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Wednesday, 22 August 2012

faith less, heart mess

Sometimes, something may be missing in our routines... We can't just be perfect, do everything at the same time, all the time!

Ok, superwomen/men can do that (and better for them!). However, it's not the case... mine, at least. I'm not a hero, though. Not at all!

I feel I set aside my faith. And I don't like this sensation of being negligent with it - MAINLY with THAT, which used to help me a lot!

Nevertheless, it's really good realize that (better later than never!). So, I'm reviewing many point I dislike of my current life in order to improve it.

I wish that Saint Nicolas (or even Saint Patrick - why not?) assists me (again). I miss that...

I admit I'm a better person when full of hope. I like, it's good for the heart.

Sunday, 25 September 2011

everything comes to him who waits


How ineffable (and wonderful) is feel the mix of nervousness and anxiety with excitement while waiting for a call - a special one, of course. This happens due to the butterflies in the stomach, those which make you feel as a 'silly romantic girl' sometimes.

I confess I would like to experiment that sensation more often. Actually, not ‘only’ this, but pass through ALL process related to be involved with someone else who turns you on, and vice versa. By the way, reciprocity is essential to go ahead.

It just works when really ‘plim’! That means, first of all, it's necessary a minimum of chemical attraction, and this phenomenon is totally involuntary. So, thousands of people can call you without (at least) make your heart beat stronger… In other words: we cannot command our own feelings; the fervour of our heart does not depend on our decision.

Thus, I hope he makes by himself the right choice not to waste my precious time, energy and vocabulary with who doesn’t worth!


On the other hand, in a place where you don't have many friends, you await for simple and kind invitations in order to have some company to do something; anything... indeed! You are more opened than usually, leaving some considerable discretions aside.

In this case, it's important take care and avoid any lack or needfulness. After all, in most part of these movements, hurry and quality standards are inversely proportional. So, it's 'dangerous' while being as vulnerable as alone!

Then, all this mess in my stomach starts to arches (and also worry me) a lot...

Monday, 17 May 2010

gosto que me enrosco


Tudo bem que a vida de solteiro tem seus dias e noites de solidão – talvez quando o sol caia, sinta-se ainda mais esse vazio, mas o que vocês acham de simplesmente (se a)pegar (a) um travesseiro ‘para chamar de seu’, substituindo alguém real? Estranho, né?! Mas...

Esse é o novo ‘amor em 2D’, um fenômeno atual no comportamento urbano de diversos japoneses (sim, e de quem mais poderia ser, tratando-se de uma bizarrice como essa?!). Eles agarram “as curvas” de almofadas, cobertas por capas ilustradas com personagens de games e mangás, adotadas como cônjuges por carentes de plantão.

O sentimento cultivado por esses objetos é que impressiona mais(!). Tanto, que até o jornal The New York Times publicou, ano passado, uma matéria relatando a inusitada e estranha
história do apaixonado Nisan e sua afável e benévola Nemutan (Nemu – nome da heroína + o sufixo tan – que significa algo como 'querida').

Eles são namorados (SIM: parceiros, de programas e até na cama – o que pode vir a acontecer em muitos casos). O relacionamento entre os dois começou depois que ele terminou um namoro com uma mulher e optou, então, pela companhia do apetrecho, pelo qual nutre um apreço imenso.

Nisan a leva aonde quer que vá – restaurantes, karaokês e viagens, e tiram fotos juntos, para registrar os momentos, como um casal de verdade. Ele afirma saber, porém, que a menina, estampada nas sete fronhas que ele troca (para mantê-la sempre limpa), é uma ficção.

Questionado sobre se deseja casar com uma pessoa de carne e osso, ele diz que sim, mas entende a dificuldade de achar uma pretendente que aceite sua afeição. Essa maneira de agir, segundo estudiosos, é um reflexo da dificuldade que os adultos do Japão tem em se relacionar.

Mesmo que num behavioral freak show nipônico, pelo menos eles se utilizam de suas criações para benefício próprio. As limitações impostas a essa preferência só tem um lado, digamos assim, "compreensível" e "bom": tais fofuras não falam! (reclamam, criticam, ou enchem o saco... nem ciúmes demonstram ter!)

Brincadeiras à parte, podem ficar tranquilos, porque a moda, no Brasil, NÃO pega! Aqui, sexo com brinquedinhos, ok (tranquilo), mas SEM compromisso – só casualmente! *Pois é... sendo assim, lá em casa, por exemplo, só durmor com meu rolo "minhocão" de 1,40m, carinhosamente apelidado de 'Ricardão', em noites ermas e frias mesmo. Fora isso, ele está dispensado! [risos]

Monday, 7 December 2009

mulher carente procura


O que faz de uma pessoa carente? A baixa autoestima, a ausência de amigos, a inveja da felicidade alheia, um sentimento de inferioridade? Não sei, mas não gosto nem um pouco desse comportamento de algumas mulheres, para ser mais específica.

Acho perigoso, na verdade. Algumas atitudes assim me fazem lembrar de Hedra Carlson, personagem de Jennifer Jason Leigh no filme Mulher Solteira Procura (Single White Female), que desiquilibradamente queria ser Allison Jones, interpretada pela bela Bridget Fonda. Psycho total. Pânico!

Pareço radical? Não é à toa. Tá cheio de gente assim por aí, acreditem. Já me vi em algumas situações que em muito se assemelham a essa obsessão em ter o que não lhe pertence, em querer levar a vida de outra pessoa, ou mais comum ainda: os homens. Bom, esse realmente é um problema corriqueiro. MUITO.

Dá muito pano pra manga essa história de disputa amorosa(?), de relacionamentos. Tem casos que não se pode nem comentar certa empatia por alguém que a ‘amiga’ já se adianta, vai lá é créu. Ou então, diz que está fazendo com “cordialidade” uma aproximação do casal. Me poupe, beirando os 30 NINGUÉM mais precisa de vela (e muito menos de um encosto desses).

Depois de anos de praia, posso dizer que felizmente estou super ligada em quem está na volta e tem esse perfil desagradável. Não por homem nenhum, mas pela tranqüilidade de se poder viver sem ter um exu por perto querendo urubuzar a carniça alheia, assumo uma postura contra esse tipo de mulher-problema.

Xô, perereca!

Monday, 30 November 2009

tolerância zero


O convite era irrecusável: um churrasco numa cobertura no Leblon. Chegando lá, o som era batidão, as pessoas: pitboys e marombadas. Não combina isso... Na verdade, pelas características do evento, esse mais parecia acontecer na Barra da Tijuca, onde essas figuras são mais frenquentes, do que na Zona Sul do Rio de Janeiro - que é mais bossa nova ou rock n’ roll.

Do churrasco, em si, só a fumaça. A carne era pouca, não deu conta – nada extraordinário para um churrasco carioca, em que se espeta coraçõezinhos sem marinar, corta-se as carnes com as mãos por falta de faca(!) e as salgam com sal fino(!). E o mais grave: a cerveja acabou. Chegamos no final, ok, mas a situação era essa independente da hora e do estado etílico dos convidados.

Imaginem as pessoas presentes, numa valorização monstra do corpo evidente na falta de camisa dos homens (detesto!) e das minissaias, microshorts e tops das popozudas. Agora aliem isso a uma falta de educação tremenda, em que as mulheres nem olhavam para a tua cara, e que qualquer pedido feito a um “cavalheiro” era negado ou atendido com respostinhas do tipo: ‘Tá, eu pego pra você, mas bem que VOCÊ poderia fazer’.

A verdade é que o comportamento deles acabou com a própria “festa”. Por volta das 22h, alguém acendeu a luz , abaixou o som estridente e avisou que tínhamos dez minutos para evacuar o local ou a polícia iria ser chamada pelos vizinhos. Isso, aos berros. O pessoal ignorou alucinado, claro. E ‘o dono do baile’ (morador do prédio) teve que começar a, literalmente, ENXOTAR os ignorantes, para só então o povo começar a se tocar que chegou MESMO a hora de partir e respeitar o pedido do amigo.

Antes de descer, decidimos ir ao banheiro e, chegando lá, confesso não saber por que fiquei surpresa: o lugar estava imundo! - balcão da pia todo molhado, pia entupida com papel no ralo, papel higiênico usado espalhado por todos os cantos... Isso sempre me enoja. Não suporto gente rica que não sabe se comportar com questões básicas como higiene. Mamãe sempre fez tudo, ou mandou a empregada fazer, e essa gente cresce não fritando um ovo!

Citei ‘respeito’ antes no texto, mas, sinceramente, essa palavra eles paracem desconhecer. Seu significado então, passa longe! A prova: a batucada com instrumentos de pagode que eles começaram a fazer lá embaixo do prédio chiquérrimo, enquanto esperavam o anfitrião descer. Na boa, passarinho que come pedra sabe o cu que tem. O cara chamou esse bando para sua casa, sabendo com quem estava lidando. Bem feito.

Da experiência (diria que quase antropológica) nada agradável de se sentir um peixe fora d’água, para não dizer uma ‘baleia’ – comparando-se àqueles brotos “potrancudos”, ficou a certeza de que nada tenho a ver com esses cidadãos. Aliás, nem sei se posso considerá-los assim. A falta de educação impera e, vendo isso, entendi como pode um grupo desses espancar uma trabalhadora doméstica (e se fosse prostituta tanto faria!) gratuitamente.

Nunca estive tão rodeada por esse tipo. Não me senti bem, e é evidente que os desgosto. Não os acho bonitos, tampouco agradáveis. Não nego. Não consigo ser indiferente a esse ponto. Sobra-me intolerância, confesso, diante de tanta possibilidade e tanta carência, dessa gigante discrepância entre os recursos e a gentileza, num mínimo de civilidade. Conforme até a novela das oito (ou nove) passada já mostrou: acho que é tudo reflexo e, portanto, culpa dos pais.

Os valores foram perdidos e alguém sempre acaba pagando o pato... Estou cansada disso. Que programão de domingo, hein?! MAIOR azar. Só valeu mesmo a inspiração para escrever aqui, fazer a mula rugir. Olha o bico!

Sunday, 11 October 2009

aluga-se


É inevitável, incontestável e impagável o comportamento humano em determinadas situações, reagindo a elas, a seu contexto. Uma característica notável, consequência de um momento solitário, confuso, vazio e cheio de saudade, é a carência. E isso acontece e é super visível quando mudamos de cidade, por exemplo.

Ao enfrentamos esse desafio, deparamo-nos com um universo novo a nossa frente. Aprendemos a lidar com culturas e pessoas diferentes, com valores estranhos e de repente até incompreensíveis e inaceitáveis por nós. Crescemos naturalmente, ou na marra. Amadurecemos muito. A cada hora que passa, envelhecemos dez semanas.

Pois é, bem-vindos a vida adulta! - sempre digo isso aos amigos quando eles se deparam com essa (dura?) realidade: sair da casa dos pais e ficar pelado para o lazer (Opa! Pelado = a estar sem grana, mas nesse sentido poderia até ser nu mesmo que tava valendo...). Agora, o aluguel, as compras do supermercado, as contas todas tomam o lugar das anteriores e inúmeras cervejadas durante a semana.

As prioridades mudam, e com elas vem a responsabilidade. O tempo passa e nem todo mundo nos acompanha por este trajeto. Infelizmente, alguns amigos ficam para trás, e em tantos outros casos, é a família que permanece na cidade natal, longe da gente, quando nos mandamos e ganhamos esse mundão sozinhos.

E então, no quê acreditar? Com quem 'colar'? A gente acaba ficando mais sensível mesmo, sem ter plena certeza de como proceder. Claro que isso não é regra, que tem muitos pedregulhos espalhados aí pelo planeta, sendo indiferentes a essa sensação que já vivi e recentemente pude comprovar estar mais presente na vida alheia do que imaginava.

Às vezes queremos só conversar com alguém nosso, sentir-nos 'em casa'. É bobo isso, mas é muito real. O único porém disso tudo, ao meu ver, é nossa vulnerabilidade e propensão a sermos menos exigentes com questões simples, que antes não seriam aceitas, mas que 'deixamos ser' hoje, em função de não conseguirmos vislumbrar algo melhor para a gente.

Aí que mora o perigo... e já caí nessa armadilha do destino, mas já me vacinei. Estar sozinho hoje significa não um problema, mas uma possibilidade. E não há nada que o tempo não cure, não traga de volta, se for o caso. E nessa onda que me questiono se um revival, se voltar num 'assunto' por vezes já ultrapassado, já conhecido (em seus prós e contras), é uma boa alternativa quando a carência pega.

Bater na mesma tecla, receber aquele afago manjado, mesmo que já dispensado antes, e ainda só sirva para o 'aqui e agora', ao mesmo tempo que pode dar dor de cabeça, pode render uma noite memorável, ou então nada rolar... e perceber-se que só restou amizade mesmo, apesar do tesão. E isso é possível. Na falta, a gente “aluga” (nem que seja por algumas horas apenas). Adoro e odeio essa possibilidade!

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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!