/s2. O homem em queda da foto, e não o em questão, levou, portanto, cerca de dez segundos para alcançar o chão saltando do alto de um daqueles prédios - no caso, o da torre norte. Eu, como a última das românticas pergunto: e no meu caso, quanto tempo pode durar uma queda por mim? - ou um 'penhasco', como lá atrás já classificaram certa atração. E eu, até quando fico 'caidinha' por alguém?

Independente, meu 'homem em queda no momento' (no ano passado) deu uma de peixe suicída: AAAAAAAAAAAAA TUM! Morreu. Não existe mais, pois já não é o mesmo de antes. Junto com ele, foi enterrada uma das melhores experiências sexuais que já tive. Surpreendente isso. Por vezes sinto saudades de como foi essa história, como era antes da queda. Quando a 'baixa' no mercado (vertiginosa, de uns tempos pra cá) permitir, surgirá outro disposto a arriscar tão intenso salto. Mas agora quero um que tome Red Bull, para sobreviver às fortes emoções que proporciono, voando alto - como tem que ser.
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  • tenha calma
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  • use camisinha
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  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!