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Tuesday, 17 May 2011

that comes under another head


Although the book’s name said it is (or would be) “Por uma vida melhor”, in English: in favour of a better life, frankly, I doubt. After all, how using writing in a wrong way as something usual will lead people to this way of life, helping them to do it correctly? I suppose anything but that.

That is MY opinion. Many questions about the effectiveness of this method arise from the moment we are dealing with linguistics, cultural issues and education. It’s too complex.

However, I’m convinced that is better show good examples, mainly if it is for adults - who have more difficult to learn, due to the delay to do that. A little caution is essential in this case.

Be it this way or the other, the fact is that no one would dispute that the sentence “Nós pega os peixe” (in English, somewhat as We takes the fish) is completely erroneous, even if people have used it in their spoken language. It should serve by example about what is not to be done.
 
I hope that the 484.195 Brazilian students who will use this book can distinguee easily what is wrong in writing. Unfortunately, I hardly believe that they will be able to, once they are trying to learn the correct Portuguese when using that material.

At the moment, I don’t care about on who Education Ministery put the blame of had approved this kind of (inadmissible) mistake… On the other hand, I reckon that Heloísa Ramos, the author, was unsuccessful in her wrong words. From now, nothing will erase that of her carreer... 

Thus, I admit that, sometimes, I simply admire exact sciences - such as math or physics… when there is no discussion about either its processes or results, and there it stands. It works very well.

Friday, 30 July 2010

física


"Dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar ao mesmo tempo".

Não adianta querer ir contra as forças da natureza. Nem dá... A ciência sempre prevalece, mesmo sobre os sentimentos.

Um entra, o outro sai - e, assim, a fila anda. Que bom.

Lei da vida. Culpa de Newton.

Tuesday, 18 May 2010

canela fina


Dizem que homens com tal característica tem o pau grande. Em respeito à teoria da evolução das espécies, acabo eu fazendo minha ‘seleção natural’, preferindo e optando pelos "gambitinhos" - assim, no diminutivo mesmo, mas que sugerem aumentativos (e por que não dizer SUPERLATIVOS?) sexuais.

Podem existir outros marcadores, mas por experiência pessoal e prática, e conhecimento profissional e empírico de causa e efeito, concordo e sigo essa crença popular. Culpa do Darwin.

Thursday, 1 April 2010

marmelada


A época é propícia... véspera de feriado santo. Hoje, no dia mundialmente conhecido como ‘da mentira’, dedico meu post à instituição que mais colaborou para esse tipo de fraude: a Igreja Católica - enganando, afirmando coisas contrárias à verdade, induzindo ao erro.

Infelizmente, TODOS perdemos com seu domínio. Foram anos e mais anos de conhecimento queimado, destruído, abafado, condenado, proibido. Copérnico, Giordano Bruno, Joana D’arc, Galileu Galilei... agora só lembro desses nomes, mas outros mais foram igualmente censurados ou assassinados em nome dessa religião.

Talvez não se tenha ainda matado mais na História que em nome de Deus e do interesse daqueles que evocaram seu nome em vão (porque Jesus Cristo mesmo, esse morreu pobre, não visava riquezas...). Igrejas de toda Europa foram construída com o ouro e sangue de índios e escravos africanos, isso sem citar outros crimes.

A essas atrocidades, soma-se como consequência, um comportamento retógrado de toda uma sociedade, em função de de dogmas que levam à culpa. Um exemplo ‘básico’: sexo só para fins de procriação, ou seja sexo oral, anal, relacionamentos homossexuais, uso de anticoncepcionais e camisinhas, nem pensar entre católicos! Quanta hipocrisia.

Depois vieram os protestantes numa tentativa de aprimoramento, questionando os antigos conceitos, propondo uma simplificação, iluminada por conteúdos filosóficos e racionais, próprios das reformas da época. Não deu certo. O que vemos hoje são seus líderes de templos caça-níqueis, presos por estelionato e lavagem de dinheiro. JJUSTAMENTE a conduta de sua antecessora que eles abominavam no passado - ué, esqueceram seus fundamentos?

Lamento não só as riquezas naturais das Américas e de tantos outros lugares retiradas na exploração extrativista, mas todas culturas dissecadas, destruídas, esquecidas e apagadas da memória e dos registros, mortas junto aos índios, negros, árabes, orientais etc. que essa maldita fé enterrou. Acredito que esse foi o maior bem da humanidade perdido.

Poderíamos estar bem mais evoluídos na medicina, matemática, física, engenharia, psicologia, biologia, química, astronomia e em tantas mais ciências se não fosse a Igreja. Em termos comportamentais e civis, poderíamos, por exemplo, ter melhor educação sexual, menos doenças disseminadas e maior controle populacional em países (pobres) católicos.

Ah, mas a Igreja não quer que crianças tenham educação sexual, pois assim será mais difíceis para alguns (maus, óbvio!) padres pedófilos suas práticas não TÃO recriminadas pelo seu atual líder, o papa Bento XVI. E ainda, nunca foi de interesse da autoridade eclesiástica que seus membros possam se casar e ter filhos. Motivo? Para não dividir os bens da congregação, só isso – nenhum fundamento religioso ‘maior’. Nem tudo são flores.

A essência com certeza não foi ruim, mas o rumo que tomou é repugnante, imperdoável eu diria, assim como diversos pecados que eles pregam por aí. Então, depois dessa pequena pincelada em toda a marmelada que é essa religião, critico aqueles que sabem disso e ainda sim conseguem seguir tal doutrina baseada na riqueza e não na fé.

Ainda bem que não estamos no século XV, por aí, porque senão seria queimada viva na fogueira depois desse texto. Talvez hoje só seja mal vista por alguma carolas, e/ou criticada por tantos outros fiéis (não duvido que de conduta duvidosa, 'pra variar'). E, por fim, sugiro que vão ao cinema ver o filme sobre Chico Xavier. Sou budista, mas não o convite não é mentira, não!

Friday, 21 August 2009

como nossos pais


Esses tempos conheci a herdeira de um império conceitual do rock brasileiro: Vivi Seixas, a filha do Raul.

Estar na sua presença, colocou-me a pensar sobre quem era aquela figura querida, com quem de cara me dei bem. Fazermos um trabalho conjunto me oportunizou maior contato, papo mais profundo e o questionamento sobre o que de nossos pais carregamos em nós.

Fiquei a mira-la e procurar o ‘maluco beleza’ naquela menina-mulher forte e amável. Irreverência e talento a moça tem de sobra, é inegável. Mas, além disso, o que ela ainda traz nela do famoso Raulzito? Nessa busca não estaria eu sendo injusta com ela, esperando demais em transferir a ela uma responsabilidade que de repente não lhe cabe?

Foi mais forte do que eu. Não fiz por mal, juro. Ela nem sonha com isso, embora não seja segredo (mas jamais perguntaria também... prefiro ficar pensando a respeito, descobrindo a resposta aos poucos). Nem é sangria desatada tal curiosidade. Foi somente um pensamento tolo, mas intenso, que me assombrou em tempos tão propícios.

Hoje faz 20 anos da morte de Raul Seixas e, em meio a uma programação rica em sua homenagem, encontro-me num momento saudosista do nosso rei do rock. Hoje volto a refletir sobre suas músicas, comportamento, estilo de vida, filosofia, obra.

Raul deixou um legado. Seus fãs são xiitas e um tanto chatos por isso até (vão de jovens idealistas a velhos carrancudos). Vivi foi transgressora em optar pela música eletrônica como ferramenta de trabalho – ela é DJ. Se seguisse pelo rock, não haveria subversão.

Ta aí! Escrevendo esse textinho, organizando os pensamentos, já consegui ver nela algumas coisas de seu pai. E eu? O que eu tenho em mim do meu, fora a fisionomia? E de minha mãe? Essa eu já sei a resposta: a garra.

E viva as novas gerações e tudo aquilo que trazem de novo! É a evolução das espécies. Não estamos fazendo nada mais do que vivendo - como nossos pais (porque afinal “tudo acaba onde começou...”).

Para relembrá-lo em grande estilo, um pedido: Vivi, toca Raul! (no seu estilo, claro). Um novo clássico!
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passatempo

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  • conheça novas culturas
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  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!