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Tuesday, 11 May 2010

I have a dream


Estamos sonhando, ou o Brasil vai mesmo ajudar a União Européia nessa crise, emprestando dinheiro à Grécia? E mais: Petrobrás engajada em auxiliar a empresa britânica BP na contenção do vazamento de petróleo que assola os EUA? É a globalização tupiniquim.

E Lula é o responsável. Mérito dele. A "Culpa" NÃO é do Fidel dessa vez, é de outro barbudo (talvez o quarto mais popular do mundo... e por que não o terceiro, em breve? Tomara!). *Ah, e do PT, claro! (“pra variar”... )


“Ele é O cara” – assim o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, já o elogiou publicamente, e os jornais espanhol, El Pais, e francês, Le Monde Diplomatique, confirmaram, este último denominando-o 'l'homme de l'année', em 2009. Até a revista yankee Times se rendeu, elegendo-o como um dos governantes mais influentes do planeta. É inegável sua popularidade, portanto, e não gratuita.

Essa é a hora e a vez de Lula, que aqui conquistou 83% de aprovação no Nordeste, 70% no Sul e 67% no Sudeste. O "semi-analfabeto", como muitos de seus opositores (ainda) só assim conseguem enxergá-lo, superou quaisquer supostas limitações e chegou ao topo – posição que outros colegas acadêmicos jamais alcançaram.

O Brasil reflete a ÓTIMA fase. Trouxemos para cá eventos mundiais como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, quitamos nossa dívida com o FMI (agora somos credores, ELE é que nos deve!), estamos colaborando com outros países, criando laços nunca antes pensados...

Agradamos judeus e palestinos, norte-americanos e iranianos, gregos e turcos (descendentes contemporâneos dos antigos troianos). Surpreendente! Ele é UNANIMIDADE lá fora e, por aqui, até (o pré-candidato tucano à presidência) José Serra o elogia, reconhecendo que é bom para o Brasil... Na boa, quando e com quem isso seria possível?

Realmente, os tempos são OUTROS! Com nossa economia aquecida, hoje somos apontados internacionalmente como o 'país do futuro'. Condições foram dadas para tanto, à população. Os dois governos de Lula elevaram a renda per capta nacional, que cresce 5,3% ao ano.

Aliás, sua distribuição é a melhor desde a redemocratização. O número de pessoas que vivem abaixo da linha da miséria caiu 43%. Além disso, foram criados 12,2 milhões de empregos formais, e o salário mínimo hoje compra 2,2 cestas básicas – mais que o dobro dos índices de 2003.

A situação só tá preta lá nos EUA (e no Mar Mediterrâneo)! Sinceramente, não sei do que tanto esses anti-petistas, que se opõem veemente a Lula, reclamam. Acho que é dor de cotovelo, ou seria pelo dedo no orgulho ferido, ou do braço torcido, língua mordida...

Acordem! Ficar se beliscando, não acreditando no que está diante dos olhos, provado pelos números e estatísticas confiáveis, é estupidez, ignorância, tortura... só vai fazer doer mais, dar dor de cabeça e de garganta também – porque, essa REALIDADE, querendo ou não, vão ter que engolir!

Sendo assim, em ano de eleição, sejamos coerentes e evitemos pesadelos, POR FAVOR!

*Parece ironia colocar esse título no texto, em inglês, inspirado no discurso inflamado e ideológico do ativista político estado-unidense Martin Luther King, mas o momento permite tal analogia e licença poética. Estou inspirada... Eu posso. E você? Também - Now... "Yes, we can".

Fontes: Folha Online 1, Folha Online 2 e Correio do Povo –  este pelo Grazazá.

Friday, 28 August 2009

café com leite


Não, esse texto em nada tem a ver com essa política, adotada pelas oligarquias estaduais e o governo federal durante a República Velha aqui no Brasil. Inclusive, nessa época em que eram privilegiados os estados de São Paulo e Minas Gerais na sucessão presidencial (e esse nome faz alusão aos produtos fortes de suas economias), o tema de meu post não era visto com bons olhos. E hoje, ainda é?


Estamos numa era livre de descriminação racial, desse preconceito infundado e absurdo? O assunto sobre o qual vou tratar agora, acreditem, ainda gera polêmica e (lamento se) assombra algumas pessoas – não por elas, mas por quem sofre de verdade com isso e é afetado injustamente por tamanha ignorância e desrespeito. Apesar das grandes possibilidades, tratando-se de um país multiétnico como o nosso, e da notável vontade de amor livre inter-racial, há quem torça o nariz por esta união.

Esse encontro acontece desde que o mundo é mundo. E aqui, em especial, tem-se registros históricos de que a mistura dá certo, é desejada e caracterizou nosso povo como mestiço. Todos sabem da atração entre brancos e negros, por exemplo. Não há como negar que ela existe e é forte - vende muito, inclusive, em filmes adultos tal temática. Muita gente gosta... (de fazer, de experimentar, de ver, de ser, de ousar, de chocar, de vencer - o racismo, no caso).

Começa hoje no Rio um festival interessante, que traz à tona discussões importantes e artistas do Continente Negro para se apresentarem em três dias aqui, junto a músicos locais. Gostei muito da idéia do Back 2 Black. Aliás, ainda essa semana comentei com alguns amigos que estou numa fase bem ‘Mama África’ mesmo, como só estive nos tempos de faculdade, quando estava superligada à comunidade universitária africana residente em Porto Alegre. É, voltei ao preto... mas é justamente essa a proposta, então tá tudo certo!

Engraçado isso, mas a maioria das pessoas desconhece que no sul do país a cultura negra seja também super viva – na religião, música, dança, esportes. E é, na contramão da ascendência européia que prevalece por aqueles pagos. Eu, nitidamente, sou uma que ‘fujo à regra’. Na verdade, sobressaem-se e são “vendidas” as pessoas mais ‘esteriotipadas’ de lá, como as belas (e loiras) Gisele Bündchen, Ana Hickman, Shirley Mallmann etc, mas, nós gaúchos, somos um povo de várias caras e cores.

A exemplo de minha mãe, e para o desprazer de meu pai (em sua ‘velhice’ de pensamentos ultrapassados e desditosos, embora sincera), agrada-me essa idéia de miscigenação. Gosto mesmo, assumida e despropositadamente, de graça - cheia dela, na verdade. Espero poder aproveitar ao máximo essa oportunidade de riqueza cultural, de se estar 'junto e misturado', aprender com isso vendo os resultados incríveis dessa união – como o café com leite (que eu A-D-O-R-O e só bebo assim) e, como se diz em São Paulo, ‘misturar as tintas’... Hoje, mais do que nunca, nós podemos.

*Confiram a programação completa desse evento que vai transformar a Leopoldina na mãe África carioca: http://www.backtoblackfestival.com.br/. E participem!
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passatempo

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  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
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  • dê atenção às pessoas
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  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
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  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
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  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!