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Wednesday, 29 August 2012

changing power!

I wonder... Has someone used to know Elías García Martínez until now? (or his century-old fresco “ecce homo”?)

In her 80s and so much good intentions (but unfortunatelly a huge lack of talent!), Cecilia Giménez rendered his art (and even Borja, in Spain) well-known around the world lately, when she assumed her attempt of restoring the painting.

Well, at least the bizarre work made by her had a bright side. This topic become a viral hit, once many parodies have been made, turning the new ruined Jesus image as The Lion King, ET, the Munch's Scream, Che and Monalisa (classics of adaptations!), and also the Marilyn Monroe of Warhol!

Its no resemblance with Christ was responsible for jokes as putting his new portrait where we were used to see Him printed before: in a toast, tshirts, and also in a dog's butt - where a "famous" picture online shows Him there! You can even make your own restore in this site.

Incredible so huge popularity! This represents our present reality: a revolution of values and concepts... Jesus is not SO untouchable anymore, besides restoring being at the top right now (If this catches on... actually, its already done! There are new versions of famous paintings everyday...).

Hooray for Cecilia Giménez, criativity and liberty of expression!
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Botched art restoration in Spain earns worldwide fans

Sunday, 24 October 2010

e.


(na verdade, reticências...)

Seguir o coração - acho que isso é o mais importante. Bom quando a razão não vai contra. É o ideal. E, mesmo que, por vezes, haja esse confronto, é bom arriscar. Ser emotivo nas escolhas nos realiza mais, garanto.

Tenho um livro que levanta a seguinte questão: “O que é mais importante: ser feliz ou estar sempre certo?” Boa pergunta essa, ainda mais para uma capricorniana como eu, com lua em Libra, tentando ser justa em tudo o que faz.

Não sou caxias, apenas me importo se estou agindo em prol do bem... (o meu, do próximo, da humanidade) aquilo que é direito fazer. Mas, como saber o que é correto? Arriscaria eu dizer que é só seguir o coração... E eu estou nesse caminho [alívio].
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A fé é algo totalmente subliminar. Cada um acredita em alguma coisa (ou alguém) de um jeito, do seu jeito particular. Preces também vão pelo mesmo caminho... Cada um faz as suas como consegue, pode, quer, como se sente bem fazendo. Pode ser em silêncio, cantando, dançando, chamando a chuva... whatever!

Rezar pode até parecer chato, careta, antiquado, mas acredito que essa impressão surge somente quando isso se torna uma obrigação. Se voluntário, o hábito de evocar e agradecer a Deus ou aos santos, seja na Igreja (terreiro, sinagoga, mesquita etc.), em casa, antes de dormir, antes das refeições ou de algum evento importante, pedindo proteção e ajuda em alguns momentos de perigo, de tristeza, ou quando queremos simplesmente ter aquele momento sagrado, não deveria sair de moda nunca.

É bem verdade que existem algumas orações de, digamos assim, ‘senso comum’ como a “Ave Maria” e o “Pai Nosso”, mas outras quase infinitas acabamos por desconhecer. Achei graça quando o Jô, ao entrevistar a Lília Cabral numa dessas noites em seu programa, falou sobre São Genésio, o patrono dos artistas, comentando como outros, como Santo Antonio, por exemplo, devem estar MUITO ocupados com tantos pedidos por serem populares.

Talvez... Por estarmos afastados da rotina e dos assuntos ligados à religiosidade (em qualquer uma das crenças), acabamos por não saber o quão amplo é este universo, e não estarmos mais inteirados de todos os personagens, suas histórias, especialidades, caminhos. Infelizmente, pois é muito interessante suas trajetórias, "aptidões"... Fico fascinada quando descubro algo novo. Por fim, o mais fácil acaba sendo mais requisitado, de "domínio público".

Agora, não acredito que Deus, Jesus Cristo, Nossa Senhora nem Santo Antônio estejam, de fato, sobrecarregados (mesma coisa serviria para Oxalá, Iemanjá e Ogum, ou São Jorge...), em cada lugar as pessoas adoram e são devotas de diferentes santos, deuses...  mas quem, por aqui, optar ser atendido por outra santidade menos tarimbada, ok... que seja por preferência mesmo.

Saturday, 19 June 2010

ilustre mau caminho


Considero-me uma herege por não ter lido ainda o Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Era para tê-lo feito em 2003, quando trabalhei com o tema em meu projeto de conclusão em fotografia, no final da faculdade. Felizmente, não estou tão à margem no que se refere ao maior autor de língua portuguesa até a atualidade, pois assisti (boqueaberta, e mais de uma vez) a adaptação teatral de O Evangelho Segundo Jesus Cristo.

Inúmeras polêmicas relacionadas a suas obras e seus comentários sempre me chamaram bastante a atenção e me fizeram admira-lo cada vez mais. Seu ponto de vista sobre assuntos relacionados à Igreja, sua versão sobre a Bíblia, Jesus e Maria Madalena, sua crítica a Israel e a Joseph Ratzinger (o atual Papa Bento XVI)... TUDO me soa como poesia aos ouvidos, uma vez que entendo e concordo com seus conceitos.

Engraçado perceber que, ainda hoje (e logo agora, em razão de sua morte), a primeira coisa que seus oponentes falam a seu respeito, numa tentativa de difamá-lo (ou, nesse caso, caluniá-lo – uma vez que a visão religiosa e política é outra), é que ele era comunista. Mesmo sendo conceituadíssimo por seu inquestionável talento literário, digno de um Prêmio Nobel, é esse título preconceituoso que importa para aqueles que não aceitam uma outra forma de ver os fatos.

A cara a tapa e o dedo na ferida me agradam. Tanto, que essa é uma homenagem póstuma ao português que enfrentou não só sua nação, mas o mundo em nome de seus ideais. Para ilustrá-lo, não poderia escolher outra imagem senão esta que remete à Madalena levando Jesus para o “mau” caminho, como assim o fez para o lusitano (bem como para esta mula que vos ruge sobre). E eu, reconheço que seguirei desvirtuada até que leia seus livros, enfim.

Thursday, 1 April 2010

marmelada


A época é propícia... véspera de feriado santo. Hoje, no dia mundialmente conhecido como ‘da mentira’, dedico meu post à instituição que mais colaborou para esse tipo de fraude: a Igreja Católica - enganando, afirmando coisas contrárias à verdade, induzindo ao erro.

Infelizmente, TODOS perdemos com seu domínio. Foram anos e mais anos de conhecimento queimado, destruído, abafado, condenado, proibido. Copérnico, Giordano Bruno, Joana D’arc, Galileu Galilei... agora só lembro desses nomes, mas outros mais foram igualmente censurados ou assassinados em nome dessa religião.

Talvez não se tenha ainda matado mais na História que em nome de Deus e do interesse daqueles que evocaram seu nome em vão (porque Jesus Cristo mesmo, esse morreu pobre, não visava riquezas...). Igrejas de toda Europa foram construída com o ouro e sangue de índios e escravos africanos, isso sem citar outros crimes.

A essas atrocidades, soma-se como consequência, um comportamento retógrado de toda uma sociedade, em função de de dogmas que levam à culpa. Um exemplo ‘básico’: sexo só para fins de procriação, ou seja sexo oral, anal, relacionamentos homossexuais, uso de anticoncepcionais e camisinhas, nem pensar entre católicos! Quanta hipocrisia.

Depois vieram os protestantes numa tentativa de aprimoramento, questionando os antigos conceitos, propondo uma simplificação, iluminada por conteúdos filosóficos e racionais, próprios das reformas da época. Não deu certo. O que vemos hoje são seus líderes de templos caça-níqueis, presos por estelionato e lavagem de dinheiro. JJUSTAMENTE a conduta de sua antecessora que eles abominavam no passado - ué, esqueceram seus fundamentos?

Lamento não só as riquezas naturais das Américas e de tantos outros lugares retiradas na exploração extrativista, mas todas culturas dissecadas, destruídas, esquecidas e apagadas da memória e dos registros, mortas junto aos índios, negros, árabes, orientais etc. que essa maldita fé enterrou. Acredito que esse foi o maior bem da humanidade perdido.

Poderíamos estar bem mais evoluídos na medicina, matemática, física, engenharia, psicologia, biologia, química, astronomia e em tantas mais ciências se não fosse a Igreja. Em termos comportamentais e civis, poderíamos, por exemplo, ter melhor educação sexual, menos doenças disseminadas e maior controle populacional em países (pobres) católicos.

Ah, mas a Igreja não quer que crianças tenham educação sexual, pois assim será mais difíceis para alguns (maus, óbvio!) padres pedófilos suas práticas não TÃO recriminadas pelo seu atual líder, o papa Bento XVI. E ainda, nunca foi de interesse da autoridade eclesiástica que seus membros possam se casar e ter filhos. Motivo? Para não dividir os bens da congregação, só isso – nenhum fundamento religioso ‘maior’. Nem tudo são flores.

A essência com certeza não foi ruim, mas o rumo que tomou é repugnante, imperdoável eu diria, assim como diversos pecados que eles pregam por aí. Então, depois dessa pequena pincelada em toda a marmelada que é essa religião, critico aqueles que sabem disso e ainda sim conseguem seguir tal doutrina baseada na riqueza e não na fé.

Ainda bem que não estamos no século XV, por aí, porque senão seria queimada viva na fogueira depois desse texto. Talvez hoje só seja mal vista por alguma carolas, e/ou criticada por tantos outros fiéis (não duvido que de conduta duvidosa, 'pra variar'). E, por fim, sugiro que vão ao cinema ver o filme sobre Chico Xavier. Sou budista, mas não o convite não é mentira, não!

Friday, 18 December 2009

bárbaros


Ontem pude comprovar minha predileção:

Os com carinha de bebê que me perdoem, mas barba num homem é fundamental! (e antes que se questionem: não, eu NÃO sou fã dos Los Hermanos, e por causa da Coca Cola, já deixei de acreditar em Papai Noel faz tempo! - que fique claro).

Gosto porque dá um toque todo másculo aos rapazes. Serve para nos atiçar, arranhar, incomodar... (no melhor sentido, certamente) E, por outro lado, reflete hoje ainda uma forma de protesto e abdicação aos padrões estabelecidos. PERFEITO.

Louco isso, pois a barba já foi símbolo de poder e status num passado não tão distante, vide os figurões de nossa História. E em outros tempos, também representou o terror - nos piratas, em contos infantis, e, ainda hoje, no mundo islâmico.

Acho que o mais famoso barbudo do mundo, Jesus Cristo, ao contrário de seu vice, Che Guevara, desconhecia tanto o glamour, o mistério, quanto a aversão política e social referida a ela. Outros tempos... muitos valores agregados (HoHoHo de novo...).

Esteriótipos à parte,
se "A culpa é do Fidel", não importa, eu gosto é dos barbudos! E quero toda essa barbárie em quem me envolve, na face que me beija. Por favor! Gosto que me enrosco. Abaixo as 'giletes' e barbeadores.


*Em breve (assim que eu assistir pela segunda vez), escreverei uma resenha sobre o filme cujo título parafraseei, e é ÓTIMO – francês, político, com barbudos e comunistas, dramático e sem efeitos especiais.
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  • siga a sua intuição
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  • subverta vez que outra
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  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!