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Friday, 14 May 2010

joão ninguém


Na verdade, simplesmente ‘João’.

Ainda não o conheço, nem sei se já é de outro alguém, mas me interessa – e MUITO. Se quisesse, teria um 'Vavá' universo pela frente (opa! - e por trás, em cima, embaixo, de lado, em pé, deitado, sentado...).

Engraçado isso: como uma pessoa pode de uma maneira avassaladora nos deixar afim, de cara. Provavelmente, não seja nem sequer capaz de imaginar o quanto despertou em mim esses desejos nobres, fortes, intensos.

Pode supor, é claro, porque o olhar diz tudo. E mesmo que tenhamos nos visto poucas vezes, sempre houve um clima de flerte no ar, na distância entre nós, ligando-nos mesmo em extremos na pista, salão, ou pertinho, lado a lado, num muro qualquer.

Parece ser um bom rapaz. É do meio, tem estilo, faz meu tipo – sabe como é... (barba por fazer!) Não foi à toa. Agrada-me, rodeia... mas talvez seja tímido como eu, por hesitar uma aproximação mais ousada, “sem” desculpa – e pressa, infelizmente.

É um universo de possibilidades. Tomara que se apresente(m), como e quando tiver que ser. E que a surpresa seja boa, gentil, que me deixe admirada, instigada, satisfeita, curiosa e ainda mais envolvida.

Com tanta paixão viável, adoraria transformá-lo em um "joão bobo" por mim.

Wednesday, 7 April 2010

diva


Vamos combinar que não é assim, como uma musa, linda e bela, que nos sentimos quando estamos ‘naqueles dias’ de maré vermelha. Aliás, quem conseguiria estar 100%, enquanto sangra, barriga dói, peito incha e incomoda, os nervos estão á flor da pele? Homem, muito menos! – fracos e sensíveis do jeito que são...

É até ironia dar esse nome a um objeto relacionado, mesmo que vise, de alguma forma, tentar amenizar pelo menos alguns dos efeitos (‘por assim dizer’) 'desagradáveis' da menstruação com uma proposta inovadora, verde, econômica, inteligente, politicamente correta. Esse é o tal do copo menstrual, sobre o qual a mula já rugiu anteriormente por aqui.

Experimentei, enfim, e... tchan, tchan, tchan, TCHAN: está aprovadíssimo. Os tantos relatos positivos de mulheres, distribuídos pela internet, em diversos blogs e sites de fabricantes, não poderiam estar equivocados. Praticidade e higiene – ao contrário do que muitos possam achar, são os pontos fortes do produto. Recomendo-o agora, mais do que nunca.

Ao pouco vou dizendo adeus ao algodão, ultrapassado já porque gera lixo e bactérias, e me adaptando ao novo, nem tão desconhecido assim.... Esse é o futuro: um passo ao passado. Viva o reutilizável! (e as experiências que nos fazem crescer e evoluir). Quando colaboro pelo bem do mundo, aí sim posso dizer que sou a melhor ‘de mim’, de todas Vavás existentes numa só.

Aos interessados (principalmente 'as' aos 'os'), mais infos no site do Diva Cup.

Monday, 28 September 2009

não me reconheço

-
Minha energia está em transe. Os dias tem sido tristes, os problemas, tantos; o sono, pouco; as alternativas, rasas; a angústia, intensa; o cansaço, mortal; os amores, falhos; a tensão, imensa; o trabalho, estafante; o dinheiro, contado; o estresse, angustiante; as incertezas, todas. A fome devasta, a saudade assola, e a esperança me toma (ainda bem!). Já desejei que meu dia tivesse 48h para dar conta de tudo, mas não é por aí... Calma!

Voltar a roer as unhas foi a pior das atitudes que poderia ter tomado. O bruxismo está voltando também... Por que temos certas recaídas? Por que o vício das madrugadas me toma, as preocupações me ocupam a mente e os dias, sem fim, não me deixando sonhar em paz, respirar aliviada? Ai, meu vitiligo, minha eterna dor nas costas... Ninguém merece! Tudo-ao-mesmo-tempo-aqui-agora - isso é enlouquecedor.

Há tempos essa não sou eu... Era mais carpe diem, do vôlei, da salada, da academia, da praia, do
samba etc. Falta-me tempo de eu ser eu mesma de novo, a Vavá de sempre. Onde fui parar? Quero me encontrar onde me perdi, mas não na internet. Por hora, quero massagem, abraço e beijo na boca, banho de mar e cervejinha no final de semana, amigos por perto pra relaxar.

Olho no espelho e não me vejo como antes, enxergo os sinais do mau tempo. É, deprê (mas passa). Já houve piores - culpa de um casamento infeliz, da falta de perspectiva, de alegria mesmo. Agora a situação é outra: uma confusão total de sentimentos. Normal, eu acho, mas chatinha enquanto se vive. Sei que estou por perto, que 'volto logo'. Penso, consciente, diante de meu reflexo, que não sou o que enxergo - não o que me habita e vive em mim normalmente. Sorry.

Thursday, 2 July 2009

a teoria dos apelidos

Até os dez anos, embora nunca tenha gostado, chamavam-se na família de ‘Nessa’. No colégio algumas amigas mudaram isso e, desde então sou Vavá. Aos 15 anos entrou o ‘Jones’, em homenagem à Rita Lee dos Mutantes (que, profissionalmente, não assina mais esse terceiro nome há tempos!). Peguei emprestado.

Era para escrever para o Geocities de um amigo meu da faculdade e ele sugeriu que eu tivesse um pseudônimo, porque a maioria dos escritores usava um, e ‘Vavá’ era muito simples. Optei então em pôr sobrenome ao apelido outrora singular. Colou.

Ainda hoje, muita gente em Porto Alegre nem imagina qual seja meu nome de verdade. E, na internet, por mais de cinco anos em Mircs e ICQs da vida, diversas pessoas não sabiam se Vavá Jones era homem ou mulher. Engraçado isso... Homem, eu!


E, justamente para por fim è essa questão ambígua, veio o ‘Linda’ veio em 2000, super feminino, sonoro, apesar de eu preferir um ‘Lee’ (ironia do destino essa...). Mas aí não dava! Iria ser MUITO a cópia, a fã, a louca. Não era esse o objetivo. Ela não ia gostar! Nem eu. E ficou 'Vavá Linda Jones' mesmo. Problema resolvido.

Curiosidade de muitos saciada, agora, admito que esse nome me deu sorte, singularidade, reconhecimento e popularidade até. Os amigos gostam de dize-lo em alto e bom tom ao me verem – impressionante! E me agrada isso. Acho cute. Estou satisfeita.

Voltei a "ser" Vanessa Conti Irion em 2005, somente por questões atuais de trabalho, porque ‘Vavá Linda Jones’ trabalhando diretamente com mercado erótico de repente na iria cair bem, né?! E, no mais, meu nome é super bonito
também e, eu quase nunca o tinha usado. Foi uma boa oportunidade essa. No entanto, o Jones, adotado anteriormente, nunca foi abandonado no pessoal. Amo!

Hoje, o codinome, completo, está mais vivo e ativo do que nunca! Porém, são tantas as combinações possíveis para dizer quem sou: ‘Vanessa Jones’, ‘Vavá Irion’, ‘Vavá Linda’.... que nome em lista acaba sendo uma viagem!
É comum misturarem tudo e sair cada vez uma coisa diferente. Chego dando várias alternativas possíveis até me acharem em meio aos outros nomes.

Ao me questionarem “Vavá de quê?”, respondo orgulhosa: “Jones”, ignorando completamente (e sem querer) a intenção dos bofes em saber se Vavá é de Valéria, Valesca, Vanessa... É mais forte que eu, juro. Está em mim. Já incorporei a alcunha! Fazer o quê?!


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Sou bastante curiosa também com os nicks alheios, abreviaturas, codinomes etc. Sempre gosto de saber se existe mesmo a relação nome-pessoa. Se os adjetivos procedem – se o ‘black’ é negro mesmo, se o ‘forte’ é másculo, e por aí vai. Aposto que muita gente se pergunta, inclusive, se o meu Linda é honesto, se o elogio faz jus à moça. E ai, o que acham?

E por falar em elogio, nessa onda de apelidos, quero saber se ‘Big’ é grande mesmo. Será? Aposto minhas fichas e pago para ver.

Tuesday, 2 June 2009

um link aberto


Meu blog é um...

Ontem um amigo que mora no norte (longe, muito longe), e que eu não vejo há mais de seis anos perguntou sobre mim, o que eu ando fazendo, como estou, essas coisas. Pensei em narrar alguns fatos recentes do meu cotidiano, mas logo me ocorreu a brilhante idéia de convida-lo a ler o mula ruge.

Como escrevo todo os dias, sempre escapa algo recente, contemporâneo. Então é fácil saber o que tenho vivido, no que penso, quem sou eu. Procuro enfatizar o que há recém aconteceu, ou já vem acontecendo – comigo, com o mundo, por aí, por dentro.

Gosto da possibilidade de interação com quem lê, dessas participações alheias, comentários surpreendentes de gente que nem esperava. Adoro manifesto(s)! Esse canal é o ideal, eu diria. Aproxima, informa, emociona, denuncia, entretém, instiga.

Escrever (e ler) isso aqui é uma viagem ao exterior de minha Vavá interior. Não tem regras! Existe sim dedicação e inspirações, mesmo que distantes e até impessoais. Há inclusive muitas páginas viradas nesse link aberto que é meu blog. E isso é verdade, trocadilhos à parte.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!