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Wednesday, 18 May 2011

informal winter


Finally the cold has came. It’s pretty freezing here, for Rio’s patterns. As it is said, “E o inverno no Leblon é quase glacial(in English, something as “and the winter in Leblon is nearly glacial”)... almost that, once Cariocas get to use even gloves! - believe it or not.

Actually, even with all exaggerations typically carioca, ‘winter’ is an informal truth. Not quite one, though, considering the “low” temperature  (of pleasant 15° C!).

Take it easy, it’s (still) autumn! - and there are many both delicious and interesting things to enjoy during this soft season.

Saturday, 21 August 2010

o bagaço da laranja


O motivo é nobre, grandioso e sedutor.

Estar exausta em função das atividades do dia-a-dia é normal, mas anima quando valorizamos e gostamos do que fazemos. Em alguns casos, como o meu, melhor ainda se levamos trabalho pra casa.

Salvem as olheiras bem conquistadas por noites de sono mal, pouco ou nada dormidas. Às vezes, o cansaço compensa! Satisfeita fico eu de ser workaholic nessas horas.

Thursday, 8 July 2010

demais


"Nossos destinos foram traçados na maternidade"? – Pode até parecer ser coincidência, mas o fato é que, por vezes, há forças que explicam as coisas acontecerem como tal. Existem elos que vão além-mundo, que não se desfazem nunca. Eu acredito nisso.

Não me surpreendeu Ezequiel Neves ter morrido ontem, JUSTAMENTE no mesmo dia que, há exatos 20 anos, Cazuza se foi. Era muito carinho, admiração, zelo, parceria entre os dois... E foi assim até o fim (literalmente!). Transcendeu essas suas vidas sem limites.

Os anos de ouro do showbizz brasileiro passaram, e Zeca sobreviveu – até os 74, um senhor guerreiro. Alguns acreditam que “seguraram” seu óbito para vender pautas espetacularizadas sobre a data marcante, outros já esperavam esse gran finale para uma história de exageros.

Talvez muitos não entendam tamanha afinidade, ligação e “porralouquice”, pois, hoje, os tempos hoje são outros: mais light, menos junkie e quem sabe até poéticos, rebeldes. Seja como for, acabou ontem, mas não só isso, IMORTALIZOU mentor e pupilo – mesmo que tenha sido esse um amor inventado, como musicaram juntos adorar.

Friday, 21 May 2010

barreira protetora


Quando eu era criança a gente podia brincar na rua, ir sozinho para o colégio – ou, no máximo, com os irmãos e/ou amigos. Tudo bem que era um tempo diferente, menos perigoso que hoje, mas até que ponto é puro exagero dos pais da atualidade (que eram os filhos de ontem), numa desacertada tentativa de superproteger os pequenos (de agora) da realidade em que eles próprios viveram antes, anos atrás?

A pergunta vai mais além, numa perspectiva de futuro mesmo. Não estariam os pais (mega) corujas deixando de criar as crianças para o mundo, permanecendo elas por mais tempo debaixo das asas de suas mães? Não sei se fui muito solta e independente no passado, mas estranho e critico tamanho amparo e inocência infantil num momento que era para ser mais sagaz; eles, mais safos.

Espero educar eu os meus, quando os tiver, de uma maneira que cresçam preparados para lidar com esse universo cruel que os espera pela frente, num futuro duvidoso. Penso muito a respeito, em como farei para dar vida a adultos espertos, estudiosos e batalhadores, e não a bobalhões preguiçosos que dependam de mim para sempre, vivendo às minhas custas! Por algum tempo, ok (e terei MUITO prazer em sustentá-los, provê-los - como qualquer mãe normal faz), mas depois, até por uma questão de sobrevivência, eles DEVEM andar com suas próprias pernas.

Acho horrível barbados que não sabem fritar um ovo, ou que roupa colorida junto à branca na máquina vai manchá-las. Não lavar as próprias cuecas, socorro! Mais: mimados que não sabem se virar sozinhos, que perdem seus pertences, e simplesmente não ligam, tampouco tentam recuperá-los, pois não ignoram o preço das coisas, quanto custam. Mas o pior são as mães que vão lá e repõe tudo sem dar bronca, que não os educam, só confortam.

Será essa carência, essa deficiência proveniente de certa culpa e compensação pelo o que passamos nós nos anos 80, quando as vacas eram mais magras e a economia nada colaborativa, tudo era mais sofrido de se conseguir? A mim, parece que damos o devido valor a tudo pela dificuldade dos tempos de criança, mas não estamos sabendo transmitir isso aos herdeiros em tempos de brinquedos fartos pagos a prestações.

Possibilidades à parte, o trabalho de formação é árduo. Peca-se pelo amor, pelo excesso e pela falta de noção e de bom senso. Para uma real evolução da espécie, educar da melhor forma é para fora, sem barreiras protetoras que atrapalhem a construção de um cidadão consciente – no caso, a barra da saia das mães.

Friday, 26 February 2010

too much

Minha astróloga me disse para ficar longe de fumaça, mas como? Minhas melhores amigas fumam, vou a coffee shops e Amsterdam é uma cidade de fumantes – seja nas ruas ou em bares TODO mundo fuma o que for... A solução seria ficar sozinha, em casa? Nããããão!

Estou ciente dos malefícios da combinação de fumaça e lugares fechados. Tento evitar, claro, mas é impossível "simplesmente" dar um fim no problema. Vejo de pior forma o cigarro, porque nem onda dá, e esse sim faz mal à saúde, blábláblá (todos sabem, nem preciso dizer mais nada).

E antes era BEM pior... convenhamos. Quem nunca voltou pra casa de uma boate e sentiu no travesseiro, no dia seguinte, o cheiro de cinzeiro da balada? (nas roupas e cabelo também... nossa!) Agora está melhor a situação. Em quase todo o Brasil, é proibido fumar em ambientes sem circulação de ar, e as pessoas são obrigadas a sair para poder fumar etc.

Mas e aqui? Socorro!

*Engraçado que, nessa onda de exagero, são MUITOS os que ficam, aqui, parados, babando, depois de fumar mais do que deviam (ou pior: os amadores que tem teto preto e vomitam por abusar das permissões, de seus direitos). Até a última ponta...

Saturday, 18 April 2009

cinderela

O que leva uma mulher a comprar onze pares de sapato de uma só vez? - oportunidade, necessidade, consumismo, fetiche? Como e por que os calçados se tornaram 'objetos de desejo feminino'? Qual o poder que esse acessório tem em transformar nossa auto-estima?

Somos loucas? Talvez. Sem críticas, nosso foco só é diferente do time do coração, do carro do ano, da cervejada com os amigos. Também temos nossas fraquezas, e uma delas é os benditos sapatos. Bolsas também são uma tentação! Mas ficam um pouquinho atrás em nossa preferência prioridade.

Salto-alto, bota, escarpam, rasteirinha, salto-agulha, plataforma, anabela... são tantos os nomes que nos tiram do sério. Quanto tempo gastamos numa brincadeira dessas entre olhar vitrinas, experimentar, conferir no espelho, caminhar, tirar, provar outro... ? Horas. Uma tarde. Um dia se deixar.

A maior prova de amor? Os parceiros que esperam por nós nesse momento. Alguns ficam impacientes, mal-humorados, outros dormem, roncam enquanto aguardam. Pode ser uma situação chata para eles (concordo - o ideal, inclusive, é que eles não nos acompanhem. Para isso existem as amigas, mãe, irmã...), mas o resultado é positivo. Eu garanto.

Além de saírem da loja com uma mulher feliz e realizada depois de uma compra dessas, eles vão ter a possibilidade de apreciar pés lindos em ocasiões especiais. Porque não há como negar que um belo sapato deixa uma mulher ainda mais maravilhosa, segura, irresistível.

Somos todas cinderelas. Para algumas, só falta o príncipe.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!