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Tuesday, 5 March 2013

mi adorable demonio

Bom, para começar, sinto-me um pouco como 'um peixe fora d'água' aqui na América do Norte, onde a (má) influência de um filtro estadunidense sobre a mídia em geral faz ecoar uma fama diabólica de Hugo Chávez.

Muitos comemoram por aqui. Estavam só aguardando o pior... Para outros tantos americanos/latinos (muitos mais, de fato), porém, esse foi um triste episódio para a luta - que continua, companheiros.

Estou triste com sua morte SIM. Afinal, ele foi para Venezuela fundamental na tomada do poder pela massa. Um pouco como o que Lula fez no Brasil. Chávez, embora militar, foi um dos nossos.

Sendo assim, quanto a essa imagem demoníaca que ele possui, faço a pergunta: ele é ruim para quem mesmo? Porque, na moral, de bicho-papão só tem medo criancinha ingênua e desinformada (algo, inclusive, cada vez mais raro num momento tão informatizado).

Claro que ele não foi um presidente perfeito. Aliás, existe algum? Difícil agradar a todos... Tudo dependende quando visto pelos intere$$es. Na realidade, os reais monstros da sociedade capitalista são bem outros...


Ficam agora justamente as dúvidas quanto à sua sucessão, ao futuro da oposição ao império ainda liderado pelos yankees.

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Deixo aqui a minha homenagem ao homem que mudou o mundo, melhorando-o, como pode...

um governante solitário


socialista


entrou para a História


cagando para os Estados Unidos



Tuesday, 28 August 2012

une question de choix

Le moment arrive. 

Il y aura des élections au Québec en moins d'une semaine. Mardi le 4 septembre, La Belle Province choisira ses dirigeants, parmi eux son premier ministre.

Il fait chaud là là: plusieurs débats, promisses et contradictions prennent la place dans les journaux et à la télé.

Si je voterais, j'aurai choisir le changement, bien sûr. Sans aucun doute (principalement après toute la mauvaise administration du conflit étudiant!).

De la même manière qui arrive au Brésil, la jeunesse habituellement s’oppose aux libéraux.

Il y a, néanmoins, une énorme différence entre nous: (étonnez!) l'informatisation du processus électoral.

Depuis 2000, ce pays, encore en développement, a réussi à faire 100% de ses électeurs voter électroniquement. Il a été le premier du monde.

Ça me rend fière! (malgré certains de ses résultats...)

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Tuesday, 8 February 2011

mona


(and ‘Lisa’ - with Portuguese meaning).

A courageous and beautiful Iranian - my “dutch” muse.

I confess I was admired at first glance. I enjoyed to know her chiefly in reason of she was not used to wear the hijab. Anything else would be unsuccessfully as so to attract me.

Her long and black hair expressed and reflected as weel all her femininity. Seeing that, I wondered myself about which motives were involved, not hidden under their kerchief anymore.


not disguised

Since I’m a leftist, I’ve been contrary of any social imposition form. Any kind of oppressiveness upsets me. With ‘gender’ it won't be different... even in another culture.

My first question to her when I knew where she was born was not about women's situation there: Did you are there during the manifestations against Ahmadinejad last year? Yes, she was in Tehran.

Not satisfied, a second: It was exactly as they have shown on television? Worse - she said, telling me more about how cruel it was. Then, we became friends.

Probably, nobody there was curious (as me) to get to know more about that.

Sunday, 14 November 2010

quanta diferança!


O que motiva os jovens hoje? Nos anos 60 era um sentimento de liberdade, de oposição à guerra, amor livre. Aqui no Brasil, um pouco diferente do que aconteceu nos Estados Unidos, foi a ditadura, pensamento e comportamento conservadores de nossa sociedade.

Muita coisa mudou, mas ainda atualmente o cabelo pode ser uma forma de manifestação. Não como antes, quando o simples fato de um homem deixá-lo crescer era considerado subversão... de afronta ao sistema, ao exército - que exigia dos jovens cabelos curtos. Agora seria muito mais agressivo uma menina raspar a cabeça, por exemplo, ou usá-lo de forma estranha, num colorido gritante.

De qualquer forma, um retorno a esse espírito hippie cultuado no passado é uma viagem interessante. Vale a pensa ver a mega produção "Hair", em cartaz no Oi Casa Grande, no Leblon - Rio de Janeiro. Músicas, figurino, cenografia, elenco... tudo de primeira! Como era de se esperar, gostei MUITO, mesmo tendo eles mudado um pouco o original. Muito mais que a questão da homossexualidade, compreensivelmente defendida pelos parceiros-diretores Charles Möeller & Claudio Botelho nessa versão brasileira, a na época mais abordada e igualmente criticada mistura de raças acabou ocultada de certo modo na minha opinião.

É, os tempos são outros, mas as bandeiras continuam levantadas - cada um defendendo a sua causa como pode. A proposta pode até ser a mesma, já os cabelos...

Wednesday, 3 November 2010

superhero

 
As previsões se concretizaram e, Barack Obama, que está com sua popularidade em baixa, levou uma “surra” nas eleições legislativas norte-americanas, realizadas ontem, no meio de seu mandato. Os democratas perderam a maioria na Câmara e a força no Senado.

A insatisfação que paira sobre a megapotência mundial fortaleceu o partido Republicano, apoiado na dificuldade do presidente em sair rapidamente dos efeitos da crise que arrasou com o país imperialista em 2008, resolver a questão da economia empacada, com o dólar desvalorizado, e ainda o índice de desemprego, que já beira os 10%. Os eleitores que depositaram na figura de Obama toda a esperança de mudanças e melhoras urgentes, não estão sabendo lidar e se mostram extremamente desgostosos com o processo lento de recuperação dos Estados Unidos.

Essa foi uma derrota significativa que serviu de alerta para que o homem mais poderoso do mundo mude o rumo de seu governo, principalmente no que se refere às prioridades. Agradar à opinião pública e, agora, aos opositores também, tentando certa cooperação em que eles aprovem e não atravanquem os projetos propostos por ele, será o maior desafio do líder democrata.

No entanto, a História está a seu favor. Da mesma forma ocorreu com George Clinton e Ronald Reagan, esse último enfrentando na época taxas de desemprego bem semelhantes às atuais. Ambos conseguiram a reeleição dois anos depois, superando os problemas enfrentados. Vou além: por mais que os yankees reclamem do governo de Obama, e isso tenha se refletido no resultado desse pleito, ele, ainda sim, já é um vitorioso, mesmo antes de qualquer aposta para mais quatro anos no poder.

Em apenas 24 meses, ele conseguiu aprovar uma reforma histórica no sistema de saúde, algo fracassado por antecessores, além de ter feito uma no sistema financeiro, com pacotes de estímulos econômicos, bem como ter progredido nas negociações para diminuição de emissão de gases aceleradores do Aquecimento Global. Infelizmente, pelo menos dois desses avanços correm o risco de um recuo em detrimento ao conservadorismo que aponta essas como iniciativas 'socialistas' por parte dele (não é piada... sim: SOCIALISTAS - acreditem!).

A onda extremamente conservadora que ganha força por lá, ela sim, é preocupante. Trata-se de um retrocesso daquilo que já avançou justamente contra essa maré. É um dilema seu papel agora, pois ou eles colaboram, ou se opoem às medidas sustentáveis previstas, arriscando, assim, seu sucesso na próxima votação presidencial, em 2012. Todo mundo sabia que não iria ser um mar de rosas os primeiros anos de desafogamento estadunidense, mas ser acimentado por uma direita xiita, cujo discurso por vezes soa absurdo na contramão do trabalho que vem sendo realizado, abala as estruturas e mexe com os brios de qualquer mortal.

Embora tenha sido visto como um espécie de herói quando assumiu a bronca há dois anos, fazer mágica foi impossível àquela altura, e ainda hoje é... Mas, AGORA, ele vai ter que usar todos os seus superpoderes, qualquer truque que tire da cartola soluções imediatistas, para não deixar a peteca (a moeda e sua popularidade) cair ainda mais. Otimista, eu acho que ele vai conseguir ressurgir das cinzas e sair do vermelho. Basta saber o que ele vai fazer na tentativa de deixar tudo azul... Só espero que não regrida demais, tampouco deixe o resto do mundo roxo de raiva com as atitudes tomadas para salvá-los.

E para finalizar, utilizo-me aqui do jargão de sua campanha,vencedor e invencível... é o que resta: Hope.
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passatempo

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  • conheça novas culturas
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  • dance sem vergonha
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  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
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  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!