Portuguese French Spain Italian Dutch Chinese Simplified Arabic Russian
Showing posts with label falar. Show all posts
Showing posts with label falar. Show all posts

Monday, 29 November 2010

da boca pra fora


Muitas ligações e nenhum encontro. Blá blá blá... Se fosse MESMO afim, estaria com você agora. Ele bate nela, mas diz que a ama. DIZ... Na boa, quem gosta, de fato, não faz isso. Outro afirma que não trai a mulher, mas vive recebendo mensagens suspeitas na internet, ou pelo o celular. JURA... "Loucura da(s) remetente(s)", claro! - é o que alega.<

Homens são suas atitudes, e não o que falam. Quer conhecê-los mais profundamente? Veja-os sem a máscara das desculpas. Esqueça a retórica e preste atenção em seus atos, suas ações acerca daquilo que tem curiosidade, do que duvida. A resposta virá clara, como os sinais que dá em seu comportamento. Mas não se surpreenda se o discurso não bater com seus feitos...

Nessa análise, a prática é bem mais importante do que a teoria. Para um mundo melhor, verdadeiro, com relacionamentos sinceros, precisamos muito mais de exemplos do que promessas.

Saturday, 18 September 2010

grrrrosseria


Embora pareça, não estou com raiva quando falo assim. É meu dutch (em fase inicial) na prática.

Com tantos ‘r’s, não me surpreendem os prováveis (inevitáveis  e reais) problemas de garganta nos holandeses, que sejam naturalmente roucos. O problema é  o ar frio - não do clima somente, mas quando eles (muito sisudos) parecem não estar gostando de nada, insatisfeitos, fechados em seu mundo – curto e grosso, cheio de RRRRRuídos estranhos e fortes, que (ainda) quase nada consigo identificar.

Diz a lenda que amor e ódio estão bastante próximos. Que seja assim, no caso, nessa língua.

Monday, 19 July 2010

ti ti ti


Entre ídas e vindas, uma coisa é certa: quando mulheres estão reunidas, os assuntos nunca terminam. Muita coisa junta ao mesmo tempo para debater. 

Não só pelo volume de conteúdo, mas por não terminarmos o que começamos, são necessários mais encontros para por ordem nas ideias e  concluir os pensamentos. E vale visita, encontro casual, chazinho da tarde, almoço de domingo, chopinho amigo... até telefonema!

Só nós conseguimos realizar tal façanha. Homens não aguentam tamanha avalanche de informações e subjetividade. A verdade é que tonteamos os rapazes com tanta parolagem (aliás, por vezes, até a gente se perde no que nós mesmas estamos falando!).
__________________________________________________________________

Aproveitando a movimentação da estreia deste que se propoe a ser como o remake de um antigo sucesso homônimo da dramaturgia brasileira, confesso que, sinceramente, não sei o que esperar - se uma grande baboseira com elenco pomposo, ou um milagre de salvação do horário das sete! Aguardo cenas dos próximos capítulos...

Wednesday, 28 April 2010

talking about


Para que terapia se podemos conversar?

Foi engraçado chegar à conclusão que, todas as semanas, faço algumas sessões, involuntariamente. Não vou a um consultório, frequento apenas as aulas de conversação do meu curso de inglês e, de uma forma natual e espontânea, abro-me com meus colegas.

Na verdade, é uma troca, pois os ouço também... o que fizeram no último final de semana, suas preferências -
cores, time de futebol, comida, e por aí vai. Fato: essa ‘terapia em grupo’ pode ser a única chance para muitos de nós falarmos de nós mesmos, e sabermos do próximo.

Como não poderia deixar de ser, mostro-me bem ativa. Por vezes, questiono-me se agrado (não que me preocupe com isso na elaboração de meus discursos, ao dividir minhas respostas), mas gostaria MESMO de não ser considerada aquela chata que todos respiram fundo quando começa a falar, desaprovando-a silenciosamente, perguntando-se logo na primeira frase quando vai acabar. Pior quando sinto que acabo tirando a oportunidade de alguém mais inibido se expressar por engatar a quinta empolgada.

Provavelmente devo apavorar os presentes no recinto vez que outra com minha sinceridade, my way of life. Estando ali para aprender e praticar outra língua, não tenho tempo para, além de me preocupar com a gramática da coisa, com o fluir do pensamento, criar um personagem, tentando ser uma persona grata. Com essa falta de papas na língua e um histórico curioso a ponto de levantar sobrancelhas alheias (e até algumas suspeitas, ou ânimos), mais fácil ser o oposto.

Acredito que seja assim em qualquer cursinho – de grego, latim, russo, esperanto ou mandarim. Apresentamo-nos a cada encontro, e conhecemos o outro, seu pensamento diferente – com certas limitações, claro, pelo vocabulário incompleto e as incertezas na conclusão das ideias. Talvez sejamos mais ingênuos e nos exponhamos o suficiente pela falta de malícia do idioma, mas isso não é ruim. Somos cada um o reflexo de seu interior exteriorizado em pequenas banalidades que dizem muito sobre a gente (no caso: em outra língua).

Sunday, 25 April 2010

ahan


Depois de passar 25 anos ouvindo aquela voz marcante de Bruce Willis na TV, desde os tempos de A Gata e o Rato, no auge dos anos 80, difícil absorver uma diferente ‘de uma hora para outra’. Ok, eu sabia que se tratava de uma dublagem, e que o dono de seu famoso timbre no Brasil, Newton da Matta, havia morrido há certo tempo, mesmo assim, confesso que demorei para me acostumar com tal mudança.

Foi exibido na Globo, noite dessas, o último filme da consagrada série de ação “Duro de Matar”, o quarto – mesma trama, muito sangue, ele lindo... Na verdade, acho que até pegar no sono, meus ouvidos não conseguiram aceitar totalmente (admito) a novidade. Foi um baque! Algo não fluía a cada frase do ator, parecia não combinar, não ser dele, sei lá. Minha impressão foi que perdeu um pouco da credibilidade até – interessante isso, mas fazer o quê?

Já havia ocorrido antes o mesmo fato, com diversos personagens, como quando assisti a um capítulo do Simpsons, por exemplo. A sensação foi semelhante, de estranhamento. Mas com o gatão hollywoodiano foi pior, porque seus filmes são mais sérios, sem animação, e acho também que, de repente, a escolha da voz substituta não foi à altura. Será? Passei miha vida inteira com o ouvido condicionado ao que escutei na telinha. No cinema ou no vídeo/DVD assistimos, normalmente, os filmes legendados, com seu som original - Bruce Willis MESMO(!), mas que não marcou tanto... Afinal, alguém lembra de como é o galã falando em ingês?

Posso estar sendo injusta e crítica demais, é verdade. Até porque vamos combinar que esse cinquentão podia até ficar mudo na tela que estaria tudo bem. Falar (mané) o quê? Ou melhor: falar pra quê com um homem desses, gente? Nem precisa... [risos] É só ele franzir a testa, fazer biquinho, aparecer de regata, todo suado, machucado, bem másculo, com cara de mau, que NÃO TEM ERRO – a gente entende tudo, MESMO.

Sunday, 24 May 2009

the flash


Muita coisa, pouco tempo.

Quem nunca quis ter asas nos pés? Correr como o The Flash, estar em dois lugares ao mesmo tempo, ser tele-transportado, ter um carro que voe...? - por vezes um helicóptero resolveria.

Um rádio muitas vezes nos poupa metros e mais metros de idas e vindas. Não imagino quantos metros andei de lá pra cá naqueles corredores do Mart Center, em São Paulo, pela Erótika Fair.

Entrevista um, convence e chama outro. Procura alguém, pede ajuda para achar e trazer até o QG, cumprimenta. Grava, pára, repete. Telefona, recebe ligação, atende, diz que não pode falar. Pede mais ajuda, agradece, agradece de novo, pede desulpas, negocia prioridades, fala, fala, fala... Ufa!

(e então pausa para uma água e para respirar um pouco)

Nessa correria toda, o social se faz importante. Sinto-me culpada por não conseguir (ter super-poderes e) dar mais atenção a todo mundo. Eles merecem. Quem trabalha com produção me entende. Tenho certeza que até meus contatos viram o estresse todo e me compreendem - e desculpam. Espero.

Já disse aqui que gostaria que meu dia tivesse 48 horas? Reitero. Quantas pilhas Duracell necessitaria para me manter ativa e disposta esse tempo todo? (ou quantos energéticos? – porque INACREDITAVELMENTE ainda não uso outro aditivo).

Mesmo um super-herói deve cansar, não?! Imagina quem não é...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!