Bizarre.
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Monday, 19 November 2012
Tuesday, 21 December 2010
mamãe noel
Não tem preço:
As alegrias que nos proporcionam nossas mães com os presentes que nos dão.
E, aqui, ‘presente’ é físico (pelo carinho, colinho, estar perto, contato), mas não só isso: pelo sentimento vivo em nós também.
*Agora, fiquei na dúvida... Afinal, como classificar ‘amor’? Seria ele palpável então?!
*Agora, fiquei na dúvida... Afinal, como classificar ‘amor’? Seria ele palpável então?!
Independente... E parafraseando Cazuza: “Só as mães nos deixam felizes”.
Agradeço todos os dias por ter a minha.
afins:
agradecimento,
amor,
carinho,
Cazuza,
família,
mãe,
presença,
presente,
sentimento,
valor
Tuesday, 20 July 2010
pela vida
Hoje é o Dia da Amizade. Minha homenagem é para aquelas pessoas essenciais e inesquecíveis - que me preenchem, mas deixam saudades; que embora longe, estão sempre junto.
"Há duas espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e os amigos, que são os nossos chatos prediletos". E termino com as palavras de Mário Quintana, que definem tão bem essa relação verdadeira.
Amo vocês.
Thursday, 15 April 2010
love songs

Você precisa saber da piscina, da margarina, da Carolina, da gasolina... Você precisa saber de mim
Baby, baby, eu sei que é assim... Baby, baby, eu sei que é assim
Você precisa tomar um sorvete na lanchonete, andar com gente, me ver de perto... ouvir aquela canção do Roberto
Baby, baby, há quanto tempo... Baby, baby, há quanto tempo
Você precisa aprender inglês, precisa aprender o que eu sei e o que eu não sei mais... E o que eu não sei mais
Não sei... Comigo vai tudo azul, contigo vai tudo em paz, vivemos na melhor cidade da América do Sul, da América do Sul
Você precisa, você precisa... Não sei, leia na minha camisa
Baby, baby, I love you, baby, baby, I love you...
Voz trêmula, mas segura do que estava fazendo. Do outro lado da linha, alguém (incrédulo) ganhando o presente mais inusitado de sua vida. Uma homenagem, uma lembrança, um momento que nunca mais esquecerei em minha vida. Tão bom... isso foi há oito anos, mas bem que poderia ser hoje, em outro contexto, para outro alguém.
E, inspirada num certo pai criativo e destemido, obstinado em 'tocar' seus filhos, que penso em sempre cantar para meus filhotes à noite, ninando-os com canções que traduzem o que sinto; ou quando longe, para me fazer presente. Seu Saraiva, acho lindo tal gesto! Não é para mim, mas quando presencio (e ouço um pouco pelo ‘viva voz’), fico comovida também.
São tantas as emoções...
Baby, baby, eu sei que é assim... Baby, baby, eu sei que é assim
Você precisa tomar um sorvete na lanchonete, andar com gente, me ver de perto... ouvir aquela canção do Roberto
Baby, baby, há quanto tempo... Baby, baby, há quanto tempo
Você precisa aprender inglês, precisa aprender o que eu sei e o que eu não sei mais... E o que eu não sei mais
Não sei... Comigo vai tudo azul, contigo vai tudo em paz, vivemos na melhor cidade da América do Sul, da América do Sul
Você precisa, você precisa... Não sei, leia na minha camisa
Baby, baby, I love you, baby, baby, I love you...
Voz trêmula, mas segura do que estava fazendo. Do outro lado da linha, alguém (incrédulo) ganhando o presente mais inusitado de sua vida. Uma homenagem, uma lembrança, um momento que nunca mais esquecerei em minha vida. Tão bom... isso foi há oito anos, mas bem que poderia ser hoje, em outro contexto, para outro alguém.
E, inspirada num certo pai criativo e destemido, obstinado em 'tocar' seus filhos, que penso em sempre cantar para meus filhotes à noite, ninando-os com canções que traduzem o que sinto; ou quando longe, para me fazer presente. Seu Saraiva, acho lindo tal gesto! Não é para mim, mas quando presencio (e ouço um pouco pelo ‘viva voz’), fico comovida também.
São tantas as emoções...
afins:
afeto,
amor,
Baby,
Caetano Veloso,
criatividade,
declaração,
expressão,
família,
família Saraiva,
intenção,
mensagem,
música,
pai,
presença,
relacionamento,
Roberto Carlos,
surpresa,
telefone
Monday, 1 March 2010
no mobile
Ficar sem celular nas férias é o paraíso. Claro que ficamos meio alheios à realidade, mas a hora é agora. E o número é mera lembrança quando divulgado para um contato posterior, além oceano.
Não há melhor momento para literalmente se desligar. Até porque nesse curto período de tempo o que mais vale é o pessoal – estar com elas de verdade, presencialmente, cara a cara, próximo o suficiente ao toque.
Reconheço que o telefone aproxima, e também ajuda a proporcionar esses encontros, a matar saudade dos que ficaram etc etc etc, mas vamos combinar que quando a gente quer, a gente faz acontecer, torna-se presente.
O bom de não usar o móvel é que estaremos sempre 100% no lugar, e com as companhias, sem dividir o instante com o pensamento longe, falando com quem não interessa agora.
Tão, tão distante só os sonhos.
Wednesday, 26 August 2009
onipresença high tech

Você encontra um amigo que há tempos não vê, tanta coisa para contar... Esse momento em que estão juntos DEVERIA ser ótimo... Deveria? Sim, se não fosse o maldito celular!
A situação é a seguinte: vocês caminham juntos, enquanto você fala conta como está sua vida. O papo está ótimo, fluindo super bem. De repente o seu telefone toca, você pede licença e atende. É seu chefe perguntando sobre a entrega de material a um fornecedor. Passam-se alguns minutos e ‘rapidamente’ a ligação termina. Vocês retomam o assunto até que...
Infelizmente aquela ligação desencadeou a necessidade de mais duas chamadas para resolver esse probleminha que surgiu. Além de um afastamento quatro minutos na primeira, agora na segunda e na terceira você se excede e fica dezoito e doze minutos “ausente”. Ligações feitas, você pede desculpas s e então voltam à conversa.
Reparem nas expressões que usei - afastamento, ausente e voltar (à conversa). É isso mesmo, porque você SAIU dali. Poderia até estar fisicamente, mas sua alma, seus pensamentos e atenção estavam voltados ao tema discutido via qualquer operadora, com alguém que está a quilômetros de distância e você (e não mais com o infeliz amigo que esteve todos esse tempo ao seu lado).
Foram 34 minutos no mundo das idéias em um encontro de duas horas. Em mais de um quarto do tempo você só estava ali, caminhando, presencialmente. Não questiono aqui a necessidade de se usar esse recurso tão útil, nem da importância de falar com alguém do trabalho. Ponho em cheque somente a qualidade de nossa companhia em tempos tão modernos.
É estranho afirmar isso, mas boa parte de nossas vidas hoje, dividimos entre o corpo físico e o mundo das idéias – onde nosso pensamento e nossa presença de espírito estão concentrados. E nem sempre conseguimos viver intensamente, em sua totalidade o ‘aqui e agora’. Gastamos horas ao telefone, na internet, ocupados com questões distantes, além.
Lembrei agora de um dos momentos mais cruéis nessa questão toda: quando o telefone toca na hora da transa. Putz, horrível. Eu confesso que já atendi. Hoje deixaria tocando até... (aperto o ‘foda-se’!). E o parceiro, coitado, tem o direito de odiar se você se disponibilizar para “estar” em outro lugar enquanto era para estar ali, exclusivamente. Sem contar que isso broxa - seja a transa, ou a curtição de se estar com alguém que vive ocupado , em 'outro' mundo.
A tecnologia avança enlouquecidamente. Nosso comportamento muda conforme o tempo passa, seguindo o rumo das ‘coisas’. Acho somente que enquanto há consciência, que pensemos se é isso que pretendemos para nosso futuro – ficar “viajando” por aí, estando em dois ou três lugares diferentes ao mesmo tempo e não estando por inteiro em nenhum (ninguém tem esse superpoder, e nem terá).
Essa onipresença hightech me assusta e condena essa falta de apego e respeito ao presente, ao próximo.
A situação é a seguinte: vocês caminham juntos, enquanto você fala conta como está sua vida. O papo está ótimo, fluindo super bem. De repente o seu telefone toca, você pede licença e atende. É seu chefe perguntando sobre a entrega de material a um fornecedor. Passam-se alguns minutos e ‘rapidamente’ a ligação termina. Vocês retomam o assunto até que...
Infelizmente aquela ligação desencadeou a necessidade de mais duas chamadas para resolver esse probleminha que surgiu. Além de um afastamento quatro minutos na primeira, agora na segunda e na terceira você se excede e fica dezoito e doze minutos “ausente”. Ligações feitas, você pede desculpas s e então voltam à conversa.
Reparem nas expressões que usei - afastamento, ausente e voltar (à conversa). É isso mesmo, porque você SAIU dali. Poderia até estar fisicamente, mas sua alma, seus pensamentos e atenção estavam voltados ao tema discutido via qualquer operadora, com alguém que está a quilômetros de distância e você (e não mais com o infeliz amigo que esteve todos esse tempo ao seu lado).
Foram 34 minutos no mundo das idéias em um encontro de duas horas. Em mais de um quarto do tempo você só estava ali, caminhando, presencialmente. Não questiono aqui a necessidade de se usar esse recurso tão útil, nem da importância de falar com alguém do trabalho. Ponho em cheque somente a qualidade de nossa companhia em tempos tão modernos.
É estranho afirmar isso, mas boa parte de nossas vidas hoje, dividimos entre o corpo físico e o mundo das idéias – onde nosso pensamento e nossa presença de espírito estão concentrados. E nem sempre conseguimos viver intensamente, em sua totalidade o ‘aqui e agora’. Gastamos horas ao telefone, na internet, ocupados com questões distantes, além.
Lembrei agora de um dos momentos mais cruéis nessa questão toda: quando o telefone toca na hora da transa. Putz, horrível. Eu confesso que já atendi. Hoje deixaria tocando até... (aperto o ‘foda-se’!). E o parceiro, coitado, tem o direito de odiar se você se disponibilizar para “estar” em outro lugar enquanto era para estar ali, exclusivamente. Sem contar que isso broxa - seja a transa, ou a curtição de se estar com alguém que vive ocupado , em 'outro' mundo.
A tecnologia avança enlouquecidamente. Nosso comportamento muda conforme o tempo passa, seguindo o rumo das ‘coisas’. Acho somente que enquanto há consciência, que pensemos se é isso que pretendemos para nosso futuro – ficar “viajando” por aí, estando em dois ou três lugares diferentes ao mesmo tempo e não estando por inteiro em nenhum (ninguém tem esse superpoder, e nem terá).
Essa onipresença hightech me assusta e condena essa falta de apego e respeito ao presente, ao próximo.
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