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Saturday, 10 January 2015

sad things about Christmas time

There is something that always bothered me : Christmas trees. Yes... it is very sad their (short) story.

I've seen many on the garbage lately... It is not sustainable have one in this way!

Is it too difficult cultivate it in a pot?! Or on the garden... outdoor, free, harmonious with nature. Please, tell me.   


Saturday, 22 September 2012

love transforms!

A frog to a prince, a skeleton to a rose (healthy) person.

What a difference! Further: what a power of changing! 

Stronger than love, only the determination for it, for good.

Pull somebody out of the gutter its not possible when it isn't a personal will, a wishing one. Others just help.

Certain: true/self love =  welfare!

Wednesday, 17 November 2010

batata


Como saber se sua alimentação não está das mais saudáveis? Quando seu lixo seco, além de volumoso, é mais pesado que o orgânico*.

*ou rejeito, se misturados restos de comida, chicletes, guardanapo ou papel higiênico usados, guimbas de cigarro etc. ao que é natural.

Congelados, comida pronta, snacks, refrigerantes, enlatados etc. - MUITAS embalagens (conservantes e calorias a mais) para poucos produtos. Frutas e legumes rendem quantidades infinitamente menores com suas cascas e bagaços.

Saturday, 7 August 2010

um saco!


É o problema da poluição no mundo.

Em visita a Amsterdam (sempre ela...), pudemos comprovar a eficácia de alternativas às (tão vilãs) sacolas plásticas. Seja comprando sacolas retornáveis, cobrando mais por sacolinha utilizada, ou dando desconto pelo não uso delas, QUALQUER iniciativa é válida para colaborar com o meio ambiente.

Entrou em vigor em 16 de julho no Rio uma nova Lei (5.502/2009) que determina a redução do uso de sacolas plásticas em supermercados e estabelecimentos comerciais de médio e grande porte em todo o Estado. O governador Sérgio Cabral antecipou o que iria ficar só para o ano que vem. Que bom.

A partir de então tem que ser oferecidas aos clientes opções reutilizáveis, como caixas de papelão e bolsas ecologicamente corretas, tão na moda ultimamente. Eu, que levanto a bandeira da questão do lixo, aderi faz tempo à campanha. Legal que o projeto prevê um programa de conscientização aos consumidores, explicando a importância da medida – que não é radical, mas poderia até ser mais.

A cada cinco itens comprados, há um abatimento de três centavos no valor total da compra. Poderia ser o contrário: cada sacola custar isso. Acredito que quando as atitudes interferem no bolso, há maior impacto. Se forem devolvidas, a cada 50 unidades, ganha-se um quilo de arroz ou feijão.

As sacolinhas foram introduzidas no país na década de 80, e são comumente utilizadas para o acondicionamento do lixo. Somente aqui, são distribuídas cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas por ano. Por estarem (geralmente) misturadas a outros resíduos, sua reciclagem fica comprometida. Essa lei veio em boa hora...

Saturday, 31 July 2010

top top uhhhhhhhh


Dia do orgasmo hoje. Comemore!
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sexo verde

Aproveito a ocasião (inspiradora) para abordar a nova tendência do mercado de produtos adultos. Como ser “verde” está super na moda atualmente em função da preocupação mundial  com os problemas de meio ambiente tão em voga, com os brinquedinhos sexuais não seria diferente.

Fui in loco na Cidade do Sexo, Amsterdam, no Red Light District, conferir o que mais se usa agora na Europa: vibradores carregáveis – na tomada, como celular. Marcas como Lelo ganham destaque nas vitrinas. Eles dispensam o uso de pilhas, que tanto poluem quando colocadas fora sem o devido cuidado. Novidade testada e aprovada, com louvor. Fica a dica.

Mas as iniciativas ecossexuais (e criativas) vão além. Tem até vibrador que funciona à base de manivela, o irlandês The Earth Angel. Um “retrocesso” positivo pela proposta anti-podução de lixo tóxico. Fora o uso da camisinha (indispensável), essa é outra atitude do bem que pode ser introduzida – literalmente. Acho bem coerente essa vertente. Perfeita, pois une o útil ao agradável.

As engenhocas hightech pró-prazer ainda não são acessíveis a bolsos pelados – por aqui, não saem a menos de R$ 300 as mais simples. Mas, pensando num investimento a longo prazo,  na relação custo-benefício, paga-se rapidamente se utilizadas  com regularidade. Interessou? A Oversexy, sexshop parceira (opa! [risos]), vende o Lelo, e no site da Earth Erotics são encontrados somente apetrechos ecologicamente corretos.

Não fique chupando bala! Seja consciente revirando os olhinhos.

Wednesday, 9 June 2010

pouco é muito!


O princípio é básico: consciência. Mas, nesse caso, a máxima (em que acredito) de que 'os homens não são o que dizem, e sim o que fazem', vale MUITO. Então, não basta saber, tem que tomar uma atitude a respeito. É por em prática a teoria MESMO.

Da minha parte, foi desde sempre: não jogando nada no chão, não desperdiçando comida, tentando economizar água e energia etc.. A cada dia tento algo novo, para o bem. Por último (e, hoje, bem sucedida!), veio a completa separação do lixo para reciclagem. Fico feliz em poder participar disso e que em meu prédio a executem de maneira tão séria e respeitosa.

Por que demorei tanto para conseguir implementá-la, como sempre quis? Por resistência. Não dependia de mim enquanto não morava sozinha... E não falo de gente sem instrução, mas pessoas que simplesmente não queriam adquirir um novo gesto em suas vidas, em seu cotidiano: determinar o lixo certo para cada item. É necessária uma reeducação de postura diante à nova realidade mundial. E é inevitável, por mais que demore...

Quando eu era pequena, todos falavam em plantar árvores como o topo do que se podia fazer. Hoje, não consigo ver mais somente nessa boa ação a salvação do planeta –  que está cada vez mais quente, injusto, cruel. Pequenas atitudes isoladas, como mudanças de comportamento para o que é (dito tão careta, mas inegavelmente do bem) ‘politicamente correto’, tem mais impacto hoje quando se pensa globalmente.

Não tenho a menor pretensão de querer convencer grandes empresários a ganharem menos investindo mais no verde (cor tão em moda no presente). Seria pedir demais a mentes capitalistas tão gananciosas. Mas, na verdade, em âmbito bem geral, não consigo entender como criaturas que sabem que prejudicam o meio-ambiente e a população conseguem dormir à noite sem o menor peso na consciência, ou dor no coração – algo assim, bem dramático mesmo.

Agora, tratando do que é mais palpável: infelizes são aqueles cidadãos que não pensam no assunto, que seguem jogando suas bitucas de cigarro pela rua, que misturam vidros, plásticos e alumínio com restos de comida, entre tantos outros “pecados capitais” da atualidade. Lamentavelmente, não reconhecem a grande chance que tem de fazer algo próspero por si e pelos outros. Esses, sim, desapontam-me profundamente.

Podem me taxar de ‘ecochata’ e o caramba. Não me importo! Acho que devo isso a meus filhos, netos – e a todas crianças do mundo. É o mínimo que cabe a mim, tendo esse blog, poder fazer este alerta, deixar esse recado (além de seguir com meus princípios conquistados com muito orgulho). Não é a solução plena, mas já encaro como parte da missão cumprida.

Nesta semana em que se comemora (?) o Meio Ambiente, e quando numa simples conversação com colegas de aula, vejo que pouco ainda se faz pela Terra e humanidade, a mula ruge a respeito.  E finalizo com uma listinha modesta de pequenos grandes ideais:

- separar o lixo (nem que seja somente em dois: seco e “orgânico”/rejeito);
- não jogar lixo no chão (se não achar uma lixeira na rua, guarde seus resíduos consigo até chegar em casa ou no trabalho para então dispensá-lo);
- usar transportes coletivos, bicicletas ou andar mais a pé;
- imprimir somente o necessário e reaproveitar os dois lados de cada folha de papel;
- economizar água potável no banho, ao escovar os dentes etc.;
- substituir produtos descartáveis por retornáveis (ao invés de usar diversos copos e sacos plásticos todos os dias, e jogá-los fora depois, ter um copo de vidro no escritório e uma sacola de tecido para as compras);
- evitar o desperdício de qualquer energia;
- optar por produtos biodegradáveis, alimentos orgânicos etc.;
- investir em novas tecnologias mais benéficas, baratas e acessíveis;
- não ignorar o fato de que pouco é muito (se cada um fizer a sua parte, um bom montante se forma em prol do bem).

Friday, 9 April 2010

o choro carioca


Opa! Mesmo passados alguns dias (mas não o caos e os danos) das fortes chuvas aqui no Rio, a mula não poderia deixar de rugir a respeito... até porque sofri para chegar em casa com água quase nos joelhos em Botafogo na noite em que tudo (re)"começou". Terrível.

O descaso de anos ficou, enfim, evidente aos olhos do mundo. E não adianta culpar São Pedro porque não foi ele que obrigou ninguém a morar onde não pode, a jogar lixo pelas ruas e entupir bueiros... Que bom que a mídia tem dado ênfase a essa questão, cobrando providências dos atuais governos, que terão que responder por décadas de omissão dos demais.

Mudanças, por favor! A hora é agora, se quisermos de fato poder estar nos parâmetros de primeiro mundo para poder sediar aqui jogos da Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Mais ainda: se quisermos continuar fazendo jus ao título de ‘cidade maravilhosa’, com nossos cartões-postais intactos, sem mais lágrimas e tanta dor...

Construções em morros – principais áreas de risco por aqui, sem o aval necessário, poderia dar nisso... (é óbvio, nem precisava ser um especialista para saber) e deu! Parece que, agora sim, irão investir em moradia pública decente para milhares de famílias que habitavam esses locais que deverão ser desocupados a curto prazo.

Sim, pois a previsão é de mais chuva, e o estado do RJ segue em alerta. Será que foram necessárias 179 mortes e cinco mil famílias desabrigadas, ATÉ o momento (e só DESTA vez, porque já houve outras enxurradas anteriores, mais brandas, mas que já alertavam os problemas escancarados agora), para concluírem que essas questões estão mal administradas?

Até segunda-feira, nossos políticos não viam as encostas sendo povoadas desordenadamente? - estavam cegos, ou o quê? Por outro lado, questiono-me se as pessoas vão continuar insistindo no erro também, porque político sozinho não faz milagre, e com essa loucura climática toda, muito menos santo do tempo.

O tempo está feio. É uma vergonha! Na verdade, é triste... MUITO.

Wednesday, 7 April 2010

diva


Vamos combinar que não é assim, como uma musa, linda e bela, que nos sentimos quando estamos ‘naqueles dias’ de maré vermelha. Aliás, quem conseguiria estar 100%, enquanto sangra, barriga dói, peito incha e incomoda, os nervos estão á flor da pele? Homem, muito menos! – fracos e sensíveis do jeito que são...

É até ironia dar esse nome a um objeto relacionado, mesmo que vise, de alguma forma, tentar amenizar pelo menos alguns dos efeitos (‘por assim dizer’) 'desagradáveis' da menstruação com uma proposta inovadora, verde, econômica, inteligente, politicamente correta. Esse é o tal do copo menstrual, sobre o qual a mula já rugiu anteriormente por aqui.

Experimentei, enfim, e... tchan, tchan, tchan, TCHAN: está aprovadíssimo. Os tantos relatos positivos de mulheres, distribuídos pela internet, em diversos blogs e sites de fabricantes, não poderiam estar equivocados. Praticidade e higiene – ao contrário do que muitos possam achar, são os pontos fortes do produto. Recomendo-o agora, mais do que nunca.

Ao pouco vou dizendo adeus ao algodão, ultrapassado já porque gera lixo e bactérias, e me adaptando ao novo, nem tão desconhecido assim.... Esse é o futuro: um passo ao passado. Viva o reutilizável! (e as experiências que nos fazem crescer e evoluir). Quando colaboro pelo bem do mundo, aí sim posso dizer que sou a melhor ‘de mim’, de todas Vavás existentes numa só.

Aos interessados (principalmente 'as' aos 'os'), mais infos no site do Diva Cup.

Tuesday, 9 February 2010

chove chuva!


Enquanto isso, em São Paulo... chove SEM PARAR!

Faz mais de um mês que a água não dá trégua e cai todos os dias – provocando enchentes e inundações pelas ruas, ilhando pessoas, causando acidentes, mortes. Por que isso?

É a natureza se rebelando contra o homem, mostrando sua força. Seja com calor ou chuva, os efeitos do desequilíbrio do clima estão demais. Que nossos governantes tomem atitudes racionais e humanas para frear esse processo genocida.

Hoje, produz-se mais lixo e tem mais asfalto cobrindo o solo (para onde a água poderia escorrer) em comparação a 1947, 50 ou 80 - períodos de janeiros chuvosos. O resultado da soma desses fatores será cada vez pior, mais maléfico ainda.

Além do gás carbônico, o lixo e o crescimento desordenado das metrópoles são grandes vilões. A solução quanto aos resíduos, ao menos, está ao alcance de todos nós. Nisso, poderíamos ser mais conscientes, independente(s) do Estado.

Se cada um fizer a sua parte, ajuda. As consequências do que se faz hoje, veremos amanhã - pro bem ou pro mal. Depois não adianta lamentar tanto lixo epalhado , chorar sobre a 'água' derramada.

Saturday, 25 July 2009

do luxo ao lixo


Inaceitável esse recebimento de lixo inglês em diferentes portos aqui no Brasil esta semana.

É muito bonito países ricos bancarem uma de bonzinhos dizendo defender o meio ambiente na mídia (o que está super in atualmente devido a problemas pertinentes como o aquecimento global, por exemplo), mas então se descobre que eles mandam para lugares mais pobres seu lixo doméstico, químico e industrial para ser queimado ou enterrado. Essa foi a crítica maior de nosso Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Atitudes que vão do luxo ao lixo, sem escalas.

A prática não é comum, porque há muita gente preocupada com o futuro do planeta, mas infelizmente acontece. E esta não foi a primeira vez que ocorreu por aqui. Já recebemos toneladas de lixo da Bélgica em 2004, contendo inclusive substâncias tóxicas perigosíssimas. E antes disso, em 1992 (ano da Eco 92, aqui no Rio), trabalhadores portuários já haviam sido contaminados com lixo químico vindo de outras nações.

A mercadoria, oriunda do porto inglês de Felixtowe, foi importada sob a fachada de plástico para reciclagem. Dentro dos 89 contêineres vieram seringas, camisinhas, banheiros químicos, lixo hospitalar, fraldas usadas, tecidos, cartelas vazias de remédios e pilhas, entre outros produtos – mais de 1.400 toneladas de lixo domiciliar e tóxico.

Brasil e Grã-Bretanha são dois dos 170 países signatários da Convenção da Basiléia, que proíbe o trânsito de resíduos sólidos e líquidos perigosos entre países, sem consentimento de quem os recebe. A situação do mercado é outra, entretanto. O alto valor de multas e os elevados preços da tonelada de lixo depositada em aterros nos países desenvolvidos leva companhias a exportar seus detritos ilegalmente. E o crime organizado (leia-se, máfia italiana) envolvido com esse mercado, colabora para seu envio ilícito a países africanos, na esmagadora maioria das vezes.

Embora empresas que atuem aqui possam importar materiais como sucata de papel, ferro, aço etc, teme-se que outro tipo de lixo seja também enviado para cá, o eletrônico (chamado e-waste) - altamente prejudicial ao meio-ambiente. Calcula-se que a atividade de exportação ilegal de lixo movimenta o equivalente a 10% do comércio mundial. É inegavelmente uma questão policial, política, diplomática, econômica e de segurança.

Empresas do mercado de reciclagem de plásticos como a Hills Waste Solutions, que já foi multada no Reino Unido por crimes ambientais, a Worldwide Biorecyclables e a UK Multiplas Recycling Ltd, essas duas do brasileiro Julio da Costa, devem ser severamente punidas nesses casos de crime ambiental. O Brasil está tomando todas as medidas cabíveis a fim de reapatriar esse lixo todo que veio parar em Santos, Rio Grande e Caxias do Sul.

Sinceramente, não sei como as pessoas que fazem isso com o planeta e humanidade conseguem colocar a cabeça no travesseiro à noite e dormir tranquilas. Tudo bem que provavelmente elas não estarão mais aqui quando toda esse merda (que é das grandes – a questão do lixo) feder. Mas eles não pensam em seus filhos e netos? Não, senão agiriam diferente, mais conscientes e com menos ambição.

É uma vergonha. E quanto a isso me refiro aos governos de diversos países subdesenvolvidos que facilitam a entrada do lixo 'desenvolvido'. Os empresários que, além de se aproveitarem da situação desvantajosa dessa gente que é obrigada a conviver com essa podre realidade, ainda prejudicam a todos nós, não ficam de fora dessa também - uma vez que as consequências desses atos impensados hoje, refletirão amanhã da pior maneira possível.

Um fato em meio a essa podridão me chamou a atenção: nossos jornais não divulgaram tal acontecimento com a merecida ênfase. Fora o tom criminoso da coisa (o que já daria importância ao ocorrido), trata-se ainda de um dos maiores problemas do mundo e nenhum dos grandes diários nacionais deu manchete de primeira página a essa história incabível. O Times de Londres, sim.

O meio ambiente já começa a reclamar dos maus-tratos de seus posseiros. Outro dia falarei sobre a ilha de lixo que existe no oceano que desconhecia e quando soube de sua existência fiquei da mesma forma chocada e triste por nós. Esses poréns sempre terão espaço e notoriedade aqui, enquanto a mula rugir.
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c'est fini!