Portuguese French Spain Italian Dutch Chinese Simplified Arabic Russian
Showing posts with label Irã. Show all posts
Showing posts with label Irã. Show all posts

Tuesday, 8 February 2011

mona


(and ‘Lisa’ - with Portuguese meaning).

A courageous and beautiful Iranian - my “dutch” muse.

I confess I was admired at first glance. I enjoyed to know her chiefly in reason of she was not used to wear the hijab. Anything else would be unsuccessfully as so to attract me.

Her long and black hair expressed and reflected as weel all her femininity. Seeing that, I wondered myself about which motives were involved, not hidden under their kerchief anymore.


not disguised

Since I’m a leftist, I’ve been contrary of any social imposition form. Any kind of oppressiveness upsets me. With ‘gender’ it won't be different... even in another culture.

My first question to her when I knew where she was born was not about women's situation there: Did you are there during the manifestations against Ahmadinejad last year? Yes, she was in Tehran.

Not satisfied, a second: It was exactly as they have shown on television? Worse - she said, telling me more about how cruel it was. Then, we became friends.

Probably, nobody there was curious (as me) to get to know more about that.

Sunday, 27 June 2010

poses para a imortalidade


World Press Photo 2010

A exemplo do ano passado, já sabia que iria me emocionar por entre aquelas imagens impactantes que via em minha frente. Interessante, porém, é o fato de a excentricidade chamar mais a minha atenção do que as clássicas fotos relatando conflitos políticos, por exemplo.

Não desmereço EM ABSOLUTO este apreciável trabalho, mas me atenho a sair do senso comum, daquilo que por mais que não se veja, imagina-se. Eu, pelo menos, tenho consciência do sofrimento de mães de “veteranos” de guerra, inválidos com 20 anos, ou protestos de um povo oprimido contra seus governos... por mais que elas “somente” ilustrem o que ouvimos falar, ou, ainda assim, choquem, mostrem o que nem poderíamos supor dessas realidades.

Diante dessas fotos, nesta exposição maravilhosa, prefiro conhecer o que não sei, aquilo que nunca vi, ao que pela primeira vez estou sendo apresentada. Na edição anterior foi assim. Intrigou-me a sequência de retratos feita pelo italiano Carlo Gianferro de famílias romenas ostentando cômodos cenográficos em suas casas – povo esse que há pouco tempo era comunista, e descende de ciganos nômades. Duas contradições a essa tradição impensada até então!

Esse ano sigo na mesma linha do surreal relacionada a status (e de minha predileção pelo olhar italiano, não posso negar). A bola da vez foi Francesco Giusti com suas capturas sobre um costume e lazer do povo no Congo, a Société des Ambianceurs et des Personnes Élégantes – SAPE. Acreditem: num país que vive em meio à miséria, existe um grupo de pessoas que gasta o que (NÃO) pode para se vestir bem e viver (literalmente) uma fantasia, inspirado nos antepassados de sua aristocracia que voltaram de Paris nos anos 20 e 30.

Ainda nesse clima de ilusão, mas numa perspectiva mais ‘nobre’, para desafiar percepções e preconceitos, dois artistas denominados Güler Lacht, propõem a pessoas que elas se vistam com roupas do Oriente Médio e assim sejam fotografadas em diferentes contextos. Essa interação ou performance (chame como quiser), que escolhi para ilustrar o post por sua boa intenção, aconteceu num evento artístico na cidade de Stedum, no norte da Holanda, e foi registrada pelo jovem Kees van de Veen.

Engraçado isso de esses instantes imortalizados mexerem tanto com o nosso imaginário. Sempre quando alguém vai nos clicar, logo arrumamos o cabelo, olhamos no espelho, passamos batom, preocupamo-nos em quão bem ficaremos naquela representação do momento. Nesses dois casos citados, que a mim me marcaram, essa característica está aliada ao fotojornalismo em si. É a vaidade misturada à informação, interesse e social, público e privado. Muitas vezes essa sutileza é mais difícil de ver em meio ao que é notícia escancarada, ao trivial - e por isso, faz-se louvável.

* Achei válida a menção honrosa que a organização fez ao vídeo veiculado na internet da jovem Neda, que foi baleada e morreu vítima da repressão às manifestações contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad, em junho do ano passado, no Irã. É o reconhecimento e a aliança dos novos meios, que juntos (in)formam.

Para conferir as fotos vencedoras, publicadas na imprensa ao redor do mundo, é só ir no site da
World Press Photo.

Tuesday, 22 June 2010

banho de água fria


Queria ter visto a cara do ditador Kim Jong-Il, não só por ele ter assistido ao vivo o jogo realizado ontem em que a Coreia do Norte perdeu para Portugal, mas por ter deixado todo seu povo ver tais imagens.  A confiança excessiva depois do gol contra o Brasil em sua estreia no campeonato o traiu.

Foi uma "mal-sucedida" exceção, pois a população de lá só teria acesso com atraso de um dia ao que o chefe de estado mais totalitário da atualidade libera  para eles depois de analisar o conteúdo - inclusive os lances da Copa do Mundo. Isso SE ele permitir, claro! A censura de seu regime socialista é MUITO forte, mas o bloqueio foi furado desta vez - literalmente.

Os motivos de veto são qualquer manifestação de oposição ao atual governo, ou razões de humilhação à nação. Esta última seria sua maior preocupação e/ou principal desculpa para impedir a veiculação da partida se pudesse antever o resultado, já que os lusitanos ganharam numa goleada histórica de sete a zero contra eles. Ah, se arrependimento matasse...

E para completar o "baile", sua vizinha, meio-irmã e rival Coreia do Sul se classificou hoje para as oitavas de final. Esse vexame futebolístico foi um banho de água fria no otimismo dos norte-coreanos, obrigados e convencidos a SEMPRE defender a “supremacia”(?) de seu pequeno e notável país.

______________________________________________________________________

*Se de um lado falta informação e liberdade, do outro sobra:

Só resta agora a imprensa marrom dos Estados Unidos tirar um pouco o foco do Irã e se aproveitar do ocorrido para conseguir apoio, assustando nossos colonizadores sobre qualquer possibilidade de uma retalhação nuclear. Estou brincando, mas tratando-se da potência bélica, NUNCA se sabe... [risos]

Sunday, 6 June 2010

um terror!


Ainda em tempo...

A atenção norte-americana (para não dizer ‘mundial’) estava voltada, mais do que à socialista Coréia do Norte, ao Irã e seu possível e provável interesse em ter uma bomba atômica. Motivos os islâmicos tem, afinal Israel a possui, além dos nem tão amigáveis Estados Unidos – os únicos até agora a usarem contra um alvo civil (o Japão, em agosto de 1945, sob as cidades de Hiroshima e Nagasaki).

Durante a Guerra Fria, outros países como Rússia, China, Reino Unido, França, Índia e Paquistão também se tornaram potências nucleares. Interessante isso, porque o que ocasionou essa corrida armamentista foi justamente o medo dos inimigos/rivais possuírem tamanha força. Mas depois, com o avanço e o perigo de uma guerra nuclear que acabaria com o planeta, de uns anos pra cá houve um retrocesso nessa produção, e a preocupação pacifista (?) tem se sobressaído.

Pois bem, esta semana Israel ganhou as manchetes do mundo inteiro por atacar em águas internacionais navios de ajuda comunitária a Gaza, na Palestina. Injustificável tal ofensiva. Não tenho nada contra o povo hebreu, fora o fato de travarem uma Guerra Santa, resistindo em devolver aos vizinhos sua terra, que embora não “prometida” aos palestinos, a eles pertenciam antes de chegarem as tropas israelenses, com apoio dos ianques.

Hoje, esse que era para ser um estado palestiniano-árabe, está dividido em três partes dominadas pelos judeus (o Estado de Israel, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza). Esse absurdo, considerando-se o fato de a maioria da população ser de origem árabo-palestina, trava uma disputa territorial e religiosa desde 1967, quando foram ocupadas essas duas últimas áreas citadas. Nem lei internacional, muito menos determinações das Nações Unidas e dos antigos colonizadores britânicos conseguiram impedir essa injustiça.

Passados 40 anos de confrontos, ainda hoje essa disputa gera um derramamento de sangue na região. O útlimo foi esse, classificado como um ato terrorista (termo comumente tão usado para designar ações contra os EUA e os semitas). Parece que, finalmente, os olhos do mundo estão abertos, percebendo as más intenções de Israel. Ainda bem que, atualmente, até mesmo o grande imperialista começa a se opor a essa barbaridade.

Infelizmente, outras como essa ainda acontecem, vide Tibet e o País Basco, por exemplo. Que esses lugares, como foi o caso de Kosovo, em 1999, consigam sua autonomia contra o terror que é viver sendo governado e tendo sua cultura exterminada por razões políticas, economicas e religiosas. A mula ruge pela vitória da liberdade, SEMPRE!

Thursday, 17 December 2009

na cara e na coragem


O post de hoje é para dizer que foi com pesar que perdi ontem a exibição do que mais gosto atualmente na TV – o Não Conta Lá em Casa, exibido pelo Multishow. Perdi os primeiros, mas, desde que assisti pela primeira vez, tenho visto sempre - e com GOSTO.

Num formato reality, uma nova onda do canal, quatro jovens (HOMENS, MUITO importante frisar, porque INFELIZMENTE moças não poderiam se aventurar nesses roteiros) viajam para destinos diferentes e impensados como Miramar, Coréia do Norte, Irã etc. O programa está no ar desde outubro e a cada episódio, revelações surpreendentes.

O resultado dessa mistura de coragem e ineditismo, são relatos que mostram uma realidade nunca antes abordada assim de maneira tão informal na TV, e descompromissadamente. E isso não quer dizer falta de foco, mas uma OUTRA visão menos burocrática, mais relax, sincera e ‘mochileira’ de cada parada.

O barato também é que cada um dos ‘personagens’, assim como até em outros seriados, mesmo que ficcionais, tem um perfil diferente e passa uma mensagem, bem autoral, natural. Numa brincadeira com relação ao nome, que sugere segredo, os guerreiros (ir)responsáveis por essas viagens são: Leondre, Fran, Pesca e Ufo.

Adorei conhecer mais sobre a Coréia do Norte e o Irã. Isso passou nas últimas semanas, quando consegui assistir vários e acompanhar o desenrolar de cada escala deles. Legal ver a sua reação diante de cada surpresa, absurdo, novidade, referente a culturas e histórias super fechadas, que pouco conhecemos e compreendemos.

Não nego a 'inveja branca', uma vez que esse passo jamais poderia ter sido dado por mulheres. Não hoje e, num futuro a longo prazo, ainda não. Mas quem sabe um dia... quando a política e a sociedade desses lugares reconhecerem os direitos de nosso sexo, não como iguais, mas pelos seres humanos que somos. Lamentavelmente por hora não rola...

Relativismo é tudo, e olhar sob a perspectiva de uma criança (mas já com certa maturidade) enriquece, e é isso que tenho visto como proposta. Parabéns pela iniciativa, aos idealizadores. E espero poder ver a reprise do que já foi ao ar e não vi! MUITO BOM.

Tuesday, 23 June 2009

o vilão


O Irã está passando por um daqueles momentos históricos lamentáveis. De década em década conflitos acontecem e trazem consigo uma forma de subversão para driblar as dificuldades de manifestações contra o sistema. E isso é ótimo. Para a infelicidade do então presidente “reeleito” Mahmoud Ahmadinejad, a bola da vez é a internet – através de diversos blogs e sites como o Youtube, o Twitter e o Facebook, onde são postados vídeos e veiculadas notícias sobre a repressão e a ‘Revolução Verde’.

Há trinta anos, no mesmo país, foram as fitas cassetes que ajudaram no movimento anti-xá Reza Pahlavi, que estava no poder desde 1941. Há quarenta, aqui no Brasil, os mimiógrafos ajudaram a informar o povo sobre o que estava acontecendo e a pedir o fim da ditadura militar, instaurada desde 1964. Há cinqüenta, a Revolução Cubana utilizou-se do rádio como ferramenta para tirar do poder o ex-sargento Fulgencio Batista que governava a ilha desde 1933. Sempre foi assim, a tecnologia dá voz à massa.

Por falar nisso, a jovem manifestante Neda Agha Soltan, foi morta ontem ‘online’ nas ruas de Teerã por um membro da milícia pró-governo iraniano Basij. Seu nome significa ‘voz’ em farsi, idioma oficial do país. Calaram-na. A cena, gravada pela câmera de um aparelho de celular, correu o mundo on time, logo após ser colocada na web. Sua morte se tornou um símbolo dos protestos liderados pela oposição pró-reformista do candidato Hossein Mousavi contra o resultado da eleição presidencial iraniana ocorrida em 12 de Junho.

Jornalistas (estrangeiros ou não) estão sendo perseguidos, presos e mortos no Irã. O novo alvo agora é o chamado ‘repórter-cidadão’, os blogueiros e internautas que têm abastecido o mundo com notícias e imagens de um país proibido de falar, ler, ouvir, saber. O código (hashtag) para identificar o assunto na rede é #iranelection. E até a Casa Branca já postou mensagem no Twitter, em que o presidente norte-americano Barack Obama diz que o mundo está de olho na situação do Irã (http://twitter.com/whitehouse/status/2300344424).

A ‘mídia rebelde’, como está sendo chamada, está driblando a censura e conseguindo informar de forma descentralizada, sem fronteiras e limites. Esse buzz na internet causou uma reação que acelerou inclusive o trabalho da gigante Google de tradução de textos do farsi para o inglês e vice-versa. A diferença de línguas não é definitivamente mais um problema. Viva a globalização! Aliás, viva a "twitterização"! – fenômeno que, por outro ponto de vista, é o novo “vilão” da comunicação universal.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!