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Thursday, 31 July 2014

the cure


Nothing better than children's affection to heal broken hearts and/or stressed souls. 

The joy of my day (maybe the whole week) was received so much endearment from little people who are just sincer while saying they love you. 

Priceless... It's magic work with kids. 

I'm very very lucky!

Monday, 19 August 2013

farfallettere

To each one, a different word from me, about me. 

Describing yourself to others in a personalized way,  is not an easy role.

It is necessary creativity to be sincere, not redundant, to sounds nice without seems prepotent.

What a challenge!

My CV is the Charming Version of me... a butterfly on cover letters.

Tuesday, 2 April 2013

cartas na mesa


O mundo seria tao melhor se as pessoas jogassem limpo umas com as outras...
Críticas construtivas, e a verdade - sempre! Sem trapaças.

Sunday, 13 January 2013

o álcool entra e a verdade sai

the alcohol enters and the truth comes out
That's what we usually say, in Portuguese, to explain the fact of drinking and starting to tell the true. Sometimes, not in the best way, though... Sincere, direct, maybe not polite.

Whatever, that's what happens while drunk. 

No control over emotions!
 

Wednesday, 1 June 2011

the cure


It’s said that all we need is love. I reckon it’s true.

Affection cures, especially when it’s with no ulterior motives. At least, it’s supposed to be free.

Looking at this point, it’s possible say that only the children are able to give that sincerely. After all, kids are all the best!

So, against any hate, all stress, hug them with your all heart. It's a shot in your arm of good vibrations... the best medicine.

Thus, your energy will be renovated. You will be as right as.

Tuesday, 10 May 2011

calling a spade a spade


Doubtless nothing bothers me more than people's fear in saying the truth. I really don't understand how answer mere words as 'yes' or 'no' can be too difficult. I can't stand co much cowardice!

Being sincere - they should take this attitude up into their lives. Thus, making things easy... After all, life is simple. We make it complicated, though.

However, this is not to say that some care is dispensable in the way through any information is given. Especially when it means something important, which can change routes, feelings etc, a little tact, prudence and diplomacy are essential, of course.

Even so, I definitely prefer to cry due to plain facts than laugh with lies... For me, it is the best way - always.


home truth

Taking this example, even the militaries could finally bring out from the depths of the past their (state) secrets about that dark dictatorship period in Latin America. It is sincerely awaited the moment when they’ll finally tell (loud and clear - why not?) to the world what was done with some militant people who are vanished until now. 

Lastly (almost 50 years after it has begun; 26, of its end), it is just in time to law all the past ghosts. Or rather: finally.

Better late than never. After all, the later the worse.

Saturday, 7 May 2011

mariar...


(in fact being as Maria is’ - in Portuguese)

This verb became famous while BBB was on the air. This-year-winner used to beg attention from men she would like to be along.

Well, many women saw them reflected into her acts once she is a human. As everyone, she lost her way when humiliate herself because of a wrong man who doesn’t deserve that devotion.

I confess I’m ashamed owing to my similar behaviour. Last year I fell in a not reciprocal passion. I don’t regret about my feelings, but because I took to him completely - someone that used to avoid me.   

Both a stupid and silly woman. When I remember what I did, I would like to piss me off immediately! However, I’m conscious I tried (firmly)… Once I wanted it, I did well (and I‘m sure it would be terrific if he had simply surrender).

Lastly, Maria did it! She has got e nice guy later… doctor, handsome, succeed, charismatic - nothing compared to the looser one who was snobby with her in the beginning of the TV program. [you DID loose her, asshol*!]

At last, everything had a good end… Thus, I hope the principle that who knows to wait always come off better is true. Further: who plays with love (open-hearted)!

Actually, I (still) believe in it - and I need some kind of escape, I’m not denying...

Monday, 29 November 2010

da boca pra fora


Muitas ligações e nenhum encontro. Blá blá blá... Se fosse MESMO afim, estaria com você agora. Ele bate nela, mas diz que a ama. DIZ... Na boa, quem gosta, de fato, não faz isso. Outro afirma que não trai a mulher, mas vive recebendo mensagens suspeitas na internet, ou pelo o celular. JURA... "Loucura da(s) remetente(s)", claro! - é o que alega.<

Homens são suas atitudes, e não o que falam. Quer conhecê-los mais profundamente? Veja-os sem a máscara das desculpas. Esqueça a retórica e preste atenção em seus atos, suas ações acerca daquilo que tem curiosidade, do que duvida. A resposta virá clara, como os sinais que dá em seu comportamento. Mas não se surpreenda se o discurso não bater com seus feitos...

Nessa análise, a prática é bem mais importante do que a teoria. Para um mundo melhor, verdadeiro, com relacionamentos sinceros, precisamos muito mais de exemplos do que promessas.

Tuesday, 20 July 2010

pela vida


Hoje é o Dia da Amizade. Minha homenagem é para aquelas pessoas essenciais e inesquecíveis - que me preenchem, mas deixam saudades; que embora longe, estão sempre junto. 

"Há duas espécies de chatos: os chatos propriamente ditos e os amigos, que são os nossos chatos prediletos". E termino com as palavras de Mário Quintana, que definem tão bem essa relação verdadeira. 

Amo vocês. 

Friday, 9 July 2010

na trave


Foi QUASE. Bom e ruim isso. Criou expectativas e não se concretizou (ainda, como poderia ser perfeito)... mas foi sincero - e bom! Ainda é. Acho que SEMPRE vai ser, na verdade. Numa próxima vez, porém, quero que seja gol. Enfim.

Sigo na torcida, fazendo o meio de campo, só não atacando mais por medo de tomar um cartão vermelho e ter que tirar, definitivamente, meu time de campo. Sendo BEM sincera: NÃO queria jogar, preferia que "simplesmente" fosse partida ganha - como já foi e pode ser, numa prorrogação ou com outra seleção. Vai saber...

Wednesday, 28 April 2010

talking about


Para que terapia se podemos conversar?

Foi engraçado chegar à conclusão que, todas as semanas, faço algumas sessões, involuntariamente. Não vou a um consultório, frequento apenas as aulas de conversação do meu curso de inglês e, de uma forma natual e espontânea, abro-me com meus colegas.

Na verdade, é uma troca, pois os ouço também... o que fizeram no último final de semana, suas preferências -
cores, time de futebol, comida, e por aí vai. Fato: essa ‘terapia em grupo’ pode ser a única chance para muitos de nós falarmos de nós mesmos, e sabermos do próximo.

Como não poderia deixar de ser, mostro-me bem ativa. Por vezes, questiono-me se agrado (não que me preocupe com isso na elaboração de meus discursos, ao dividir minhas respostas), mas gostaria MESMO de não ser considerada aquela chata que todos respiram fundo quando começa a falar, desaprovando-a silenciosamente, perguntando-se logo na primeira frase quando vai acabar. Pior quando sinto que acabo tirando a oportunidade de alguém mais inibido se expressar por engatar a quinta empolgada.

Provavelmente devo apavorar os presentes no recinto vez que outra com minha sinceridade, my way of life. Estando ali para aprender e praticar outra língua, não tenho tempo para, além de me preocupar com a gramática da coisa, com o fluir do pensamento, criar um personagem, tentando ser uma persona grata. Com essa falta de papas na língua e um histórico curioso a ponto de levantar sobrancelhas alheias (e até algumas suspeitas, ou ânimos), mais fácil ser o oposto.

Acredito que seja assim em qualquer cursinho – de grego, latim, russo, esperanto ou mandarim. Apresentamo-nos a cada encontro, e conhecemos o outro, seu pensamento diferente – com certas limitações, claro, pelo vocabulário incompleto e as incertezas na conclusão das ideias. Talvez sejamos mais ingênuos e nos exponhamos o suficiente pela falta de malícia do idioma, mas isso não é ruim. Somos cada um o reflexo de seu interior exteriorizado em pequenas banalidades que dizem muito sobre a gente (no caso: em outra língua).

Thursday, 24 December 2009

histórias de natal


“SE NA NOITE DE NATAL UM PRESENTE QUER GANHAR, PONHA A BUNDA NA JANELA, PAPAI NOEL VAI PASSAR!”

Diferente da ilustração ao lado, essa mensagem vinha originalmente acompanhada de um Papai Noel super bem dotado, mirando uma bunda na janela, contornada de adereços natalinos. Uma pena não ter guardado tão memorável cartão (com ele em mãos, provaria ao contar para meus netos sobre o feito de sua vovó ‘pornô’)!

Acredito que minha primeira grande história de natal foi em 1991, quando eu estava na quarta série. Desde cedo polemizando, gerei a maior dor de cabeça à minha mãe quando então pediram para a gente criar em grupo um Cartão de Natal, e eu acabei me espelhei num bem sacana que tinha lá em casa...

Essa referência era do tempo de minha avó ainda e circulava livremente por diversos natais, sem dramas e/ou moral, e por isso sempre agi com naturalidade ao seu conteúdo. Quando sugeri aos meus coleguinhas que o reproduzíssemos, JAMAIS pensei nas consequências que poderia ter, porque não via naquilo uma ofensa ou algo assim.

Eu tinha nove anos e a professora não falou comigo a respeito, simplesmente chamou minha mãe no colégio, mostrando o absurdo que eu tinha entregue a ela, e preocupada com o mau exemplo que eu estava dando aos outros. Imagino o que não deve ela ter pensado (mal) da mãe, que por sinal não me xingou, castigou, nem nada parecido.

Como uma mulher sempre bem-resolvida e pra ‘frentex’, ela apenas me contou o que tinha acontecido, explicando que certas pessoas não aceitam a sexualidade da mesma forma que nós. E que por isso (e somente POR ISSO) deveria ser mais cautelosa dali pra frente ao exteriorizar piadas com conteúdo sexual. Ela sabia que não tinha feito por mal.

Se há alguém que sempre me entendeu, foi minha mãe! Nada foi escondido ou omitido de mim nem na infância, nem na adolescência. Tenho certeza que essa sinceridade contribuiu para a cidadã que me tornei. A verdade, por pior que seja, é sempre a melhor opção. E essa noção é importantíssima na formação de qualquer criança. Deve ser a base de sua educação.

O que eu desejo a todo mundo? Que tenham boas histórias para poder contar para seus próximos, seja numa noite especial como a de hoje, em que nos reunimos para celebrar o amor - ou como, onde e com quem for. O que de melhor podemos ganhar e dar é carinho, pois gera felicidade. E isso só faz bem e dá o que falar.

Feliz Natal a todos! Esses são meus votos.

Wednesday, 1 July 2009

se beber, não ligue!


Oh, dúvida cruel essa de ligar ou não ligar, de mostrar-se afim ou segurar a ansiedade e esperar pela iniciativa do outro em procurar, em se ter um bis. Quem nunca passou por isso?

Essa fase é muito boa, mas massacra os corações mais afoitos. Podemos errar ligando e insistindo, ou podemos deixar passar a vez e perder o time da outra pessoa que aguarda um contato nosso. Nem todo mundo é bom nos joguinhos de sedução, infelizmente.

Mulheres sempre esperam um ‘alô’ no dia seguinte, que pode também ser via e-mail, mensagem de texto (menos intenso, mas que cumpre com o papel de transmitir que foi bom). Não posso responder pelos homens o que acham a respeito. Gostaria de saber, inclusive, para poder proceder sempre da melhor forma e acertar em minhas conquistas.

Meu 'Minsitério Sentimental' adverte: se beber, não ligue! Acho graça nisso, mas é real. Se tomar uns drinks e não se controlar é melhor que não tenha o telefone do pretendente, peguete, ex, etc. no celular. A gente acaba ligando e nem sempre isso é bom. O álcool entra e a verdade sai. Junto com a ressaca pode vir um arrependimento de ter sido invasivo e inconveniente, ou sincero demais.

Talvez seja melhor esperar... ou não.

Tuesday, 5 May 2009

teu passado te condena


Depois de uma gravação cheia de esquivas...
O que faz uma pessoa negar o seu próprio passado? – vergonha, medo, arrependimento, possibilidades de mudanças? Por que, curiosamente, muitas artistas que tiveram o início de suas carreiras baseado em sensualidade tentam apagar da memória essa fase? Será que a cabeça hoje funciona melhor que o "corpitcho" de ontem?

Ok quanto a mudar de vida, trilhar novos rumos. Mas o que foi, foi. É. Faz parte. Não tem como mudar, está marcado. E os primeiros passos deram base para qualquer transformação que viesse a acontecer. O problema que vejo é tentar esconder o que foi feito, e como foi feito. E o pior: ir do oito ao oitenta, depois, mudar da água pro vinho – virar crente, sei lá. Aí é DEMAIS! (e COMO acontece!).

No Brasil, o maior exemplo que temos é nossa “rainha” menor. Devassa no início, santificada hoje. Internamente, o que mudou? Definitivamente não foi um caso de busca por redenção, mas a estratégia maluca de transferir alguém do profano ao sagrado, trabalhando o lúdico, deu mais do que certo nesse caso. Ninguém questiona? Esqueceram? Tem ainda Madonna, que também já teve suas diferentes facetas, sabidamente esta jogando com tudo isso a seu favor. Em nível global, a 'desconhecida' Norma Jean Baker retrata melhor que qualquer outra o preço a ser pago para ser star e a maior sex symbol de todas, mas que nem teve tempo de voltar atrás (ou tentar, pelo menos).

Affairs com gente famosa, casamentos-relâmpago, encontros marcados, boatos etc – são tantas as jogadas de marketing para se manter na mídia, obter fama, adquirir status, enriquecer. Alpinismo social. Quem ganha com isso? Quem ascende, as revistas de fofoca, os papparazzi, a mídia de entretenimento que vive à procura de gente fútil e efêmera para ser a ‘cara da vez’, a ‘garota da capa’ etc, o público carente de ícones ocos que não transmitem nenhuma mensagem, apenas são os frutos dessa cultura de massa pós-moderna vazia, cada vez mais descartável e lucrativa.

O que o futuro nos reserva? O que mais vem por aí? Quem é quem? O que podemos esperar de pessoas que evitam seus passados? Me responde: alguém pode confiar numa pessoa que renega suas origens e não as discute? Eu, no mínimo, desconfio.

Friday, 1 May 2009

ela só pensa naquilo!


Dia do Trabalho.

- Com o que tu trabalha?
- Com televisão. Sou jornalista.
- Mas o que tu faz?
- Produzo e dirijo as gravações proramas de TV (e faço uns freelas de assesoria de imprensa para amigos).
- Legal. Que programas?

Por que eu sempre estou certa que esse será o início de um longo diálogo sobre o meu ofício? Simples: Porque eu trabalho com sexo.

As pessoas têm muita curiosidade a respeito, embora algumas se mostrem logo ofendidas com o assunto. Não é raro alguém (principalmente mulheres - por que será?) serem ríspidas ao saberem o que eu faço - e olha que eu nem faço sexo por dinheiro, apenas coordeno quem faça e quem trabalha com isso. Sem muita questão de me explicações, não dou pano pra manga.

A reação dos homens é sempre mais interessada, e por vezes sacana. Já estou acostumada com uma primeira má impressão, mas em seguida dou uma brincada com a situação (quebrando o clima) e o papo flui descontraído. Engraçado que muitos me tiram para consultora sexual.

Certa vez o amigo de um conhecido, ao saber com o que eu trabalhava, pediu a minha ajuda para solucionar um problema com a sua esposa. Ele me perguntou o que ele deveria fazer para que ela parasse de lhe encher o saco, que ela andava muito chata, não afim de sexo etc. Pensei e respondi serena: "Um cartão de crédito ilimitado. Ela vai te amar assim. Ficará tão feliz que vai parar de te encher o saco e te dar feito louca!".

O que o cara esperava que eu dissesse? "Faça sexo oral nela" (ou sei lá)? Não sou sexóloga, tampouco uma especialista em sexo. Claro que eu aprendi muito nesses quatro anos - que completo em agosto - trabalhando nos programas do Sexy Hot, mas nada que me torne uma 'expert' no assunto, embora lide superbem (e goste) do esporte.

Trato com profissionais mais preparadas para apontar esse tipo de solução, como a personal sex trainer Fátima Mourah, a terapeuta sexual Izabela Berg, a sexóloga Kátia Valladares, ou a sex personal Rytah Rosttirola - todas do programa Boa de Cama. Não é o caso, mas para ter obtido uma resposta sexual, de repente ele deveria ter perguntado à Carol (Ferreira, apresentadora do Zona Quente). Ela é a cara do programa e está sempre disposta a colaborar, sem a menor cerimônia.

O que aprendi trabalhando com sexo? A respeitar o prazer alheio. Não me interessa julgar como os outros obtêm prazer. Se for consentido por todas as partes envolvidas - sejam duas, ménage ou suruba, está valendo! Além disso, quero que todo mundo transe MUITO. E se a maioria quiser dar entrevista e autorizar aparecer então... uma maravilha!

Sou bem objetiva, séria, e bem quista no meio porque trato todo mundo com respeito e dignidade. Faço malabarismo com fatos e interesses. Costumo parabenizar a Carol porque tiramos leite de pedra a cada gravação. Quem pensa que é fácil achar quem REALMENTE quer falar de sexo e aparecer - muitas vezes transando, nunca trabalhou com isso DE VERDADE.

No final das contas, só penso naquilo! (e ainda sou paga para isso!). E se meu chefe me pega vendo um site de sacanagem no expediente de trabalho ele pára e assiste comigo - isso quando não foi ele que me mandou... "Simples assim".
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  • peça bis quando é bom
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  • prove diferentes sabores
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  • respeite a natureza e os mais velhos
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  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!